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A ERGONOMIA NA QUALIDADE DE VIDA DO TRABALHADOR. A INFLUÊNCIA DO ESTRESSE NO AMBIENTE DE TRABALHO
 EDUARDA SGANZERLA 
 MAGDA TEBALDI 
 RESUMO
A ergonomia desempenha um papel crucial na qualidade de vida do trabalhador, influenciando diretamente sua saúde e bem-estar no ambiente de trabalho. Estudos mostram que a ergonomia adequada pode reduzir o estresse e aumentar a produtividade, criando um ambiente de trabalho mais saudável. Além disso, a implementação de práticas ergonômicas pode levar a uma diminuição de lesões ocupacionais e a um aumento na satisfação dos funcionários, resultando em um impacto positivo nos resultados organizacionais. A necessidade de tornar os as pessoas cada vez mais competitivas colocou a frente a busca pela qualidade de vida no trabalho.
 Fundamentalmente a ergonomia que se baseia em conhecimentos no campo das ciências do homem, dentro das quais encontramos a antropometria, filosofia, psicologia, sociologia etc. Não se limita ao trabalho, quer o consideramos no seu sentido restrito, de trabalho produtivo e assalariado, quer no seu sentido mais amplo, de atividades obrigatórias.
Palavras-chave: Ergonomia, Trabalhador, Qualidade de Vida.
 ABSTRACT
Ergonomics plays a crucial role in the quality of life of workers, directly influencing their health and well-being in the workplace. Studies show that proper ergonomics can reduce stress and increase productivity, creating a healthier work environment. Additionally, implementing ergonomic practices can lead to a decrease in occupational injuries and an increase in employee satisfaction, resulting in a positive impact on organizational results. The need to make people increasingly competitive has put the search for quality of life at work at the forefront.
Fundamentally, ergonomics is based on knowledge in the field of human sciences, within which we find anthropometry, philosophy, psychology, sociology, etc. It is not limited to work, whether we consider it in its narrow sense, of productive and salaried work, or in its broadest sense, of compulsory activities
Key words: Ergonomics, Worker, Quality of Life.	
1. INTRODUÇÃO
A aplicação da Ergonomia busca desenvolver uma melhor interação entre o trabalho e trabalhador, no qual são identificadas necessidades de mudanças, para obtenção de resultados que venham estabelecer ou restabelecer o equilíbrio do corpo, mente e espírito, no sentido de eliminar hábitos, algumas vezes despercebidos pelo trabalhador e só percebidos através de efeitos indesejáveis na postura corporal e na saúde como um todo. Em síntese, uma adequação customizada a antropometria e a atividade fim do trabalho, com preservação da saúde postural do operador, com ganhos de produtividade e qualidade.
Atualmente as pessoas passam mais de um terço de seus dias no ambiente de trabalho.
O número de horas dedicadas ao emprego às vezes é um pouco maior, visto que há também o tempo de deslocamento das residências até o local de trabalho. Para que seja possível lidar com todas essas questões de forma que elas não afetem negativamente o desempenho profissional e até mesmo social do indivíduo, fora do ambiente de trabalho é necessário que seja proporcionada a ele uma boa qualidade de vida no trabalho. A qualidade de vida no trabalho pode ser difícil de ser determinada, já que há variações do que é dito como a qualidade de vida no trabalho de pessoa por pessoa. ”A ergonomia é um conjunto de estudos que visam á organização metódica do trabalho em função do fim proposto e das relações entre o homem e máquina. Sua aplicação serve também para minimizar os acidentes de trabalho” (OLIVEIRA NETTO; TAVARES, 2006, P.12).
 De acordo com Lida (2005), a ergonomia é o estudo da adaptação do trabalho ao homem. Isso não envolve apenas aspectos físicos, mas também o aspecto de organização, a visão ampla da ergonomia abrange atividades de planejamentos e projeto que ocorrem antes, durante e após o trabalho ser realizado.
 O ponto comum que pode ser analisado é o ambiente de trabalho em si, um ambiente onde provavelmente o funcionário terá uma alta qualidade de vida é aquele que lhe prove a oportunidade de se sentir respeitado, mesmo por funcionários que estejam em níveis hierárquicos mais elevados; que não lhe provoca desconforto físico ou mental enquanto executa ou mesmo após executar suas tarefas; que o remunera de forma justa o suficiente, de forma que o próprio tenha essa percepção de que está recebendo adequadamente pelas tarefas que executa; e, principalmente, que valoriza o seu empregado, não importando qual seja o seu nível operacional.
 Existe várias causas para o nosso estresse, uma das mais comuns esta relacionada aos conflitos no ambiente de trabalho, o estresse pode ser definido como uma condição física e mental que resulta de uma ameaça permitindo pelo trabalhador a qual não pode lidar imediatamente, o estresse é uma consequência de um fator ambiental percebido internamente ou mediante a percepção do indivíduo.
 
1. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
2.1 ERGONOMIA 
 Etimologicamente, a palavra ergonomia deriva do grego (érgon: trabalho e nomos: leis), e podendo-se sintetizá-la como as leis que regem o trabalho (DELIBERATO,2002). LAVILLI (1977) ressalta que a ergonomia é uma ciência que detêm todos os conhecimentos do corpo humano, e que através de estudos específicos de outras ciências, como por exemplo: Fisiologia e Psicologia, haverá condições de solucionar os problemas inerentes ao conjunto homem-trabalho, e todas as diferenças geradas pelos conflitos no desenvolvimento da atividade laborativa. Para (LAVILLI,1977apud FERREIRA,2009), a ergonomia vem a estudar o desempenho do homem em atividade, com o intuito de aplicá-lo a concepção de tarefas, instrumentos, máquinas e sistemas de produção, para que o homem possa desenvolver suas atividades com o máximo de conforto, eficiência e segurança.
 A ergonomia é o estudo da adaptação do trabalho ao homem. O trabalho aqui tem uma acepção bastante ampla, abrangente não apenas aqueles executados com a máquina e equipamentos, utilizados para transformar os materiais, mais também todas as situações em que ocorre o relacionamento entre o homem e uma atividade produtiva. Isso envolve não somente o ambiente físico, mas também os aspectos organizacionais. A ergonomia tem uma visão ampla abrangendo atividades de planejamento e projeto, que ocorrem antes de trabalho ser realizado, e aqueles de controle e avaliação, que durante e após o trabalho.
 Segundo a Associação Internacional de Ergonomia – AIE, a ergonomia é uma disciplina cientifica que se refere ao entendimento do homem e outros fatores ou sistemas, como também é a pregação de teorias, princípios, dados e métodos a projetos com o intuito de melhorar o bem-estar do homem e o desenrolar do sistema (ABERGO,2008).
 2.2 TIPOS DE ERGONOMIA 
Existem três tipos de ergonomia que fazem parte do nosso dia a dia. Começamos pela Ergonomia física, que trata da relação continua entre as atividades que exigem esforços físicos durante sua execução, atreladas às características anatômica do corpo humano. Temos também a Ergonomia organizacional, que trata de avaliar e intervém nas questões que influenciam o perfil mental dos colaboradores. Por fim, a Ergonomia cognitiva, que estuda a relação mental e emocional entre o trabalhador e o trabalho.
2.2.1 ERGONOMIA FÍSICA
 Ergonomia física trabalha a anatomia humana, é um estudo feito sobre fisiologia, antropometria e a biomecânica do corpo humano e por esse motivo foram criadas regras padrões, normas mais especificamente. E por isso é avaliado e a pensado:
· A postura durante o trabalho; 
· O manuseio dos materiais;
· A presença de movimentos repetitivos; 
· Os possíveis distúrbios musculoesqueléticos que podem surgir com a atividade;
· A projeção dasestações de trabalho; 
A segurança e saúde do funcionário ao desempenhar a função.
2.2.2 ERGONOMIA ORGANIZACIONAL
Aborda a otimização dos sistemas sociotécnicos, ou seja, a estrutura organizacional, as regras e processos de uma empresa, missão, política, etc. Os temas mais comuns compreendem a comunicação entre os colaboradores, a gestão dos processos industriais, a concepção do trabalho, os horários e a jornada de trabalho.
 As suas dimensões de atuação são:
· Comunicação;
· Gestão do trabalho;
· Trabalho em grupo;
· Organização temporal do trabalho;
· Teletrabalho;
· Projeto participativo e cooperativo;
2.2.3 ERGONOMIA COGNITIVA
Estuda a relação entre o trabalhador e o trabalho, considerando os processos mentais, como a memória, a percepção, o raciocínio e a resposta motora. É aplicada para estudar a carga mental de trabalho, a tomada de decisão, o estresse profissional, entre outros.
· Manter o equilíbrio mental e cognitivo dos colaboradores 
· Evitar a exaustão, o desgaste ou o stress;
· Promover o bem-estar no trabalho;
· Favorecer a execução das tarefas e o cumprimento das responsabilidades;
