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https://aprovatotal.com.br/medio/historia/exercicios/idade-contemporanea/ex.1-revolucao-francesa-vest?dificuldade=random&tentativa=ultima&respostas=t… 1/47
História Lista de Exercícios
Exercício 1
(Unesp 2021) Observe a gravura de Isidore-
Stanislas Helman (1743-1806).
O evento representado na imagem mostra
a) o poder legislativo, composto por
representantes de todas as classes sociais e
responsável pela proposição e criação das leis
federais.   
b) uma assembleia popular, reunida em caráter
permanente e aberta à participação direta de
todos os cidadãos.   
c) o poder moderador, composto por
representantes de organismos sociais e políticos
e responsável pelo controle sobre as decisões
do rei.   
d) o poder executivo, composto pelos membros
da nobreza e do clero e responsável pelas
decisões relativas à política exterior.   
e) uma assembleia consultiva, convocada
esporadicamente pelo rei e formada por
representantes das três ordens sociais.   
Exercício 2
S1 - ifce 2020)  O início da Idade Contemporânea
é marcado pelo surgimento de novas ideias
políticas e sociais e de grandes Revoluções.
Sobre esse período, é correto a�rmar-se que 
a) a Revolução Francesa foi resultado da crise
política e econômica que a França enfrentou no
�nal do século XVIII e teve como consequência a
consolidação do Estado Nação.    
b) a Revolução Francesa representou um marco
da história ocidental e consolidou o absolutismo
monárquico francês.    
c) o Clube dos Jacobinos foi a grande força de
apoio ao Rei Luís XVI durante a Revolução
Francesa.    
d) com a organização do governo revolucionário e
a instalação do Comitê de Salvação Pública e do
Comitê de Segurança Geral, a França passa a
viver um período de paz política e harmonia
social.    
e) o iluminismo criticava o mercantilismo, a
limitação do direito à propriedade privada, o
absolutismo e a desigualdade de direitos e
deveres entre os indivíduos.   
Exercício 3
. (Uepg-pss 2 2020)  Movimento social e político
que mudou a história mundial, a Revolução
Francesa ocorreu em 1789 e lançou as bases
para o surgimento da chamada história
contemporânea. A respeito desse tema, assinale
o que for correto.
01) A tomada da bastilha signi�cou a retomada
do poder por parte do rei Luis XVI e um
retrocesso no processo revolucionário em curso.
02) Montesquieu, Voltaire, Marat e Diderot
�guram entre os intelectuais que combateram a
ideia de república e defenderam a manutenção
da monarquia durante o processo da Revolução
Francesa.   
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04) Monarquia Constitucional, Diretório e Terror
são fases da Revolução Francesa.   
08) Os Jacobinos lideraram o processo
revolucionário durante a fase do Terror e
defendiam a implantação de uma república.   
Exercício 4
(Ufms 2020)  Leia o texto a seguir.
“A Revolução conquistou o mundo. Apesar das
santas alianças e dos sistemas de intervenção,
os despotismos pereceram um após outro, as
Constituições multiplicaram-se, as servidões
esfumaram-se, os povos oprimidos libertaram-
se, uni�cados em nações. Que país se poderá
gabar de nada dever ao espírito desta revolução?
O próprio centro da Revolução é vítima de uma
curiosa reação quando, em 1813, aquele que lhe
arrebata a liberdade e quer dar ordens à Europa
encontra pela frente os povos conduzidos ao
combate em nome da liberdade. Obra da
burguesia, a Revolução redundou em proveito da
burguesia. Na direção da administração pública,
ela substitui-se à aristocracia, classe vencida.
Instruída, exercitada na prática dos negócios, a
burguesia, em face da massa ignorante, é a única
que pode fornecer quadros à nova ordem. Com
isto ganha estipêndios elevados, prestígio e um
gosto real pelas funções públicas. Em vão o
Terror limita o seu concurso: o Termidor
devolve-lhe os lugares perdidos; e, de fato, sob
os regimes ulteriores, conservá-los-á. Por outro
lado, é ela a grande bene�ciária de bens
nacionalizados; e, favorecida pela desvalorização
do papel-moeda, realiza um bom negócio.
[...]Esta Revolução tem o seu quinhão de
horrores; mergulha na guerra, outro horror; os
princípios são menosprezados, renegados até.
Por �m volta a trazer à cena política o
despotismo a maior desgraça para a liberdade; e,
prometendo a igualdade, consente que uma
classe se substitua a outra, deixando que a nova
privilegiada regateie a emancipação da que
continua subordinada.”
(Fonte: NICOLLE, Paul. Coleção Europa-América.
Lisboa: Ed. Europa-América, 1975. p. 120-121.
Adaptado).
Qual é a revolução tratada pelo fragmento de
texto?
a) Revolução Industrial.   
b) Revolução Bolchevique.   
c) Revolução Gloriosa.   
d) Revolução Americana.   
e) Revolução Francesa.   
Exercício 5
G1 - cps 2020) Iniciada em 1789, a Revolução
Francesa tinha como um de seus principais
objetivos a abolição da sociedade de Antigo
Regime, com o �m dos privilégios e das
desigualdades entre os diferentes grupos
sociais.
Pouco antes da Revolução, a sociedade francesa
estava dividida entre
a) apoiadores de Napoleão e de Robespierre,
importantes lideranças políticas conservadoras
que lutavam pela manutenção da monarquia
francesa.   
b) burguesia e trabalhadores rurais e urbanos, já
que o clero e a nobreza não tinham participação
signi�cativa na política francesa no período pré-
revolucionário.   
c) Girondinos e Sans Culottes, grupos rivais que
disputavam a hegemonia política e
representavam os diferentes interesses da
burguesia na relação com o rei Luís XVI.   
d) Primeiro e Segundo Estados (clero e nobreza),
que reuniam cerca de 3% da população, e
Terceiro Estado, que abrigava a burguesia, os
trabalhadores urbanos e rurais e pagava,
sozinho, todas as taxas e os impostos diretos
cobrados pela monarquia.   
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e) Primeiro e Segundo Estados (clero e nobreza),
que reuniam a minoria da população, mas
pagavam, sozinhos, todas as taxas e os impostos
diretos que �nanciavam os programas
assistenciais que mantinham parte do Terceiro
Estado.   
Exercício 6
(G1 - ifce 2019) A Revolução Francesa não foi
feita ou liderada por um partido ou movimento
organizado, no sentido moderno, nem por
homens que estivessem tentando levar a cabo
um programa estruturado. Nem mesmo chegou
a ter do tipo que as revoluções do século XX
têm-nos apresentado, até o surgimento da �gura
pós-revolucionária de Napoleão. Entretanto, um
surpreendente consenso de ideias gerais entre
um grupo social bastante coerente deu ao
movimento revolucionário uma unidade efetiva.
HOBSBAWM, E. J. A revolução francesa. 7ª ed.
Rio de Janeiro: Paz e Terra
O caráter revolucionário destacado na passagem
do texto tem como referência a acepção da(o) 
a) nobreza.   
b) burguesia.    
c) clero.    
d) proletariado.    
e) gentry.    
Exercício 7
(G1 - ifce 2019) A Revolução Francesa, ocorrida
em 1789, foi um dos maiores movimentos
sociais e políticos da história do Ocidente. Os
revolucionários tinham como ideais defender a
liberdade e a igualdade como elementos
essenciais para a construção de uma sociedade
para todos. A Revolução Francesa, com seu vigor
revolucionário, in�uenciou diversos movimentos
no mundo, inclusive no Brasil.
Podemos apontar como um importante fator
propulsor para a Revolução Francesa 
a) as guerras de conquistas realizadas por
Napoleão Bonaparte.    
b) a revolta da maioria da população francesa
(burguesia, camponeses e trabalhadores
urbanos), motivada pelas injustiças sociais
promovidas pela monarquia absolutista e os
governantes da época.    
c) a grande in�uência da burguesia e dos
trabalhadores urbanos sobre o sistema político
da França.      
d) a busca pelo direito de voto da nobreza e por
eleições sem fraudes.e) o desejo de permanência da divisão da
sociedade em três ordens, conhecida como
primeiro estado, segundo estado e terceiro
estado.
Exercício 8
(G1 - ifpe 2019) Em 1793, durante a Revolução
Francesa, a Convenção, eleita por sufrágio
universal em setembro do ano anterior, criou a
Lei dos Suspeitos. O Terror foi responsável por
milhares de mortes na guilhotina. Essas pessoas
foram consideradas, em geral, “inimigas da
revolução”. O advogado jacobino Maximilien
Robespierre foi um dos principais nomes dessa
fase da Revolução. Ele defendia que o Terror só
poderia ser praticado se fundamentado na
virtude. Ele mesmo se autoproclamava “O
Incorruptível”. Sobre o Terror e sua moral,
assinale a alternativa CORRETA. 
a) O Terror foi praticado para proteger os
chamados “bons cidadãos” franceses, o que era
plenamente compatível com os princípios
revolucionários de liberdade, igualdade e
fraternidade.    
b) O Terror, em nome da liberdade e da
Revolução, instaurou o chamado “despotismo da
liberdade”, sendo a Lei dos Suspeitos um
mecanismo autoritário de criminalização dos
indivíduos.    
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c) O uso da violência pelo Terror, em nome da
liberdade, atingiu apenas criminosos de todo
tipo, poupando os cidadãos que demonstrassem
seguir os princípios do governo revolucionário. 
d) A violência foi praticada sobre o estamento
nobreza, uma vez que esta, durante séculos
anteriores, impediu o avanço da burguesia ao
poder e massacrou camponeses, poupando
outros grupos.    
e) O Terror, apesar de brutal, seguiu a lei vigente
e os mecanismos jurídicos mais modernos
criados pela Revolução, em processo
democrático, e aceito pela maioria.    
Exercício 9
(Mackenzie 2019) 
A charge acima de 1789, criticando a ordem
social na França, circulou no país, durante o
período da Revolução Francesa. O título da
charge, que se lê abaixo da imagem, dizia: “Você
deve esperar que este jogo acabe em breve”
sugeria, justamente, que a situação iria mudar,
porque
a) a burguesia assumiu a liderança do processo
revolucionário, pois via a necessidade da
Revolução como meio para derrubar as
estruturas do Antigo Regime, inapropriadas para
o pleno desenvolvimento capitalista.    
b) as obras dos �lósofos iluministas
denunciavam as injustiças sociais que estavam
ocorrendo na França, contando com grande
alcance popular, além de projeção internacional,
o que levou alguns países a apoiarem a causa,
fator decisivo para o sucesso da Revolução
Francesa.    
c) o reinado Luís XVI, após a participação em
diversas guerras, como no con�ito pela
independência dos Estados Unidos, encontrava-
se diante de uma insolúvel crise �nanceira e não
desejava mais arcar com as despesas do
Primeiro e Segundo Estado.   
d) o Primeiro e o Segundo Estados detinham
todos os privilégios, uma vez que a sociedade
francesa do século XVIII era estrati�cada. Eles se
uniram contra o Terceiro Estado, exigindo
durante a Reunião dos Estados Gerais, em 1789,
o voto individual.
e) somente o Terceiro Estado, composto pela
burguesia, no Antigo Regime, contrapunha-se
aos privilégios das classes parasitárias. Apenas
essa classe pagava impostos abusivos ao clero e
à nobreza decadente.  
Exercício 10
(Espm 2019) No dia do golpe, 9 de novembro, a
su cessão dos eventos é fulminante. Os
episódios têm início já às 5 horas da manhã
quando as convocações para uma reunião
urgente, às 7, são expedidas aos anciãos
(excetuados os poucos inclinados ao golpe). Às
6, Talleyrand preparava a carta de demissão do
diretor Barras; às 7, um magote de o�ciais se
aco tovela nas portas da casa de Napoleão, que
lhes fala da situação difícil do país (...)
Na cidade, vendem-se por toda parte pan�etos
que apresentam Napoleão como o salvador.
(Carlos Guilherme Mota. A Revolução Francesa)
O cenário descrito no texto deve ser rela cionado
com: 
a) o Período do Terror, ocorrido durante a
Revolução Francesa;    
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b) o Grande Medo, processo de violência
desencadeado por camponeses, durante a
Revolução Francesa;    
c) o Golpe do 9 Termidor, quando a alta bur -
guesia reassumiu o poder através dos gi -
rondinos;    
d) a implantação da Monarquia hereditária,
quando Napoleão se fez proclamar impe rador;    
e) o Golpe do 18 Brumário, quando a bur guesia
encontra o braço forte armado para consolidar os
seus interesses.    
Exercício 11
(Fuvest 2019) É difícil acreditar que a Revolução
Francesa teria sido muito diferente, mesmo que
a Revolução Americana nunca tivesse
acontecido. É fácil mostrar que os americanos
não tentaram uma semelhante ruptura
substancial com o passado, como �zeram os
franceses. No entanto, (...) as duas revoluções
foram muito parecidas.
Robert R. Palmer, The Age of The Democratic
Revolution: The Challenge, Princeton, Princeton
University Presse, vol. I, 1959, p.267.
Com base no texto e em seus conhecimentos
acerca da Revolução Francesa e do
revolucionário processo de independência dos
Estados Unidos, assinale a a�rmação correta.
a) A revolução norte-americana repercutiu pouco
nos movimentos liberais da Europa e, mesmo na
França da época da Ilustração, seu impacto foi
mais de ordem econômica do que política.    
b) O processo de independência dos Estados
Unidos foi marcado pela ausência de divisões
internas entre os colonos e pela exclusão das
camadas populares da sociedade no processo
político.    
c) O processo de independência dos Estados
Unidos foi consumado pela redação de uma
Constituição, cuja elaboração �cou a cargo de
notáveis, que representavam os interesses das
classes proprietárias.     
d) A guerra da independência norte-americana
caracterizou-se pela ausência de radicalismo
político e social, o que se deveu à menor
penetração dos ideais Ilustrados nos últimos
anos do período colonial.     
e) A revolução norte-americana repercutiu não
só na Ilustração europeia e na Revolução
Francesa, como demonstrou de modo teórico e
prático a viabilidade de um grande Estado
republicano e democrático.  
Exercício 12
(Ueg 2019) Observe a imagem a seguir.
O famoso quadro A morte de Marat, de Jacques-
Louis David, produzido no contexto da Revolução
Francesa, é um documento da 
a) atuação violenta do Tribunal Revolucionário
durante o Terror Jacobino contra os “inimigos do
povo”.    
b) execução do rei francês, acusado de traição
nacional, decretada pela Assembleia
Revolucionária.    
c) estratégia de ascensão política de Napoleão
Bonaparte, marcada pelo assassinato de seus
rivais.    
d) violência repressora do Absolutismo francês
contra as vozes críticas e contestatórias ao
Regime.    
e) disputa entre os girondinos e os jacobinos,
que culminou na execução do famoso líder
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popular.    
Exercício 13
(Uem 2018) Ao longo da Época Moderna,
desenvolveu-se na Europa uma forma de
organização política e social chamada Antigo
Regime. A respeito do Antigo Regime e de sua
queda na França, assinale a(s) alternativa(s)
correta(s).
01) A vitória da Revolução Francesa fez que as
ideias iluministas passassem a fundamentar o
sistema político que se consolidaria em grande
parte do Ocidente a partir do início do século XIX.
02) No processo de queda do Antigo Regime,
grande parte dos últimos resquícios do
feudalismo foi eliminada, e privilégios da antiga
aristocracia foram extintos.   
04) A Revolução Industrial, ao introduzir a
energia a vapor nas indústrias francesas,
provocou grande desemprego e aumentou o
contingente de “descamisados” que estaria à
frente da tomada da Bastilha em 1789,em Paris.
08) Com o Ato de Navegação, de 1674, no
governo de Carlos I, a França procurou garantir a
seus comerciantes o monopólio das atividades
mercantis e estimular a construção náutica a �m
de promover o crescimento de seu comércio.   
16) Após a derrubada da monarquia, em 1789, a
França adotou o parlamentarismo bicameral, com
a Câmara Baixa e a Câmara dos Lordes.    
Exercício 14
(Unioeste 2018) “Infelicidade! Nossos cidadãos
encarcerados nesses locais,
Servem para cimentar esse alojamento odioso;
Com as próprias mãos eles erguem, nos ferros
aviltados,
Essa morada do orgulho e da tirania.
Mas, creia-me, no momento em que eles virem
seus vingadores
Eles mesmos destruirão essa assustadora obra,
Instrumento de sua vergonha e de sua
escravidão”
Com esses dizeres, um “americano” do Peru
conclama seu povo à libertação da escravidão na
peça dramática Alzira, [...], escrita por Voltaire
em 1736. O texto é piedoso com a sorte dos
escravos do Novo Mundo, demonstra simpatia
por sua revolta e saúda a possibilidade de uma
reconciliação �nal baseada na liberdade coletiva.
Em 1766, o francês Joseph Mosneron assistiu à
representação dessa obra a bordo do navio
[francês][...]. Comoveu-se com os versos que
ouviu, apesar de a princesa Alzira, a heroína que
dá nome ao romance, ser representada por um
vigoroso marinheiro com ares de Hércules.
Enquanto o pontilhão servia de palco
[improvisado] para os atores, nos porões
embaixo dele aglomeravam-se centenas de
seres humanos capturados na África. Eles
estavam sendo transportados, justamente, para
o Caribe.
Como explicar essa esquizofrenia? Como é
possível que Mosneron tenha se abalado com a
peça e não com os personagens reais que a
inspiraram? Suponho que o próprio texto de
Alzira contribui para isso, ao evocar a escravidão
apenas dos “americanos”, e omitir qualquer
menção ao trá�co transatlântico de africanos, em
pleno apogeu quando Voltaire escreveu a peça.
[...].
O século das Luzes, que assistiu a insurreição da
�loso�a contra o monarquismo, o absolutismo e
a Igreja, foi também o ápice da expansão desse
comércio absurdo. A França enviou, no total, 1,1
milhão de escravos para as colônias [...] antes da
proibição de�nitiva do trá�co, em 1831. A
abolição seria instituída em territórios franceses
apenas em 1848.
Na verdade, esse tipo de negócio já era quase
clandestino desde 3 de julho de 1315, quando
um edito de Luís X baniu a possibilidade de
escravidão em todo o reino. Porém, no século
XV, a demanda por mão de obra aumentou nas
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colônias e fez-se necessário tomar certas
atitudes. A solução inicial foi explorar as
populações locais, exterminadas com rapidez.
Recorreu-se, então, aos “alistados” brancos,
homens geralmente forçados ao exílio que
assinavam contratos válidos por três anos e
eram tratados nas mesmas condições que os
negros.
Um pan�eto anônimo, ‘Sobre a necessidade de
se adotar a escravidão na França’, expressa a
visão da época: era preciso ‘colocar pobres e
indigentes para trabalhar’. Menosprezos racial e
de classe não são incompatíveis [com a Franca
iluminista]? [...]
