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UNIVERSIDADE VIRTUAL DO ESTADO DE SÃO PAULO BACHARELADO EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Emerson dos Santos Deoclecio Registro acadêmico | 24101828 Ingresso na Univesp – 22/07/2023 Qualificação Computacional: Habilidades Técnicas. São Paulo | SP 2025 Emerson dos Santos Deoclecio Qualificação Computacional: Habilidades Técnicas. Trabalho técnico-científico apresentado como requisito parcial para a integralização do curso de Bacharelado em Tecnologia da Informação, mediante as Atividades Práticas Profissionais (APP) / Atividades Complementares, do eixo computação da Universidade Virtual do Estado de São Paulo (UNIVESP). São Paulo | SP 2025 AGRADECIMENTOS Meus sinceros agradecimentos aos Polos Vila Atlântica e Vila Rubi da Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp), bem como a própria UNIVERSIDADE, cujas estruturas e apoio são fundamentais para a realização do curso de Bacharelado em Tecnologia da Informação, do Eixo Computação. A contribuição desses polos, na pessoa de seus orientadores, estende-se não apenas no que diz respeito à logística, mas também ao ambiente de aprendizado que permite o aprofundamento dos conhecimentos técnicos necessários, obtidos para o desenvolvimento deste trabalho acadêmico e para avaliações regulares junto à universidade paulista, bem como orientações referentes à graduação de um modo geral e ao direcionamento na continuidade da carreira no âmbito computacional. RESUMO Este documento compila certificações e formações extracurriculares relevantes para o Bacharelado em Tecnologia da Informação, do Eixo Computação, da Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp), visando expandir o conhecimento em áreas cruciais e fortalecer a empregabilidade. São abordadas formações em SAP, que gerencia processos empresariais; Power BI, para análise e visualização de dados; e Programação em Python, linguagem versátil para desenvolvimento, análise de dados e Inteligência Artificial. Adicionalmente, inclui a formação em Java EE, focada no desenvolvimento de aplicações corporativas robustas, e a certificação em Web 3.0, que explora a próxima evolução da internet com conceitos como descentralização, blockchain e IA. Em conjunto, essas atividades complementam a formação acadêmica, desenvolvendo habilidades valiosas para as demandas do setor tecnológico. Palavras-chave: Tecnologia da Informação; Desenvolvimento de Software; Inovação Tecnológica; Gestão de Sistemas; Análise de Dados; LISTA DE FIGURAS Figura 1 - Certificado - Noções Básicas de SAP 8 Figura 2 - Certificado - Power BI 10 Figura 3 - Certificado - Programação de Python 12 Figura 4 - Certificado - Java EE 14 Figura 5 - Certificado - Web 3.0 16 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 7 2 CERTIFICADO — NOÇÕES BÁSICAS DE SAP 8 2.1 Noções Básicas de Sistema SAP 8 2.1.1 Descrição do curso 8 2.1.2 Relevância do curso 9 3 CERTIFICADO — POWER BI 10 3.1 Power BI 10 3.1.1 Descrição do curso 10 3.1.2 Relevância do curso 11 4 CERTIFICADO — PROGRAMAÇÃO DE PYTHON 12 4.1 Programação de Python 12 4.1.1 Descrição do curso 12 4.1.2 Relevância do curso 13 5 CERTIFICADO — JAVA EE 14 5.1 JAVA EE 14 5.1.1 Descrição e curso 14 5.1.2 Relevância do curso 15 6 CERTIFICADO — WEB 3.0 16 6.1 WEB 3.0 16 6.1.1 Descrição do curso 16 6.1.2 Relevância do curso 17 7 RESUMO DAS ATIVIDADES 18 8 CONCLUSÃO 19 9 REFERÊNCIAS 20 GLOSSÁRIO 21 7 1. INTRODUÇÃO Em uma era dominada por dados e tecnologia, investir em conhecimento e aprimorar habilidades técnicas é crucial para o sucesso na carreira. Para o profissional de computação que visa se consolidar no mercado de trabalho, o domínio de ferramentas e conhecimentos tecnológicos é de fundamental importância e relevância. Setores-chave de TI (Tecnologia da Informação), como análise de dados, desenvolvimento de sistemas, automatização de processos e inovação, entre outros, são exemplos de áreas de conhecimento que credenciam às melhores oportunidades profissionais. Essa realidade se deve à alta demanda por pessoas com essa expertise, sendo a atualização constante um fator essencial para a empregabilidade em um cenário profissional em contínua evolução. 