Esses profissionais podem organizar os sistemas de trabalho em equipe, arranjo
físico, métodos de inspeção, controle estatístico do processo, manuseio de materiais e
métodos de trabalho. Entende-se como organização de trabalho o ritmo, as exigências
de produção, relações interpessoais (pressão e aplicação errada da autoridade dos
chefes), mecanismos usados no controle da produção, comunicação no trabalho,
verificação do clima organizacional, aplicação de treinamentos adequados a cada função
(analisar conteúdo, periodicidade e se estão em conformidade com a função do
trabalhador). Sempre que necessário deve haver intervenção nessa organização, quer
seja sugerindo alternância de tarefas e/ou rodízio nos postos de trabalho, quer seja
instituindo pausas adequadas, redução da jornada, não permitindo horas extras, rever a
produtividade (PINHEIRO, 2012).
 É fundamental saber que o tempo da empresa é diferente do tempo do
trabalhador, pois as mudanças naquela são mais lentas do que as necessidades dos
colaboradores que estão em ritmo mais acelerado.
 As exigências e pressões decorrentes das Instituições Organizacionais são eminentemente desestabilizadoras para a saúde mental do trabalhador. Soma se a essas atribuições, o estresse no ambiente de trabalho sendo um dos principais responsáveis por afastamentos, de acordo com o ministério da previdência social, nos últimos dez anos obteve-se um aumento de aproximadamente vinte vezes o número de concessões por auxílio-doença. (DEJOURS,1992).
 Doenças relacionadas ao estresse vem sendo a segunda maior causa de afastamentos e por sua consequência uma decadência significativa na qualidade e vida do trabalhador, esses dados confirmam a importância que o tema deve ser tratado pelas organizações.
 A Organização Mundial da Saúde (OMS) em reunião com vários especialistas de origens distintas, definiram Qualidade de Vida como “a percepção do indivíduo de sua posição na vida no contexto da cultura e sistema de valores nos quais ele vive e em relação aos seus objetivos, expectativas, padrões e preocupações” (WHOQOL GROUP, 1995, p. 1405, citado por FLECK et al., 1999).
 A sobrecarga de trabalho, busca intensiva por resultados em menor tempo, acúmulo de tarefas, dificuldades no relacionamento interpessoal, nervosismo e inquietude resultam em sérias consequências para o trabalhador e para organização. Ainda de acordo com o autor, as principais fontes de estresse no trabalho denominam-se: causas ambientais e causas pessoais. Sendo as ambientais, oriundas da própria Organização, ambiente com condições ruins de trabalho, acúmulo de tarefas, e as causas pessoais variam de acordo com cada indivíduo, como insegurança, preocupação excessiva, maus hábitos de alimentação. (CHIAVENATO,2010).O estresse está presente nas organizações de trabalho, é fundamental que as organizações conheçam as necessidades reais dos colaboradores, a gestão do estresse no ambiente de trabalho deve ter como principal objetivo à melhoria da qualidade de vida e isso deve estar ligado com política de recursos humanos da empresa, através de ações que identifiquem as problemáticas existentes e auxilie oferecendo ou encaminhando os trabalhadores com sinais de estresse à tratamentos alternativos, através de programas de controle do estresse visando ensinar os seus colaboradores maneiras de minimizar os efeitos do estresse no trabalho, com planos de benefícios, realizando feedback sobre seus desempenhos, estabelecendo metas especificas e reais, conceder apoio psicológico, possibilitar planos de carreira, entre outras atividades. O termo tem origem das palavras gregas ergo (trabalho) e nomos (lei natural) – é a relação dos profissionais com o ambiente de trabalho, e desde dá década de 1970, é utilizada para definir a interação das pessoas com os computadores e outras máquinas. Os objetivos principais é mostrar as funções deste hábito para os colaboradores da empresa.