GRESH, Alain. Escravidão à francesa. Le Monde
Diplomatique. 1 abril 2008. Disponível em:
http://diplomatique.org.br/escravidao-a-francesa/
Acesso em: 10 ago. 2017. [Adaptado]
A partir das considerações indicadas na matéria,
as quais apontam a in�uência histórica dos
pensadores iluministas e da participação
francesa nos debates sobre liberdade e
cidadania, e CORRETO a�rmar.
a) A Declaração dos Direitos do Homem e do
Cidadão, em 1789, aboliu as desigualdades
vivenciadas na França até aquele momento e,
também, inspirou outros povos a buscarem essa
noção de liberdade e cidadania em seus países.   
b) Ao �nal do processo de contestação
monárquico francês, a burguesia saiu fortalecida
e houve o �m dos privilégios da nobreza, sendo
redistribuída suas terras aos camponeses e
população desabrigada.    
c) Os princípios iluministas, envolvendo a
valorização do conhecimento cientí�co e de
contestação à escravidão, foram amplamente
difundidos por combaterem ações escravistas
desenvolvidas em outros países, além de
impedir tomadas de decisões francesas que
fossem favoráveis à exploração escrava.
d) O princípio “liberdade, igualdade e
fraternidade”, utilizado como slogan de mudança
histórica, determinou o debate e a ação comum
na França (incluindo políticas reparatórias) para
que todos os cidadãos usufruíssem desses ideais
a curto e longo prazo.    
e) Os con�itos recentes na França (evidenciados
em enfrentamentos nas ruas, canções, redes
sociais e etc.) sugerem que a desigualdade
social, aliada aos problemas étnicos, ainda não
foram superados e suscitam discussões sobre
noções de liberdade e cidadania no País.    
Exercício 15
(Fgv 2018) Na sua faceta mais radical, a
Revolução Francesa promoveu uma certa
redistribuição de terra, por meio de medidas
como a venda dos bens nacionais. Entretanto,
nesse processo de construção de uma ordem
jurídica burguesa, o �m da escravidão não seria,
no �nal das contas, incluído. A Declaração dos
Direitos do Homem e do Cidadão de 1789 trazia,
no seu artigo 1º, o princípio segundo o qual “os
homens nascem e permanecem livres e iguais
em direitos”. Mas a história revolucionária
mostrou que essa fórmula clássica do
liberalismo político foi capaz de gerar, de
imediato, posturas contraditórias entre os
diferentes atores históricos do período, que
interpretavam os termos liberdade e igualdade à
luz de suas próprias aspirações e interesses.
(Laurent Azevedo Marques de Saes. A Societé
des Amis des Noirs e o movimento
antiescravista sob a Revolução Francesa (1788-
1802). Tese (Doutorado em História Social) –
FFLCH, USP. 2013. Adaptado)
Nesse contexto, é correto a�rmar que
a) a Revolução Francesa, embora conduzida em
nome de princípios universais de liberdade e
igualdade, acabou incorporando a escravidão
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colonial na nova ordem jurídica, sem que essa
instituição tivesse sido posta em discussão nem
sequer no período mais radical do processo
revolucionário, no momento no qual os jacobinos
tentaram dirigir os rumos da revolução.   
b) os princípios de liberdade e igualdade, para a
maioria dos homens nas assembleias
revolucionárias, não encontravam fronteiras ou
limites ditados pela condição da França de
potência colonial, mas representavam valores
universais a serem difundidos inclusive para a
América a partir de Paris, ainda que a ascensão
de Napoleão tenha freado a propagação das
ideias revolucionárias.   
c) o império colonial francês à época girava em
torno da “pérola das Antilhas”, São Domingos
(futuro Haiti), colônia que havia projetado a
França para o topo do mercado internacional de
produtos tropicais e que transformou o sucesso
da produção caribenha na base da riqueza
burguesa dos portos franceses, o que não
impediu que jacobinos e sans culottes
defendessem a abolição e a independência
colonial desde julho de 1789.   
d) a questão colonial evidenciava, sob certos
aspectos, os limites da Revolução Francesa,
liberal e burguesa, pois dentro da ótica
mercantilista que orientou a economia francesa
desde o século XVII, a prosperidade da Nação
dependia da balança comercial favorável e, nesse
sentido, o papel do comércio com as colônias e
da reexportação dos produtos proporcionados
por esse comércio era visto como capital.   
e) a restauração da escravidão nas colônias,
ocorrida em 1799 por ordem de Bonaparte
depois da abolição em 1789, por exigência dos
revolucionários, teve como desdobramento o
levante negro no Haiti, em que se lutava
simultaneamente pela abolição da escravidão e
pelo rompimentodos laços coloniais com a
França, resultando na independência do Haiti,
primeiro a libertar os escravos no continente
americano.   
Exercício 16
(Fuvest 2021) De acordo com o historiador
Nicolau Sevcenko, é possível identi�car um
“confronto entre o impulso libertador, presente
nos anseios de mudança social, e o caráter
autoritário, elitista do planejamento reformador”
em muitas obras produzidas por escritores
identi�cados com o pensamento Iluminista.
“Apresentação”. Restif de La Bretonne. Noites
revolucionárias. São Paulo: Estação Liberdade,
1989.
a) Cite um pensador identi�cado com o
Iluminismo.
b) Identi�que dois elementos do Iluminismo que
contribuíram para a crítica do Antigo Regime.
c) Indique uma medida marcada pelo “impulso
libertador” e outra pelo “planejamento
reformador” adotada durante a Convenção
Nacional ou sob o Diretório.
Exercício 17
(Unesp 2020) Leia os dois textos, escritos no
�nal do século XVIII.
Texto 1
O grande dia, resultado da libertação, começava
a me despertar; respirava livremente, quando vi
diante de mim uma multidão em tumulto. Não
�quei surpreso... Aproximo-me e... oh!
espetáculo de horror! Vejo duas cabeças na
ponta de uma lança!...
Aterrorizado, informo-me... “São”, diz-me um
açougueiro, “as cabeças de Flesselles e de De
Launay...” Ouvindo isso, estremeço! Vejo uma
nuvem de males pairar sobre a infeliz capital dos
franceses... Mas a informação não estava
inteiramente correta: a cabeça de Flesselles, o
rosto des�gurado pelo tiro de pistola que há
pouco acabara com sua vida, rolava nas águas do
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Sena. Eram De Launay e seu major que eu via
ultrajados!
Prossigo: mil vozes de arauto para a Novidade...
[...] Não acreditei e fui ver o cerco de perto... No
meio da Grève, encontro um corpo sem a cabeça
estendido no meio do riacho, rodeado por cinco
ou seis indiferentes. Faço perguntas... É o
governador da Bastilha...
Que pensamentos!... Esse homem, outrora
impassível diante do desespero dos infelizes
enterrados vivos sob sua guarda, por ordem de
execráveis ministros, ei-lo!...
(Restif de la Bretonne. As noites revolucionárias,
1989.)
Texto 2
Oh! Aquela alegria me deu náuseas. Sentia-me
ao mesmo tempo satisfeito e descontente. E eu
disse, tanto melhor e tanto pior. Eu entendia que
o povo comum estava tomando a justiça em suas
mãos. Aprovo essa justiça [...] mas poderia não
ser cruel? Castigos de todos os tipos,
arrastamento e esquartejamento, tortura, a roda,
o cavalete, a fogueira, verdugos proliferando por
toda parte trouxeram tanto prejuízo aos nossos
costumes! Nossos senhores [...] colherão o que
semearam.
(Graco Babeuf apud Robert Darnton. O beijo de
Lamourette: mídia, cultura e revolução, 1990.)
a) Cite o evento histórico a que o texto 1 se
refere e a situação sociopolítica e econômica a
que esse evento se opôs.
b) Identi�que o elemento comum aos dois textos
e explique a última frase do texto 2.
Exercício 18
(Ufjf-pism 2 2019) Leia as informações abaixo e,
em seguida, responda ao que se pede:
No século XVIII, o secretário do �lósofo Voltaire
contava uma história surpreendente: Madame de
Châtelet, uma nobre francesa, não hesitava em
se despir na frente de seus criados, pois, em
suas palavras, "não considerava ser um fato
comprovado que os camareiros fossem homens".
Os direitos humanos só podiam fazer sentido
quando os camareiros fossem também vistos
como homens.
(Texto adaptado. HUNT, L. A invenção dos
Direitos Humanos: uma história. São Paulo: Cia
das Letras, 2009. p. 78.)
Pouco tempo depois, em 1789, no contexto da
Revolução Francesa, publicou-se a Declaração
Universal de Direitos dos Homens e dos
Cidadãos, que a�rmava: "Os homens nascem e
permanecem livres e iguais em direitos. As
distinções sociais só podem ser baseadas na
utilidade comum."
a) Qual a mudança com relação à ideia de direitos
dos homens ocorrida entre o contexto em que
viveu a Madame de Châtelet e a Revolução
Francesa?
b) Cite e analise UM impacto desta mudança
para a história do mundo ocidental no século XIX.
Exercício 19
(Uerj 2015) Carta de Convocação dos Estados
Gerais
Por ordem do Rei.
Temos necessidade de nossos �éis súditos para
nos ajudarem a superar todas as di�culdades em
que nos achamos e para estabelecer uma ordem
constante e invariável em todas as partes do
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governo que interessam à felicidade dos nossos
súditos e à prosperidade de nosso reino. Esses
grandes motivos nos determinaram convocar a
assembleia dos Estados de todas as províncias
sob nossa obediência, para que seja achado, o
mais rapidamente possível, um remédio e�caz
para os males do Estado e para que os abusos de
toda espécie sejam reformados e prevenidos.
Versalhes, 24 de janeiro de 1789.
Adaptado de MATTOSO, K. de Q.. Textos e
documentos para o estudo de história
contemporânea. São Paulo: Edusp, 1976
A convocação dos Estados Gerais deu início à
Revolução Francesa, ocasionando um conjunto
de mudanças que abalaram não só a França, mas
também o mundo ocidental em �nais do século
XVIII.
Cite um motivo para a convocação dos Estados
Gerais na França, em 1789, e apresente duas
consequências da Revolução Francesa para as
sociedades europeias e americanas.
Exercício 20
(Unesp 2014) 
A charge ilustra as três ordens sociais existentes
na França antes da Revolução de 1789.
Identi�que essas três ordens e justi�que o
posicionamento dos personagens na charge.
Exercício 21
(Ufrgs 2020) Considerando o contexto histórico
e os desdobramentos da Revolução Francesa,
assinale a alternativa que caracteriza a “Era
Napoleônica”.
a) Consolidação da revolução burguesa na
França, por meio da contenção dos inimigos
internos (monarquistas e jacobinos), e sua
expansão para a Europa.     
b) Retorno da monarquia absolutista ao poder,
por intermédio da extinção da Declaração dos
Direitos do Homem e do Cidadão.   
c) Ascensão política das camadas populares,
conhecidas como sans-cullotes, o que provocou
a radicalização do processo.   
d) Fim do Antigo Regime e implementação da
Monarquia Constitucionalista, inspirada nos
ideais jacobinos.   
e) Início da Assembleia dos Estados Gerais,
repressão aos monarquistas e derrota da
Primeira Coligação Europeia Antifrancesa.
Exercício 22
(Uece 2019) Sobre a transferência da Corte
portuguesa para o Brasil em 1808, é correto
a�rmar que
a) ocorreu sem nenhum transtorno para a
população do Rio de Janeiro, que recepcionou os
nobres portugueses de forma planejada, sem
que fossem necessárias grandes mudanças na
cidade.    
b) teve como causa direta a invasão das tropas
francesas ao território português como forma de
forçar a adesão do país luso ao bloqueio
continental.    
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c) foi provocada pela ameaça inglesa de invasão
ao Brasil, caso Portugal aderisse ao Bloqueio
Continental ao comércio britânico, imposto por
Napoleão Bonaparte no decreto de Berlim,
emitido em 1806.    
d) somente foi realizada como forma de garantir
o cumprimento do tratado de Fontainebleau,
assinado com a França, que garantia a mudança
para o Brasil no caso de ameaça espanhola a
Portugal.    
Exercício 23
(Uema 2015) O mapa abaixo representa a
divisão geopolítica europeia no início do século
XIX, destacando a estratégia militar napoleônica
conhecida como Bloqueio Continental.
A linha de Bloqueio Continental que se estende
de Portugal até a Noruega, representada no
mapa, revela a intenção francesa de
a) integrar a economia europeia, com a isenção
das tarifas alfandegárias.   
b) fortalecer a França, garantindo-lhea livre
circulação pelos portos britânicos.   
c) desenvolver a economia espanhola,
consolidando seu monopólio comercial na
Península Ibérica.   
d) isolar a Grã-Bretanha, impedindo-lhe o acesso
a importantes mercados da Europa continental.   
e) inibir o comércio de escravos oriundos de
portos africanos, situados ao norte da Linha do
Equador.   
Exercício 24
(Fgvrj 2015) Napoleão Bonaparte assumiu o
poder na França, em 1799. A partir do chamado
Golpe do 18 Brumário, tornou-se primeiro
cônsul, depois primeiro cônsul vitalício e,
posteriormente, imperador. Durante o seu
governo,
a) retomou as relações com a Igreja Católica e
permitiu total autonomia dos seus sacerdotes.   
b) estabeleceu uma monarquia parlamentarista,
nos moldes do sistema de governo vigente na
Inglaterra.   
c) estabeleceu um novo Código Civil que
manteve a igualdade jurídica para os cidadãos do
sexo masculino e o direito à propriedade privada.
d) procurou retomar antigas possessões
marítimas francesas, envolvendo-se em uma
guerra desgastante no Haiti e no sudeste
asiático.   
e) aliou-se aos “sans culottes”, grupos mais
radicais da Revolução Francesa, e, por isso, foi
derrubado em 1814.   
Exercício 25
(Ueg 2012) Em 1804, Napoleão Bonaparte
recebeu o título de Imperador, mediante um
plebiscito. Durante sua cerimônia de coroação,
ele retirou do Papa a coroa e colocou-a em sua
cabeça com as próprias mãos. Esse gesto ousado
representou
a) o rompimento entre a Igreja Católica Romana
e o novo Estado Revolucionário Francês.   
b) que Napoleão estava assumindo todas as
responsabilidades do Poder Moderador na
França.   
c) que Napoleão, símbolo máximo da força da
burguesia, considerava-se mais importante que a
tradição da Igreja.   
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d) a criação de uma religião de Estado, tendo
como �gura central o Imperador, a exemplo do
Anglicanismo inglês.   
Exercício 26
(Unesp 2011) Artigo 5.º — O comércio de
mercadorias inglesas é proibido, e qualquer
mercadoria pertencente à Inglaterra, ou
proveniente de suas fábricas e de suas colônias é
declarada boa presa.
(...)
Artigo 7.º — Nenhuma embarcação vinda
diretamente da Inglaterra ou das colônias
inglesas, ou lá tendo estado, desde a publicação
do presente decreto, será recebida em porto
algum.
Artigo 8.º — Qualquer embarcação que, por meio
de uma declaração, transgredir a disposição
acima, será apresada e o navio e sua carga serão
con�scados como se fossem propriedade
inglesa.
(Excerto do Bloqueio Continental, Napoleão
Bonaparte. Citado por Kátia M. de Queirós
Mattoso. Textos e documentos para o estudo da
história contemporânea (1789-1963), 1977.)
Esses artigos do Bloqueio Continental,
decretado pelo Imperador da França em 1806,
permitem notar a disposição francesa de
a) estimular a autonomia das colônias inglesas
na América, que passariam a depender mais de
seu comércio interno.   
b) impedir a Inglaterra de negociar com a França
uma nova legislação para o comércio na Europa e
nas áreas coloniais.   
c) provocar a transferência da Corte portuguesa
para o Brasil, por meio da ocupação militar da
Península Ibérica.   
d) ampliar a ação de corsários ingleses no norte
do Oceano Atlântico e ampliar a hegemonia
francesa nos mares europeus.   
e) debilitar economicamente a Inglaterra, então
em processo de industrialização, limitando seu
comércio com o restante da Europa.
Exercício 27
(Fgvrj 2020) Leia atentamente o documento
abaixo e depois responda às questões propostas.
Título I
Artigo 1. O governo da república é con�ado a um
Imperador que toma o título de Imperador dos
Franceses (...)
Artigo 2. Napoleão Bonaparte, atual Primeiro
Cônsul da República, é o imperador dos
Franceses. Napoleão Bonaparte, primeiro
Imperador dos Franceses: Senatus-Consulto de
18 de maio de 1804.
MATTOSO, K. M. de Q. (org.) Textos e
documentos para o estudo da História
Contemporânea (1789-1963). São Paulo:
Hucitec/Edusp, 1977, p. 38.
a) Explique o processo histórico que
desembocou na ascensão de Napoleão como
imperador na França.
b) Aponte duas medidas implementadas por
Napoleão durante o seu império.
c) Explique o contexto internacional do período
napoleônico.
Exercício 28
(Ufmg 2011) Em 21 de novembro de 1806, em
Berlim, Napoleão Bonaparte assinou um
decreto, em que se estabeleciam as bases do
que ele próprio denominou Bloqueio
Continental.
Leia este trecho desse decreto:
Considerando [...] Que a Inglaterra considera
inimigo todo indivíduo que pertence a um Estado
inimigo e, por conseguinte, faz prisioneiros de
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guerra não somente as equipagens dos navios
armados para a guerra, mas ainda as equipagens
das naves de comércio e até mesmo os
negociantes que viajam para os seus negócios;
[...] Decretamos o que segue: Artigo 1º As Ilhas
Britânicas são declaradas em estado de
bloqueio, Artigo 2º Qualquer comércio e
qualquer correspondência com as Ilhas Britânicas
�cam interditados [...] Artigo 3º Qualquer
indivíduo, súdito da Inglaterra, qualquer que seja
sua condição, que for encontrado nos países
ocupados por nossas tropas ou pelas tropas de
nossos aliados, será constituído prisioneiro de
guerra. Artigo 4º Qualquer loja, qualquer
mercadoria, qualquer propriedade pertencente a
um súdito da Inglaterra será declarada boa presa.
Artigo 5º O comércio de mercadorias inglesas é
proibido, e qualquer mercadoria pertencente à
Inglaterra, ou proveniente de suas fábricas e de
suas colônias é declarada boa presa.
Campo Imperial de Berlim, 21 de novembro de
1806.
A partir da leitura desse trecho e considerando
outros conhecimento sobre o con�ito, explique
as diferenças relacionadas às políticas praticadas
pela França e pela Inglaterra.
Exercício 29
(Unesp 2020) Na Europa, as forças reacionárias
que compunham a Santa Aliança não viam com
bons olhos a emancipação política das colônias
ibéricas na América. […] Todavia, o novo Império
do Brasil podia contar com a aliança da poderosa
Inglaterra, representada por George Canning,
primeiro-ministro do rei Jorge IV. […] Canning
acabaria por convencer o governo português a
aceitar a soberania do Brasil, em 1825. Uma
atitude coerente com o apoio que o governo
britânico dera aos EUA, no ano anterior, por
ocasião do lançamento da Doutrina Monroe, que
a�rmava o princípio da não intervenção europeia
na América.
