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ESCOLA DE COMUNICAÇÃO, ARTES, DESIGNER, EDUCAÇÃO E MODA CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA PROJETO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO lII MANAUS 2019/1 REBECA CABRAL ROSAS Projeto de Estágio Supervisionado apresentado ao Curso de Pedagogia do Centro Universitário do Norte - UNINORTE Laureate como requisito de obter nota para N2 da disciplina Estágio Supervisionado IIl das observações, identificações vivências, regências e conclusões pedagógicas. Orientador: Professor Alex Sandro de França MANAUS 2019/1 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO 5 1. IDENTIFICAÇÃO DA ESCOLA 8 2. HISTÓRICO DA ESCOLA 9 3. MARCO REFERENCIAL 10 3.1.MARCO SITUACIONAL 10 3.2.MARCO FILOSÓFICO 13 3.3.MARCO OPERATIVO 18 3.3.1 Dimensão Pedagógica 20 3.3.2 Dimensão Administrativa 33 3.3.3 Dimensão Financeira 34 3.3.4 Dimensão Comunitária 35 4. OBJETIVOS 35 4.1.GERAIS 35 4.2. ESPECÍFICOS 35 5. JUSTIFICATIVA 36 6. DIAGNÓSTICO 37 6.1 GESTÃO PEDAGÓGICA 37 6.1.1 PONTOS FORTES 37 6.1.2 PONTOS FRACOS 38 6.2 GESTÃO PARTICIPATIVA 39 6.3 GESTÃO DE PESSOAS 40 6.4 GESTÃO DE RESULTADOS EDUCACIONAIS 41 6.5 GESTÃO DE SERVIÇOS E RECURSOS 47 7. PROGRAMAÇÃO 48 8. MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO PROFESSOR OBSERVADO 53 9. TURMA OBSERVADA 54 APRESENTAÇÃO O presente Projeto tem como objetivo explanar atividades desenvolvidas e realizadas no campo do Estágio Supervisionado lII, No tocante a esta etapa que configurou nosso processo de práticas em sala de aula no ensino da Modalidade EJA (Educação de Jovens e Adultos), período, onde houve a oportunidade de refletir a relação entre teoria e prática, sendo o principal objetivo observar a vivência dos alunos no ambiente escolar e também na medida do possível auxiliar o professor Mário Vander durante esse período de estágio. Este Projeto de investigação e aplicabilidade de conteúdos tem por objetivo central analisar a relação entre teórica e prática presente no Estágio Supervisionado lll do curso de Licenciatura em Pedagogia e o significado atribuído a esse componente curricular desenvolvido no curso de formação inicial, pelos discentes e pedagogos que hoje atuam no ensino para Jovens e Adultos em algumas escolas públicas da cidade, buscam possíveis relações entre as experiências vividas no estágio e a prática pedagógica atual desses profissionais. Durante esse período de 15 (quinze) dias de vivencia e praticas no contexto escolar, a a estagiária Rebeca Cabral Rosas auxiliou o professor regente Mário Vander nas disciplinas decorrentes, porem o projeto é voltado para a disciplina de Língua Portuguesa, leitura e produção textual. Valiosa oportunista, a produção de texto nos dias atuais é a chave para que gera conhecimento e profissão aos indivíduos, de imersão no campo profissional favorecendo a construção de uma praxis educativa. Neste sentido, seria insuficiente propor um projeto de estágio curricular que se ancorasse apenas na determinação legal não levando em consideração as bases necessárias para o desenvolvimento de uma ação educativa que se constrói num processo amplo de aprendizagem de conhecimentos teórico metodológicos, de saberes pedagógico mais amplo e que envolve a valorização e reconhecimento indenitário e profissional dos professores. Nesta perspectiva de formação em que os conhecimentos teóricos e críticos sobre a realidade ganham valor à medida que permitem ao professor ampliar a consciência sobre a sua atuação educacional e transformá-la. 1. Identificação DA ESCOLA Nome da escola: Escola Municipal Ambientalista Chico Mendes. Zona: Rural Rodoviária. Nome da Gestora: Eliesia de Paula Rodrigues. Endereço da escola: AV. dos Guaranás, 1181 - Rodovia AM 010 – Km19 – Comunidade 23 de setembro. Telefone da escola: 99142-8361. E-mail: escola.23setembro@pmm.am.gov.br Estado: Amazonas Município: Manaus Localização: área rural rodoviária Situação Jurídica da Escola: PMM com Ato de Criação Lei 1.229/08. Situação do prédio da escola: Próprio. Nível e modalidade de ensino que a escola atende: Ensino Fundamental - 1º ao 5º ano. Distribuição dos alunos por turno e turma TURNO ANO/PROGRAMA TURMA QUANTIDADE DE ALUNOS MAT SE LIGA U 15 1º ANO U 31 2º ANO A 23 2º ANO B 16 3º ANO A 30 5º ANO A 22 VESP ACELERA U 14 2º ANO C 25 2º ANO D 26 3º ANO B 35 4º ANO U 31 5º ANO B 20 TOTAL 12 TURMAS 288 ALUNOS 2. HISTÓRICO DA ESCOLA A Escola Municipal Ambientalista Chico Mendes, está situada à Avenida dos Guaranás, 1.181, na comunidade 23 de setembro, acesso pela Rodovia BR174, Km3 e AM010 Km19, zona rural da cidade de Manaus. O terreno onde está construída a escola foi doado pelo senhor Cláudio Rogério Thiago Paiva, na época, presidente da comunidade e demais moradores. Iniciou suas atividades em 27 de julho de 2005 na gestão do professor José Alves Costa Filho, como anexo da Escola Municipal Lago e Silva com o nome de Escola Municipal 23 de Setembro-Anexo. Em 02 de abril de 2008 obteve seu Ato de Criação pela Lei nº. 1.229/08, foi também neste ano que a escola conquistou o Conselho Escolar garantindo com isso alguns benefícios e uma integração significativa entre escola e comunidade. O atual nome da escola é uma homenagem ao ambientalista Francisco Alves Mendes Filho, mais conhecido como “Chico Mendes”. Nascido em 15 de dezembro de 1944, em Xapuri no Estado do Acre. Foi seringueiro, sindicalista e ativista ambiental brasileiro. Sua intensa luta pela preservação da Amazônia o tornou conhecido internacionalmente. Em 22 de dezembro de 1988, exatamente uma semana após completar 44 anos, foi assassinado na porta dos fundos de sua casa quando saia para tomar banho. Atualmente a escola funciona nos turnos matutino e vespertino, atendendo 288 (duzentos e oitenta e oito) alunos. Em sua atual gestão está a Psicopedagoga Eliesia de Paula Rodrigues, tendo ainda os seguintes funcionários: (01) um Pedagogo, (02) dois funcionários administrativos que atuam na secretaria da escola, (03) três serviços gerais e (02) duas manipuladoras de alimentos e (08) oito professores assim distribuídos: (01) uma de Educação Física que atende os turnos matutino e vespertino, (07) sete que atendem de 1º ao 5º Ano do Ensino Fundamental. 