 Com as lesões por esforços repetitivos
· Lesões musculoesqueléticas;
· Fadiga e desconforto;
· Diminuição da produtividade;
· Ausência no trabalho;
· Aumento dos custos de saúde;
A Ergonomia não é prática restrita a determinadas áreas de atuação, na verdade, ela já está presente em nosso dia a dia visando a segurança e a saúde do trabalhador e com aumento da produtividade e a redução de acidentes e a maior qualidade dos serviços. Também temos os setores das próprias medidas a partir de uma análise ergonomia para adequar a estratégias;
 INDRÚTRIA
· Adaptação de equipamentos: ajuste de máquinas para minimizar esforços respetivos e riscos de lesões.
· Postos de trabalho: design de estações para evitar má postura e movimentos inadequados.
· Treinamento: capacitação de funcionários para uso correto de ferramentas e técnicas.
AGRICULTURA 
· Ferramentas agrícolas: desenvolvimento de ferramentas que reduzem esforços físico.
· Postura no trabalho rural: orientação para evitar dores nas costas e lesões durante colheitas.
· Ambiente: proteção contrafatores como exposição solar excessiva e vibrações de máquinas.
CONSTRUÇÃO CIVIL
· Carga e transporte: uso de equipamentos e técnicas adequadas para manuseio de materiais pesados.
· Equipamentos de proteção individual; projetados para conforto e segurança.
· Espaço de trabalho: organização que previne quedas e facilita movimentação.
SETOR DE SERVIÇOS 
· Escritório: mobiliário ergonômico (cadeiras, mesas) e ajuste de telas e teclados par postura ideal.
· Ritmo de trabalho: implantação de pausas regulares para prevenir a fadiga.
· Treinamento digital: ensinar posturas adequadas durante o uso de computadores.
ATIVIDADES DIARIAS 
· Casa: design de utensílios e moveis para facilitar o uso diário sem causar desconforto.
· Transporte: ajuste de assentos em veículos para melhorar a postura.
· Lazer: cuidados ao usar dispositivos como celulares ou consoles de jogos para evitar tensões.
O estudo do relacionamento entre homem e seu trabalho, equipamentos, ambiente e, particularmente, a aplicação dos conhecimentos de anatomia, fisiologia e psicologia na solução dos problemas que surgem deste relacionamento. (ERGONOMISC RESEARCH SOCIETY,1949 apud ERGONOMIA, [s.d].Em 1940, a ergonomia passa ser classificada como uma disciplina cientifica, mas não eram observados muitos avanços na área, pois a utilização dos equipamentos ainda não era bem compreendida. Com os avanços da Segunda Guerra Mundial, percebeu-se essa dificuldade de forma mais efetiva, estimulando a pesquisa na área, envolvendo questões sobre a interação de pessoas com equipamentos e ambiente. Em 1949, foi formada a primeira sociedade mundial de ergonomia, a Ergonômicos Ressarce Society.
 A ergonomia foi oficializada como uma disciplina cientifica após a Segunda Guerra Mundial e é resultado do trabalho de profissionais de diferentes áreas, tais como engenharia, psicologia e fisiologia, esta ciência vem sofrendo alterações com o tempo; anteriormente,a aplicação estava centrada no binômio homem máquina, atualmente, são avaliados sistemas mais complexos e abrangentes, que contam com a interação de diversos humanos, máquinas e o ambiente de trabalho das mais diferentes atividades.
A participação na ergonomia participar em buscar envolver os usuários na resolução dos problemas ergonômicos, pois estes apresentam a vivência e conhecimento prático, o que não pode ser realidade do projetista. As aplicações da ergonomia eram ligadas á indústria, ao setor militar e aerospacial, atualmente, no entanto, houve uma expansão da ergonomia para atividades de setor agrícolas, de serviços e do nosso dia a dia.
Na indústria, a ergonomia contribui para melhoria da eficiência, a qualidade e segurança das operações, isso acontece por meio de adaptação do trabalho ás capacidades e limitações do ser humano, avaliando as condições ambientais e adequando-as para que o ambiente seja confortável para a realização da atividade.
 
2. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
Neste artigo será desenvolvido uma pesquisa de campo qualitativa e descritiva, com aplicação de um questionário de autoavaliação do estresse, cujo contexto relaciona questões do cotidiano das pessoas, e suas respostas revelam o seu nível de estresse. 
	A população utilizada para esta pesquisa se trata de Servidores Públicos da Secretaria Municipal de Administração Pública, do município de Maximiliano de Almeida, situado no norte do Rio Grande do Sul. Com uma amostra de 15 participantes, com idade entre 22 a 50 anos, que responderão ao questionário de forma sincera e honesta.
	O questionário de autoavaliação do estresse está inserido na tabela 1, baseada no livro ERGONOMIA, do Professor Roger Valentim Abdala (A135e Abdala, Roger Valentim. Ergonomia. / Roger Valentim Abdala – São Paulo : Kwon Howe, 2013.)
Tabela 1 – Questionário de Autoavaliação do Estresse
	QUESTIONÁRIO
	AUTOAVALIAÇÃO DO ESTRESSE
	Nome:
	Idade:
	Data:
	 
	SIM
	NÃO
	1 - Você tem se sentido desconfortavelmente tenso ultimamente?
	
	
	2 - Você tem se envolvido em discussões frequentes com as pessoas próximas de você?
	
	
	3 - Sua vida social é muito insatisfatória?
	
	
	4 - Tem problemas para dormir?
	
	
	5 - Sente-se letárgico em relação á vida?
	
	
	6 - Muitas pessoas o aborrecem ou te irritam?
	
	
	7 - Tem desejos constantes por balas e doces?
	
	
	8 - Seu consumo de cigarros ou álcool é crescente?
	
	
	9 - Está se tornando viciado em refrigerantes ou café?
	
	
	10 - Tem dificuldades de se concentrar em seu trabalho?
	
	
	11 - Você constantemente pressiona os dentes?
	
	
	12 - Esquece frequentemente de pequenas coisas, como colocar uma carta no correio?
	
	
	13 - Esquece frequentemente de coisas importantes, como reuniões ou tarefas?
	
	
	14 - Tem ido muito ao banheiro?
	
	
	15 - As pessoas têm comentado, ultimamente, que você não parece bem (ou bom)?
	
	
	16 - Você se envolve em discussões verbais com outras pessoas frequentemente?
	
	
	17 - Envolveu-se em mais de uma luta física recentemente?
	
	
	18 - Tem sofrido com uma intensidade problemática de dores de cabeça provocadas por tensão?
	
	
	19 - Sente-se enjoado com muita frequência?
	
	
	20 - Sente-se desligado ou atordoado quase todos os dias?
	
	
	21 - Sente agitação no estômago repetidas vezes?
	
	
	22 - Está sempre com muita pressa?
	
	
	23 - Existem muitas coisas o aborrecendo?
	