(Ilmar Rohloff de Mattos e Luis Affonso Seigneur
de Albuquerque. Independência ou morte: a
emancipação política do Brasil, 1991.)
O texto relaciona
a) a restauração das monarquias absolutistas no
continente europeu, a industrialização dos
Estados Unidos e a constituição da Federação
dos Estados Independentes da América Latina.    
b) a in�uência da Igreja católica nos assuntos
políticos europeus, o controle britânico dos
mares depois do Ato de Navegação e o avanço
imperialista dos Estados Unidos sobre o Brasil.
c) a disposição europeia de recolonização da
América, o Bloqueio Continental determinado
pela França e os acordos de livre-comércio do
Brasil com os países hispano-americanos.    
d) a penetração dos industrializados britânicos
nos mercados europeus, a tolerância portuguesa
em relação ao emancipacionismo brasileiro e a
independência política dos Estados Unidos.    
e) a reorganização da Europa continental depois
do período de domínio napoleônico, os
processos de independência na América e a
ampliação do controle comercial mundial pela
Inglaterra.    
Exercício 30
(Fmp 2020) "Viva la Pepa", gritavam os
deputados das Cortes de Cádiz em dezembro de
1813, comemorando a Constituição Espanhola
de 1812. As tropas napoleônicas que ocupavam
a Espanha haviam sido derrotadas; José
Bonaparte, o rei estrangeiro,foi obrigado a
renunciar ao cargo que lhe havia sido concedido
pelo irmão. Os representantes da Assembleia de
Cádiz ainda não sabiam que sua Constituição,
rati�cada em 19 de março de 1812, seria abolida
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por Fernando 7o. Bourbon, restituído, contava
com o apoio do Congresso de Viena e dos
espanhóis, os quais o apelidaram de O Desejado.
MANAUT, Luna Bolívar. Invasão da Espanha
pelos franceses in�uenciou independências na
América Latina. Portal DW. Disponível em:
<https://www.dw.com/pt-br/invas%C3%A3o-
da-espanha-pelos-franceses-in�uenciou-
independ%C3%Aancias-na-am%C3%A9rica-
latina/a-5272750>. Acesso em: 10 de jul. 2019.
Adaptado.
As oposições entre o movimento de Cádiz e o
Congresso de Viena, conforme o texto descreve,
estão sintetizadas pelo antagonismo entre
a) capitalismo e socialismo   
b) anarquismo e imperialismo   
c) medievalismo e renascimento   
d) liberalismo e absolutismo   
e) colonialismo e bonapartismo   
Exercício 31
(Uel 2020) Analise a imagem a seguir.
Exposta no Museu do Louvre, a obra “Liberdade
Guiando o Povo”, remete à existência de questão
social ainda hoje debatida.
Com base na imagem e nos conhecimentos
sobre modernidade e vida social, é correto
a�rmar que a obra representa
a) a luta de estratos sociais em defesa da
igualdade jurídica e pela conquista dos direitos
de cidadania.   
b) a primeira tentativa de revolução social do
proletariado moderno contra a burguesia.   
c) a participação popular na luta pelo direito de
voto pelas mulheres e contra o trabalho infantil.
d) o repúdio ao caráter sangrento das revoluções
populares, produtoras de regimes ditatoriais.   
e) a democracia, que atinge a plenitude quando
homens, mulheres e jovens pegam em armas.   
Exercício 32
(Mackenzie 2020) “A história de todas as
sociedades até agora tem sido a história das
lutas de classe. Homem livre e escravo, patrício
e plebeu, barão e servo, membros das
corporações e aprendiz, em suma, opressores e
oprimidos, estiveram em contraposição uns aos
outros e envolvidos em uma luta ininterrupta,
ora disfarçada, ora aberta, que terminou sempre
com a transformação revolucionária da sociedade
inteira ou com o declínio conjunto das classes
em con�ito.”
Trecho do Manifesto do Partido Comunista de
Karl Marx e Friedrich Engels – 1848
Sobre o contexto histórico e as propostas de
Marx e Engels considere as seguintes
a�rmações:
I. O Manifesto do Partido Comunista foi escrito
às vésperas das Revoluções de 1848, as quais
abalaram os setores mais conservadores da
Europa, preocupada em barrar o avanço das
transformações iniciadas com a Revolução
Francesa de 1789.
II. Assim como em 1871 na Comuna de Paris; em
1848, a classe operária europeia tornara-se
protagonista nos movimentos revolucionários
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críticos do modelo capitalista e da sua
exploração do trabalho.
III. Conhecida como a Primavera dos Povos, as
Revoluções de 1848 uniram anarquistas,
comunistas e socialistas em torno de um projeto
essencialmente marxista, culminando em ações
revolucionárias nas principais capitais europeias.
IV. Na construção de sua teoria, Marx e Engels
reapropriam-se criticamente da �loso�a alemã,
em especial Hegel, das re�exões dos socialistas
utópicos, da teoria econômica inglesa e da
prática política dos movimentos sociais e
operários europeus.
Assinale se
a) apenas II e III são corretas.   
b) apenas I é correta.   
c) I, II e III são corretas.   
d) I, II e IV são corretas.   
e) todas são corretas.   
Exercício 33
(Uema 2015) “Aproximamo-nos do segundo
centenário do Congresso de Viena, quando,
depois da Revolução Francesa e das Guerras
Napoleônicas, delegações de praticamente todos
os estados europeus então se aproximaram para
participar dessa cúpula histórica entre setembro
de 1814 e junho de 1815, na cidade de Viena”.
Fonte: Associação dos Historiadores Latino-
Americanos e do Caribe – ADHILAC. Disponível
em: <http://adhilac.com.ar/?p=9219>. Acesso
em: 21 set. 2014. (Adaptado e traduzido do
espanhol)
Explique a função do Congresso de Viena no
processo de reorganização dos países europeus
após a derrota de Napoleão Bonaparte.
Exercício 34
(Ufes 2015) Em 9 de junho de 1815, encerrou-
se o Congresso de Viena, que contou com a
presença de representantes diplomáticos das
principais nações europeias, após mais de uma
década de con�itos intitulados, posteriormente,
de guerras napoleônicas.
a) Análise dois impactos das guerras
napoleônicas para o Brasil.
b) Indique duas consequências ou resultados do
Congresso de Viena para os países europeus.
Exercício 35
(Unesp 2021) O processo de independência na
América espanhola, ocorrido nas primeiras
décadas do século XIX,
a) contou com participação ativa e direta dos
Estados Unidos, que buscavam ampliar sua zona
de in�uência política na América.   
b) envolveu projetos políticos e setores sociais
variados, que se confrontaram no momento de
constituição dos novos Estados.   
c) manteve a unidade territorial das áreas antes
controladas pela Espanha, e os novos Estados
organizaram-se numa federação.   
d) resultou no afastamento de�nitivo dos novos
Estados em relação ao antigo colonizador e na
divisão das grandes propriedades rurais entre os
camponeses sem terra.   
e) derivou da iniciativa das burguesias locais, que
defendiam a igualdade social como base da
organização social dos novos Estados.   
Exercício 36
(Fmj 2020) Os principais meios de produção na
América espanhola continuaram nas mãos da
classe alta criolla, que em virtude da
independência se apropriou também do comando
do sistema político. Essa transferência do poder
político signi�cou que a partir daí as decisões
seriam tomadas muito mais em termos dos
interesses nacionais do que dos da metrópole,
ou, mais precisamente, dos interesses nacionais
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na interpretação da minoria dominante. Isso não
excluiu o prolongamento, de forma um pouco
modi�cada, da dependência econômica externa.
(David Bushnell. “A independência da América
do Sul espanhola”. In: Leslie Bethell (org.).
História da América Latina: da independência a
1870, 2004. Adaptado.)
A abordagem realizada pelo historiador sobre a
independência da América espanhola pode ser
relacionada
a) à abolição da escravidão, consolidada nos
países recém-independentes na primeira
metade do século XIX por pressão da Inglaterra.
b) à divisão das haciendas, transformadas em
terras comunais ocupadas por comunidades
indígenas.   
c) à proposta de organização de uma
confederação latino-americana, rati�cada no
Congresso do Panamá para impedir a
recolonização da América pelos europeus.   
d) aos interesses de uma parcela da elite
colonial, vinculada à produção e exportação de
matérias-primas.   
e) à manutenção dos monopólios
metropolitanos, transferidos das mãos dos
comerciantes peninsulares para as dos
comerciantes britânicos.   
Exercício 37
(Unesp 2021) O processo de formação e
consolidação dos Estados nacionais na América
hispânica, nas duas primeiras décadas do século
XIX, envolveu
a) a participação militar direta dos Estados
Unidos.   
b) a intermediação diplomática do Império
brasileiro.   
c) a disputa entre projetos unitários e
federalistas.   
d) o prevalecimento das tradições culturais
indígenas.   
e) o franco apoio da Igreja católica aos novos
Estados.   
Exercício 38
(Fatec 2019) O nome com que foi batizado o
maior torneio entre clubes de futebol sul-
americano homenageia o conjunto de líderes dos
processos de independência dos paísesda
América do Sul. Os principais “libertadores”
foram Simón Bolívar e José de San Martín, que
atuaram nos processos de independência de
diversos países.
<https://tinyurl.com/y72ma2xo> Acesso em:
31.05.2018. Adaptado.
Sobre esses processos de independência, é
correto a�rmar que
a) Bolívar foi o responsável pela opção
monarquista, adotada nas novas nações
independentes.   
b) Venezuela, Bolívia e Panamá se tornaram, a
partir do ideal dos libertadores, uma nação única.
c) Bolívar fracassou em seu projeto de formação
de uma grande nação pan-americana.   
d) Argentina, Paraguai e Uruguai se uniram ao
Brasil para a criação de uma grande nação
monarquista.   
e) San Martín �cou conhecido como “libertador”
por seu papel na abolição da escravidão na
Guatemala.   
Exercício 39
(Ufms 2019) Sobre o processo de conquista da
independência das antigas colônias portuguesa e
espanhola na América, assinale a alternativa
correta.
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a) O Brasil se tornou independente de Portugal
assim que a família real portuguesa aportou no
território americano, em 1808, com a mudança
da capital para o Rio de Janeiro, quando o Brasil
se tornou sede do império português.   
b) A independência do Peru ocorreu em 1821
liderada pelo general argentino José de San
Martín, que também foi decisivo no processo de
independência de Argentina e Chile.   
c) O Paraguai se tornou independente da
Espanha somente com a chegada da família
Lopez ao poder, quando o Marechal Solano
Lopez decretou guerra contra a Espanha e os
demais países que não reconheciam sua
independência.   
d) A Argentina se tornou independente após
uma longa negociação diplomática entre o
revolucionário criollo Simón Bolivar e a corte
espanhola, quando em 1813 a então província
conquistou sua autonomia.   
e) A independência da Venezuela ocorre
somente em 1821, após intensas negociações
entre a elite criolla e o governo espanhol, por
intermédio do líder político Simón Bolivar.   
Exercício 40
(Unicamp 2020) Leia atentamente o trecho da
carta escrita em 1830 por Simón Bolívar ao
General J. J. Flores. A partir da leitura e de seus
conhecimentos, responda às questões.
Meu querido General:
V. Ex.ª sabe que governei durante vinte anos e
deles tirei apenas pouco resultados certos: 1º) a
América é ingovernável para nós; 2º) aquele que
serve a uma revolução ara no mar; 3º) a única
coisa que se pode fazer na América é emigrar; 4º)
este país cairá infalivelmente em mãos da
multidão desenfreada, para depois passar a
pequenos tiranos quase imperceptíveis, de todas
as cores e raças; 5º) devorados por todos os
crimes e extintos pela ferocidade, os europeus
não se dignarão a nos conquistar; 6º) se uma
parte do mundo voltasse ao caos primitivo, este
seria o último período da América.
(Adaptado de Simón Bolívar, Escritos políticos.
Campinas, SP: Editora da Unicamp, 1992, p. 32.)
a) Identi�que dois aspectos políticos do processo
de independência da América espanhola.
b) Explique como o texto contradiz o projeto
político inicial de Bolívar para a América.
Exercício 41
(Unesp 2010)  Leia atentamente o texto.
O período de pré-independência assistiu ao
nascimento de uma literatura de identidade, na
qual os americanos glori�cavam seus países,
proclamavam seus recursos e louvavam seu
povo. Enquanto mostravam a seus compatriotas
as suas qualidades, esses autores apontavam as
quali�cações dos americanos para os cargos
públicos e na verdade para o autogoverno. Os
próprios termos instilavam con�ança por
repetição – pátria, país, nação, nossa América,
nós americanos. Embora ainda se tratasse de um
nacionalismo mais cultural do que político e não
fosse incompatível com a unidade imperial,
mesmo assim ele preparava as mentes dos
homens para a independência, ao lembrar-lhes
que a América tinha recursos independentes e
as pessoas para administrá-los.
(John Lynch. As origens da independência da
América Espanhola. Leslie Bethell: História da
América Latina, 2001.)
Indique os principais motivos que levaram as
colônias espanholas à independência.
Exercício 42
(Fgvrj 2020) Deixando-se de lado a Espanha do
século XVI e talvez a Holanda do século XVIII, a
Grã-Bretanha de meados do século XVIII a
https://aprovatotal.com.br/medio/historia/exercicios/idade-contemporanea/ex.1-revolucao-francesa-vest?dificuldade=random&tentativa=ultima&respostas… 18/47
meados do século XX, e os Estados Unidos, a
partir de então, são os únicos exemplos de
impérios genuinamente globais com horizontes
políticos globais, e não meramente regionais, o
mesmo valendo para seus recursos de poder – a
supremacia naval para a Grã-Bretanha e a
supremacia aérea para os Estados Unidos do
século XXI – ambos apoiados por uma forte rede
mundial de bases operacionais.
HOBSBAWM, E. Globalização, democracia e
terrorismo.
São Paulo: Companhia das Letras, 2008, p. 60-
61.
A respeito dos impérios citados no texto, é
correto a�rmar:
a) O Império espanhol teve como bases
operacionais suas feitorias na costa africana, que,
além do controle do Atlântico Sul, ofereciam
grandes contingentes de mão de obra
escravizada.   
b) A Holanda organizou uma extraordinária rede
de núcleos coloniais na África, América e Ásia,
cuja produção esteve baseada na propriedade
familiar de subsistência.   
c) A Grã-Bretanha constituiu um vasto império a
partir de domínios fornecedores de matérias-
primas e consumidores de sua produção
industrializada.   
d) Os Estados Unidos estabeleceram uma série
de protetorados, que lhes permitiram
compartilhar tecnologia e desenvolver
economicamente as áreas submetidas ao seu
controle.   
e) As guerras entre os Estados foram as
características especí�cas dos impérios da era
moderna, ao contrário daqueles do período
contemporâneo, cujos embates baseavam-se
exclusivamente no desenvolvimento
tecnológico.   
Exercício 43
(Ufjf-pism 2 2020) Leia o texto a seguir:
“Aqueles que são contratados experienciam uma
distinção entre o tempo do empregador e o seu
“próprio” tempo. E o empregador deve usar o
tempo de sua mão-de-obra e cuidar para que não
seja desperdiçado: o que predomina não é a
tarefa, mas o valor do tempo quando reduzido a
dinheiro. O tempo agora é moeda: ninguém
passa o tempo, e sim o gasta” [...] “Havia muitos
relógios em Londres na década de 1790: a
ênfase estava mudando do “luxo” para a
“conveniência”; até os colonos podiam ter
relógios de madeira. Na verdade (como seria de
esperar), ocorria uma difusão geral de relógios
portáteis e não portáteis no exato momento em
que a Revolução Industrial requeria maior
sincronização do trabalho.”
THOMPSON, E. P. Tempo, disciplina de trabalho
e o capitalismo industrial. In: Costumes em
comum: estudos sobre a cultura popular
tradicional. São Paulo: Companhia das Letras,
1998, p. 272 e 279.
O texto acima aborda a transição para a
sociedade industrial, as mudanças na percepção
interna de tempo e o surgimento de uma
disciplina de trabalho nos �nais do século XVIII e
início do século XIX. Das alternativas abaixo,
assinale a opção CORRETA:
a) Com o advento da sociedade industrial e da
disciplina do trabalho, os trabalhadores
passaram a ter o controle de sua vida produtiva,
cuja dinâmica oscilava entre momentos de
trabalho volumoso e de ociosidade intensa.   
b) Durante o estabelecimento do processo
industrial inglês, os padrões de trabalho tinham
como característica a irregularidade, com tarefas
semanais ou quinzenais, fazendo com que o dia
de trabalho fosse moldado pelo trabalhador. 
https://aprovatotal.com.br/medio/historia/exercicios/idade-contemporanea/ex.1-revolucao-francesa-vest?dificuldade=random&tentativa=ultima&respostas… 19/47
c) No contexto da transição para a sociedade
industrial, a posse e o uso do relógio de bolso
�caram restritos à elite, sendo, portanto, artigode luxo, feito de metais preciosos e utilizado
para acentuar status.  
d) A introdução da disciplina de trabalho gerou
melhorias nas condições de vida dos
trabalhadores, pois, com ela, passaram a usufruir
de benefícios como: grati�cações por
pontualidade, pagamento de horas extras, férias
remuneradas.   
e) A divisão do trabalho, a supervisão do
trabalho, o uso de relógios, o uso racional do
tempo foram alguns dos recursos utilizados
pelos industriais para formar novos hábitos e
nova disciplina de tempo entre os trabalhadores.
Exercício 44
(Ufpr 2020) Estou tentando resgatar o pobre
tecelão de malhas, o meeiro luddita, o tecelão do
“obsoleto” tear manual, o artesão “utópico” e
mesmo o iludido seguidor de Joanna Southcott,
dos imensos ares superiores de
condescendência da posteridade. Seus ofícios e
tradições podiam estar desaparecendo. Sua
hostilidade frente ao novo industrialismo podia
ser retrógrada. Seus ideais comunitários podiam
ser fantasiosos. Suas conspirações insurrecionais
podiam ser temerárias. Mas eles viveram nesses
tempos de aguda perturbação social, e nós não.
Suas aspirações eram válidas nos termos de sua
própria experiência.
(E. P. Thompson. A formação da classe operária
inglesa. V.1(4. ed.). São Paulo: Companhia das
Letras, 2004, p. 13.)