3. MARCO REFERENCIAL “Marco referencial nasce como busca de resposta a um forte questionamento que nos colocamos [...] Tem como função maior tensionar a realidade no sentido da sua superação/transformação e, em termos metodológicos, fornecer parâmetros, critérios para a realização de diagnóstico” (VASCONCELLOS, 2000, p.182). 3.1 MARCO SITUACIONAL Neste Marco traçamos a visão geral da nossa realidade, apontando os diversos aspectos sociais, culturais, políticos e econômicos nos quais estamos inseridos. Partindo deste princípio, a Escola Municipal Ambientalista Chico Mendes está localizada na Comunidade 23 de setembro, entre a Rodovia BR174 e a Rodovia AM010, zona rural da Cidade de Manaus/AM. A comunidade “23 de setembro” é oriunda de invasão e tem esse nome devido à manifestação que ocorreu nesse dia no ano de 2001, e tem o objetivo de representar seus associados junto às autoridades, visando melhorar a qualidade de vida dos moradores que ali convivem. Os moradores são pessoas vindas de outros bairros ou do interior do Amazonas, a maioria possui apenas o ensino fundamental anos iniciais e alguns são analfabetos, fato este observado nas reuniões de pais e mestres onde eles têm que assinar o livro de ata. É uma comunidade carente, predominantemente evangélica, composta de famílias que vivem economicamente de pequenas vendas, caseiros, trabalhos em granjas localizadas nas proximidades da comunidade, construção civil e comércios. A média salarial é de um salário mínimo e algumas famílias têm como fonte de renda apenas o “bolsa família”. O corpo discente é oriundo da própria comunidade, bairros e condomínios adjacentes. O ladosócio cultural da comunidade é desenvolvido através de atividades das igrejas católicas e evangélicas e em alguns momentos a escola desenvolve suas ações visando suprir algumas necessidades com o objetivo de aprimorar a relação com a comunidade, cumprindo assim com a responsabilidade social enquanto instituição de ensino. A comunidade sofre ainda com a falta de infraestrutura como: serviços de saúde, segurança, saneamento, fornecimento de água e transporte coletivo que é deficitário. Além disso, nos últimos três anos vem convivendo com ocorrências de violências, mesmo estando em uma zona rural. Além dos alunos residentes na comunidade 23 de setembro, a Escola Municipal Ambientalista Chico Mendes também atende alunos da comunidade Ismail Aziz, Residencial Verona, Comunidade São João e Granja, todas localizadas na BR 174, Lago Azul, localizada na AM 010, União da Vitória e Viver Melhor, localizadas próximo à barreira rodoviária. Com exceção do condomínio Viver Melhor, onde seus moradores são basicamente famílias oriundas da zona urbana da cidade de Manaus, as demais comunidades são consideradas rurais e se assemelham a comunidade 23 de setembro em se tratando de infraestrutura. Ao todo, os discentes somam 397 alunos distribuídos conforme o gráfico 1. Gráfico 1 – Distribuição dos alunos por local de residência Fonte: Ficha de matricula dos alunos. Verifica-se, portanto, que a grande maioria dos alunos são residentes da comunidade 23 de setembro, todavia ao longo dos últimos 3 anos houve aumento da demanda de outras comunidades e condomínios. Por conta disso, e, em decorrência do progresso, a escola vem sofrendo os efeitos urbanos trazidos por alunos de outras escolas e condomínios recentemente construídos próximos a saída da cidade de Manaus (barreira rodoviária), que de certa maneira influencia a forma como os alunos residentes rurais veem o mundo e seus valores. Por estar inserida neste contexto, a escola procura trabalhar a aprendizagem com base em temas do cotidiano, pois os desafios enfrentados pela escola na atualidade são muitos, a sociedade contemporânea passa por um momento em que os valores sociais estabelecidos não firmam aos princípios do bem estar social, ou seja, a banalização da violência, a falta de respeito com o próximo, o preconceito racial e social, a discriminação, a falta de ética e a impunidade, entre outros se opõem aos valores que a família e a escola ensinam. Assim, com os avanços do mundo globalizado, também vieram as consequências que atingem diretamente, num primeiro momento a família e num segundo a escola levando ao alunado muitas vezes a repetência, evasão, abandono e consequentemente ao desinteresse na vida escolar, muito em função da mudança de residência dos pais, rotatividade de trabalho deles ou mesmo a ausência da família no sentido de ajudar a escola com a aprendizagem dos alunos. É dentro desse cenário da pós-modernidade que a escola precisa atuar, um cenário que coloca novos desafios para nós, educadores: que tipo de educação necessitam os homens e as mulheres dos próximos 20 anos para viver este mundo tão diverso? Certamente eles e elas necessitam de uma educação para a diversidade, necessitam de uma ética da diversidade e de uma cultura da diversidade. Uma sociedade multicultural deve educar o ser humano multicultural, capaz de ouvir, de prestar atenção ao diferente, de respeitá-lo (GADOTTI, 1997). Neste contexto, a escola necessita rever conceitos perpassando desde os domínios dos saberes elaborados até as mudanças de caráter pedagógico, administrativo, financeiro, tecnológico e ambiental para se adequar as mudanças de comportamento da sociedade, haja vista que vivemos na era da globalização da economia e das comunicações que vive um acelerado momento de crescimento. Por conta disso, a sociedade tem se manifestado no sentido das transformações nos setores educacionais, econômicos, políticos e culturais já estabelecidos combatendo desse modo entre outras coisas, a falta de ética, o desrespeito entre as pessoas e a impunidade. 