8 2 CERTIFICADO — NOÇÕES BÁSICAS DE SAP 2.1 Noções Básicas de Sistema SAP Figura 1— Noções básicas de sistema SAP Fonte: UP Cursos, 2024. 2.1.1 Descrição do curso O SAP (Systems, Applications & Products in Data Processing) é um dos softwares de gestão empresarial (ERP) mais utilizados no mundo, oferecendo uma solução integrada para gerenciar diversos aspectos de uma empresa, desde finanças e contabilidade até vendas, produção, recursos humanos e logística. Consiste em um sistema modular e abrangente que integra diversos processos de negócios, permitindo que as empresas gerenciemtodas as suas operações em um único sistema. O SAP centraliza os dados, garantindo que todos os departamentos tenham acesso às informações mais recentes e precisas, oferecendo ferramentas de relatórios e análises que permitem o acompanhamento do desempenho e a tomada de decisões com margem de erro reduzida. Ademais, o sistema automatiza tarefas repetitivas, liberando os funcionários para atividades mais estratégicas. 9 2.1.2 Relevância do curso O conteúdo do curso SAP se relaciona diretamente, complementando o conteúdo dos cursos certificados do Eixo de Computação da UNIVESP, especialmente os relacionados à área de Tecnologia da Informação (TI). O curso SAP é reconhecido como "Certificação Extracurricular", além de poder ser utilizado para cumprir parte das Atividades de Práticas Profissionais (APP) exigidas pela universidade paulista. 10 3 CERTIFICADO — POWER BI 3.1 Power BI Figura 2 – Power BI Fonte: UP Cursos, 2024. 3.1.1 Descrição do curso O Power BI é uma ferramenta de análise de dados e Business Intelligence (BI) da Microsoft, projetada para transformar dados brutos em insights acionáveis. Ele permite a conexão com diversas fontes de dados, incluindo Excel, SQL Server, bancos de dados em nuvem e APIs. A ferramenta possibilita a limpeza, transformação e modelagem de dados para análise, oferecendo recursos visuais como gráficos, tabelas, mapas e painéis interativos que facilitam a compreensão dos dados. Além disso, os relatórios e painéis desenvolvidos no Power BI podem ser facilmente compartilhados, promovendo a colaboração em projetos de análise de dados. 11 3.1.2 Relevância do curso A proficiência em Power BI representa um complemento valioso para os estudantes do Eixo de Computação da UNIVESP. Essa ferramenta enriquece a formação acadêmica ao consolidar os conhecimentos adquiridos na área, desenvolvendo habilidades práticas em análise de dados e BI essenciais para o mercado de trabalho. 12 4 CERTIFICADO — PROGRAMAÇÃO DE PYTHON 4.1 Programação de Python Figura 3 — Programação de Python Fonte: UP Cursos, 2024. 4.1.1 Descrição do Curso O curso Programação de Python oferece uma formação abrangente, partindo dos conceitos básicos da linguagem e avançando para tópicos como variáveis, expressões, estruturas de controle (condicionais e laços de repetição), funções, tipos de dados (listas, tuplas, dicionários), programação orientada a objetos e tratamento de erros. Python é uma linguagem de programação poderosa e versátil, amplamente aplicada em áreas como desenvolvimento web, análise de dados e inteligência artificial. 13 4.1.2 Relevância do curso A proficiência em Python é fundamental para profissionais que buscam carreira no eixo da computação. A linguagem é amplamente empregada no desenvolvimento de software (incluindo aplicações web, desktop e mobile), na análise de dados (com bibliotecas robustas como Pandas e NumPy para manipulação e análise), na automação de tarefas repetitivas (como envio de e-mails e organização de arquivos) e na inteligência artificial, sendo a linguagem predominante para o desenvolvimento de modelos de Machine Learning Deep Learning. 14 5 CERTIFICADO — JAVA EE 5.1 Java EE (Enterprise Edition) Figura 4 — Java EE (Enterprise Edition) Fonte: UP Cursos, 2024. 