Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

UNIVERSIDADE VIRTUAL DO ESTADO DE SÃO PAULO 
 
BACHARELADO EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Emerson dos Santos Deoclecio 
Registro acadêmico | 24101828 
 Ingresso na Univesp – 22/07/2023 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Qualificação Computacional: Habilidades Técnicas. 
 
 
 
 
São Paulo | SP 
2025 
 
 
 
 
 
 Emerson dos Santos Deoclecio 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Qualificação Computacional: Habilidades Técnicas. 
 
 
 
 
 
 
Trabalho técnico-científico apresentado como requisito 
parcial para a integralização do curso de Bacharelado 
em Tecnologia da Informação, mediante as Atividades 
Práticas Profissionais (APP) / Atividades 
Complementares, do eixo computação da 
Universidade Virtual do Estado de São Paulo 
(UNIVESP). 
 
 
 
 
 
 São Paulo | SP 
2025 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
AGRADECIMENTOS 
Meus sinceros agradecimentos aos Polos Vila Atlântica e Vila Rubi da 
Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp), bem como a própria 
UNIVERSIDADE, cujas estruturas e apoio são fundamentais para a realização 
do curso de Bacharelado em Tecnologia da Informação, do Eixo Computação. 
A contribuição desses polos, na pessoa de seus orientadores, estende-se não 
apenas no que diz respeito à logística, mas também ao ambiente de 
aprendizado que permite o aprofundamento dos conhecimentos técnicos 
necessários, obtidos para o desenvolvimento deste trabalho acadêmico e para 
avaliações regulares junto à universidade paulista, bem como orientações 
referentes à graduação de um modo geral e ao direcionamento na continuidade 
da carreira no âmbito computacional. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RESUMO 
Este documento compila certificações e formações extracurriculares relevantes para 
o Bacharelado em Tecnologia da Informação, do Eixo Computação, da Universidade 
Virtual do Estado de São Paulo (Univesp), visando expandir o conhecimento em 
áreas cruciais e fortalecer a empregabilidade. São abordadas formações em SAP, 
que gerencia processos empresariais; Power BI, para análise e visualização de 
dados; e Programação em Python, linguagem versátil para desenvolvimento, análise 
de dados e Inteligência Artificial. Adicionalmente, inclui a formação em Java EE, 
focada no desenvolvimento de aplicações corporativas robustas, e a certificação em 
Web 3.0, que explora a próxima evolução da internet com conceitos como 
descentralização, blockchain e IA. Em conjunto, essas atividades complementam a 
formação acadêmica, desenvolvendo habilidades valiosas para as demandas do 
setor tecnológico. 
 
Palavras-chave: 
Tecnologia da Informação; Desenvolvimento de Software; 
Inovação Tecnológica; Gestão de Sistemas; Análise de Dados; 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
LISTA DE FIGURAS 
Figura 1 - Certificado - Noções Básicas de SAP 8 
Figura 2 - Certificado - Power BI 10 
Figura 3 - Certificado - Programação de Python 12 
Figura 4 - Certificado - Java EE 14 
Figura 5 - Certificado - Web 3.0 16 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SUMÁRIO 
 
1 INTRODUÇÃO 7 
2 CERTIFICADO — NOÇÕES BÁSICAS DE SAP 8 
 2.1 Noções Básicas de Sistema SAP 8 
 2.1.1 Descrição do curso 8 
 2.1.2 Relevância do curso 9 
3 CERTIFICADO — POWER BI 10 
 3.1 Power BI 10 
 3.1.1 Descrição do curso 10 
 3.1.2 Relevância do curso 11 
4 CERTIFICADO — PROGRAMAÇÃO DE PYTHON 12 
 4.1 Programação de Python 12 
 4.1.1 Descrição do curso 12 
 4.1.2 Relevância do curso 13 
5 CERTIFICADO — JAVA EE 14 
 5.1 JAVA EE 14 
 5.1.1 Descrição e curso 14 
 5.1.2 Relevância do curso 15 
6 CERTIFICADO — WEB 3.0 16 
 6.1 WEB 3.0 16 
 6.1.1 Descrição do curso 16 
 6.1.2 Relevância do curso 17 
7 RESUMO DAS ATIVIDADES 18 
8 CONCLUSÃO 19 
9 REFERÊNCIAS 20 
 GLOSSÁRIO 21
7 
 
