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EPIDEMIOLOGIA
FATORES	DE	RISCO
FISIOPATOGENIA
Ainda	é	tema	de	discussão	e
apresenta	diversas	teorias
baseadas	em	estudos	clínicos
e	experimentais
Teoria	de	Sampson:
durante	a	menstruação,
células	endometriais	são
transportadas	para	fora
da	cavidade	uterina	e
posteriormente	se
implantam	em	locais
ectópicos
Teoria	da	metaplasia	celômica:
diferenciação	metaplásica	de
tecidos	normais	em	lesões	de
endometriose
MACROSCOPIA
MICROSCOPIA
Há	a	presença	de	glândulas
endometriais,	estroma	e,
ocasionalmente,	células	
musculares	lisas
ENDOMETRIOSE
1.	EPIDEMIOLOGIA
1.1.	Atinge	cerca	de	6	milhões	de	brasileiras
1.2.	15%	das	mulheres	entre	15	e	45	anos	apresentam	essa	doença	no	Brasil
1.3.	Mulheres	com	endometriose	tem	20x	mais	chances	de	serem	inférteis
1.4.	70%	das	mulheres	com	histórico	de	infertilidade	apresentam	endometriose
2.	MACROSCOPIA
2.1.	A	aparência	macroscópica	das	lesões	pode	variar	de	acordo	com	o	período	do	ciclo	menstrual
da	mulher
2.2.	Podem	ser	chamadas	de	"lesões	achocolatadas"-	focos	puntiformes	de	vermelho,	azul	ou
marrom	purpúreo	que	medem	>	5	mm
2.3.	Com	o	passar	do	tempo	e	da	progressão	da	doença,	pode	haver	aumento	do	número	e
tamanho	das	lesões,	além	do	desenvolvimento	de	processos	de	aderência	e	fibrose
3.	MICROSCOPIA
3.1.	Há	a	presença	de	glândulas	endometriais,	estroma	e,	ocasionalmente,	células	musculares
lisas
3.2.	Os	focos	de	endometriose	possuem	receptores	de	progesterona	e	estrogênio	e	também
respondem	a	variações	hormonais
4.	Verônica	Simioni	Crisci	RA	1820100298
5.	SINAIS	E	SINTOMAS
5.1.	Dismenorreia
5.2.	Dor	pélvica	crônica
5.3.	Dispareunia	de	profundidade
5.4.	Alterações	intestinais	cíclicas
5.5.	Alterações	urinárias	cíclicas
5.6.	Infertilidade
6.	FATORES	DE	RISCO
6.1.	Parentes	de	1º	grau	com	histórico	da	doença
6.2.	Menarca	precoce
6.3.	Menopausa	tardia
6.4.	Nuliparidade
6.5.	Menstruação	intensa	e	prolongada
7.	FISIOPATOGENIA
7.1.	Ainda	é	tema	de	discussão	e	apresenta	diversas	teorias	baseadas	em	estudos	clínicos	e
experimentais
7.2.	Teoria	de	Sampson:	durante	a	menstruação,	células	endometriais	são	transportadas	para	fora
da	cavidade	uterina	e	posteriormente	se	implantam	em	locais	ectópicos
7.3.	Teoria	da	metaplasia	celômica:	diferenciação	metaplásica	de	tecidos	normais	em	lesões	de
endometriose
7.4.	Teoria	genética:	predisposição	genética	aliada	a	alterações	no	ambiente	peritoneal	poderiam
originar	as	lesões