3.2 MARCO FILOSÓFICO No Marco Filosófico expomos as concepções que a escola tem de sociedade, de mundo e de homem, sua finalidade como instituição de ensino e quais as suas ambições para o futuro. Portanto, a Escola Municipal Ambientalista Chico Mendes tem como filosofia desenvolver conhecimentos e valores que tornem o aluno um ser responsável, disciplinado, crítico e ético para agir e transformar a sociedade em que vive. A sociedade que almejamos deve dar as mesmas oportunidades para todos, ou seja, que seja mais justa mais igualitária e humana, onde todas as pessoas possam compartilhar dos mesmos benefícios participando conjuntamente das decisões políticas buscando sempre o bem comum. A propósito disso, a escola deve trabalhar paralelamente aos conteúdos junto aos alunos a concepção de ética que se refere aos costumes aceitos como corretos e válidos pela sociedade. Neste quesito encontram-se as virtudes e os valores que dão bases para a sua aceitação e estabelecem princípios que devem ser seguidos para que a felicidade ou a realização humana aconteçam. Guiados por este contexto conceitual a Escola Ambientalista Chico Mendes estabelece valores e princípios que guiarão as ações dos agentes da escola a saber: RESPONSABILIDADE – A essência do nosso trabalho está no compromisso de ensinar com responsabilidade os nossos alunos. Como educadores, os professores encontram seu elo mais forte com a educação no interior das escolas. Ao entendermos que eles estão investidos de autoridade na sua atividade docente, devemos, então, entender que eles devem conhecer o mundo, os artefatos e os espaços institucionais que o compõem e assim, assumir a responsabilidade pela educação das crianças naquilo que cabe à escola (GONÇALVES, 2012, p.39). ÉTICA – Valor essencial para a formação do cidadão e a educação democrática que se pretende. A “falta de limites” das crianças é queixa constante dos professores e até das famílias, tendo-se em vista comportamentos muitas vezes em descompasso com tudo o que essas mesmas crianças são capazes de explicar a propósito do que é certo e do que é errado (DIAS, 2013, p.11). DISCIPLINA – Nossas práticas estão pautadas na disciplina para formação de sujeitos cumpridores de regras. Disciplina é uma competência escolar que as crianças aprendem como qualquer conteúdo. Condição para realizar um trabalho com êxito, é uma matéria interdisciplinar, porque dela dependem todas as outras. É também um fim porque podemos desenvolver atitudes como concentração, responsabilidade, interesse. Essas coisas viram ferramentas pessoais e de trabalho. Disciplina é também um meio, um instrumento sem o qual as coisas não acontecem ou acontecem fora do prazo ou dos padrões. MACEDO, 2005). RESPEITO – Atitudes de valorização e reconhecimento à pessoa são essenciais para o convívio em harmonia no âmbito escolar. Para que a criança construa sua própria autonomia moral, que é a capacidade de governar a si própria, é necessário que ela esteja inserida em um ambiente de respeito mútuo, em que o autoritarismo do adulto seja minimizado, e os indivíduos que se relacionam considerem-se como iguais respeitem-se reciprocamente (VINHA, 2000, p.19). Assim, com base nos valores elencados acima, os quais serão desenvolvidos e estimulados diariamente e integrados com os conteúdos curriculares, a escola Ambientalista Chico Mendes tem por finalidades desenvolver no educando uma formação crítica, indispensável para o exercício da cidadania, contribuindo para a formação de cidadãos ativos, criativos e responsáveis. Pretende-se com isso, que a ação, a reflexão, a ética, a responsabilidade, o diálogo e a criatividade sejam capazes de solucionar os problemas do cotidiano. É imprescindível, portanto, inserir as famílias no ambiente escolar, e que esta participação não se restrinja somente às reuniões, mas sim em atividades de rotina, como forma de evidenciar o trabalho produzido com as crianças, e nessa perspectiva reafirmar os valores sociais e culturaisda escola junto à família. Pois, acreditamos que o homem, nessa sociedade deve em primeiro lugar, respeitar as diferenças de cada indivíduo, reconhecendo seus direitos e praticando seus deveres, ser capaz de fazer suas escolhas para a melhoria da vida, saber refletir e ter atitudes determinadas e éticas. Nessa perspectiva a escola deve ser vista como um espaço privilegiado e propício à socialização do indivíduo, a construção do conhecimento, da disciplina, da responsabilidade, pois assim promoverá não só a educação deste, mas viabilizar a inserção do indivíduo num mundo que exige cada vez mais dos cidadãos a participação, a criticidade, a responsabilidade, a criatividade e a ética. Por conta disso: Nossa missão é: assegurar um ensino de qualidade e propiciar condições para uma aprendizagem significativa e eficaz, que prepare alunos competentes, éticos e responsáveis, capazes de transformar suas vidas e construir uma sociedade mais justa. Em qualquer circunstância, o que se espera é que a escola reorganize-se com base em uma nova concepção de conhecimento, operando com teorias de aprendizagem e formas de organização do ensino que superem as práticas pedagógicas tradicionalmente centradas na memorização e na reprodução de informações, ou no treinamento para “saber fazer”, já que a demanda, que hoje se coloca, é pela formação de cidadãos pensantes e criativos (VEIGA, 1995). Logo, a Escola Ambientalista Chico Mendes trabalha para que seus educandos tenham uma formação integral voltada para as capacidades e potencialidades humanas, formação esta que consideramos ser essencial, assim: Nossa visão de futuro é: ser reconhecida na zona rural rodoviária de Manaus até o final de 2016 como instituição de educação que concretiza o processo ensino e aprendizagem, com qualidade, ética e comprometimento. Para isso, a escola que queremos deve preocupar-se com o conhecimento formal e sistematizado no sentido de formar cidadãos críticos para a sociedade a qual