 
 
 
 
1. INTRODUÇÃO 
Em uma era dominada por dados e tecnologia, investir em conhecimento e aprimorar 
habilidades técnicas é crucial para o sucesso na carreira. Para o profissional de 
computação que visa se consolidar no mercado de trabalho, o domínio de 
ferramentas e conhecimentos tecnológicos é de fundamental importância e 
relevância. Setores-chave de TI (Tecnologia da Informação), como análise de dados, 
desenvolvimento de sistemas, automatização de processos e inovação, entre outros, 
são exemplos de áreas de conhecimento que credenciam às melhores 
oportunidades profissionais. Essa realidade se deve à alta demanda por pessoas 
com essa expertise, sendo a atualização constante um fator essencial para a 
empregabilidade em um cenário profissional em contínua evolução. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
8 
 
 
 
 
2 CERTIFICADO — NOÇÕES BÁSICAS DE SAP 
2.1 Noções Básicas de Sistema SAP 
Figura 1— Noções básicas de sistema SAP 
Fonte: UP Cursos, 2024. 
2.1.1 Descrição do curso 
O SAP (Systems, Applications & Products in Data Processing) é um dos softwares 
de gestão empresarial (ERP) mais utilizados no mundo, oferecendo uma solução 
integrada para gerenciar diversos aspectos de uma empresa, desde finanças e 
contabilidade até vendas, produção, recursos humanos e logística. Consiste em um 
sistema modular e abrangente que integra diversos processos de negócios, 
permitindo que as empresas gerenciemtodas as suas operações em um único 
sistema. O SAP centraliza os dados, garantindo que todos os departamentos tenham 
acesso às informações mais recentes e precisas, oferecendo ferramentas de 
relatórios e análises que permitem o acompanhamento do desempenho e a tomada 
de decisões com margem de erro reduzida. Ademais, o sistema automatiza tarefas 
repetitivas, liberando os funcionários para atividades mais estratégicas. 
 
 
9 
 
 
 
 
 
2.1.2 Relevância do curso 
O conteúdo do curso SAP se relaciona diretamente, complementando o conteúdo dos 
cursos certificados do Eixo de Computação da UNIVESP, especialmente os 
relacionados à área de Tecnologia da Informação (TI). O curso SAP é reconhecido 
como "Certificação Extracurricular", além de poder ser utilizado para cumprir parte das 
Atividades de Práticas Profissionais (APP) exigidas pela universidade paulista. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
10 
 
 
 
 
 
3 CERTIFICADO — POWER BI 
3.1 Power BI 
Figura 2 – Power BI 
Fonte: UP Cursos, 2024. 
3.1.1 Descrição do curso 
O Power BI é uma ferramenta de análise de dados e Business Intelligence (BI) da 
Microsoft, projetada para transformar dados brutos em insights acionáveis. Ele 
permite a conexão com diversas fontes de dados, incluindo Excel, SQL Server, 
bancos de dados em nuvem e APIs. A ferramenta possibilita a limpeza, 
transformação e modelagem de dados para análise, oferecendo recursos visuais 
como gráficos, tabelas, mapas e painéis interativos que facilitam a compreensão dos 
dados. Além disso, os relatórios e painéis desenvolvidos no Power BI podem ser 
facilmente compartilhados, promovendo a colaboração em projetos de análise de 
dados. 
 
 
 
11 
 
 
 
 
 
 
 
3.1.2 Relevância do curso 
A proficiência em Power BI representa um complemento valioso para os estudantes 
do Eixo de Computação da UNIVESP. Essa ferramenta enriquece a formação 
acadêmica ao consolidar os conhecimentos adquiridos na área, desenvolvendo 
habilidades práticas em análise de dados e BI essenciais para o mercado de 
trabalho. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
12 
 
 
 
 
4 CERTIFICADO — PROGRAMAÇÃO DE PYTHON 
4.1 Programação de Python 
Figura 3 — Programação de Python 
Fonte: UP Cursos, 2024. 
 