	
	24 - Sente-se frequentemente cansado e exausto por nenhuma razão específica?
	
	
	25 - Tem dificuldade em se recuperar de resfriados ou outras infecções?
	
	
	 
	
	
	PONTUAÇÃO
	0 - 7 Respostas Sim - Você está experimentando uma intensidade normal do estresse.
	8 - 17 Respostas Sim - Seu nível de estresse parece alto, envolva-se em alguma atividade de administração do estresse
	18 - 25 Respostas Sim - Seu níve de estresse está alto demais. Discuta esse nível com um profissional da saúde mental ou com um médico da família.
Após a aplicação da autoavaliação, serão analisadas as respostas obtidas para a verificação do nível de estresse da amostra pesquisada, e será discutido sugestões de melhorias para a vivência saudável dos servidores no seu local de trabalho. 
3. CONSIDERAÇÕES FINAIS
 A necessidade de tornar os as pessoas cada vez mais competitivas colocou a frente a busca pela qualidade de vida no trabalho, pois os funcionários mais competitivos tornam-se mais produtivos e isto é o mundo globalizado precisa, conscientes de que o trabalho é fundamental para o ser humano, os programas de qualidades de vida no trabalho apelam para artifícios de torná-los mais participativos, utilizando competências e talentos. A ergonomia ajuda contribuir para a diminuição de afastamentos e de acidentes de trabalho ocorridos no interior da empresa. Com a diminuição de acidentes e afastamentos do trabalho, há uma redução de custos, como planos de saúde e atendimentos médicos.
A ergonomia no ambiente de trabalho pode ajudar a reduzir o estresse e a fadiga, e a melhorar a qualidade da vida dos trabalhadores. A ergonomia cognitiva ajuda reduzir os erros e aumentar a clareza das tarefas e melhorar a tomada de decisões. Podendo ajudar a reduzir o estresse físico e psicológico, promovendo um ambiente de trabalho positivo, e podendo ajudar a estimular pausas adequadas, e contribuindo para um melhor equilíbrio entre a vida profissional e pessoal.
A vida do trabalhador pode ser melhorada através de pequenas modificações na empresa e na política de pessoal, considerando as diferenças individuais que intervém nas atividades humanas no trabalho. As ações preventivas realizadas nas empresas, na área da ergonomia, são essenciais para prevenir doenças dos funcionários.
4. REFERÊNCIAS 
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ALBERTON,	Anete.	Uma	Metodologia	Para	Auxiliar No Gerenciamento De Riscos E Na Seleção De Alternativas De Investimentos Em Segurança. Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção. Mestrado. Ano de defesa 1996. UFSC. 
 ASSOCIATION FRANÇAISE DE NORMALI SATION – AFNOR. Ergonomie. 2 ed. Paris: 1.986. 211 p
ABRAHÃO, Júlia... [et al.]. INTRODUÇÃO À ERGONOMIA: da prática à teoria. – São 
Paulo: Blucher, 2009. 
A135e Abdala, Roger Valentim.. Ergonomia. / Roger Valentim Abdala – São Paulo : Know How, 2013.
GRANDJEAN, ETIENNE. Manual de ergonomia? Adaptando o trabalho ao homem. Porto alegre: Artes Médicas Sul Ltda. 4ͣª Edição, 1998, 338p.
GIL, A.C. Métodos e técnicas na pesquisa social, 5ª ed., São Paulo: Atlas,1999.
IIDA, ITIRO, Ergonomia: projeto e produção. São Paulo: Edgard Blücher Ltda., 2ª Edição revisada e ampliada, 200, 614p.
TELLES, L.D.et.Al. Qualidade de vida no trabalho( Monografia).UNISALESIANO,2005. Limongi, A. C. (1997). Stress e trabalho: Guia básico com abordagem 
psicossomatica. São Paulo: Atlas S.A.
 Shiguemoto, Ana Carolina Gigli S555e Ergonomia / Ana Carolina Gigli Shiguemoto. – Londrina : Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2019.
 216 p

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