5.1.1 Descrição do Curso O curso de Programação Java EE (Enterprise Edition) foca no desenvolvimento de aplicações corporativas e web utilizando a plataforma Java. Os principais tópicos abordados incluem: uma introdução ao programa, contemplando os seus conceitos básicos e histórico; um detalhamento das APIs e serviços disponíveis, como JDBC, Servlets, JSP, JTA, EJB, entre outras; o desenvolvimento dinâmico de aplicações web utilizando Servlets e JSP; a criação de componentes modulares e arquiteturas multicamadas; a implementação de segurança e transações em aplicações Java EE; a persistência de dados por meio da JPA (Java Persistence API) para mapeamento objeto-relacional; a integração de serviços web utilizando JAX-RS e SOAP; e a utilização de frameworks e ferramentas populares como JSF, PrimeFaces e Apache CXF. 15 5.1.2 Relevância do curso A proficiência em Java EE (Enterprise Edition) é altamente relevante para os cursos do eixo de computação. Esta plataforma robusta para o desenvolvimento de aplicações empresariais e web se alinha diretamente aos objetivos de formação desses cursos. Fundamentos de Programação: Permite aos alunos aprenderem os princípios da programação orientada a objetos e utilização de APIs em contexto empresarial. Engenharia de Software: Proporciona a aplicação prática de engenharia de software no desenvolvimento de sistemas complexos. Segurança de Sistemas: Aborda a implementação de mecanismos de segurança, como autenticação e autorização, utilizando as ferramentas. 16 6 CERTIFICADO — Web 3.0 6.1 Apresentação do curso Web 3.0 Figura 5 — Web 3.0 Fonte: UP Cursos; 2024. 6.1.1 Descrição do Curso A Web 3.0, também referida como " Web Semântica", é a próxima evolução da internet. Ela visa criar uma web mais inteligente e interconectada, onde dados são vinculados de uma forma que podem ser facilmente compreendidos e utilizados por máquinas. Isso envolve o uso de tecnologias como inteligência artificial, blockchain e redes descentralizadas para permitir experiências online mais personalizadas, eficientes e seguras. Os principais recursos da Web 3.0 incluem Descentralização, onde há mudança de servidores centralizados para uma rede distribuída; Interoperabilidade, onde diferentes sistemas e aplicativos podem trabalhar juntos perfeitamente; Compreensão Semântica, onde as máquinas podem entender e processar o significadodos dados, e não apenas os dados em si; Internet das Coisas (IoT), explorando o modo como dispositivos físicos estão conectados à internet e podem se comunicar entre si, compartilhando dados e informações. 17 6.1.2 Relevância do curso O conteúdo sobre Web 3.0 (Web Semântica, IA, Blockchain, redes descentralizadas, interoperabilidade e IoT) está totalmente alinhado ao contexto do eixo computação. Os cursos da Universidade paulista, como Engenharia de Computação e Ciência de Dados, abordam disciplinas e conceitos essenciais para compreender e atuar com a Web 3.0, tais como Inteligência Artificial, redes, bancos de dados, segurança da informação, criptografia e desenvolvimento de software. Esses tópicos formam a base de um currículo de computação moderno e são cruciais para as habilidades que um estudante da Univesp busca. 18 7. Tabela — Resumo das atividades Nome do Certificado Carga horária (h) Noções básicas de sistema SAP 50 Power BI 45 Programação de Python 50 Java EE 50 Básico em Web 3.0 50 Total 245 Fonte: Elaborado pelo autor (2025). 19 8. Conclusão O mercado de trabalho no setor de tecnologia está repleto de oportunidades para profissionais com a expertise dos cursos supracitados. Áreas promissoras do campo do saber, tanto quanto as atividades a serem realizadas como; Gestão de Sistemas Empresariais, Análise de dados e Business Intelligence (BI), Desenvolvimento de Software, Tecnologia da Informação; são cenários possíveis num mercado tecnológico globalizado e dinâmico que propicia uma variedade de alternativas, e em constante evolução. Desta forma ultimamos que a realização dos cursos SAP, Power BI, Programação em Python, Java EE (Enterprise Edition) e Web 3.0 proporciona um conhecimento abrangente e atualizado no universo da computação/tecnologia. É indubitável, e de suma importância os cursos referidos para o estudante no eixo computação. 20 9. REFERÊNCIAS ABNT.NBR 14724:2011–Informação e Documentação – Trabalhos Acadêmicos – Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2024. ABNT. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 14724: Informação e documentação. Trabalhos Acadêmicos – Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2024. STUDOCU. Plataforma de aprendizado, voltada ao compartilhamento de materiais online, de estudantes para estudantes. [2013]. Disponível em: https://www.studocu.com/pt-br. Acesso em: 22 jan. 2025. UNIVERSIDADE VIRTUAL DO ESTADO DE SÃO PAULO. Regras de certificações extracurriculares: eixo da computação. [maio 2022]. Disponível em: https://assets.univesp.br/documentos-graduacao/atividades- praticas/regras/Regras_Certificacoes-Extracurriculares_Eixo-da-Computacao.pdf. Acesso em: 28 maio 2025. UP CURSOS. Básico em Web 3.0. [s.d.]