4.1.1 Descrição do Curso 
O curso Programação de Python oferece uma formação abrangente, partindo dos 
conceitos básicos da linguagem e avançando para tópicos como variáveis, 
expressões, estruturas de controle (condicionais e laços de repetição), funções, tipos 
de dados (listas, tuplas, dicionários), programação orientada a objetos e tratamento 
de erros. Python é uma linguagem de programação poderosa e versátil, amplamente 
aplicada em áreas como desenvolvimento web, análise de dados e inteligência 
artificial. 
 
 
 
 
13 
 
 
 
 
 
4.1.2 Relevância do curso 
A proficiência em Python é fundamental para profissionais que buscam carreira no 
eixo da computação. A linguagem é amplamente empregada no desenvolvimento de 
software (incluindo aplicações web, desktop e mobile), na análise de dados (com 
bibliotecas robustas como Pandas e NumPy para manipulação e análise), na 
automação de tarefas repetitivas (como envio de e-mails e organização de arquivos) 
e na inteligência artificial, sendo a linguagem predominante para o desenvolvimento 
de modelos de Machine Learning Deep Learning. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
14 
 
 
 
 
5 CERTIFICADO — JAVA EE 
5.1 Java EE (Enterprise Edition) 
Figura 4 — Java EE (Enterprise Edition) 
 
 
Fonte: UP Cursos, 2024. 
5.1.1 Descrição do Curso 
O curso de Programação Java EE (Enterprise Edition) foca no desenvolvimento de 
aplicações corporativas e web utilizando a plataforma Java. Os principais tópicos 
abordados incluem: uma introdução ao programa, contemplando os seus conceitos 
básicos e histórico; um detalhamento das APIs e serviços disponíveis, como JDBC, 
Servlets, JSP, JTA, EJB, entre outras; o desenvolvimento dinâmico de aplicações 
web utilizando Servlets e JSP; a criação de componentes modulares e arquiteturas 
multicamadas; a implementação de segurança e transações em aplicações Java EE; 
a persistência de dados por meio da JPA (Java Persistence API) para mapeamento 
objeto-relacional; a integração de serviços web utilizando JAX-RS e SOAP; e a 
utilização de frameworks e ferramentas populares como JSF, PrimeFaces e Apache 
CXF. 
 
15 
 
 
 
 
 
5.1.2 Relevância do curso 
A proficiência em Java EE (Enterprise Edition) é altamente relevante para os cursos 
do eixo de computação. Esta plataforma robusta para o desenvolvimento de 
aplicações empresariais e web se alinha diretamente aos objetivos de formação 
desses cursos. Fundamentos de Programação: Permite aos alunos aprenderem os 
princípios da programação orientada a objetos e utilização de APIs em contexto 
empresarial. Engenharia de Software: Proporciona a aplicação prática de 
engenharia de software no desenvolvimento de sistemas complexos. Segurança de 
Sistemas: Aborda a implementação de mecanismos de segurança, como 
autenticação e autorização, utilizando as ferramentas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
16 
 
 
 
 
6 CERTIFICADO — Web 3.0 
6.1 Apresentação do curso Web 3.0 
Figura 5 — Web 3.0 
 
Fonte: UP Cursos; 2024. 
6.1.1 Descrição do Curso 
A Web 3.0, também referida como " Web Semântica", é a próxima evolução da 
internet. Ela visa criar uma web mais inteligente e interconectada, onde dados são 
vinculados de uma forma que podem ser facilmente compreendidos e utilizados por 
máquinas. Isso envolve o uso de tecnologias como inteligência artificial, blockchain e 
redes descentralizadas para permitir experiências online mais personalizadas, 
eficientes e seguras. Os principais recursos da Web 3.0 incluem Descentralização, 
onde há mudança de servidores centralizados para uma rede distribuída; 
Interoperabilidade, onde diferentes sistemas e aplicativos podem trabalhar juntos 
perfeitamente; Compreensão Semântica, onde as máquinas podem entender e 
processar o significadodos dados, e não apenas os dados em si; Internet das 
Coisas (IoT), explorando o modo como dispositivos físicos estão conectados à 
internet e podem se comunicar entre si, compartilhando dados e informações. 
17 
 