Com base no trecho acima, assinale a alternativa
correta.
a) O novo industrialismo substituiu as técnicas
tradicionais de trabalho e os modos de vida dos
camponeses, evidenciando o progresso das
técnicas da manufatura fabril.   
b) Os trabalhadores ingleses já estavam
agrupados em partidos políticos antes mesmo
do surgimento da industrialização,
demonstrando uma organização que seguia cada
ofício de trabalho, como o alfaiate, o artesão e o
tecelão.   
c) Os trabalhadores que viveram antes da era da
industrialização tiveram sua memória utilizada
como símbolo de resistência dos movimentos
operários posteriores.   
d) A história que a classe operária inglesa contou
sobre a industrialização não leva em
consideração o crescimento econômico do
período, nem o papel de liderança assumido
pelos empresários industriais.   
e) As hostilidades dos trabalhadores ingleses às
novas técnicas industriais informam o modo
como os indivíduos foram afetados pelo
surgimento da industrialização.   
Exercício 45
(Ufrgs 2020) Com relação à Revolução
Industrial, assinale com V (verdadeiro) ou F
(falso) as seguintes a�rmações.
(        ) Os cercamentos das terras comunais,
promovidos pelo governo desde o século XVI, e
o êxodo rural contribuíram para o �orescimento
da revolução industrial na Inglaterra.
(        ) A substituição do trabalho artesanal pela
manufatura, forma de divisão do trabalho que
considera o critério de faixa etária para realização
de tarefas, caracterizou a primeira etapa da
revolução industrial.
(     ) O acesso a matérias-primas, como o ferro e
o carvão, utilizados no sistema fabril, possibilitou
a construção e o funcionamento do maquinário e
a produção de energia.
(        ) As fábricas, no século XIX, adotaram um
modelo de produção toyotista, caracterizado pela
produção de pequenos lotes que atendem a
demanda individual do consumidor.
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A sequência correta de preenchimento dos
parênteses, de cima para baixo, é
a) V – V – F – F.   
b) V – F – V – F.   
c) F – F – V – V.   
d) V – F – V – V.   
e) F – V – F – V.   
Exercício 46
(Unesp 2020) Era esta uma das artérias
principais da cidade e regurgitara de gente
durante o dia todo. Mas, ao aproximar-se o
anoitecer, a multidão engrossou e, quando as
lâmpadas se acenderam, duas densas e
contínuas ondas de passantes des�lavam [...].
Muitos dos passantes tinham um aspecto
prazerosamente comercial e pareciam pensar
apenas em abrir caminho através da turba.
Traziam as sobrancelhas vincadas e seus olhos
moviam-se rapidamente; quando davam algum
encontrão em outro passante, não mostravam
sinais de impaciência; recompunham-se e
continuavam, apressados, seu caminho.
(Contos de Edgar Allan Poe, 1986.)
O conto, originalmente publicado em 1840,
apresenta um per�l das metrópoles do século
XIX, destacando
a) a solidariedade entre os habitantes, o
desenvolvimento da cidadania e a força da
indústria.    
b) o declínio das atividades comerciais, os ruídos
incessantes das ruas e a solidão dos habitantes.
c) a conformação de uma nova sensibilidade, o
arcaísmo tecnológico e a imobilidade dos
habitantes.    
d) o ordenamento do espaço urbano, o controle
policial da circulação e o crescimento do
desemprego.    
e) o crescimento populacional, a dinâmica da
circulação urbana e a impessoalidade nas
relações.    
Exercício 47
(Uem 2020) Na segunda metade do século XIX,
no Ocidente, mudanças econômicas, sociais e
políticas possibilitaram o desenvolvimento
industrial em um período conhecido como
Segunda Revolução Industrial.
Acerca das características que marcaram esse
desenvolvimento, assinale o que for correto.
01) A geração de eletricidade, inicialmente
utilizada na iluminação pública, passou a
substituir a energia a vapor nas fábricas graças à
invenção do dínamo, gerador que transforma a
energia mecânica em elétrica.   
02) Os proprietários rurais ingleses solicitaram
ao Estado os chamados “cercamentos”, os quais
permitiram que eles cercassem as terras comuns
e as utilizassem em benefício próprio.   
04) A utilização do petróleo como fonte de
energia, inicialmente empregado na iluminação,
passou a movimentar as máquinas nas fábricas e,
em �ns do século XIX, tornou-se combustível
para os meios de transporte.   
08) Dentre as grandes invenções do período
está a da imprensa, que se bene�ciou da
xilogravura, a qual permitia imprimir ilustrações
a partir de blocos de madeira esculpidos.   
16) As inovações tecnológicas do período
impulsionaram alguns inventos, como o
telefone, o telégrafo e o rádio. A siderurgia
permitiu a produção do aço em maior quantidade
e a preços mais baixos.   
Exercício 48
(Ufsc 2019) Começando depois de 1700, o
ímpeto da Revolução Industrial levou a
exploração a níveis sem precedentes, medidos
pelos custos em recursos humanos e naturais.
https://aprovatotal.com.br/medio/historia/exercicios/idade-contemporanea/ex.1-revolucao-francesa-vest?dificuldade=random&tentativa=ultima&respostas… 21/47
GOUCHER, Candice; WALTON, Linda. História
mundial – Jornadas do passado ao presente.
Porto Alegre: Artmed, 2011, p. 54.
Em relação à Revolução Industrial, é correto
a�rmar que:
01) seu impacto �cou restrito ao território
europeu, visto que nos demais continentes não
havia indústrias no século XVIII e XIX.   
02) a aceleração tecnológica veri�cada
especialmente no século XVIII trouxe melhoria
de vida signi�cativa à maior parte da população
europeia.    
04) as inovações trazidas pela Revolução
Industrial podem ser consideradas como um dos
fatores que contribuíram para o atual
aquecimento global.   
08) a Revolução Industrial se fez acompanhar
pela expansão do capitalismo, o que signi�cou
uma melhor distribuição de renda,
especialmente na Europa. 
16) os graves problemas ecológicos
contemporâneos não têm relação com a
Revolução Industrial, visto que ela é anterior à
descoberta da energia atômica.  
32) os problemas ambientais gerados no início
da Revolução Industrial foram superados
algumas décadas depois, devido às rápidas
inovações tecnológicas, especialmente no campo
da química.  
Exercício 49
(Ufrgs 2019) Observe a imagem abaixo.
Considere as seguintes a�rmações sobre a
Revolução Industrial.
I. Durante sua primeira fase, a indústria têxtil,
cujo epicentro estava na Inglaterra, foi
predominante em termos de emprego e de
investimento de capital.
II. Nos países de industrialização acelerada, como
a Inglaterra e os Estados Unidos da primeira
metade do século XIX, a intensa exploraçãodo
trabalho infantil e feminino contribuiu para o
aumento de produtividade das indústrias locais.
III. Na primeira metade do século XIX, o aumento
da produção industrial de têxteis ocasionou a
expansão da produção de algodão e da utilização
do trabalho escravo em larga escala no Sul
norte-americano.
Quais estão corretas?
a) Apenas I.    
b) Apenas II.    
c) Apenas III.    
d) Apenas I e II.    
e) I, II e III.    
Exercício 50
(Uem 2019) A Sociedade Capitalista teve em
sua gênese a Revolução Industrial na Inglaterra a
partir de meados do século XVIII, com grande
impulso no século XIX. Sobre o assunto, assinale
o que for correto.
https://aprovatotal.com.br/medio/historia/exercicios/idade-contemporanea/ex.1-revolucao-francesa-vest?dificuldade=random&tentativa=ultima&respostas… 22/47
01) A industrialização promoveu o
desenvolvimento de duas classes sociais
distintas: os proprietários (burguesia) e os
assalariados. Ambas tinham como espaço
comum a fábrica, mas havia entre elas um
abismo de desigualdades sociais e de diferenças
culturais.   
02) As condições de trabalho e de vida
provocaram revolta e manifestações de
descontentamento dos trabalhadores desde o
começo da Revolução Industrial.   
04) O fascismo, corrente ideológica surgida
entre os operários do século XIX, propunha um
governo autoritário e militarizado como forma de
impor a ordem social.  
08) Uma corrente ideológica importante foi o
Liberalismo, que, em suas origens, pregava a
plena realização da liberdade de mercado, o
Estado de Direito e a divisão dos poderes entre o
Executivo, o Legislativo e o Judiciário.   
16) O Liberalismo econômico a�rmava que a
única forma de se alcançar o bem-estar geral de
uma sociedade era assegurar aos indivíduos e às
empresas plena liberdade de iniciativa. A
intervenção do Estado deveria ser limitada ao
mínimo indispensável.   
Exercício 51
(Mackenzie 2019) A Revolução Industrial, que
ocorreu no �nal do século XVIII, e início do século
XIX, enquanto processo global às sociedades
ocidentais, pode ser caracterizada como sendo
a) os aperfeiçoamentos da máquina a vapor,
aplicados sobretudo na produção têxtil e
metalúrgica, que eram superior à força da água,
do vento, do animal e do homem. A grande
mudança é que as ferramentas não somente
auxiliam o trabalho humano mas também o
substituem.   
b) o conjunto de descobertas e a evolução
tecnológica em que as ferramentas, que desde a
Pré-História são fundamentais para o trabalho
humano, são aperfeiçoadas graças ao uso da
força hidráulica e a eólica, nunca antes utilizadas
na produção de bens materiais.   
c) a utilização e dinamização de outros setores da
economia, como o têxtil e o metalúrgico, graças à
utilização de novas fontes de energia, como os
derivados do petróleo (diesel e gasolina) e da
energia hidráulica.   
d) a reunião de todas as invenções, que desde a
Renascença com a divisão do trabalho nas
corporações de ofício e a utilização de
ferramentas na produção de liga de metal,
possibilitaram o surgimento das fábricas.    
e) o conjunto de medidas, que possibilitaram que
o trabalho humano fosse totalmente substituído
em todas as fases do processo produtivo pela
força mecânica, graças ao forte intervencionismo
e ao apoio estatal da Inglaterra.  
Exercício 52
(Unicamp 2019) O período de 1840 a 1890 é o
do triunfo da ideologia do progresso,
simultaneamente ao grande boom econômico e
industrial do Ocidente.
(Adaptado de Jacques Le Goff, História e
memória. Campinas: Editora da Unicamp, 1990,
p. 204-245.)
Com base no texto e em seus conhecimentos
históricos,
a) apresente duas características importantes do
boom econômico e industrial do Ocidente entre
1840 e 1890;
b) explique o ideário do progresso e o relacione
com a Primeira Guerra Mundial.
Exercício 53
(Ufu 2018) “Nos anos entre 1780 e 1832, os
trabalhadores ingleses, em sua maioria,
passaram a se identi�car uns com os outros e
contra seus dirigentes e empregadores. Essa
classe dirigente estava, ela própria, muito
dividida, e de fato só conseguiu maior coesão
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nesses mesmos anos porque certos
antagonismos se dissolveram (ou se tornaram
relativamente insigni�cantes) frente a uma
classe operária insurgente.”
THOMPSON, E. P. A Formação da Classe
Operária Inglesa: a Árvore da Liberdade. Rio de
Janeiro: Paz e Terra, 2004. p.12. (Adaptado)
Sobre esse tema, faça o que se pede.
a) Que contexto socioeconômico permitiu o
surgimento da classe operária inglesa e qual
fenômeno caracteriza seu amadurecimento como
movimento social?
b) Cite três conquistas decorrentes da
organização dos operários na primeira metade do
século XIX na Inglaterra.
Exercício 54
(Ufpr 2020) Em �nais de maio de 1845, Friedrich
Engels (1820-1895) publicou o livro “A situação
da classe trabalhadora na Inglaterra”, do qual faz
parte o trecho abaixo:
O que é verdadeiro para Londres também é para
Manchester, Birmingham e Leeds – é verdadeiro
para todas as grandes cidades. Em todas as
partes, indiferença bárbara e grosseiro egoísmo
de um lado e, de outro, miséria indescritível; em
todas as partes, a guerra social [...]. Na escala em
que, nessa guerra social, as armas de combate
são o capital, a propriedade direta ou indireta dos
meios de subsistência e dos meios de produção,
é óbvio que todos os ônus de uma tal situação
recaem sobre o pobre. Ninguém se preocupa
com ele: lançado nesse turbilhão caótico, ele
deve sobreviver como puder. Se tem a sorte de
encontrar trabalho, isto é, se a burguesia lhe faz
o favor de enriquecer à sua custa, espera-o um
salário apenas su�ciente para o manter vivo; se
não encontrar trabalho e não temer a polícia,
pode roubar; pode ainda morrer de fome, caso
em que a polícia tomará cuidado para que a
morte seja silenciosa para não chocar a
burguesia.
(ENGELS, Friedrich. A situação da classe
trabalhadora na Inglaterra. Trad. Bernhard A.
Schumann. São Paulo: Boitempo Editorial, 2010,
p. 68-69.)
Com base no texto acima:
a) Contextualize o período que é criticado pelo
autor e identi�que duas características desse
período.
b) Quais classes sociais estão em oposição na
descrição fornecida pelo autor?
Exercício 55
(Uel 2020)  Em museus como o Louvre,
encontram-se objetos produzidos em diversos e
determinados modos de produção: utensílios,
esculturas, pinturas, entre outras manifestações.
Com base nos conhecimentos sobre modos de
produção, no pensamento de Marx, considere as
a�rmativas a seguir.
I. O primeiro modo de produção existente na
história foi baseado na estrutura homens livres e
escravos.
II. Modos de produção especí�cos produzem
superestruturas que mantêm íntima ligação com
a infraestrutura.
III. O modo de produção capitalista é a última
estrutura produtiva de classes antes do processo
de constituição da sociedade comunista.
IV. Os modos de produção possuem leis próprias
e existem independentemente das vontades
individuais dos homens.
Assinale a alternativa correta:
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a) Somente as a�rmativas I e II sمo corretas.   
b) Somente as a�rmativas I e IV são corretas.   
c) Somente as a�rmativas III e IV são corretas.    
d) Somente as a�rmativas I, II e III são corretas.   
e) Somente as a�rmativas II, III e IV são corretas.
Exercício 56
(Uepg 2021)  A respeito do Anarquismo,
expressão política originária da Europa do século
XIX, assinale o que for correto.
01) O Anarquismo surgiu com o objetivo de se
opor ao capitalismo e ao modelo social gerado
pela Revolução Industrial.   
02) William Godwin, Leon Tolstói e Mikhail
Bakunin �guram entre os principais teóricos
anarquistas do século XIX.      
04) Ausência completa do Estado e extinçãode
qualquer hierarquia social são duas premissas
defendidas pelo Anarquismo.   
08) Anarco-Sindicalismo é uma corrente sindical
que compreende o trabalhador como indivíduo
essencial para o funcionamento da sociedade.   
16) Pierre-Joseph Proudhon, um dos mais
conhecidos teóricos do Anarquismo, era
favorável à extinção do Estado, mas, ao mesmo
tempo, defendia o direito da propriedade privada
dos meios de comunicação.
Exercício 57
(Mackenzie 2020)  “Na Antiguidade e na Idade
Média, apesar do nível técnico inferior, o tempo
de produção diária, semanal ou anual era bem
menor que no capitalismo. Como a religião tinha
primazia sobre a economia, o tempo das festas e
dos rituais religiosos era mais importante do que
o tempo da produção, que foram em boa parte
abolidos na esteira da modernização.”
(KURZ, R., in Folha de São Paulo, 3 jan. 1999, p.
5)
Com base no texto acima, considere as
assertivas abaixo.
I. O trabalho na sociedade feudal era estruturado
na servidão, que mantinha os indivíduos presos à
terra, tendo que pagar uma série de obrigações
em taxas e serviços. Apesar disso, o servo era
preso à terra e não podia ser negociado como
mercadoria, diferentemente do trabalhador no
sistema capitalista, facilmente descartado e
substituído.
II. As sociedades existentes antes da Revolução
Industrial eram quase todas de caráter
aristocrático e hierarquizadas. A economia era
primordialmente agrícola, em que o comércio
ocupava um papel complementar. O objetivo
máximo era suprir as necessidades da sociedade
como um todo. Com o advento da economia de
mercado capitalista, o objetivo era a obtenção do
lucro, mesmo que fosse necessário transformar
a força de trabalho em mercadoria.
III. A sociedade capitalista é uma organização
social regida pelas necessidades das leis de
mercado, não apenas para satisfazer às
necessidades humanas. Nelas os trabalhadores
modernos são livres, pois não estão sujeitos à
autoridade de um senhor, como antigamente,
porém, na economia de mercado atual, os
empregados só têm participação como
vendedores de sua força de trabalho.
Assinale:
a) se somente a I estiver correta.    
b) se somente a I e a II estiverem corretas.   
c) se somente a I e a III estiverem corretas.   
d) se somente a II e a III estiverem corretas.   
e) se todas estiverem corretas.  
Exercício 58
(Mackenzie 2020)  “A história de todas as
sociedades até agora tem sido a história das
lutas de classe. Homem livre e escravo, patrício
e plebeu, barão e servo, membros das
corporações e aprendiz, em suma, opressores e
oprimidos, estiveram em contraposição uns aos
outros e envolvidos em uma luta ininterrupta,
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ora disfarçada, ora aberta, que terminou sempre
com a transformação revolucionária da sociedade
inteira ou com o declínio conjunto das classes
em con�ito.”
Trecho do Manifesto do Partido Comunista de
Karl Marx e Friedrich Engels – 1848
Sobre o contexto histórico e as propostas de
Marx e Engels considere as seguintes
a�rmações:
I. O Manifesto do Partido Comunista foi escrito
às vésperas das Revoluções de 1848, as quais
abalaram os setores mais conservadores da
Europa, preocupada em barrar o avanço das
transformações iniciadas com a Revolução
Francesa de 1789.
II. Assim como em 1871 na Comuna de Paris; em
1848, a classe operária europeia tornara-se
protagonista nos movimentos revolucionários
críticos do modelo capitalista e da sua
exploração do trabalho.
III. Conhecida como a Primavera dos Povos, as
Revoluções de 1848 uniram anarquistas,
comunistas e socialistas em torno de um projeto
essencialmente marxista, culminando em ações
revolucionárias nas principais capitais europeias.
IV. Na construção de sua teoria, Marx e Engels
reapropriam-se criticamente da �loso�a alemã,
em especial Hegel, das re�exões dos socialistas
utópicos, da teoria econômica inglesa e da
prática política dos movimentos sociais e
operários europeus.
Assinale se:
a) apenas II e III são corretas.     
b) apenas I é correta.   
c) I, II e III são corretas.   
d) I, II e IV são corretas.   
e) todas são corretas.
Exercício 59
(Udesc 2019)  “Em lugar da antiga sociedade
burguesa, com suas classes e antagonismos de
classe, surge uma associação onde o livre
desenvolvimento de cada um é a condição do
livre desenvolvimento de todos.” (Marx, Karl;
Engels, Friedrich. Manifesto do Partido
Comunista.)
O Manifesto Comunista, escrito por Karl Marx e
Friedrich Engels, expressa uma série de ideias
que anunciam os princípios do comunismo. A
respeito do comunismo, analise as proposições e
assinale (V) para verdadeira e (F) para falsa.
I. Foi o modelo político implementado na
Alemanha Nazista e na Rússia Stalinista.