. Disponível em: https://upcursosgratis.com.br/aluno/estudar/basico-em-web-3-0. Acesso em: 31 jan. 2025. UP CURSOS. Noções básicas de sistema SAP. [s.d.]. Disponível em: https://upcursosgratis.com.br/aluno/estudar/nocoes-basicas-de-sistema-sap. Acesso em: 28 set. 2024. UP CURSOS. Power BI. [s.d.]. Disponível em: https://upcursosgratis.com.br/aluno/estudar/power-bi. Acesso em: 27 jan. 2025. UP CURSOS. Programação de Python. [s.d.]. Disponível em: https://upcursosgratis.com.br/aluno/estudar/programacao-de-python. Acesso em: 27 jan. 2025. UP CURSOS. Programação em Java EE. [s.d.]. Disponível em: https://upcursosgratis.com.br/aluno/estudar/programacao-em-java-ee. Acesso em: 28 jan. 2025. https://www.studocu.com/pt-br https://assets.univesp.br/documentos-graduacao/atividades-praticas/regras/Regras_Certificacoes-Extracurriculares_Eixo-da-Computacao.pdf https://assets.univesp.br/documentos-graduacao/atividades-praticas/regras/Regras_Certificacoes-Extracurriculares_Eixo-da-Computacao.pdf https://upcursosgratis.com.br/aluno/estudar/basico-em-web-3-0 https://upcursosgratis.com.br/aluno/estudar/nocoes-basicas-de-sistema-sap https://upcursosgratis.com.br/aluno/estudar/power-bi https://upcursosgratis.com.br/aluno/estudar/programacao-de-python https://upcursosgratis.com.br/aluno/estudar/programacao-em-java-ee 21 GLOSSÁRIO API (Application Programming Interface): Conjunto de regras e protocolos que permitem a comunicação entre diferentes softwares. APP (Atividades de Práticas Profissionais): Atividades exigidas por algumas universidades, incluindo a UNIVESP, para complementar a formação acadêmica prática dos alunos. Automação: Uso de tecnologia para realizar tarefas com o mínimo de intervenção humana, aumentando a eficiência. BI (Business Intelligence): Conjunto de processos, tecnologias e ferramentas para coletar, analisar e apresentar dados de negócios de forma a apoiar a tomada de decisões estratégicas. Blockchain: Tecnologia de registro distribuído e descentralizado que garante a segurança e imutabilidade de transações e dados. Dashboards: Painéis visuais interativos que consolidam e apresentam métricas e dados importantes de forma clara para monitoramento e análise. Deep Learning: Subcampo do Machine Learning que utiliza redes neurais artificiais com múltiplas camadas para aprender representações de dados com vários níveis de abstração. Descentralização: Conceito que se refere à distribuição de controle e operações por uma rede, sem uma autoridade central, comum em tecnologias como blockchain. Eixo Computação: Termo que se refere à área ou departamento específico dentro da UNIVESP, focado em cursos e pesquisas relacionadas à computação. Empregabilidade: Capacidade de um indivíduo de obter e manter um emprego, ou de conseguir um novo, dependendo das suas habilidades e do mercado. ERP (Enterprise Resource Planning): Software de gestão empresarial que integra todos os departamentos e funções de uma empresa em um único sistema, como o SAP. Expertise: Conhecimento aprofundado ou habilidade especializada em uma determinada área. Inteligência Artificial (IA): Campo da ciência da computação focado no desenvolvimento de sistemas que podem realizar tarefas que normalmente exigiriam inteligência humana. 22 Interoperabilidade: Capacidade de diferentes sistemas, dispositivos ou aplicações de trabalharem juntos e trocarem informações de forma eficaz. IoT (Internet das Coisas): Rede de dispositivos físicos,veículos, eletrodomésticos e outros itens incorporados com sensores, software e outras tecnologias que lhes permitem se conectar e trocar dados pela internet. JPA (Java Persistence API): Especificação da plataforma Java EE para gerenciamento de dados relacionais em aplicações Java, facilitando o mapeamento objeto-relacional. Machine Learning: Subcampo da Inteligência Artificial que permite aos sistemas aprenderem com dados, identificar padrões e tomar decisões com intervenção humana mínima. Numpy: Biblioteca