 
 
 
 
 
 
6.1.2 Relevância do curso 
O conteúdo sobre Web 3.0 (Web Semântica, IA, Blockchain, redes descentralizadas, 
interoperabilidade e IoT) está totalmente alinhado ao contexto do eixo computação. 
Os cursos da Universidade paulista, como Engenharia de Computação e Ciência de 
Dados, abordam disciplinas e conceitos essenciais para compreender e atuar com a 
Web 3.0, tais como Inteligência Artificial, redes, bancos de dados, segurança da 
informação, criptografia e desenvolvimento de software. Esses tópicos formam a 
base de um currículo de computação moderno e são cruciais para as habilidades 
que um estudante da Univesp busca. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
18 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
7. Tabela — Resumo das atividades 
Nome do Certificado Carga horária (h) 
Noções básicas de sistema SAP 50 
Power BI 45 
Programação de Python 50 
Java EE 50 
Básico em Web 3.0 50 
Total 245 
Fonte: Elaborado pelo autor (2025). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
19 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
8. Conclusão 
O mercado de trabalho no setor de tecnologia está repleto de oportunidades para 
profissionais com a expertise dos cursos supracitados. Áreas promissoras do campo 
do saber, tanto quanto as atividades a serem realizadas como; Gestão de Sistemas 
Empresariais, Análise de dados e Business Intelligence (BI), Desenvolvimento de 
Software, Tecnologia da Informação; são cenários possíveis num mercado 
tecnológico globalizado e dinâmico que propicia uma variedade de alternativas, e em 
constante evolução. 
Desta forma ultimamos que a realização dos cursos SAP, Power BI, Programação 
em Python, Java EE (Enterprise Edition) e Web 3.0 proporciona um conhecimento 
abrangente e atualizado no universo da computação/tecnologia. É indubitável, e de 
suma importância os cursos referidos para o estudante no eixo computação. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
20 
 
 
 
 
 
9. REFERÊNCIAS 
ABNT.NBR 14724:2011–Informação e Documentação – Trabalhos Acadêmicos – 
Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2024. 
ABNT. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 14724: Informação e 
documentação. Trabalhos Acadêmicos – Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 
2024. 
STUDOCU. Plataforma de aprendizado, voltada ao compartilhamento de 
materiais online, de estudantes para estudantes. [2013]. Disponível em: 
https://www.studocu.com/pt-br. Acesso em: 22 jan. 2025. 
UNIVERSIDADE VIRTUAL DO ESTADO DE SÃO PAULO. Regras de certificações 
extracurriculares: eixo da computação. [maio 2022]. Disponível em: 
https://assets.univesp.br/documentos-graduacao/atividades-
praticas/regras/Regras_Certificacoes-Extracurriculares_Eixo-da-Computacao.pdf. 
Acesso em: 28 maio 2025. 
UP CURSOS. Básico em Web 3.0. [s.d.]. Disponível em: 
https://upcursosgratis.com.br/aluno/estudar/basico-em-web-3-0. Acesso em: 31 jan. 
2025. 
UP CURSOS. Noções básicas de sistema SAP. [s.d.]. Disponível em: 
https://upcursosgratis.com.br/aluno/estudar/nocoes-basicas-de-sistema-sap. Acesso 
em: 28 set. 2024. 
UP CURSOS. Power BI. [s.d.]. Disponível em: 
https://upcursosgratis.com.br/aluno/estudar/power-bi. Acesso em: 27 jan. 2025. 
UP CURSOS. Programação de Python. [s.d.]. Disponível em: 
https://upcursosgratis.com.br/aluno/estudar/programacao-de-python. Acesso em: 27 
jan. 2025. 
UP CURSOS. Programação em Java EE. [s.d.]. Disponível em: 
https://upcursosgratis.com.br/aluno/estudar/programacao-em-java-ee. Acesso em: 
28 jan. 2025. 
 