II. O modelo comunista prevê um governo
ditatorial, centralizado nos proletários que
instauram um governo de substituição ao que
vinha sendo exercido pela sociedade burguesa.
III. No Brasil, o governo de João Goulart foi,
irrefutavelmente, comunista.
Assinale a alternativa correta, de cima para
baixo:
a) F – F – V    
b) V – V – V   
c) V – F – F   
d) F – V – F   
e) F – F – F  
Exercício 60
(Uepg 2019)  Em "Um conto de Natal", um dos
grandes clássicos da literatura mundial, o inglês
Charles Dickens narra a história de Ebenezer
Scrooge, avarento e solitário homem de
negócios londrino que conduz sua vida com base
no individualismo, na busca pelo lucro e sem
qualquer preocupação com as demandas sociais
da Inglaterra do século XIX. Em uma noite de
natal, Scrooge é visitado pelo fantasma de um
antigo parceiro comercial que o aconselha a fazer
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uma análise de suas escolhas pessoais. O texto
de Dickens é, na verdade, uma crítica ao modelo
social produzido pela Revolução Industrial em
curso desde o século XVIII.
A respeito desse tema, assinale o que for
correto. 
01) A oferta de empregos gerados pela
industrialização produziu um deslocamento de
contingentes humanos do campo para o meio
urbano, na Inglaterra do século XIX.    
02) Pensadores de diversas tendências
escreveram sobre a Revolução Industrial, suas
possibilidades e desdobramentos. Entres eles
�guram Adam Smith, Karl Marx, David Ricardo e
Saint-Simon.      
04) Ned Ludd foi um dos símbolos do que �cou
conhecido como Ludismo e que propunha a
quebra das máquinas das fábricas pelos
trabalhadores como forma de demonstrar
descontentamento contra a exploração dos
operários pelos industriais.    
08) No cinema, "Tempos Modernos", estrelado
por Charles Chaplin e, na literatura, "Os
Miseráveis", escrito por Victor Hugo, são obras
que produzem uma crítica aos efeitos sociais
decorrentes do avanço da industrialização nos
séculos XIX e XX.  
Exercício 61
(Espcex (Aman) 2019)  No início do século XX, os
trabalhadores brasileiros se organizaram para
defenderem seus direitos. Duas ideologias
oriundas do século XIX predominavam nesta
época: o comunismo e o anarquismo. Avalie as
a�rmações abaixo.
I. Defendia a conquista do Estado e o
estabelecimento de uma ditadura.
II. Era contraria a existência do Estado.
III. Valorizava o partido político como meio de
organizar as lutas.
IV. Não concordava com as eleições pois viam
nestas um meio de manipulação do povo.
A opção que apresenta os fatos relacionados à
doutrina do Anarquismo é:
a) I e II.   
b) II e IV.   
c) I e IV.   
d) II e III.   
e) I e III.   
Exercício 62
(Ufjf-pism 3 2016)  Leia o trecho a seguir:
“Quando tudo permite imaginar que se tornou
possível a criação de um mundo veraz, o que é
imposto aos espíritos é um mundo de
fabulações, que se aproveita do alargamento de
todos os contextos para consagrar um discurso
único. Seus fundamentos são a informação e o
seuimpério, que encontram alicerce na produção
de imagens e do imaginário, e se põem ao
serviço do império do dinheiro, fundado este na
economização e na monetarização da vida social
e da vida pessoal.
De fato, se desejamos escapar à crença de que
esse mundo assim apresentado é verdadeiro, e
não queremos admitir a permanência de sua
percepção enganosa, devemos considerar a
existência de pelo menos três mundos num só.
O primeiro seria o mundo tal como nos fazem
vê-lo: a globalização como fábula; o segundo
seria o mundo tal como ele é: a globalização
como perversidade; e o terceiro, o mundo como
ele pode ser: uma outra globalização”.
Fonte: SANTOS, Milton. Por uma outra
globalização: do pensamento único à consciência
universal. Rio de Janeiro/São Paulo: Editora
Record, 2001, p. 17-18.
https://aprovatotal.com.br/medio/historia/exercicios/idade-contemporanea/ex.1-revolucao-francesa-vest?dificuldade=random&tentativa=ultima&respostas… 27/47
A partir do trecho de Milton Santos, atenda ao
que se pede:
a) Cite e analise DUAS características da
globalização de acordo com o contexto político-
econômico internacional no início dos anos 1990.
b) Indique e analise UM problema econômico-
social decorrente da globalização:
Exercício 63
(Ufjf-pism 2 2020)  No Manifesto do Partido
Comunista, publicado em 1848, os teóricos
fundadores do socialismo cientí�co Karl Marx e
Friedrich Engels analisam a sociedade capitalista
do século XIX, apontando reivindicações e
reformas sociais. Sobre o tema, analise os dois
textos e responda:
Texto 1
“Manifesto Comunista: as duas palavras
permaneceram na história, provocando,
alentando, estimulando. É manifesto no sentido
próprio: uma declaração pública e solene das
razões que justi�cam certos atos.
Esclarecimento. Desvendamento. Da sociedade
existente e do cortejo das injustiças,
desigualdades e misérias que a caracterizam.
Dos véus hipócritas que tentam encobrir um
mundo de horrores. E das propostas
revolucionárias que precisam ser formuladas
com toda clareza, de modo que não haja dúvidas
sobre as opiniões e intenções dos
revolucionários.”
REIS FILHO, Daniel Aarão. O Manifesto e a
revolução de 1848. In: REIS FILHO, Daniel
Aarão. O Manifesto Comunista: 150 depois. Rio
de Janeiro; São Paulo: Contraponto; Fundação
Perseu Abramo, 1998, p. 77.
Texto 2
“Há no Manifesto um programa sintetizado em
dez pontos. Alguns deles têm atualidade
absoluta, outros têm atualidade regional, outros
exigem reti�cação conceitual e contextualização.
[...] O décimo ponto, tem incidência geral, mas é
particularmente pertinente para o Brasil: “10.
Educação pública e gratuita para todas as
crianças. Supressão do trabalho fabril de
crianças, tal como praticado hoje. Integração da
educação com a produção material, etc.”. É ocioso
qualquer comentário que sublinhe o quanto este
ponto nos diz respeito.”
PAULA, João Antônio de. A atualidade do
programa do Manifesto. In: REIS FILHO, Daniel
Aarão. O Manifesto Comunista: 150 depois. Rio
de Janeiro; São Paulo: Contraponto; Fundação
Perseu Abramo, 1998, p. 148-152.
a) Indique duas características expressas no
ideário marxista.
b) O pensamento estabelecido no Manifesto é
debatido e criticado. Aponte um argumento que
justi�que ou não a atualidade do pensamento
marxista.
Exercício 64
(Unesp 2021)  A classi�cação das raças em
“superiores” e “inferiores”, recorrente desde o
século XVII, ganha uma falsa legitimidade
baseada no mito iluminista do saber cientí�co,
coincidindo com a necessária justi�cativa de que
a dominação e a exploração da África, mais do
que “naturais” e inevitáveis, eram “necessárias”
para desenvolver os “selvagens” africanos, de
acordo com as normas e os valores da civilização
ocidental.
(Leila Leite Hernandez. A África na sala de aula:
visita à história contemporânea, 2005.)
https://aprovatotal.com.br/medio/historia/exercicios/idade-contemporanea/ex.1-revolucao-francesa-vest?dificuldade=random&tentativa=ultima&respostas… 28/47
As teorias raciais utilizadas durante o processo
de colonização da África no século XIX eram 
a) desdobramentos do pensamento ilustrado,
que valorizava a liberdade e a igualdade social e
de natureza.   
b) manifestações ideológicas que buscavam
justi�car a exploração e o domínio europeus
sobre o continente africano.   
c) baseadas no pensamento lamarckista, que
explicava a transmissão genética de
características �siológicas e intelectuais
adquiridas.   
d) validadas pela defesa darwinista do direito
dos superiores se imporem aos demais seres
vivos.   
e) sustentadas pelo pensamento antropológico,
que tratava as diferenças culturais dos diversos
povos como positivas e necessárias.   
Exercício 65
(Unesp 2021)  O reconhecimento do território
africano empreendido pelas campanhas de
exploração e pelas missões religiosas foi
facilitador de uma verdadeira invasão de
mercadores europeus nas caravanas e rotas de
comércio que ligavam diferentes pontos do
continente. Muitos desses mercadores
começaram a controlar algumas redes de
comércio, criando novos sistemas de autoridade
que não passavam mais por líderes africanos. De
início, isso não representou nenhum tipo de
perigo para as elites africanas, que já estavam
acostumadas a negociar com árabes, indianos e
com os próprios europeus. No entanto, no
decorrer do século, os europeus se tornaram
senhores das principais rotas comerciais do
litoral africano, inclusive as que ligavam as
cidades orientais com o continente asiático.
(Ynaê Lopes dos Santos. História da África e do
Brasil afrodescendente, 2017.)
Ao avaliar a presença europeia no continente
africano ao longo do século XIX, o texto
caracteriza:
a) um movimento de intensi�cação do comércio
internacional, realizado a partir da difusão de
valores universais como o cristianismo e a
democracia.   
b) o respeito europeu à multiplicidade de crenças
e manifestações culturais e a insistência africana
em manter formas arcaicas de organização
política.   
c) um esforço consciente e planejado de
integração entre os continentes, por meio da
constituição de ligações terrestres e marítimas.   
d) um processo de interferência gradual e
profunda nos padrões culturais africanos, de
organização social e dinâmica política das
sociedades locais.   
e) a disposição europeia de colaborar para o
progresso de países subdesenvolvidos,
ampliando a capacidade produtiva das economias
locais.  
Exercício 66
(Famema 2021)  As conquistas coloniais
impuseram fronteiras territoriais às redes
comerciais de longa distância em África e criaram
monopólios sobre o que então era um comércio
externo em crescimento [...]. Os africanos foram
integrados à força em sistemas econômicos
imperiais centrados numa única metrópole
europeia.
(Frederick Cooper. Histórias de África:
capitalismo, modernidade e globalização, 2016.)
O autor apresenta um aspecto relevante da
colonização europeia no continente africano a
partir, sobretudo, da segunda metade do século
XIX, a saber: 
https://aprovatotal.com.br/medio/historia/exercicios/idade-contemporanea/ex.1-revolucao-francesa-vest?dificuldade=random&tentativa=ultima&respostas… 29/47
a) a reorganização dos povos africanos em
comunidades nacionais caracterizadas pelo
emprego de um mesmo idioma nativo.   
b) a transferência para as economias coloniais de
processos de industrialização em curso nas
economias metropolitanas.   
c) a interrupção das redes de comércio de mão
de obra escrava para as economias emergentes
transoceânicas.   
d) a formação de dirigentes africanos com o
objetivo de garantir a in�uência da metrópole
nos futuros Estados independentes.   
e) a circunscrição de espaços político-geográ�cos
em oposição aos padrões históricos tradicionais
das sociedades locais.   
Exercício 67
(Fmp 2021)  Sobre a corrida armamentista que
antecedeu a I Guerra Mundial (1914-1918), o
historiador Eric Hobsbawm escreveu:
A simbiose entre guerra e produção daguerra
transformou inevitavelmente as relações entre
governo e indústria, pois, como observou
Friederich Engels em 1892, “como a guerra se
tornou um setor da grande industrie… la grande
industrie ... se tornou uma necessidade política”.
HOBSBAWM, E. J. A Era dos Impérios: 1875-
1914. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988, p. 425.
O texto analisa aspectos do seguinte processo
histórico: 
a) capitalismo   
b) imperialismo   
c) revolução industrial   
d) colonialismo   
e) mercantilismo   
Exercício 68
(Unesp 2021)  Entre as tensões anteriores à
Primeira Guerra Mundial (1914-1918) que
contribuíram para o desgaste das relações
diplomáticas e para o início do con�ito armado, é
possível citar: 
a) o acirramento das disputas geoestratégicas
entre Estados Unidos e União Soviética.   
b) o expansionismo territorial e político japonês
no continente asiático e nas ilhas do Oceano
Pací�co.   
c) os esforços dos países capitalistas para conter
o avanço do socialismo no Leste europeu.   
d) as disputas, entre as potências europeias, por
áreas coloniais no continente africano.   
e) a incapacidade da Sociedade das Nações de
coordenar as negociações entre os países
membros.  
Exercício 69
(Fgv 2021)  Observe as fotos tiradas no Congo
em 1904 e 1905.
Os registros fotográ�cos foram feitos pela
missionária inglesa Alice Seeley Harris no
Congo, propriedade particular do rei Leopoldo II
da Bélgica. As fotogra�as, de grande circulação
nas sociedades europeias no início do século
passado, revelaram:
a) o abandono das sociedades nativas pelos
colonizadores europeus.   
b) a utilização de armas de fogo pelas tribos
permanentemente rebeladas.   
c) a sujeição física de indivíduos em condições de
penúria social.   
d) o desinteresse das potências imperialistas por
um território sem recursos naturais.     
https://aprovatotal.com.br/medio/historia/exercicios/idade-contemporanea/ex.1-revolucao-francesa-vest?dificuldade=random&tentativa=ultima&respostas… 30/47
e) a difusão de produtos de consumo da indústria
europeia entre os habitantes.
Exercício 70
TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: 
Os protestos antirracismo iniciados nos Estados
Unidos após a morte de George Floyd por um
policial colocaram o mundo em polvorosa no
�nal de maio. Além dos protestos em solo
americano, cidadãos de diversas nações
intensi�caram a discussão acerca do racismo e
resolveram pôr as mãos na massa –
literalmente.
No último dia 7, em Bristol, Inglaterra, uma
multidão enfurecida derrubou de seu pedestal a
estátua do tra�cante de escravos Edward
Colston e a jogou no rio da cidade. O ato foi um
protesto contra a reverência a personalidades
históricas cuja conduta é atualmente considerada
condenável.
Na Bélgica, os moradores da cidade de Antuérpia
agiram de forma parecida. Na semana passada,
os belgas vandalizaram e removeram a estatua
do rei Leopoldo II, lembrado sobretudo por ter
colonizado o Congo Belga. […]
O Brasil não �cou para trás na discussão – e nem
poderia, diante do fato de ter sido o país das
Américas que mais recebeu escravos entre os
séculos XVI e XIX. Aqui, estátuas de
personalidades históricas que atualmente
seriam julgadas pelos mais diversos crimes
habitam cidades de todos os tamanhos.
(Sabrina Brito. “Derrubada de estátuas:
vandalismo ou reparação histórica?”
https://veja.abril.com.br, 09.06.2020.) 
7. (Famerp 2021)  Os protestos ocorridos na
Bélgica colocam em questão a colonização
europeia na África, ocorrida:
a) nos séculos XVI e XVII e voltada
prioritariamente à obtenção de escravizados e ao
controle de postos comerciais nos litorais
atlântico e índico do continente.   
b) nos séculos XIX e XX e marcada
principalmente pela concorrência entre as
potências europeias e os Estados Unidos pela
hegemonia nas áreas ao Norte e ao centro da
África.   
c) nos séculos XVI e XVII e voltada ao
estabelecimento de rotas marítimas na direção
das Índias e à abertura de caminhos terrestres
de travessia do Saara em direção ao centro do
continente.   
d) nos séculos XIX e XX e marcada pela difusão
de teorias raciais que a�rmavam a superioridade
branca sobre os africanos e pela disposição de
obter minérios, matérias primas e recursos
energéticos.   
e) nos séculos XVI e XVII e voltada à a�rmação
do controle europeu do comércio na região
mediterrânica e ao esforço de ampliação da
circulação de mercadorias através do Oceano
Atlântico. 
Exercício 71
(G1 - cftmg 2020)  Observe a imagem abaixo.
Considerando os elementos dessa imagem e o
processo histórico de conquista e colonização no
continente africano, a�rma-se que:
I. A "civilização" é representada por homens
brancos, soldados e trabalhadores, que rejeitam
https://aprovatotal.com.br/medio/historia/exercicios/idade-contemporanea/ex.1-revolucao-francesa-vest?dificuldade=random&tentativa=ultima&respostas… 31/47
a igualdade com os nativos.
II. O “barbarismo” é representado por homens
negros, seminus, que oferecem resistência
desorganizada aos invasores.
III. A ocupação britânica da África contou com
esforços militares e de propaganda ideológica.
IV. A dominação europeia desse continente
utilizou-se de alianças com lideranças políticas
locais.
Estão corretas apenas as a�rmativas:
a) I, II e III.    
b) I, II e IV.    
c) I, III e IV.    
d) II, III e IV.    
Exercício 72
(Uerj 2020):
Entre 1899 e 1902, 48000 pessoas morreram
em campos de concentração na Guerra dos
Boeres, ou Guerra da África do Sul. Os campos
foram estabelecidos pelos britânicos como parte
de sua campanha militar contra duas pequenas
repúblicas africanas: o ZAR (Transvaal) e o
Estado Livre de Orange. A administração dos
campos foi terrível. A comida era de péssima
qualidade, o saneamento deplorável, as tendas
estavam superlotadas e a assistência médica era
insu�ciente. Pouco se sabia na época sobre como
lidar com epidemias de sarampo e febre tifoide.
FRANSJOHAN PRETORIUS
Adaptado de theconversation.com, 18/02/2019.
A Segunda Guerra dos Boeres (1899-1902) foi
um dos con�itos associados à dominação
imperialista britânica no continente africano.
Entre seus efeitos imediatos, destaca-se a
criação de campos de concentração, como
indicado nas fotos e no texto.
Identi�que uma consequência desse con�ito para
a consolidação dos interesses britânicos naquele
continente.
Em seguida, apresente outra experiência
histórica de construção de campos de
concentração no decorrer do século XX.
Exercício 73
(Unicamp 2019)  O período de 1840 a 1890 é o
do triunfo da ideologia do progresso,
simultaneamente ao grande boom econômico e
industrial do Ocidente.
(Adaptado de Jacques Le Goff, História e
memória. Campinas: Editora da Unicamp, 1990,
p. 204-245.)
Com base no texto e em seus conhecimentos
históricos,
a) apresente duas características importantes do
boom econômico e industrial do Ocidente entre
1840 e 1890;
b) explique o ideário do progresso e o relacione
com a Primeira Guerra Mundial.
Exercício 74
(Ufjf-pism 2 2019)  Atualmente a Itália e a
Alemanha são dois dos destinos mais almejados
pelos imigrantes que fogem dos con�itos na
Síria e na África Subsaariana. No entanto, no
século XIX, o �uxo migratório era bem diferente.
Eram os cidadãos destes territórios europeus
que buscavam refúgio e melhores condições de
vida em outros lugares, principalmente no
https://aprovatotal.com.br/medio/historia/exercicios/idade-contemporanea/ex.1-revolucao-francesa-vest?dificuldade=random&tentativa=ultima&respostas… 32/47
continente americano. Observe os relatos
abaixo, que tratam deste contexto:
Fala anônima
de um italiano
para um
Ministro de
Estado da
Itália no
século XIX, em
carta exposta
no Memorial
do Imigrante,
em São Paulo.