Python fundamental para computação numérica, amplamente utilizada para operações com arrays e matrizes. Pandas: Biblioteca Python para manipulação e análise de dados, oferecendo estruturas de dados e ferramentas para trabalhar com dados tabulares. Persistência de Dados: Capacidade de um sistema de armazenar dados de forma que eles sobrevivam à execução do programa ou à reinicialização do sistema. POO (Programação Orientada a Objetos): Paradigma de programação que organiza o design do software em torno de objetos e dados, em vez de funções e lógica. Power BI: Ferramenta de Business Intelligence da Microsoft para análise e visualização de dados. Python: Linguagem de programação de alto nível, interpretada e de propósito geral, amplamente utilizada em diversas áreas da computação. SAP (Systems, Applications & Products in Data Processing): Software de gestão empresarial (ERP) globalmente utilizado para integrar processos de negócios. Servlets: Componentes Java que estendem a capacidade de servidores web para gerar conteúdo dinâmico. SQL Server: Sistema de gerenciamento de banco de dados relacional desenvolvido pela Microsoft. 23 Apache Tomcat: Um contêiner web de código aberto, amplamente utilizado para hospedar Servlets e JSP. É um dos servidores de aplicação mais populares e leves para Java, ideal para projetos que não necessitam de um contêiner de aplicação completo. APIs RESTful: Serviços web modernos desenvolvidos seguindo o estilo arquitetural REST (Representational State Transfer). Permitem a comunicação eficiente e escalável entre diferentes sistemas, geralmente utilizando JSON (JavaScript Object Notation) ou XML para a troca de dados. Contêiner de Aplicação (ou Servidor de Aplicação): Um ambiente de execução que oferece uma gama completa de serviços para aplicações corporativas Java, como gerenciamento de transações, segurança, e suporte a tecnologias como EJB (Enterprise JavaBeans) e JMS (Java Message Service). Exemplos notáveis incluem WildFly, GlassFish e Payara Server. Contêiner Web: Um componente de um servidor de aplicação que se concentra na gestão do ciclo de vida de componentes web como Servlets e JSP. Ele processa requisições HTTP e gera respostas, sendo o coração de muitas aplicações web Java. Cross-Site Scripting (XSS): Uma vulnerabilidade de segurança comum em aplicações web que permite a invasores injetar scripts maliciosos (geralmente JavaScript) em páginas web. Isso pode levar ao roubo de sessões, manipulação de conteúdo ou redirecionamento para sites fraudulentos. EJB (Enterprise JavaBeans): Uma arquitetura de componentes de software para construir aplicações corporativas robustas e escaláveis em Java. Embora ainda presente, seu uso direto diminuiu em favor de frameworks mais leves como Spring, que oferecem soluções equivalentes com menor complexidade. Eclipse Jetty: Um contêiner web e servidor HTTP leve, frequentemente integrado em aplicações ou usado em ambientes de microsserviços. É uma alternativa flexível e performática ao Apache Tomcat. Framework: Um conjunto de bibliotecas, ferramentas e diretrizes que fornecem uma estrutura básica para o desenvolvimento de software. Frameworks como Spring e 24 Hibernate aceleram o processo, promovem boas práticas e reduzem o código boilerplate. GlassFish: Um contêiner de aplicação de código aberto, originalmente uma implementação de referência do Java EE e agora parte do Jakarta EE. Oferece suporte completo a diversas tecnologias corporativas Java. Gradle: Uma ferramenta de automação de projetos e gerenciamento de dependências moderna e flexível. Utiliza um DSL (Domain Specific Language) baseado em Groovy ou Kotlin para definir tarefas de construção, compilação, teste e implantação, sendo muito popular em projetos atuais. Hibernate: Um popular framework ORM (Object-Relational Mapping) para Java. Ele simplifica a persistência de objetos Java em bancos de dados relacionais, mapeando classes Java para tabelas de banco de dados, eliminando a necessidade de SQL manual em muitos casos. Jakarta EE (anteriormente Java EE): A especificação para a plataforma Java para desenvolvimento de aplicações corporativas. Após a transição da Oracle para a Eclipse Foundation, o Java EE foi renomeado para Jakarta EE, continuando a evoluir com foco