 
 
https://www.studocu.com/pt-br
https://assets.univesp.br/documentos-graduacao/atividades-praticas/regras/Regras_Certificacoes-Extracurriculares_Eixo-da-Computacao.pdf
https://assets.univesp.br/documentos-graduacao/atividades-praticas/regras/Regras_Certificacoes-Extracurriculares_Eixo-da-Computacao.pdf
https://upcursosgratis.com.br/aluno/estudar/basico-em-web-3-0
https://upcursosgratis.com.br/aluno/estudar/nocoes-basicas-de-sistema-sap
https://upcursosgratis.com.br/aluno/estudar/power-bi
https://upcursosgratis.com.br/aluno/estudar/programacao-de-python
https://upcursosgratis.com.br/aluno/estudar/programacao-em-java-ee
21 
 
 
 
 
GLOSSÁRIO 
API (Application Programming Interface): Conjunto de regras e protocolos que 
permitem a comunicação entre diferentes softwares. 
APP (Atividades de Práticas Profissionais): Atividades exigidas por algumas 
universidades, incluindo a UNIVESP, para complementar a formação acadêmica 
prática dos alunos. 
Automação: Uso de tecnologia para realizar tarefas com o mínimo de intervenção 
humana, aumentando a eficiência. 
BI (Business Intelligence): Conjunto de processos, tecnologias e ferramentas para 
coletar, analisar e apresentar dados de negócios de forma a apoiar a tomada de 
decisões estratégicas. 
Blockchain: Tecnologia de registro distribuído e descentralizado que garante a 
segurança e imutabilidade de transações e dados. 
Dashboards: Painéis visuais interativos que consolidam e apresentam métricas e 
dados importantes de forma clara para monitoramento e análise. 
Deep Learning: Subcampo do Machine Learning que utiliza redes neurais artificiais 
com múltiplas camadas para aprender representações de dados com vários níveis 
de abstração. 
Descentralização: Conceito que se refere à distribuição de controle e operações por 
uma rede, sem uma autoridade central, comum em tecnologias como blockchain. 
Eixo Computação: Termo que se refere à área ou departamento específico dentro 
da UNIVESP, focado em cursos e pesquisas relacionadas à computação. 
Empregabilidade: Capacidade de um indivíduo de obter e manter um emprego, ou 
de conseguir um novo, dependendo das suas habilidades e do mercado. 
ERP (Enterprise Resource Planning): Software de gestão empresarial que integra 
todos os departamentos e funções de uma empresa em um único sistema, como o 
SAP. 
Expertise: Conhecimento aprofundado ou habilidade especializada em uma 
determinada área. 
Inteligência Artificial (IA): Campo da ciência da computação focado no 
desenvolvimento de sistemas que podem realizar tarefas que normalmente exigiriam 
inteligência humana. 
22 
 
 
 
Interoperabilidade: Capacidade de diferentes sistemas, dispositivos ou aplicações 
de trabalharem juntos e trocarem informações de forma eficaz. 
IoT (Internet das Coisas): Rede de dispositivos físicos,veículos, eletrodomésticos e 
outros itens incorporados com sensores, software e outras tecnologias que lhes 
permitem se conectar e trocar dados pela internet. 
JPA (Java Persistence API): Especificação da plataforma Java EE para 
gerenciamento de dados relacionais em aplicações Java, facilitando o mapeamento 
objeto-relacional. 
Machine Learning: Subcampo da Inteligência Artificial que permite aos sistemas 
aprenderem com dados, identificar padrões e tomar decisões com intervenção 
humana mínima. 
Numpy: Biblioteca Python fundamental para computação numérica, amplamente 
utilizada para operações com arrays e matrizes. 
Pandas: Biblioteca Python para manipulação e análise de dados, oferecendo 
estruturas de dados e ferramentas para trabalhar com dados tabulares. 
Persistência de Dados: Capacidade de um sistema de armazenar dados de forma 
que eles sobrevivam à execução do programa ou à reinicialização do sistema. 
POO (Programação Orientada a Objetos): Paradigma de programação que 
organiza o design do software em torno de objetos e dados, em vez de funções e 
lógica. 
Power BI: Ferramenta de Business Intelligence da Microsoft para análise e 
visualização de dados. 
Python: Linguagem de programação de alto nível, interpretada e de propósito geral, 
amplamente utilizada em diversas áreas da computação. 
SAP (Systems, Applications & Products in Data Processing): Software de gestão 
empresarial (ERP) globalmente utilizado para integrar processos de negócios. 
Servlets: Componentes Java que estendem a capacidade de servidores web para 
gerar conteúdo dinâmico. 
SQL Server: Sistema de gerenciamento de banco de dados relacional desenvolvido 
pela Microsoft. 
 