está inserida. Assim, a Escola Municipal Ambientalista Chico Mendes acredita numa pedagogia que tenha como ideias a reflexão, a identificação das formas mais desenvolvidas em que se expressa o saber objetivo produzido historicamente, analisar a realidade vivenciada por educandos e educadores, a fim de transformá-la. Os objetivos educacionais deverão ser desenvolvidos a partir de necessidades concretas do contexto histórico-social do aluno. A atuação da escola consiste na preparação do aluno para o mundo adulto e suas contradições, fornecendo-lhe um instrumento por meio da aquisição de conteúdos e da socialização, para uma participação organizada e ativa na democratização da sociedade. Uma pedagogia articulada com os interesses populares valorizará, pois, a escola; não será indiferente ao que ocorre em seu interior; estará empenhada em que a escola funcione bem; portanto, estará interessada em métodos de ensino eficazes (SAVIANI, 2000). Dentro desse contexto, e de acordo com o que diz Saviani (2000), adotamos a Pedagogia Crítico Social dos Conteúdos, dentro de uma perspectiva sócio interacionista, pois acreditamos, seja a que mais se adapta aos conflitos e contradições que o mundo globalizado nos apresenta. Desejamos com isso, que a nossa prática pedagógica possa formar o homem para atuar e transformar a sociedade. A pedagogia crítico-social dos conteúdos tem como propósitos integrar os aspectos material/formal do ensino e, ao mesmo tempo, articulá-los com os movimentos concretos tendentes à transformação da sociedade. Valoriza a escola enquanto mediadora entre o aluno e o mundo da cultura, cumprindo esse papel pelo processo de transmissão/assimilação crítica dos conhecimentos, inseridos no movimento da prática social concreta dos homens, que é objetiva e histórica. A pedagogia dos conteúdos considera que a invenção da escola na sociedade não é mera casualidade, mas resultado de necessidades e exigências sociais que lhe dão o caráter inelutável de historicidade, e, por conseguinte, de transitoriedade de cada modalidade e ação formativa existente (LIBÂNEO, 1985). A tendência Progressista Crítico Social dos Conteúdos tem como característica principal, de acordo com Libâneo e Saviani, a difusão dos conteúdos. Os conteúdos por sua vez não devem ser abstratos, porém vivos, concretos, indissociáveis das realidades sociais. Dessa forma, são os conteúdos culturais universais que se constituíram em domínios de conhecimento relativamente autônomos, incorporados pela humanidade, mas permanentemente reavaliados face às realidades sociais (LIBÂNEO, 2002, p. 39). Do ponto de vista de Cordeiro (in ULBRA, 2007, p.46) a atividade didático-pedagógica relaciona a experiência vivida dos alunos com os conteúdos desenvolvidos pela escola e os professores. “[...] A aprendizagem se dá a partir do momento da síntese, isto é, quando o aluno supera sua visão parcial e confusa e adquire uma visão mais clara e unificadora” (LIBÂNEO, 2002, p. 42). Desse modo, a tarefa primordial da escola é a transmissão dos instrumentos que permitam a todos a apropriação do saber elaborado socialmente. Como mediadora entre o aluno e a realidade, a escola se ocupa com a aquisição de conteúdos, formação de habilidades e convicções. A propósito, ao adotar essa corrente pedagógica, a Escola Municipal Ambientalista Chico Mendes não despreza as concepções de: Paulo Freire entre as quais o respeito aos saberes dos alunos, advindos das experiências anteriores à sala de aula, bem como suas realidades e necessidades; Vygotsky salienta que o aprendizado do indivíduo parte das suas interações do mesmo com os objetos que o cercam através dos processos mediação do meio social em que vive; Piaget separa o processo cognitivo inteligente em dois importantes conceitos: “aprendizagem” e “desenvolvimento”. “Aprendizagem” diz de uma resposta particular, aprendida através da experiência e que é adquirida de modo sistematizado ou não. “Desenvolvimento” é considerado uma aprendizagem de fato e, assim sendo, a responsabilidade da formação do conhecimento é do desenvolvimento; Walon defende que a vida psíquica é formada por três dimensões - motora, afetiva e cognitiva -, que coexistem e atuam de forma integrada; Rogers diz que ensinar é mais que transmitir conhecimento – é despertar a curiosidade, é instigar o desejo de ir além do conhecido. É desafiar a pessoa a confiar em si mesmo e dar um novo passo em busca de mais. É educar para a vida e para novos relacionamentos; Ferreiro defende que, de todos os grupos populacionais as crianças são as mais facilmente alfabetizáveis e estão em processo continuo de aprendizagem, enquanto que os adultos já fixaram formas de ação e de conhecimento mais difíceis de modificar. Assim, todos os teóricos mencionados e suas concepções são considerados importantes para o desenvolvimento humano. Desejamos com isso, que a nossa prática pedagógica possa formar o homem para atuar e transformar a sociedade. INCLUSÃO ESCOLAR – A Escola Municipal Ambientalista Chico Mendes deve propiciar um ambiente acolhedor para todos, no qual, todos os funcionários devem estar envolvidos no processo de aprendizagem, ou seja, um processo colaborativo, contínuo e valorize as diferenças humanas, por meio do respeito às diferentes culturas, políticas, étnicas, credos, deficiências físicas e mentais com práticas escolares inclusivas a fim de combater a exclusão educacional e social e responder à diversidade de estilos e ritmos de aprendizagem existentes, inclusive com a adequação de currículo. EDUCAÇÃO AMBIENTAL - A lei nº. 9.795, de 27 de abril de 1999, dispõe sobre a educação ambiental e institui a Política Nacional de Educação Ambiental e estabelece que a educação ambiental é essencial e deve compreender todos os níveis de ensino em caráter formal e não formal dando enfoque ao humanismo a sustentabilidade e ao despertar da consciência sobre os problemas ambientais. A legislação da Política Nacional de Educação