Relato feito por Robert Avé-
Lallemant sobre os
alemães que migraram para o
Brasil, presente no livro Viagem
pela província do Rio Grande do
Sul (1858).
“Que
entendeis por
uma Nação,
Senhor
Ministro?
É a massa dos
infelizes?
Plantamos e
ceifamos o
trigo, mas
nuncaprovamos pão
branco.
Cultivamos a
videira, mas
não bebemos
o vinho.
Criamos
animais, mas
não comemos
a carne...
Apesar disso,
vós nos
aconselhais a
não
abandonarmos
a nossa Pátria?
“Parece-me que os nossos bons
compatriotas nesta natureza
sul-americana livre, onde estão
expostos a lutas peculiares
contra obstáculos naturais,
desenvolvem ainda mais
determinação em resolver e
agir… Por entre di�culdades
começaram eles, mas
conquistaram o solo, e os que na
Alemanha eram criados
tornaram-se senhores pelo
direito do trabalho.”
Mas é uma
Pátria a terra
onde não se
consegue viver
do próprio
trabalho?”
De acordo com as informações acima, é
CORRETO a�rmar que: 
a) O italiano autor da carta exaltava as
autoridades do seu país por defenderem uma
ideia de nação em que todos encontravam boas
condições de trabalho.    
b) Os deslocamentos para a América eram
decorrentes das di�culdades de sobrevivência
encontradas nos países europeus.    
c) Os processos de imigração, tanto no século
XIX quanto na atualidade, seguem sempre a
mesma direção: da Europa para a América.    
d) Nas novas terras para onde migraram, os
alemães permaneceram sempre como criados,
sem nunca conseguirem chegar a proprietários. 
e) Os imigrantes europeus eram considerados
preguiçosos, sem motivação e sem capacidade
de solucionar os problemas cotidianos. 
Exercício 75
(Mackenzie 2018) 
Pierre A. Renoir, artista francês, ao realizar seu
trabalho, Baile no Moulin de la Galete, em 1876,
registrou a alegria, otimismo e a intensa
movimentação em Paris, no �nal do século XIX: a
Belle Époque. Esse período, marcado por um
intenso progresso cientí�co e tecnológico que,
https://aprovatotal.com.br/medio/historia/exercicios/idade-contemporanea/ex.1-revolucao-francesa-vest?dificuldade=random&tentativa=ultima&respostas… 33/47
de forma acelerada, apontava para um período de
prosperidade e paz.
Todavia, sob a aparente tranquilidade e
segurança desse cenário, desenrolavam-se
inúmeros fatores de insatisfação, que acabaram
por levar à Grande Guerra de 1914. A respeito
dos precedentes que levaram ao con�ito
mundial, é incorreto a�rmar que:
a) a Alemanha, para combater a concorrência
comercial, adotou uma política de expansão pelo
uso da força militar, fechando-se perante
qualquer solução diplomática, provocando
inúmeros atritos com os demais países, que só
foram solucionados por meio da guerra.   
b) apesar de persistirem antigas rugas, entre
Inglaterra e França, os mesmos se aliaram, junto
com a Rússia, em 1907, formando a Tríplice
Entente, com o objetivo de combater os
interesses imperialistas alemães, sobre os
mercados chineses e africanos.   
c) mesmo apresentando um cenário tranquilo,
várias nações europeias se dedicaram em
fortalecer o exército, marinha, e adotar o serviço
militar obrigatório. Esse período, de corrida
armamentista e ausência de guerras, �cou
conhecido como Paz Armada (1870-1914).   
d) os países europeus tinham necessidade de
expandirem seus mercados consumidores e, na
disputa pelos mesmos, �zeram surgir diversas
zonas de tensão, além de despertarem o
sentimento cívico e patriótico, nas regiões sob o
domínio estrangeiro.   
e) o atentado de Sarajevo acabou se tornando o
estopim para o início da guerra, não tanto pela
gravidade do fato em si, mas, sobretudo, devido
à série de acordos e alianças, que foram
estabelecidos entre vários países, que se
comprometiam a se auxiliarem mutuamente.   
Exercício 76
(Ufu 2018)  "Alexandre, Bispo, Servo dos Servos
de Deus, ao Caríssimo �lho em Cristo, Afonso,
Ilustre Rei dos Portugueses, e a seus herdeiros,
'in perpetuum'. Está claramente demonstrado
que, como bom �lho e príncipe católico,
prestaste inumeráveis serviços a tua mãe, a
Santa Igreja, (...) Por isso, nós, atendemos às
qualidades de prudência, justiça e idoneidade de
governo que ilustram a tua pessoa, tomamo-la
sob a proteção de São Pedro e nossa, e
concedemos e con�rmamos por autoridade
apostólica ao teu excelso domínio o reino de
Portugal (...)”
Disponível em: <http://ensina.rtp.pt/artigo/a-
bula-manifestis-probatum-o-documento-
fundador-do-reino/>. Acesso em 06 de mar.
2018.
Em 23 de maio de 1179, o Papa Alexandre III
emitiu uma bula, declarando D. Afonso
Henriques soberano de Portugal. Esse trecho do
documento é testemunho do surgimento
precoce da primeira nação europeia. A aliança
entre a nobreza e a burguesia (abençoada pela
Igreja) enfraqueceu os senhores feudais, dando
início ao aparecimento dos Estados Nacionais.
Esse processo se arrastaria até o século XIX
quando surgiu a última nação por meio da
uni�cação de reinos.
De acordo com as informações dadas, a nação
referida no trecho em destaque é:
a) Alemanha.   
b) Itália.     
c) França.   
d) Inglaterra. 
Exercício 77
(Ufpr 2016)  A uni�cação alemã foi articulada
pelo reino da: 
https://aprovatotal.com.br/medio/historia/exercicios/idade-contemporanea/ex.1-revolucao-francesa-vest?dificuldade=random&tentativa=ultima&respostas… 34/47
a) Prússia, após a derrota da Comuna de Paris na
Guerra Franco-Prussiana, apoiado em uma
aliança com a aristocracia austríaca e a burguesia
prussiana.   
b) Áustria, devido à sua superioridade industrial
e militar dentro da Confederação Germânica,
apoiado em uma aliança com a aristocracia
prussiana.   
c) Áustria, como resposta à ameaça prussiana de
uni�cação após a instituição do Zollverein na
Confederação Germânica, apoiado em uma
aliança com a aristocracia austríaca.   
d) Prússia, devido ao seu poderio militar e força
econômica dentro da Confederação Germânica,
apoiado em uma aliança entre a aristocracia e a
alta burguesia.   
e) Prússia, devido à mobilização nacionalista da
Confederação Germânica durante a Guerra
Franco-Prussiana, apoiado em uma aliança com a
grande burguesia austríaca.  
Exercício 78
(Fgv 2015)  A unidade italiana – o processo de
constituição de um Estado único para o país –
conserva o sistema oligárquico (...) Isto não
impede a formação do Estado, mas retarda a
eclosão do fenômeno nacional.
(Leon Pomer, O surgimento das nações, 1985, p.
40-42)
Fizemos a Itália; agora, precisamos fazer os
italianos.
(Massimo d’Azeglio apud E. J. Hobsbawm, A era
do capital, 1977, p. 108)
A partir dos textos, é correto a�rmar que:
a) apesar de ter nascido antes da nação, o Estado
italiano, uni�cado em 1871, representou os
interesses dos não proprietários, o que implicou
a defesa de mudanças revolucionárias, que
tornaram o Estado não autoritário e permitiram a
emergência do sentimento nacional, já forti�cado
pelas guerras de uni�cação.   
b) o Estado italiano, nascido em 1848, na luta da
alta burguesia do norte pelo poder, representava
os interesses liberais, isto é, a unidade do país
como um alargamento do Estado piemontês, na
defesa da pequena propriedade e do voto
universal, condições para a consolidação do
sentimento nacional que cria os italianos.   
c) em 1848, a criação do Estado italiano, pela
burguesia do Reino das Duas Sicílias, foi uma
vitória do liberalismo, pois a estrutura fundiária,
baseada na grande propriedade, e a exclusão
política dos não proprietários permaneceram,
encorajando os valores nacionais, condição para
diminuir as diferenças regionais.   
d) em 1871, o processo de uni�cação e o
sentimento nacional estavam intimamente
ligados, na medida em que a classe proprietária
do centro da península, vitoriosa na guerra
contra a Áustria, absorveu os valores populares
nacionais, o que legitimou a formação do Estado
autoritário, defensor das desigualdades
regionais.   
e) o Estado italiano nasceu antes da nação, em
1871, como uma construção arti�cial, frágil e
autoritária da alta burguesia do norte, cujos
interesses de dominação excluíram as mudanças
revolucionárias e atrasaram a emergência do
sentimento nacional, ainda estranho para a
grande maioria das diferentes regiões da
península.  
Exercício 79
(Upe 2015)  Não causa admiração o fato de os
historiadoresfalarem de uma “Europa
Bismarckiana”. Em todos os Estados Europeus, a
questão das relações com o Império alemão está
no centro das preocupações dos homens de
governo: é para Bismarck que todos olham.
(DUROSELLE, Jean Baptiste. A Europa de 1815
aos nossos dias. São Paulo: Pioneira, 1970, p.
37.)
https://aprovatotal.com.br/medio/historia/exercicios/idade-contemporanea/ex.1-revolucao-francesa-vest?dificuldade=random&tentativa=ultima&respostas… 35/47
Dentre as principais características políticas do
governo desse in�uente líder alemão, a que
mais se destacou foi a:
a) desestruturação da ideia de império,
construindo a primeira República alemã, com
sede na cidade de Weimar.   
b) construção de ampla política diplomática, que
proporcionou uma ausência de guerra europeia
entre as potências no intervalo de 1871 a
1914.   
c) diminuição dos domínios territoriais
devolvendo à França as regiões da Alsácia-
Lorena no intuito de desfazer um possível foco
de con�ito.    
d) implementação da estabilidade pela paz e não
pela força, reduzindo o efetivo do exército
alemão e evitando uma corrida de armamentos.   
e) organização do Congresso de Berlim que
desfez as hostilidades entre as potências
europeias, colocando um �m nas antigas
rivalidades entre essas nações.
Exercício 80
(Ufpr 2013)  No Brasil, desde 2011, tem havido
diversas comemorações dos 150 anos da
Uni�cação Italiana, relembrando os fortes laços
culturais entre os dois países. Sobre a relação
entre a Uni�cação Italiana e a imigração de
italianos para as Américas, é correto a�rmar: 
a) A Uni�cação Italiana foi o resultado de uma
série de revoltas populares, que culminaram em
1861 com a formação de uma república
socialista sob a direção de Giuseppe Mazzini. A
burguesia, que não concordava com o novo
regime, emigrou para as Américas, levando
capital su�ciente para iniciar a industrialização
em países como a Argentina, o Brasil e os
Estados Unidos.   
b) O processo da Uni�cação Italiana contou com a
intensa participação do Império brasileiro, pois D.
Pedro II almejava estabelecer relações
comerciais com os italianos. É notória a
participação de Giuseppe Garibaldi na política
brasileira do período imperial. Após a uni�cação,
contudo, nem o Brasil nem os demais países
aliados conseguiram levantar a Itália de uma
profunda crise econômica, o que levou a uma
grande leva emigratória para as Américas de
1880 a 1930.   
c) A Uni�cação Italiana foi um processo iniciado
no início do século XIX, que se concluiu em
1861, com uma monarquia constitucionalista,
sob o comando de uma aliança entre burgueses
e latifundiários, que afastou os setores
populares do poder. Muitos italianos
camponeses e trabalhadores saíram
empobrecidos após a uni�cação, o que estimulou
uma intensa emigração para as Américas entre
1880 e 1930, engrossando �leiras de
trabalhadores agrícolas e operários.   
d) A Uni�cação Italiana durou de 1861 a 1870,
agregando estados independentes sob a direção
do reino de Piemonte-Sardenha. Porém, sua
conclusão só foi possível após a Uni�cação
Alemã, que marcou o �m da ingerência de Otto
Von Bismark na política europeia. Após esse
processo, o monarca instituído perseguiu
duramente seus inimigos políticos, que
emigraram para as Américas.   
e) A emigração italiana para as Américas teve
início por conta de uma série de di�culdades
�nanceiras causadas por problemas climáticos,
que, por volta de 1850, prejudicaram as
colheitas. O volume de emigrantes intensi�cou-
se após a Uni�cação em 1861, em decorrência
do fato de que o governo anarquista instituído
fracassou na tentativa de reerguer o país.   
Exercício 81
(Espm 2012)  As imagens mostram dois
importantes personagens da história europeia do
século XIX, �guras que expressaram com sua
liderança o sentimento nacionalista:
https://aprovatotal.com.br/medio/historia/exercicios/idade-contemporanea/ex.1-revolucao-francesa-vest?dificuldade=random&tentativa=ultima&respostas… 36/47
a) a �gura I é de Bismarck, ministro prussiano e
articulador do processo de uni�cação da
Alemanha – a �gura II é de Vitor Emanuel, rei do
Piemonte-Sardenha e primeiro rei da Itália
uni�cada;   
b) a �gura I é de Guilherme I, declarado kaiser do
II Reich alemão em 1871 – a �gura II é de Vitor
Emanuel, rei do Piemonte-Sardenha e primeiro
rei da Itália uni�cada;   
c) a �gura I é de Von Moltke, o comandante
prussiano responsável pela uni�cação alemã – a
�gura II é de Giuseppe Garibaldi, líder dos
camisas vermelhas, forças populares
republicanas, que combateram pela uni�cação da
Itália;   
d) a �gura I é de Bismarck, representante da
aristocracia prussiana e artí�ce da unidade alemã
– a �gura II é Giuseppe Garibaldi, herói da
uni�cação italiana e líder dos camisas
vermelhas;   
e) a �gura I é do kaiser Guilherme I, fundador do
II Reich alemão – a �gura II é de Camilo Cavour,
ministro do reino do Piemonte-Sardenha e
artí�ce da uni�cação italiana.   
Exercício 82
(Uerj 2017) 
O Leopardo, de Tomasi di Lampedusa, publicado
postumamente e popularizado pelo cineasta
italiano Luchino Visconti, narra a decadência da
nobreza e a ascensão de uma nova classe na
Itália do �nal do século XIX, endinheirada,
destituída de sangue azul, mas ávida para
comprá-lo. A astúcia do aristocrata Tancredi o
levou a perceber a necessidade de sobrevivência
numa nova realidade. Em uma de suas falas, ele
diz: “Se nós não estivermos presentes [na
uni�cação], eles aprontam a República. Se
queremos que tudo continue como está, é
preciso que tudo mude. Fui claro?”.
Adaptado de revistabula.com.
A frase do personagem Tancredi no �lme O
Leopardo sintetiza a postura da nobreza italiana
em meio ao processo de uni�cação nacional na
década de 1860.
Apresente uma característica da uni�cação
italiana que justi�que a frase do personagem.
Aponte, ainda, um efeito socioeconômico dessa
uni�cação para o continente americano. 
Exercício 83
(Ufjf-pism 2 2015)  Analise as seguintes �guras
e leia o texto abaixo.
https://aprovatotal.com.br/medio/historia/exercicios/idade-contemporanea/ex.1-revolucao-francesa-vest?dificuldade=random&tentativa=ultima&respostas… 37/47
Suponha-se que um dia, após uma guerra
nuclear, um historiador intergaláctico pouse em
um planeta então morto para inquirir sobre as
causas da pequena e remota catástrofe pelos
sensores de sua galáxia. (...) Após alguns
estudos, nosso observador conclui que os
últimos dois séculos da história humana do
planeta Terra são incompreensíveis sem o
entendimento do termo ‘nação’ e do vocábulo
que dele deriva.
HOBSBAWM, Eric. Nações e nacionalismo. Rio
de Janeiro: Paz e Terra, 1990. p. 11.
a) Uma importante medida econômica que
contribuiu para a uni�cação da Alemanha.
b) A importância do poderio militar nesse
contexto de uni�cação dos Estados Alemães. 
Exercício 84
(Ufpr 2020) Considere o texto abaixo:
A emancipação fora conseguida num contexto de
violência generalizada, que causara a morte de
centenas de milhares de pessoas, em especial
na Colômbia, na Venezuela, no México e no Haiti.
Os países que sofreram menos baixas foram
Brasil, Equador, Paraguai e os da América
Central. Os sofrimentos da população foram
agravados pelos deslocamentos, como o “êxodo
oriental” no Uruguai em 1811 e a fuga em massa
dos partidários da independência do Chile, que
tiveram de emigrar de Concepción para Santiago
em 1817.
(DEL POZO, José. História da América Latina e do
Caribe: dos processos de independência aos dias
atuais. Trad. Ricardo Rosenbusch. Petrópolis/RJ:
Editora Vozes, 2009, p. 41.)
Considerando as informações do trecho acima, os
conhecimentos sobre o contexto histórico e os
aspectos sociais e políticos da independência dos
países latino-americanos e do Caribe, é correto
a�rmar:
a) As políticas liberais que surgiram na década
de 1850, no processo de consolidação das
independências, favoreceram a aquisição de
terras pelas comunidades indígenas.   
b) Líderes políticoscomo Bolívar e Bernardo
O’Higgins, entre outros, passaram a apoiar a
independência do Brasil em 1822, e, sobretudo,
incentivaram a instauração do regime
monárquico.   
c) A participação das mulheres nos processos de
independência assumiu somente o papel
atribuído a elas nesse tipo de con�ito, como o de
preparar comida para as tropas e cuidar dos
feridos.   
d) Com o �m dos con�itos, os países
emancipados da região saldaram as pesadas
dívidas que contraíram com os bancos ingleses.   
e) Somente Cuba e Porto Rico não se
emanciparam, permanecendo como colônias
espanholas até 1898.   
Exercício 85
(Fuvest 2019) 
https://aprovatotal.com.br/medio/historia/exercicios/idade-contemporanea/ex.1-revolucao-francesa-vest?dificuldade=random&tentativa=ultima&respostas… 38/47
Produzida no contexto da implantação da ordem
republicana no Brasil, esta imagem
a) caracteriza representação cívica inspirada na
Revolução Francesa, adequada ao projeto
democrático estabelecido pelos republicanos
brasileiros.    
b) faz uso alegórico de um tema clássico para
expressar o repúdio à exclusão da participação
feminina nas instituições políticas do Império.    
c) é uma alegoria da liberdade, da pátria e da
nação, que contrasta com os limites da cidadania
na nova ordem brasileira.    
d) emprega símbolo católico como estratégia
para obter a adesão da Igreja e diminuir a
animosidade dos movimentos messiânicos.    
e) é expressão artística do projeto positivista de
divulgar uma concepção da sociedade brasileira
sintonizada com os ideais de eugenia.    