 
23 
 
 
 
Apache Tomcat: Um contêiner web de código aberto, amplamente utilizado para 
hospedar Servlets e JSP. É um dos servidores de aplicação mais populares e leves 
para Java, ideal para projetos que não necessitam de um contêiner de aplicação 
completo. 
APIs RESTful: Serviços web modernos desenvolvidos seguindo o estilo arquitetural 
REST (Representational State Transfer). Permitem a comunicação eficiente e 
escalável entre diferentes sistemas, geralmente utilizando JSON (JavaScript Object 
Notation) ou XML para a troca de dados. 
Contêiner de Aplicação (ou Servidor de Aplicação): Um ambiente de execução 
que oferece uma gama completa de serviços para aplicações corporativas Java, 
como gerenciamento de transações, segurança, e suporte a tecnologias como EJB 
(Enterprise JavaBeans) e JMS (Java Message Service). Exemplos notáveis incluem 
WildFly, GlassFish e Payara Server. 
Contêiner Web: Um componente de um servidor de aplicação que se concentra na 
gestão do ciclo de vida de componentes web como Servlets e JSP. Ele processa 
requisições HTTP e gera respostas, sendo o coração de muitas aplicações web 
Java. 
Cross-Site Scripting (XSS): Uma vulnerabilidade de segurança comum em 
aplicações web que permite a invasores injetar scripts maliciosos (geralmente 
JavaScript) em páginas web. Isso pode levar ao roubo de sessões, manipulação de 
conteúdo ou redirecionamento para sites fraudulentos. 
EJB (Enterprise JavaBeans): Uma arquitetura de componentes de software para 
construir aplicações corporativas robustas e escaláveis em Java. Embora ainda 
presente, seu uso direto diminuiu em favor de frameworks mais leves como Spring, 
que oferecem soluções equivalentes com menor complexidade. 
Eclipse Jetty: Um contêiner web e servidor HTTP leve, frequentemente integrado 
em aplicações ou usado em ambientes de microsserviços. É uma alternativa flexível 
e performática ao Apache Tomcat. 
Framework: Um conjunto de bibliotecas, ferramentas e diretrizes que fornecem uma 
estrutura básica para o desenvolvimento de software. Frameworks como Spring e 
24 
 
 
 
Hibernate aceleram o processo, promovem boas práticas e reduzem o código 
boilerplate. 
GlassFish: Um contêiner de aplicação de código aberto, originalmente uma 
implementação de referência do Java EE e agora parte do Jakarta EE. Oferece 
suporte completo a diversas tecnologias corporativas Java. 
Gradle: Uma ferramenta de automação de projetos e gerenciamento de 
dependências moderna e flexível. Utiliza um DSL (Domain Specific Language) 
baseado em Groovy ou Kotlin para definir tarefas de construção, compilação, teste e 
implantação, sendo muito popular em projetos atuais. 
Hibernate: Um popular framework ORM (Object-Relational Mapping) para Java. Ele 
simplifica a persistência de objetos Java em bancos de dados relacionais, mapeando 
classes Java para tabelas de banco de dados, eliminando a necessidade de SQL 
manual em muitos casos. 
Jakarta EE (anteriormente Java EE): A especificação para a plataforma Java para 
desenvolvimento de aplicações corporativas. Após a transição da Oracle para a 
Eclipse Foundation, o Java EE foi renomeado para Jakarta EE, continuando a 
evoluir com foco em nuvem e microsserviços. 
JDBC (Java Database Connectivity): Uma API (Application Programming Interface) 
fundamental que permite a programas Java se conectarem e interagirem com 
bancos de dados relacionais. É a base para todas as operações de acesso a dados 
em Java. 
JMS (Java Message Service): Uma API que permite que aplicações Java criem, 
enviem, recebam e leiam mensagens. É essencial para sistemas distribuídos que 
precisam de comunicação assíncrona e desacoplada, muito usada em arquiteturas 
baseadas em microsserviços. 
JSON (JavaScript Object Notation): Um formato leve de intercâmbio de dados, 
fácil para humanos ler e escrever, e para máquinas analisar e gerar. Tornou-se o 
formato predominante para a troca de dados em APIs RESTful e na comunicação 
entre sistemas. 
25 
 