Ambiental entende por educação ambiental formal a educação que ocorre no meio escolar estandopresente nos currículos escolares das instituições de ensino público e privado. Instituindo que a EA não deve ser implantada como disciplina específica do currículo escolar devendo ser desenvolvida como uma prática educativa integrada, contínua e permanente (SILVA; CARNIATTO; POLINARSKI, 2000). A Escola Municipal Ambientalista Chico Mendes possui uma Agenda Ambiental Escolar que tem o objetivo de promover por meio de ações de Educação Ambiental, o exercício da cidadania, fortalecendo o processo de ensino e aprendizagem para a melhoria da qualidade de vida, conservação e preservação do meio ambiente. A Educação Ambiental proposta na escola pressupõe conteúdos originados do levantamento da problemática ambiental vivida cotidianamente pelos alunos e que se queira resolver, além de conceitos como: sustentabilidade e preservação, tendo sua avaliação um caráter subjetivo, ou seja, ainda que seja importante a apreensão dos conceitos, é preciso antes de tudo avaliar a mudança de mentalidade, atitudes, comportamentos e valores dos alunos. Pretendemos com isso, fazer da nossa prática, uma educação onde o foco seja o ensino/aprendizagem com ênfase no segundo. Uma educação humanística onde os conflitos e contradições sejam trabalhados de maneira dialogada e democrática sempre na busca da verdade onde os pontos mais importantes devem ser a família e as relações interpessoais. 3.3 MARCO OPERATIVO Considerando o Marco Situacional onde foi descrito o contexto social, político, econômico e cultural da escola e o Marco Filosófico onde expressamos o nosso ideal de escola, de sociedade e de homem para a nossa realidade, a proposta da Escola Municipal Ambientalista Chico Mendes é direcionar as ações no Marco Operativo no sentido de contribuir com a formação da sociedade e de homem já expressos. Em função disso, a educação escolar atual busca tanto no seu aspecto transformador, quanto no criativo uma nova proposta educacional que favoreça uma intensa vivência solidária, pela compreensão e respeito aos direitos pessoais, à organização da comunidade e ao pleno exercício da cidadania. Nesse sentido, entendemos que a integração família e escola é fundamental no processo de construção do Projeto Político Pedagógico, pois “o projeto político pedagógico da escola, ao se identificar com a comunidade local, busca alternativas que imprimam dimensão política e social à ação pedagógica” (VEIGA, 2008, p.62). Desse modo, a participação efetiva da família no planejamento das ações da escola propicia a construção e a socialização de conhecimentos significativos que contribuirão para o crescimento e para o enriquecimento cultural e social da sociedade, propiciando momentos de discussão sobre temas como evasão, reprovação e inclusão e suas eventuais soluções. Hora Cívica Na Escola Municipal Ambientalista Chico Mendes a Hora Cívica é realizada uma vez por semana, sempre às quartas-feiras no primeiro horário do turno matutino e também no primeiro horário do turno vespertino e tem o objetivo de despertar em nossos alunos o respeito aos símbolos nacionais e a pátria reforçando assim os laços de civismo e cidadania com o lugar onde se nasce. Conforme rege o Regimento Geral das Unidade de Ensino em seu Art. 249 e 250. Art. 249 A Hora Cívica, instituída pelo Decreto N. 8.852 de 22 de fevereiro de 2007, será obrigatória para a unidade de ensino, com objetivo de cultivar a prática do civismo na formação da cidadania do estudante, que deverá: I - ser parte integrante do Projeto Político-Pedagógico da unidade de ensino; II - ser realizada uma vez por semana, preferencialmente no início ou término de cada turno escolar, salvo motivo de força maior; III - ser praticada com a participação dos professores, pedagogos, estudantes e administrativos; IV - ser programada pelos professores e pedagogos, com atividades que reforcem a formação da cidadania e patriotismo; Art. 250 As bandeiras e os hinos nacional, estadual, municipal e das unidades de ensino serão eixos básicos para cultuar valores com relação à pátria, a nação, ao estado e ao município. Dessa forma, antes de ser uma obrigatoriedade, a Hora Cívica na escola deve ser um momento prazeroso onde a comunidade escolar se organiza para cantar os hinos Pátrios e também como uma oportunidade de homenagear e agraciar alunos e funcionários da escola. 3.3.1Dimensão Pedagógica Planejamento Em nossa definição, operacional pressupõe uma definição de diretrizes que se transformam em ações e que conduzem à mudanças da realidade. Assim, para efetivarmos de maneira eficiente e satisfatória o processo ensino-aprendizagem, o planejamento das atividades pedagógicas deve ocorrer de maneira em que a fragmentação das práticas seja superada. O planejamento não deve ser tomado apenas como mais um procedimento administrativo de natureza burocrática, decorrente de alguma exigência superior ou mesmo de alguma instância externa à instituição. Ao contrário, ele deve ser compreendido como mecanismo de mobilização e articulação dos diferentes sujeitos, segmentos e setores que constituem essa instituição e participam da mesma (SILVA, s/d). O planejamento deverá seguir um calendário mensal, conforme prevê a Secretaria Municipal de Educação e, deverá ser um momento de reflexão, discussão e de ações futuras das práticas pedagógicas objetivando sempre superar as dificuldades relatadas pelo corpo docente em relação ao ensino-aprendizagem. O planejamento de ensino se verifica, portanto, como um elemento integrador entre a escola e o contexto social. Em virtude desse seu caráter integrador, é fundamental que (o planejamento) se paute em alguns elementos: · no estudo real da escola em relação ao contexto, o que demanda a caracterização do universo sociocultural da clientela escolar e evidencia os interesses e as necessidades dos educandos; · na organização do trabalho didático propriamente dito, o