Exercício 86
(Fuvest 2019)  Sob qualquer aspecto, este [a
Revolução Industrial] foi provavelmente o mais
importante acontecimento na história do mundo,
pelo menos desde a invenção da agricultura e
das cidades. E foi iniciado pela Grã‐Bretanha. É
evidente que isto não foi acidental.
Eric Hobsbawm, A Era das Revoluções. São
Paulo: Paz e Terra, 2005. 19ª edição, p. 52.
A Revolução Industrial, ocorrida na Inglaterra
nos decênios �nais do século XVIII,
a) deveu‐se ao pioneirismo cientí�co e
tecnológico dos britânicos, aliado a uma grande
oferta de mão de obra especializada e a uma
política estatal paci�sta e voltada para o
comércio.    
b) originou‐se das profundas transformações
agrárias expressas pela concentração fundiária,
perda da posse da terra pelo campesinato e
formação de uma mão de obra assalariada.    
c) vinculou-se à derrocada da aristocracia e à
ascensão da burguesia, orientada pela política
mercantilista e sintetizada na �loso�a de Adam
Smith.    
d) resultou da supressão de leis protecionistas
de inspiração mercantilista e do combate ao
trá�co negreiro, com vistas à conquista de
mercados externos consumidores.    
e) decorreu da ampla difusão de um ideário
Ilustrado, o qual teria promovido aquilo que o
sociólogo alemão Max Weber descreve como o
“espírito do capitalismo”.   
Exercício 87
(Fuvest 2019)  As letras das canções abaixo
fazem menção ao rei Haile Selassie (1892-
1975), que governou a Etiópia entre 1916 e
1930, como regente, e entre 1930 e 1974,
como imperador.
Haile Selassie
(…)
Rastafári
Ele nasceu na Etiópia
Descendente do rei Salomão
Buscou verdade e as respostas
Na Babilônia da escravidão
Foi reconhecido pelo povo
Rude boys na população
Foi condecorado o mais novo ras!
Rastafári da libertação
Haile Selassie ê!
(…)
https://aprovatotal.com.br/medio/historia/exercicios/idade-contemporanea/ex.1-revolucao-francesa-vest?dificuldade=random&tentativa=ultima&respostas… 39/47
Natural Mystic. Álbum Salve Roots, 2016.
Industrial Music
Selassie é a Capela
Haile Selassie é a Capela
Poder da Trindade (Trindade, Trindade é Ele)
Concentre se nessa direção
Sirva o Deus vivo e viva (Deus vivo e vivo)
Leve seus problemas para Selassie
Ele é o único Rei dos Reis (Rei dos Reis, o Rei
dos Reis é ele)
Conquistando o Leão de Judá
Triunfalmente, todos nós devemos cantar (todos
devem cantar, todos
devem cantar)
(...)
Bob Marley. Álbum The complete Bob Marley &
The Wailers (1967-1972) v.1, Jad Records,
1997. Tradução livre.
Com base nas canções e em seus
conhecimentos, responda ao que se pede.
a) Explique a relação entre a descendência do rei
Salomão atribuída a Selassie e a construção
religiosa do culto à sua personalidade.
b) Selassie foi cultuado por afrodescendentes
estabelecidos fora do continente africano, em um
processo conhecido como “diáspora negra”.
Explique esse processo.
c) No século XIX, a situação da Etiópia
contrastava com a imensa maioria do continente
africano. Explique tal situação.
Exercício 88
(Fuvest 2018)  Na edição de julho de 1818 do
Correio Braziliense, o jornalista Hipólito José da
Costa, residente em Londres, publicou a
seguinte avaliação sobre os dilemas então
enfrentados pelo Império português na América:
A presença de S.M. [Sua Majestade Imperial] no
Brasil lhe dará ocasião para ter mais ou menos
in�uência naqueles acontecimentos; a
independência em que el-rei ali se acha das
intrigas europeias o deixa em liberdade para
decidir-se nas ocorrências, segundo melhor
convier a seus interesses. Se volta para Lisboa,
antes daquela crise se decidir, não poderá tomar
parte nos arranjamentos que a nova ordem de
coisas deve ocasionar na América.
Nesse excerto, o autor referia-se
a) aos desdobramentos da Revolução
Pernambucana do ano anterior, que ameaçara o
domínio português sobre o centro-sul do Brasil.
b) às demandas da Revolução Constitucionalista
do Porto, exigindo a volta imediata do monarca a
Portugal.   
c) à posição de independência de D. João VI em
relação às pressões da Santa Aliança para que
interviesse nas guerras do rio da Prata.    
d) às implicações que os movimentos de
independência na América espanhola traziam
para a dominação portuguesa no Brasil.    
e) ao projeto de D. João VI para que seu �lho D.
Pedro se tornasse imperador do Brasil
independente.    
Exercício 89
(Fuvest 2018)  [...] a Declaração Universal
representa um fato novo na história, na medida
em que, pela primeira vez, um sistema de
princípios fundamentais da conduta humana foi
livre e expressamente aceito, através de seus
respectivos governos, pela maioria dos homens
que vive na Terra. Com essa declaração, um
sistema de valores é – pela primeira vez na
história – universal, não em princípio, mas de
fato, na medida em que o consenso sobre sua
validade e sua capacidade de reger os destinos
da comunidade futura de todos os homens foi
https://aprovatotal.com.br/medio/historia/exercicios/idade-contemporanea/ex.1-revolucao-francesa-vest?dificuldade=random&tentativa=ultima&respostas… 40/47
explicitamente declarado. [...] Somente depois
da Declaração Universal é que podemos ter a
certeza histórica de que a humanidade – toda a
humanidade – partilha alguns valores comuns; e
podemos, �nalmente, crer na universalidade dos
valores, no único sentido em que tal crença é
historicamente legítima, ou seja, no sentido em
que universal signi�ca não algo dado
objetivamente, mas algo subjetivamente
acolhido pelo universo dos homens.
N. Bobbio. A era dos direitos. Rio de Janeiro:
Campus, 1992.
A Declaração Universal mencionada no texto
a) foi instituída no processo da Revolução
Francesa e norteou os movimentos feministas,
sufragistas e operários no decorrer do século
XIX.   
b) assemelhou-se ao universalismo cristão, que
também resultou no estabelecimento de um
conjunto de valores partilhado pela humanidade.
c) desenvolveu-se com a inclusão de princípios
universais pelos legisladores norte-americanos
e in�uenciou o abolicionismo nos Estados
Unidos.   
d) foi aprovada pela Organização das Nações
Unidas e serviu como referência para grupos que
lutaram pelos direitos de negros, mulheres e
homossexuais na década de 1960.   
e) originou-se do jusnaturalismo moderno e
consolidou-se com o movimento ilustrado e o
despotismo esclarecido ao longo do século XVIII.
Exercício 90
(Ufpr 2020) Leia o trecho abaixo:
Se considerarmosas Cartas Inglesas como um
primeiro ensaio de Voltaire como historiador na
perspectiva do Ensaio sobre os costumes, que
ele escreverá mais tarde, ou seja, como a
tentativa de apreender o que era na época “o
espírito do povo inglês”, veremos que ele
privilegia, em sua análise, a religião, o governo, o
comércio, a ciência e a �loso�a, e as artes. No
Ensaio, nos capítulos dedicados à Inglaterra, o
tratamento dado é mais ou menos da mesma
natureza. Podemos nos perguntar por que a
questão das religiões ocupa um lugar tão amplo
nas análises de Voltaire sobre a Inglaterra.
Certamente isso não se dá por causa de um
interesse no conteúdo das diversas doutrinas,
mas pela in�uência da religião nos costumes,
nas maneiras de dirigir a sociedade, nas relações
sociais e mesmo políticas.
(SOUZA, Maria das Graças de. “Voltaire: História
e Civilização”. Ilustração e história: o pensamento
sobre a história no Iluminismo francês. São
Paulo: Fapesp/Discurso Editorial, 2001, p. 97.)
A partir dos conhecimentos sobre História
Moderna:
a) Cite três características da corrente de
pensamento da qual Voltaire faz parte.
b) Indique duas semelhanças e duas diferenças
entre a Revolução Inglesa e a Revolução
Francesa.
Exercício 91
(Fuvest 2017) 
https://aprovatotal.com.br/medio/historia/exercicios/idade-contemporanea/ex.1-revolucao-francesa-vest?dificuldade=random&tentativa=ultima&respostas… 41/47
GABARITO
Com base na tabela, é correto a�rmar:
a) A industrialização acelerada da Alemanha e
dos Estados Unidos ocorreu durante a Primeira
Revolução Industrial, mantendo-se
relativamente inalterada durante a Segunda
Revolução Industrial.   
b) Os países do Sul e do Leste da Europa
apresentaram níveis de industrialização
equivalentes aos dos países do Norte da Europa
e dos Estados Unidos durante a Segunda
Revolução Industrial.   
c) A Primeira Revolução Industrial teve por
epicentro o Reino Unido, acompanhado em
menor grau pela Bélgica, ambos mantendo
níveis elevados durante a Segunda Revolução
Industrial.   
d) Os níveis de industrialização veri�cados na
Ásia em meados do século XVIII acompanharam
o movimento geral de industrialização do
Atlântico Norte ocorrido na segunda metade do
século XIX.   
e) O Japão se destacou como o país asiático de
mais rápida industrialização no curso da Primeira
Revolução Industrial, perdendo força, no entanto,
durante a Segunda Revolução Industrial.    
Exercício 1
Exercício 2
Exercício 3
Exercício 4
Exercício 5
Exercício 6
Exercício 7
Exercício 8
Exercício 9
e) uma assembleia consultiva, convocada esporadicamente
pelo rei e formada por representantes das três ordens sociais.   
e) o iluminismo criticava o mercantilismo, a limitação do direito
à propriedade privada, o absolutismo e a desigualdade de
direitos e deveres entre os indivíduos.   
04) Monarquia Constitucional, Diretório e Terror são fases da
Revolução Francesa.   
08) Os Jacobinos lideraram o processo revolucionário durante
a fase do Terror e defendiam a implantação de uma república.   
e) Revolução Francesa.   
d) Primeiro e Segundo Estados (clero e nobreza), que reuniam
cerca de 3% da população, e Terceiro Estado, que abrigava a
burguesia, os trabalhadores urbanos e rurais e pagava,
sozinho, todas as taxas e os impostos diretos cobrados pela
monarquia.   
b) burguesia.    
b) a revolta da maioria da população francesa (burguesia,
camponeses e trabalhadores urbanos), motivada pelas
injustiças sociais promovidas pela monarquia absolutista e os
governantes da época.    
b) O Terror, em nome da liberdade e da Revolução, instaurou o
chamado “despotismo da liberdade”, sendo a Lei dos
Suspeitos um mecanismo autoritário de criminalização dos
indivíduos.    
a) a burguesia assumiu a liderança do processo revolucionário,
pois via a necessidade da Revolução como meio para derrubar
as estruturas do Antigo Regime, inapropriadas para o pleno
desenvolvimento capitalista.    
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Exercício 10
Exercício 11
Exercício 12
Exercício 13
Exercício 14
Exercício 15
Exercício 16
Exercício 17
Exercício 18
Exercício 19
Exercício 20
Exercício 21
Exercício 22
e) o Golpe do 18 Brumário, quando a bur guesia encontra o
braço forte armado para consolidar os seus interesses.    
e) A revolução norte-americana repercutiu não só na Ilustração
europeia e na Revolução Francesa, como demonstrou de modo
teórico e prático a viabilidade de um grande Estado
republicano e democrático.  
e) disputa entre os girondinos e os jacobinos, que culminou na
execução do famoso líder popular.    
01) A vitória da Revolução Francesa fez que as ideias
iluministas passassem a fundamentar o sistema político que se
consolidaria em grande parte do Ocidente a partir do início do
século XIX.   
02) No processo de queda do Antigo Regime, grande parte dos
últimos resquícios do feudalismo foi eliminada, e privilégios
da antiga aristocracia foram extintos.   
e) Os con�itos recentes na França (evidenciados em
enfrentamentos nas ruas, canções, redes sociais e etc.)
sugerem que a desigualdade social, aliada aos problemas
étnicos, ainda não foram superados e suscitam discussões
sobre noções de liberdade e cidadania no País.    
d) a questão colonial evidenciava, sob certos aspectos, os
limites da Revolução Francesa, liberal e burguesa, pois dentro
da ótica mercantilista que orientou a economia francesa desde
o século XVII, a prosperidade da Nação dependia da balança
comercial favorável e, nesse sentido, o papel do comércio com
as colônias e da reexportação dos produtos proporcionados
por esse comércio era visto como capital.   
a) Locke, Montesquieu, Voltaire, Rousseau, etc.
b) O liberalismo econômico de Adam Smith que criticou o
mercantilismo e defendeu  o livre mercado e o liberalismo
político de Montesquieu que criticou a centralização do poder
do absolutismo e defendeu a divisão do poder em três partes.
c) Durante a Convenção Nacional, 1793-1795: abolição da
escravidão nas colônias da França re�etindo no Haiti e
medidas sociais importantes como novo calendário, novo
sistemas de pesos e medidas, etc.
a) O excerto faz alusão a queda da Bastilha, 14/07/1789, marca
o início da Revolução Francesa. A sociedade ainda estava
dividida em estamentos de acordo com o Antigo Regime:
Clero, Nobreza eram os privilegiados e os demais formavam o
terceiro estado. Na política imperava o absolutismo
monárquico da dinastia dos Bourbons na �gura de Luiz XVI. A
economia francesa era agrária, semifeudal, agravada por uma
forte crise econômica-�nanceira.
b) A forte violência praticada pelos populares vinculados ao
terceiro estado no início da Revolução Francesa está presente
nos dois textos. O comentário de Graco Babeuf no �nal do
texto “nossos senhores colherão o que semearam” aponta para
toda a exploração praticada pelos privilegiados (primeira
estado composto pelo clero e segundo estado constituído
pela nobreza) contra o povo pobre durante a vigência do
Antigo Regime, e que, no contexto da Revolução Francesa, o
povo vai radicalizar através de atos de violência conforme
sugerem os textos.
a) Antes do Iluminismo, imperava o Antigo Regime com
privilégios para o clero e a nobreza, uma sociedade estamental
com baixíssima mobilidade social. Com o desenvolvimento do
ideário Iluminista na segunda metade do século XVIII, surgiram
ideias de igualdade civil e jurídica e que todos os homens
nascem e permanecem livres e iguais em direitos.
b) Ao longo do século XIX, ocorreram diversas lutas e
mobilizações em busca de direitos políticos, sociais e civis
uma vez que “todos são iguais perante a lei”.
Entre as causas para a convocação dos Estados Gerais em
meados de 1789, o aluno pode citar a crise �nanceira, a
proposta de equidade �scal, endividamento do Estado francês
e o encaminhamento de uma reforma tributária porparte do
Estado. Entre as consequências podem ser citados a divisão do
poder político, defesa da ideia de liberdade, crise do
absolutismo monárquico, defesa da ideia de igualdade jurídica,
substituição da ideia de súdito pela ideia de cidadão, �m da
sociedade estamental (�m dos privilégios de nascimento ou de
origem) e o estabelecimento da Declaração Universal dos
Direitos do Homem e do Cidadão.
A sociedade francesa do Antigo Regime era hierarquizada e
estrati�cada, dividida em três estados:
Primeiro Estado: Clero;
Segundo Estado: Nobreza;
Terceiro Estado: Trabalhadores e Burguesia.
Na dinâmica social francesa, apenas o Terceiro Estado pagava
impostos, sustentando, assim, toda a sociedade. Por isso, na
charge, o nobre e o clérigo estão “nas costas” do trabalhador.
a) Consolidação da revolução burguesa na França, por meio da
contenção dos inimigos internos (monarquistas e jacobinos), e
sua expansão para a Europa.     
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Exercício 23
Exercício 24
Exercício 25
Exercício 26
Exercício 27
Exercício 28
Exercício 29
Exercício 30
Exercício 31
Exercício 32
Exercício 33
Exercício 34
Exercício 35
Exercício 36
b) teve como causa direta a invasão das tropas francesas ao
território português como forma de forçar a adesão do país
luso ao bloqueio continental.    
d) isolar a Grã-Bretanha, impedindo-lhe o acesso a
importantes mercados da Europa continental.   
c) estabeleceu um novo Código Civil que manteve a igualdade
jurídica para os cidadãos do sexo masculino e o direito à
propriedade privada.   
c) que Napoleão, símbolo máximo da força da burguesia,
considerava-se mais importante que a tradição da Igreja.   
e) debilitar economicamente a Inglaterra, então em processo de
industrialização, limitando seu comércio com o restante da
Europa.
a) Napoleão foi consagrado Imperador da França depois do
bem-sucedido governo do Consulado, liderado por ele. A
partir, principalmente, da adoção do novo Código Civil francês,
Napoleão conseguiu acalmar os ânimos internos franceses e
consolidar as bases da Revolução Francesa.
b) Podemos citar as Guerras Napoleônicas e a instituição do
Bloqueio Continental.
c) Napoleão adotou uma agressiva política externa visando
transformar a França na maior potência mundial da época. Para
tanto, de�niu derrotar a Grã-Bretanha como uma das principais
metas do seu governo. Nesse sentido, a adoção do Bloqueio
Continental e a ocorrência das Guerras Napoleônicas se
explicam.
No início do século XIX existiam diferenças políticas e
econômicas entre Inglaterra e França. A Inglaterra era uma
monarquia constitucional e liberal, enquanto a França era
caracterizada pela ditadura de Napoleão Bonaparte. Do ponto
de vista econômico, a Inglaterra era um país industrializado,
que havia expandido seus mercados e promovia forte
acumulação de capitais, enquanto a França desenvolvia uma
política industrialista e possuía poucos mercados, percebendo
a concorrência inglesa como principal obstáculo ao seu
desenvolvimento. O Decreto Napoleônico reforça a política
expansionista francesa, do ponto de vista militar, como
elemento de contenção à política expansionista inglesa, do
ponto de vista econômico.
e) a reorganização da Europa continental depois do período de
domínio napoleônico, os processos de independência na
América e a ampliação do controle comercial mundial pela
Inglaterra.    
d) liberalismo e absolutismo   
a) a luta de estratos sociais em defesa da igualdade jurídica e
pela conquista dos direitos de cidadania.   
d) I, II e IV são corretas.   