 
 
JSP (JavaServer Pages): Uma tecnologia que permite a criação de páginas web 
dinâmicas ao integrar código Java diretamente em páginas HTML. Embora ainda em 
uso, em novos projetos, é frequentemente substituída por frameworks de front-end 
(como React, Angular) combinados com APIs RESTful no backend. 
JTA (Java Transaction API): Uma API que especifica uma interface padrão para 
gerenciamento de transações distribuídas. Permite que aplicações Java realizem 
transações que abrangem múltiplos recursos (como vários bancos de dados ou 
sistemas de mensagens), garantindo a consistência dos dados. 
Maven: Uma ferramenta de construção e gerenciamento de projetos para Java. 
Baseada no conceito de Project Object Model (POM), padroniza o ciclo de vida de 
construção, gerencia dependências e automatiza relatórios, sendo ainda muito 
presente em projetos legados e novos. 
Microsserviços: Um estilo arquitetural de software onde uma aplicação é construída 
como uma coleção de pequenos serviços independentes, cada um executando seu 
próprio processo e se comunicando através de APIs bem definidas. Contraste com a 
arquitetura monolítica. 
ORM (Object-Relational Mapping): Uma técnica de programação que converte 
dados entre sistemas de tipos incompatíveis, ou seja, entre objetos em linguagens 
de programação orientadas a objetos (como Java) e registros em bancos de dados 
relacionais. Hibernate é um exemplo de framework ORM. 
Payara Server: Um contêiner de aplicação de código aberto, derivado do GlassFish, 
focado em ambientes de produção, nuvem e microsserviços.Oferece recursos 
adicionais e melhorias em relação ao GlassFish original. 
REST (Representational State Transfer): Um estilo arquitetural para sistemas 
distribuídos, amplamente adotado para projetar serviços web. Enfatiza a 
comunicação sem estado e a manipulação de recursos através de operações HTTP 
padrão (GET, POST, PUT, DELETE). 
Servlets: Classes Java que estendem as capacidades de servidores que hospedam 
aplicações web. São a base para o desenvolvimento de conteúdo web dinâmico em 
Java, processando requisições e gerando respostas. 
26 
 
 
 
SQL Injection: Uma vulnerabilidade de segurança perigosa onde um invasor insere 
código SQL malicioso em campos de entrada de uma aplicação. Isso pode levar ao 
acesso não autorizado, modificação ou exclusão de dados em um banco de dados. 
Spring Framework: Um dos frameworks Java mais abrangentes e populares, 
conhecido por sua Injeção de Dependência e Programação Orientada a Aspectos 
(AOP). Oferece módulos para desenvolvimento web (Spring MVC, Spring WebFlux), 
persistência de dados (Spring Data), segurança (Spring Security) e muito mais, 
sendo a escolha predominante para novas aplicações corporativas Java. 
Spring Boot: Um projeto do Spring Framework que simplifica drasticamente o 
desenvolvimento de aplicações Spring. Permite criar aplicações stand-alone e 
prontas para produção com configuração mínima, ideal para microsserviços e 
desenvolvimento rápido. 
SSL/TLS (Secure Sockets Layer/Transport Layer Security): Protocolos 
criptográficos essenciais que fornecem segurança para comunicações na internet. 
Garantem a privacidade (criptografia), a integridade (verificação de que os dados 
não foram alterados) e a autenticidade (verificação da identidade das partes) dos 
dados transmitidos. 
WildFly: Um contêiner de aplicação de código aberto, desenvolvido pela Red Hat. É 
um servidor de aplicações Java EE/Jakarta EE leve e de alto desempenho, com foco 
em modularidade e velocidade de inicialização.

Mais conteúdos dessa disciplina