que implica: a) definir objetivos - em função dos três níveis de aprendizagem: aquisição, reelaboração e produção de conhecimentos (LOPES, 1992) b) prever conteúdos - tendo como critérios de seleção a finalidade de que eles atuem como instrumento de compreensão crítica da realidade e como elo propiciador da autonomia c) selecionar procedimentos metodológicos - considerando os diferentes níveis de aprendizagem e a natureza da área do conhecimento d) estabelecer critérios e procedimentos de avaliação - considerando a finalidade de intervenção e retomada no processo de ensino e aprendizagem, sempre que necessário (SILVA, s/d). O Planejamento Mensal é elaborado com base na proposta curricular conforme os conteúdos a serem explorados dentro de cada área específica e série, em seguida o professor deverá desmembrar e detalhar sua atividade em sala de aula a partir do plano de aula, “O plano consiste na sistematização do processo de organização da ação. No plano devem estar sistematizadas as ações que se pretende desenvolver, informações e princípios que balizam e sustentam essas ações. Ele se constitui num guia para a ação” (SILVA, s/d). O Plano de Aula é definido por Piletti (2001, p.73) como: “[...] sequência de tudo o que vai ser desenvolvido em um dia letivo. (...). É a sistematização de todas as atividades que se desenvolvem no período de tempo em que o professor e o aluno interagem, numa dinâmica de ensino-aprendizagem. ” “Nesta forma de planejamento de ensino, a avaliação da aprendizagem adquire especial relevância, uma vez que não pode constituir-se unicamente em forma de verificação do que o aluno aprendeu. Antes de mais nada, deve servir como parâmetro de avaliação do trabalho do próprio professor” (SOUZA, 2005). Levando em consideração que cada aluno é o sujeito de seu processo de aprendizagem, e que ele atua como o mediador nesta interação do aluno com os objetos do conhecimento. As orientações didáticas enfocam fundamentalmente a intervenção do professor na criação de situações de aprendizagem coerentes com essa concepção. Currículo Aspectos fundamentais do cotidiano das escolas são condicionados pelo currículo:é ele que estabelece, por exemplo, os conteúdos, seu ordenamento e seqüenciação, suas hierarquias e cargas horárias. São também as decisões curriculares que fazem importante mediação dos tempos e dos espaços na organização escolar, das relações entre educadores e educandos, da diversificação que se estabelece entre os professores. A organização escolar, portanto, é inseparável da organização curricular (ARROYO, 2006). A Proposta Curricular da Escola Municipal Ambientalista Chico Mendes para o Ensino Fundamental está definida com base na Proposta Curricular do Ensino Fundamental 1º ao 5º ano da Secretaria Municipal de Educação – SEMED e tem como característica didática a anuidade. O currículo aparece, assim, como o conjunto de objetivos de aprendizagem selecionados que devem dar lugar à criação de experiências apropriadas que tenham efeitos cumulativos avaliáveis, de modo que se possa manter o sistema numa revisão constante, para que nele se operem as oportunas reacomodações (SILVA, 2001). As disciplinas que compõem o currículo respeitam a Base Comum Nacional: Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História e Geografia, Educação Física, Ensino Religioso e Artes. Conforme quadro: ESTRUTURA CURRICULAR DO ENSINO FUNDAMENTAL DE 9 ANOS As unidades de ensino da Rede Pública Municipal de Educação seguem a seguinte Estrutura Curricular do Ensino Fundamental de 9 (nove) anos com um bloco pedagógico nos três anos iniciais, aprovada pela Resolução nº 032/CME/2013, de 18/12/2013, publicado DOM/Edição 3323 em 03/01/2014 e Parecer nº 29/2013/CME/Manaus, estabelecendo a carga horária dos componentes curriculares da base nacional comum e da parte diversificada. 6 ENSINO FUNDAMENTAL BASE NACIONAL COMUM ÁREAS DO CONHECIMENTO COMPONENTE CURRICULAR ANOS INICIAIS ANOS FINAIS BLOCO PEDAGÓGICO 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º S A S A S A S A S A S A S A S A S A I - LINGUAGENS L. PORTUGUESA 6 240 6 240 6 240 6 240 6 240 5 200 5 200 5 200 5 200 ARTES 1 40 1 40 1 40 1 40 1 40 1 40 1 40 1 40 1 40 ED. FÍSICA 2 80 2 80 2 80 2 80 2 80 2 80 2 80 2 80 2 80 II - MATEMÁTICA MATEMÁTICA 5 200 5 200 5 200 6 240 6 240 5 200 5 200 5 200 5 200 III – CIÊNCIAS DA NATUREZA CIÊNCIAS 2 80 2 80 2 80 2 80 2 80 3 120 3 120 3 120 3 120 IV - CIÊNCIAS HUMANAS HISTÓRIA 2 80 2 80 2 80 1 40 1 40 3 120 3 120 3 120 3 120 GEOGRAFIA 1 40 1 40 1 40 1 40 1 40 3 120 3 120 3 120 3 120 V - ENSINO RELIGIOSO 1 40 1 40 1 40 1 40 1 40 1 40 1 40 1 40 1 40 PARTE DIVERSIFICADA L. ESTRANGEIRA MODERNA / INGLÊS * * * * * * * * * * 2 80 2 80 2 80 2 80 TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL 20 * 20 * 20 * 20 * 20 * 25 * 25 * 25 * 25 * ANUAL * 800 * 800 * 800 * 800 * 800 * 1000 * 1000 * 1000 * 1000 Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nº 9394/96 – Resolução Nº 07/2010 CNE Fonte: Proposta Curricular – SEMED LEGENDA: S = Semanal A = Anual SEMANAS: 40 OBSERVAÇÕES: I- Bloco Pedagógico – [...] Será necessário considerar os três anos iniciais do Ensino Fundamental como um bloco pedagógico ou um ciclo sequencial não passível de interrupção, voltado para ampliar a todos os alunos as oportunidades de sistematização e aprofundamento das aprendizagens básicas. (Resolução Nº 07/2010 CNE). II- Os Temas Sociais Contemporâneos (Ética, Saúde, Meio Ambiente, Orientação Sexual, Pluralidade Cultural, Trabalho e Consumo, Orientação para o Trânsito, Educação Fiscal e Valorizando o Idoso) devem ser abordados de forma transversal e interdisciplinar. III- Os conteúdos de História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena devem ser ministrados no âmbito do currículo escolar, em especial nos componentes curriculares de História, Arte e Língua Portuguesa, de acordo com os dispositivos da Lei Nº 11.645/08. IV- O componente curricular Ensino Religioso, de