em nuvem e microsserviços. JDBC (Java Database Connectivity): Uma API (Application Programming Interface) fundamental que permite a programas Java se conectarem e interagirem com bancos de dados relacionais. É a base para todas as operações de acesso a dados em Java. JMS (Java Message Service): Uma API que permite que aplicações Java criem, enviem, recebam e leiam mensagens. É essencial para sistemas distribuídos que precisam de comunicação assíncrona e desacoplada, muito usada em arquiteturas baseadas em microsserviços. JSON (JavaScript Object Notation): Um formato leve de intercâmbio de dados, fácil para humanos ler e escrever, e para máquinas analisar e gerar. Tornou-se o formato predominante para a troca de dados em APIs RESTful e na comunicação entre sistemas. 25 JSP (JavaServer Pages): Uma tecnologia que permite a criação de páginas web dinâmicas ao integrar código Java diretamente em páginas HTML. Embora ainda em uso, em novos projetos, é frequentemente substituída por frameworks de front-end (como React, Angular) combinados com APIs RESTful no backend. JTA (Java Transaction API): Uma API que especifica uma interface padrão para gerenciamento de transações distribuídas. Permite que aplicações Java realizem transações que abrangem múltiplos recursos (como vários bancos de dados ou sistemas de mensagens), garantindo a consistência dos dados. Maven: Uma ferramenta de construção e gerenciamento de projetos para Java. Baseada no conceito de Project Object Model (POM), padroniza o ciclo de vida de construção, gerencia dependências e automatiza relatórios, sendo ainda muito presente em projetos legados e novos. Microsserviços: Um estilo arquitetural de software onde uma aplicação é construída como uma coleção de pequenos serviços independentes, cada um executando seu próprio processo e se comunicando através de APIs bem definidas. Contraste com a arquitetura monolítica. ORM (Object-Relational Mapping): Uma técnica de programação que converte dados entre sistemas de tipos incompatíveis, ou seja, entre objetos em linguagens de programação orientadas a objetos (como Java) e registros em bancos de dados relacionais. Hibernate é um exemplo de framework ORM. Payara Server: Um contêiner de aplicação de código aberto, derivado do GlassFish, focado em ambientes de produção, nuvem e microsserviços.Oferece recursos adicionais e melhorias em relação ao GlassFish original. REST (Representational State Transfer): Um estilo arquitetural para sistemas distribuídos, amplamente adotado para projetar serviços web. Enfatiza a comunicação sem estado e a manipulação de recursos através de operações HTTP padrão (GET, POST, PUT, DELETE). Servlets: Classes Java que estendem as capacidades de servidores que hospedam aplicações web. São a base para o desenvolvimento de conteúdo web dinâmico em Java, processando requisições e gerando respostas. 26 SQL Injection: Uma vulnerabilidade de segurança perigosa onde um invasor insere código SQL malicioso em campos de entrada de uma aplicação. Isso pode levar ao acesso não autorizado, modificação ou exclusão de dados em um banco de dados. Spring Framework: Um dos frameworks Java mais abrangentes e populares, conhecido por sua Injeção de Dependência e Programação Orientada a Aspectos (AOP). Oferece módulos para desenvolvimento web (Spring MVC, Spring WebFlux), persistência de dados (Spring Data), segurança (Spring Security) e muito mais, sendo a escolha predominante para novas aplicações corporativas Java. Spring Boot: Um projeto do Spring Framework que simplifica drasticamente o desenvolvimento de aplicações Spring. Permite criar aplicações stand-alone e prontas para produção com configuração mínima, ideal para microsserviços e desenvolvimento rápido. SSL/TLS (Secure Sockets Layer/Transport Layer Security): Protocolos criptográficos essenciais que fornecem segurança para comunicações na internet. Garantem a privacidade (criptografia), a integridade (verificação de que os dados não foram alterados) e a autenticidade (verificação da identidade das partes) dos dados transmitidos. WildFly: Um contêiner de aplicação de código aberto, desenvolvido pela Red Hat. É um servidor de aplicações Java EE/Jakarta EE leve e de alto desempenho, com foco em modularidade e velocidade de inicialização.