Após a Era Napoleônica, o mapa político europeu estava
completamente alterado. As grandes potências absolutistas
trataram de reorganizar os governos europeus no Congresso
de Viena. Preocupando-se, principalmente, em garantir a
permanência dos reis absolutistas no poder, Rússia, Prússia,
Inglaterra, Áustria e França discutiram a resolução das
questões de fronteiras e a legitimidade dos governos que
reassumiram as Monarquias após a derrota napoleônica.
a) A principal característica das Guerras Napoleônicas
relacionada ao Brasil está associada a invasão de Portugal e a
transferência da Corte para a Colônia. Do ponto de vista
político, o Brasil se tornou a sede do Império Português, daqui
do Rio de Janeiro partiam as ordens para os territórios
portugueses na África e no Oriente, assim como para aqueles
que �caram em Portugal no processo de resistência e nas
negociações com os ingleses. Do ponto de vista econômico as
mudanças se associam à abertura dos portos às nações
amigas, permitindo o comércio direto que, na prática,
signi�cou o �m do monopólio português e, para muitos, o �m
do pacto colonial.
b) O Congresso de Viena se baseou no “Princípio da
Legitimidade”, que orientou a restauração monárquica e
absolutista nos países europeus. Dinastias derrubadas pelas
guerras napoleônicas foram reestabelecidas e reconhecidas
internacionalmente, destacando-se os governos de Portugal e
Espanha.
Outra decisão importante se refere às fronteiras, sendo que a
França foi obrigada a devolver territórios que havia
conquistado e ocupado. Apesar da ideia de “equilíbrio” as
antigas fronteiras, alguns territórios e ilhas foram dominados
por novos agentes, destacando-se a Inglaterra e houve a
preocupação de desmembrar o antigo Império Germânico, que
deu origem a 38 novos Estados independentes, na prática
enfraquecendo a Prússia.
b) envolveu projetos políticos e setores sociais variados, que
se confrontaram no momento de constituição dos novos
Estados.   
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Exercício 37
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d) aos interesses de uma parcela da elite colonial, vinculada à
produção e exportação de matérias-primas.   
c) a disputa entre projetos unitários e federalistas.   
c) Bolívar fracassou em seu projeto de formação de uma
grande nação pan-americana.   
b) A independência do Peru ocorreu em 1821 liderada pelo
general argentino José de San Martín, que também foi decisivo
no processo de independência de Argentina e Chile.   
a) No contexto da independência da América Espanhola,
1800-1830, ocorreu uma fragmentação política surgindo
vários países adotando repúblicas.
b) As diferenças regionais e disputas políticas
impossibilitaram a realização do ideário político de Bolívar que
era o pan-americanismo, ou seja, a uni�cação política da
América Espanhola.
O texto trata de elementos político-culturais que antecederam
a Independência da América espanhola, destacando o embrião
de nacionalismo, muito mais como uma identidade
antimetropolitana. A elite colonial – os criollos – criaram uma
identidade própria, nem europeu, nem índio, que se julgava
capaz tanto do ponto de vista político como econômico e a
ideia de liberdade, oriunda do iluminismo europeu, foi
fundamental para solidi�car esse “nacionalismo”.
A luta pela independência teve forte conteúdo econômico,
dado o interesse em romper o pacto colonial e possibilitar o
comércio direto com outras nações, a partir dos interesses
locais, além de eliminar os tributos impostos pela Espanha.
c) A Grã-Bretanha constituiu um vasto império a partir de
domínios fornecedores de matérias-primas e consumidores de
sua produção industrializada.   
e) A divisão do trabalho, a supervisão do trabalho, o uso de
relógios, o uso racional do tempo foram alguns dos recursos
utilizados pelos industriais para formar novos hábitos e nova
disciplina de tempo entre os trabalhadores.   
e) As hostilidades dos trabalhadores ingleses às novas
técnicas industriaisinformam o modo como os indivíduos
foram afetados pelo surgimento da industrialização.   
b) V – F – V – F.   
e) o crescimento populacional, a dinâmica da circulação
urbana e a impessoalidade nas relações.    
01) A geração de eletricidade, inicialmente utilizada na
iluminação pública, passou a substituir a energia a vapor nas
fábricas graças à invenção do dínamo, gerador que transforma
a energia mecânica em elétrica.   
04) A utilização do petróleo como fonte de energia,
inicialmente empregado na iluminação, passou a movimentar
as máquinas nas fábricas e, em �ns do século XIX, tornou-se
combustível para os meios de transporte.   
16) As inovações tecnológicas do período impulsionaram
alguns inventos, como o telefone, o telégrafo e o rádio. A
siderurgia permitiu a produção do aço em maior quantidade e a
preços mais baixos.   
04) as inovações trazidas pela Revolução Industrial podem ser
consideradas como um dos fatores que contribuíram para o
atual aquecimento global.   
e) I, II e III.    
01) A industrialização promoveu o desenvolvimento de duas
classes sociais distintas: os proprietários (burguesia) e os
assalariados. Ambas tinham como espaço comum a fábrica,
mas havia entre elas um abismo de desigualdades sociais e de
diferenças culturais.   
02) As condições de trabalho e de vida provocaram revolta e
manifestações de descontentamento dos trabalhadores desde
o começo da Revolução Industrial.   
08) Uma corrente ideológica importante foi o Liberalismo, que,
em suas origens, pregava a plena realização da liberdade de
mercado, o Estado de Direito e a divisão dos poderes entre o
Executivo, o Legislativo e o Judiciário.   
16) O Liberalismo econômico a�rmava que a única forma de se
alcançar o bem-estar geral de uma sociedade era assegurar aos
indivíduos e às empresas plena liberdade de iniciativa. A
intervenção do Estado deveria ser limitada ao mínimo
indispensável.   
a) os aperfeiçoamentos da máquina a vapor, aplicados
sobretudo na produção têxtil e metalúrgica, que eram superior
à força da água, do vento, do animal e do homem. A grande
mudança é que as ferramentas não somente auxiliam o
trabalho humano mas também o substituem.   
a) A partir da segunda metade do século XIX, surgiu a Segunda
Revolução Industrial caracterizada pelo aço, petróleo,
eletricidade. Países como Inglaterra, EUA, Alemanha e Japão
estavam na dianteira desse avanço cientí�co e industrial.
Também se deu nesse cenário, a consolidação do Capitalismo
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Exercício 53
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Monopolista e Financeiro que aboliu a concorrência
implantando os monopólios.  
b) Todo esse cenário de otimismo, euforia e orgulho com as
novas invenções (carro, cinema, avião, etc.) foram
denominadas de “Belle Époque”. O resultado desse progresso
foi uma disputa entre as potências industrializadas capitalistas
por mercado consumidor, matéria prima, investir capitais, etc.,
culminando na Primeira Guerra Mundial.
a) O contexto histórico foi a primeira fase da Revolução
Industrial contribuindo para o surgimento da classe proletária
submetida a uma intensa jornada de trabalho com péssimos
salários, esses trabalhadores perderam o controle do processo
produtivo, surgindo a luta de classes entre operário e
burguesia bem como as primeiras experiências de associações
trabalhistas.
b) Depois de muitas lutas e mobilizações, os trabalhadores
conquistaram a participação política, redução da jornada de
trabalho, proteção e regulamentação do trabalho infantil e
feminino, entre outras conquistas.
a) Engels está criticando os efeitos malé�cos da Revolução
Industrial, que penalizou duramente os trabalhadores:
péssimas condições de trabalho e moradia, baixos salários,
exploração do trabalho feminino e infantil, acúmulo de capital
nas mão da burguesia em detrimento da exploração da mão de
obra.
b) A Revolução Industrial gerou a separação entre capital (nas
mãos da burguesia) e trabalho (os operários vendiam sua força
de trabalho ou �cavam desempregados). Daí, a intensa luta de
classes, objeto de estudo do Marxismo.
e) Somente as a�rmativas II, III e IV são corretas.  
01) O Anarquismo surgiu com o objetivo de se opor ao
capitalismo e ao modelo social gerado pela Revolução
Industrial.   
02) William Godwin, Leon Tolstói e Mikhail Bakunin �guram
entre os principais teóricos anarquistas do século XIX.      
04) Ausência completa do Estado e extinção de qualquer
hierarquia social são duas premissas defendidas pelo
Anarquismo.   
08) Anarco-Sindicalismo é uma corrente sindical que
compreende o trabalhador como indivíduo essencial para o
funcionamento da sociedade.   
e) se todas estiverem corretas.  
d) I, II e IV são corretas.   
e) F – F – F  
01) A oferta de empregos gerados pela industrialização
produziu um deslocamento de contingentes humanos do
campo para o meio urbano, na Inglaterra do século XIX.    
02) Pensadores de diversas tendências escreveram sobre a
Revolução Industrial, suas possibilidades e desdobramentos.
Entres eles �guram Adam Smith, Karl Marx, David Ricardo e
Saint-Simon.      
04) Ned Ludd foi um dos símbolos do  que �cou conhecido
como Ludismo e que propunha a quebra das máquinas das
fábricas pelos trabalhadores como forma de demonstrar
descontentamento contra a exploração dos operários pelos
industriais.    
08) No cinema, "Tempos Modernos", estrelado por Charles
Chaplin e, na literatura, "Os Miseráveis", escrito por Victor
Hugo, são obras que produzem uma crítica aos efeitos sociais
decorrentes do avanço da industrialização nos séculos XIX e
XX.  
b) II e IV.   
a) A globalização econômica tornou o mundo uma “aldeia
global” através do livre cambismo que propiciou uma ampla
circulação de mercadorias e maior concorrência. O Estado
tornou-se menor, mais enxuto, desencadeando um processo
de privatização das estatais.
b) Como consequência da globalização econômica e uma forte
concorrência no âmbito econômico, surgiram blocos
econômicos como Mercosul em 1995, ou seja, a globalização
acabou gerando uma regionalização com o surgimento destes
blocos econômicos.
a) Materialismo Histórico: Marx entende a história a partir das
relações materiais de produção que se dá através do trabalho.
A infraestrutura (fatores econômicos) determina a
superestrutura (Estado, ideias, religião, Arte, etc.).
Materialismo Dialético: Toda realidade histórica produz dentro
de si os germes de sua destruição. O feudalismo gerou a
burguesia e esta destruiu o feudalismo. O capitalismo gerou o
operário e este vai derrubar o capitalismo através da revolução.
b) O pensamento marxista ainda é atual em vários aspectos: a
exploração do trabalhador; a grande desigualdade social e
econômica; o capital buscando sempre o lucro através das
mais diversas formas; a mais valia relativa, quando se investe
em máquinas gerando desemprego; educação pública e
gratuita para todas as crianças; a ideologia muito mais fácil de
ser propagada em função das redes sociais, etc.
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b) manifestações ideológicas que buscavam justi�car a
exploração e o domínio europeus sobre o continente
africano.   
d) um processo de interferência gradual e profunda nos
padrões culturais africanos, de organização social e dinâmica
política das sociedades locais.   
e) a circunscrição de espaços político-geográ�cos em
oposição aos padrões históricos tradicionaisdas sociedades
locais.   
b) imperialismo   
d) as disputas, entre as potências europeias, por áreas
coloniais no continente africano.   
c) a sujeição física de indivíduos em condições de penúria
social.   
d) nos séculos XIX e XX e marcada pela difusão de teorias
raciais que a�rmavam a superioridade branca sobre os
africanos e pela disposição de obter minérios, matérias primas
e recursos energéticos.   
c) I, III e IV.    
No contexto da corrida imperialista e do neocolonialismo a
partir da segunda metade do século XIX, as potências
capitalistas industrializadas exploraram a África e Ásia em
busca de matéria prima, mercado consumidor, investir capitais,
escoar o excedente populacional, entre outros interesses. As
regiões colonizadas resistiram à ganância dos países
capitalistas, surgindo inúmeras revoltas. A Guerra do Boeres
(1899-1902) integra mais uma das disputas associadas à
expansão imperialista europeia no continente africano. No
caso, representou a culminância de con�itos entre colonos e
administradores ingleses e os boeres, descendentes de
colonos holandeses que viviam nas Repúblicas do Transvaal e
Orange, regiões que hoje integram a África do Sul. Tais
con�itos foram diretamente associados às disputas pela
exploração da mão de obra das populações nativas locais na
utilização de recursos agrícolas e minerais, especialmente a
extração de ouro e diamantes. Conforme apontam o texto e as
fotogra�as do enunciado da questão, com a vitória dos
ingleses, criaram-se campos de concentração destinados a
prisioneiros e refugiados, os quais, na prática, se
transformaram em campos de extermínio. Entre as
consequências da Guerra dos Boeres destaca-se a
incorporação das repúblicas boeres do Transvaal e de Orange
às colônias britânicas do Cabo e Natal e a criação da União Sul
Africana, sob jurisdição do governo inglês. Os ingleses
passaram também a deter o controle da exploração das minas
de diamante em territórios sul-africanos. A guerra contribuiu
para a consolidação da expansão imperialista britânica na
África Oriental. Outras experiências de criação de campos de
concentração no decorrer do século XX, ocorreram: no Brasil,
para opositores do governo no Estado Novo (1937-1945); para
retirantes da seca na década de 1930, no Ceará; para
anarquistas durante a Primeira República, no Amapá́; na
Alemanha e em outros países ocupados ou controlados pela
Alemanha, para perseguidos pelos nazistas na Segunda
Guerra Mundial; na antiga U.R.S.S., os Gulags, para
perseguidos pelo governo de Stalin; nos E.U.A., para
japoneses, entre 1942 e 1948. 
a) A partir da segunda metade do século XIX, surgiu a Segunda
Revolução Industrial caracterizada pelo aço, petróleo,
eletricidade. Países como Inglaterra, EUA, Alemanha e Japão
estavam na dianteira desse avanço cientí�co e industrial.
Também se deu nesse cenário, a consolidação do Capitalismo
Monopolista e Financeiro que aboliu a concorrência
implantando os monopólios.   
b) Todo esse cenário de otimismo, euforia e orgulho com as
novas invenções (carro, cinema, avião, etc.) foram
denominadas de “Belle Époque”. O resultado desse progresso
foi uma disputa entre as potências industrializadas capitalistas
por mercado consumidor, matéria prima, investir capitais, etc.,
culminando na Primeira Guerra Mundial. 
b) Os deslocamentos para a América eram decorrentes das
di�culdades de sobrevivência encontradas nos países
europeus.    
a) a Alemanha, para combater a concorrência comercial,
adotou uma política de expansão pelo uso da força militar,
fechando-se perante qualquer solução diplomática,
provocando inúmeros atritos com os demais países, que só
foram solucionados por meio da guerra.   
a) Alemanha.   
d) Prússia, devido ao seu poderio militar e força econômica
dentro da Confederação Germânica, apoiado em uma aliança
entre a aristocracia e a alta burguesia.   
e) o Estado italiano nasceu antes da nação, em 1871, como
uma construção arti�cial, frágil e autoritária da alta burguesia
do norte, cujos interesses de dominação excluíram as
mudanças revolucionárias e atrasaram a emergência do
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sentimento nacional, ainda estranho para a grande maioria das
diferentes regiões da península.  
b) construção de ampla política diplomática, que proporcionou
uma ausência de guerra europeia entre as potências no
intervalo de 1871 a 1914.   
c) A Uni�cação Italiana foi um processo iniciado no início do
século XIX, que se concluiu em 1861, com uma monarquia
constitucionalista, sob o comando de uma aliança entre
burgueses e latifundiários, que afastou os setores populares
do poder. Muitos italianos camponeses e trabalhadores saíram
empobrecidos após a uni�cação, o que estimulou uma intensa
emigração para as Américas entre 1880 e 1930, engrossando
�leiras de trabalhadores agrícolas e operários.   
d) a �gura I é de Bismarck, representante da aristocracia
prussiana e artí�ce da unidade alemã – a �gura II é Giuseppe
Garibaldi, herói da uni�cação italiana e líder dos camisas
vermelhas;   
O processo de uni�cação italiana ocorreu em meados do
século XIX sendo concluído em 1871. Para impedir mudanças
sociais signi�cativas a elite do país preferiu adotar uma
monarquia constitucional impedindo a adoção do modelo
republicano afastando o povo das grandes decisões políticas.
O processo de uni�cação foi feito de cima para baixo
bene�ciando a elite. Desta forma, após a uni�cação política do
país ocorreu uma intensa imigração para a América, em
especial ao Brasil para substituir os escravos na lavoura
cafeeira. 
a) O processo de uni�cação da Alemanha ocorreu no século
XIX, primeiro ocorreu a uni�cação econômica através da
criação do Zollverein em 1834, uma liga aduaneira entre todos
os Estados, exceto a Áustria. Só em 1871 ocorreu a uni�cação
política com o surgimento do II Reich. A proposta era
conseguir a unidade política e adotar o protecionismo
alfandegário para incentivar a indústria nacional e prejudicar a
entrada de produtos oriundos da Inglaterra.
b) A Alemanha para ter êxito na uni�cação política precisava
fazer guerras contra países vizinhos contrários à ideia de
uni�cação. Desta forma, o todo poderoso Bismarck armou e
militarizou a Prússia que fez guerras contra a Dinamarca em
1864, a Áustria em 1866 e contra a França em 1870 na
denominada Guerra Franco-Prussiana. A Prússia, líder do
processo de uni�cação política, obteve êxito nas guerras e a
uni�cação foi concluída em 1871. 
e) Somente Cuba e Porto Rico não se emanciparam,
permanecendo como colônias espanholas até 1898.   
c) é uma alegoria da liberdade, da pátria e da nação, que
contrasta com os limites da cidadania na nova ordem
brasileira.    
b) originou‐se das profundas transformações agrárias
expressas pela concentração fundiária, perda da posse da terra
pelo campesinato e formação de uma mão de obra assalariada.
a) Ao associar Selassie à linhagem de Salomão e Sabá cria-se
um laço de descendência política e divina, dando a Selassie
direitos derivados dos antigos reis da Etiópia.
b) A diáspora negra foi resultado do maior processo de
emigração forçada da História: a escravidão comercial negra,
que levou africanos escravizados para muitas partes do
mundo, em especial à América.
c) A Etiópia não passou pelo processo do Neocolonialismo,
uma vez que derrotou o único país europeu que tentou invadi-
la: a Itália.
d) às implicações que os movimentos de independência na
América espanhola traziam para a dominação portuguesa no
Brasil.    
d) foi aprovada pela Organização das Nações Unidas e serviu
como referência para grupos que lutaram pelos direitos de
negros, mulheres e homossexuaisna década de 1960.   
a) Voltaire foi um �lósofo francês do século XVIII ligado ao
movimento Iluminista. O Iluminismo valorizou a razão, a
liberdade de expressão e a igualdade política, criticava a
sociedade de privilégios e defendia uma sociedade de direitos.
b) Semelhanças: revoluções burguesas, que destruíram o
Antigo Regime: Absolutismo, Mercantilismo e os privilégios
dos estamentos superiores.
Diferenças: a Revolução Inglesa pode ser dividida em dois
momentos: Revolução Puritana (1640-1649) e a Revolução
Gloriosa (1689), a Revolução Gloriosa não foi violenta e
implantou um novo modelo político: uma Monarquia
Parlamentarista. A Revolução Francesa, 1789-1799, foi
caracterizada pela violência, pela execução do Rei Luís XVI e
pela adoção de uma República no ano de 1792.
c) A Primeira Revolução Industrial teve por epicentro o Reino
Unido, acompanhado em menor grau pela Bélgica, ambos
mantendo níveis elevados durante a Segunda Revolução
Industrial.

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