matrícula facultativa ao aluno é parte integrante da formação básica do cidadão e constitui componente curricular dos horários normais das escolas públicas do Ensino Fundamental, assegurado o respeito à diversidade cultural e religiosa do Brasil e vedadas quaisquer formas de proselitismo (Art.33 da Lei 9394/96). De matrícula facultativa ao aluno de acordo com a Lei Nº 9.475/97, mas faz parte dos componentes curriculares obrigatórios do Ensino Fundamental de acordo com a Resolução Nº 07/2010 CNE. V- O conteúdo de Música deve ser abordado no componente curricular Arte, de acordo com os dispositivos da Lei nº 11.769/08. VI- O componente curricular Educação Física deve ser ministrado de forma teórica e prática no mesmo turno de aula. VII- O conteúdo de Fundamentos de História e Geografia do Amazonas está inserido nos conteúdos dos componentes curriculares História e Geografia respectivamente. Para que ocorra a transversalidade proposta nos PCN´S, todas as disciplinas devem ser apresentadas de forma articulada, respeitando a característica do aluno favorecendo sua aprendizagem, perpassando pelos conteúdos específicos e diversificados, servindo como instrumento de produção do conhecimento, através de análise crítica e reflexão. A ênfase do trabalho da equipe escolar terá como objetivo fundamental preparar os alunos para o mundo da diferença e da solidariedade entre diferentes, valorizando a cultura local procurando relacioná-la com outras culturas, ou seja, a escola deve ser um espaço de democratização das culturas – intercultural - , no intuito de disseminar valores que posteriormente se evidenciarão naquilo que a escola almeja internalizar em seus alunos ao longo do ano letivo, o que Silva (2000) enfatiza como currículo oculto da escola. O currículo oculto é constituído por todos aqueles aspectos do ambiente escolar que, sem fazer parte do currículo oficial, explícito, contribuem, de forma implícita para aprendizagens sociais relevantes (...) o que se aprende no currículo oculto são fundamentalmente atitudes, comportamentos, valores e orientações[...]. O trabalho escolar deve, ainda, buscar através das suas ações o exercício da interdisciplinaridade que, na prática se traduz por um trabalho escolar de maneira solidária e coletiva com o objetivo de articular saber, conhecimento, vivência, escola, comunidade, meio-ambiente, inclusão, etc. Em relação as adaptações curriculares para alunos com Necessidades Educacionais Especiais (NEE), é preciso que o professor tenha claro as seguintes definições: ADAPTAR: A atividade é a mesma para todos, e o professor adapta essa atividade conforme a necessidade de cada um (dar um tempo maior para finalizar a atividade ou permitir que ela seja feita no computador são bons exemplos de adaptação). MODIFICAR: Aqui a atividade é outra, mas o conteúdo é igual para todos (a atividade pode ser uma produção de texto sobre os animais da fazenda e a modificação seria solicitar ao aluno com dificuldades para fazer um desenho e escrever o nome dos animais, por exemplo). A modificação é sempre uma boa opção para aqueles com uma defasagem acentuada. DIVERSIFICAR: Excelente meio para trabalhar com alunos com deficiências graves. Os conteúdos devem ter um caráter mais funcional e prático, levando em conta ainda, as características individuais. Metodologia De acordo com o proposto nos PCNs, a Educação Básica tem por objetivo preparar o aluno para um processo de educação permanente, fazendo uso de metodologias que possam ser geradoras de estratégias para a construção efetiva do conhecimento, da argumentação e do espírito crítico, contribuindo para a formação de pessoas com potencialidades para o trabalho individual e também coletivo, estimulando sua autonomia e o sentimento de segurança em relação às suas próprias capacidades. Dentro dessa visão, a metodologia de trabalho da Escola Municipal Ambientalista Chico Mendes parte deuma relação direta da experiência do aluno, confrontada com o conhecimento existente, este necessita estar vinculado as realidades sociais. A aula inicia pela constatação do que o aluno sabe sobre o assunto, ocorrendo em seguida a consciência através da sensibilização do conteúdo proposto, na forma de um confronto entre o que o aluno tem de experiência sobre o assunto e explicação do professor. É preciso que os métodos favoreçam a correspondência dos conteúdos com os interesses dos alunos. Tais métodos se situarão para além dos métodos tradicionais e novos, superando por incorporação as contribuições de uns e de outros. Serão métodos que estimularão a atividade e iniciativa dos alunos sem abrir mão, porém, da iniciativa do professor; favorecerão o diálogo dos alunos entre si e com o professor mas sem deixar de valorizar o diálogo com a cultura acumulada historicamente; levarão em conta os interesses dos alunos, os ritmos de aprendizagem e o desenvolvimento psicológico mas sem perder de vista a sistematização lógica dos conhecimentos, sua ordenação e gradação para efeitos do processo de transmissão-assimilação dos conteúdos cognitivos (SAVIANI, 2000). Dentro dessa perspectiva, as atividades devem acontecer de modo que o aluno tenha condições de aprender através da interação com o outro e com o meio – Princípio Sócio interacionista -. A pedagogia deve ter como parâmetros, aspectos significativos do desenvolvimento da criança dentro da concepção de uma pedagogia crítica, reconhecendo que todo trabalho educacional é essencialmente contextual articulando práticas não somente dentro de determinados ambientes, mas também fora deles e entre eles – atividades extraclasses - trabalhando conteúdos abertos, aproveitando todas as oportunidades de vivência do aluno, de situações diárias e questionamentos do educando no cotidiano, a fim de buscar fazer uma relação do conteúdo programático formal com o aprender para a vida. A organização das turmas no Ensino Fundamental se dá a partir de um currículo por séries, onde o aluno dispõe de um (01) ano escolar para cumprir cada etapa. A relação professor – aluno deverá se desenvolver a partir de trocas que se estabelecem na interação entre o meio e o sujeito, sendo o professor o mediador do processo. A relação pedagógica consiste no esforço em propor ensinos voltados para a integração de conteúdos e realidades sociais (aprendizagem significativa). O aluno se reconhece nos conteúdos e modelos sociais apresentados pelo professor. O conhecimento novo se apoia em uma estrutura cognitiva já existente. Como recursos Didáticos Pedagógicos, os professores terão como ferramentas para viabilizar seu trabalho junto aos alunos, além dos livros didáticos e paradidáticos, quadro, pincel, Jogos educativos, Microsystems, Microscópio, TV, DVD, Data Show, Mapas geográficos, experimentos do Programa PESC (globo, dorso humano, esqueleto, pirâmide alimentar);Lousa digital. Conteúdos Os conteúdos para o Ensino Fundamental anos iniciais devem estar em consonância com o que rege a Secretaria Municipal de Educação na sua Proposta Curricular e segundo nos diz o Art. 201 do Regimento Geral das Unidades de Ensino da Rede Pública Municipal de Manaus (2015): A unidade de ensino desenvolverá conteúdos programáticos em conformidade com as Propostas Pedagógicas da Rede Pública Municipal, com o fundamento nas Diretrizes Curriculares Nacionais e nos Parâmetros Curriculares Nacionais - PCN. Portanto, os conteúdos programáticos devem estar dentro de unidades de estudos conforme os Novos Parâmetros Curriculares Nacionais. Esta organização metodológica deve permitir uma articulação e estudo de temas pertinentes à vida do aluno de forma interdisciplinar. Todas as atividades devem girar em torno da unidade de estudo, por isso o tema é de interesse do educando e deverá ser desenvolvido de forma desafiante, tendo sempre presente a flexibilidade e a participação. A escolha das unidades que estão contidas nas áreas de história e geografia, língua portuguesa, matemática, artes, educação física, religião e ciências naturais devem levar à concretização dessas intenções educativas considerando que devem ser desenvolvidas ao longo da escolaridade, potencializando o educando a desenvolver-se de forma heterogênea, de acordo com a multiplicidade das habilidades e competências individuais. O trabalho pedagógico deverá levar em consideração o auxílio aos educandos que encontram dificuldades no desenvolvimento de suas capacidades básicas conforme suas séries respectivas, objetivando uma ação pedagógica eficiente e significativa. O conteúdo programático a ser desenvolvido em cada disciplina será detalhado separadamente, a seguir: Língua Portuguesa O domínio da língua oral e escrita é fundamental para a participação efetiva, pois é através dela que o homem e se comunica, tem acesso a informação, expressa e defende pontos de vista, partilha ou constrói visões do mundo e produz conhecimentos (PCN). O ensino da Língua Portuguesa será trabalhado de forma contextualizada através das mais variadas expressões da língua como, jornais, contos, poemas, histórias em quadrinhos e outros gêneros textuais, além ainda de momentos de leitura e produção de textos contextualizada com o objetivo de letrar o indivíduo no mundo globalizado. Matemática Os conteúdos matemáticos do Ensino Fundamental de 1º ao 5º ano são, na sua totalidade, de grande importância porque fazem parte da vida em situações simples como nos cálculos relativos a salários, pagamentos, consumos e relações de medidas e massa; está presente também na composição musical, na arte, nos esportes. Deverão ser trabalhados de maneira lúdica e formal. Todas essas relações tem por objetivo criar a estrutura básica do conhecimento matemático, dando ao educando a possibilidade de, nesse momento, iniciar sua caminhada para o mundo do trabalho, das relações sociais e da cultura, tornando-o um sujeito ativo no meio social em que vive. Ciências De acordo com os PCNs, é na escola que se desenvolve a compreensão dos fenômenos naturais e todo conteúdo a ser trabalhado deve ser apresentado como um problema a ser resolvido. O trabalho com as Ciências Naturais na Escola Municipal Ambientalista Chico Mendes, portanto, deve priorizar a observação, a problematização e, por ter consciência de que o educando desenvolve, fora dos limites da escola, inúmeras explicações acerca dos fenômenos naturais, e que estas explicações, de alguma forma, respondem às suas indagações é que as atividades devem ser ministradas tanto no âmbito da sala de aula quanto fora dela. Nesse sentido, o conhecimento científico deve colaborar para a compreensão do mundo/universo, de suas transformações, assim como também para reconhecer o homem como parte desse universo. História e Geografia Na atual proposta Curricular História e Geografia estão lado a lado, portanto, o sentido do trabalho da Escola Municipal Ambientalista Chico Mendes deverá estar voltado para que o educando perceba a dinâmica que uma disciplina exerce sobre a outra. Desse modo, a Geografia não deve se limitar a descrever somente os aspectos físicos e humanos de uma região, mas levar o educando a analisar e interpretar as relações entre sociedade e natureza no processo de ocupação. E a História não deve se restringir a apresentar dados históricos, mas a desenvolvê-los sob uma perspectiva atual, mostrando que podemos aprender com sociedades e culturas anteriores. Educação Física Na Educação Física o Conteúdo Programático tem por objetivo proporcionar ao educando uma maior integração entre esta e todas as outras disciplinas. A realidade dos alunos é levada em consideração durante o planejamento mensal, pois é a partir de experiências vividas durante o decorrer do ano letivo que se desenvolvem e traçam novos parâmetros de atuação. Artes O conhecimento da arte é fundamental para o crescimento humano, pois a arte é o meio de expressão que registra a história do ser humano, seus sentimentos e sua evolução, as manifestações artísticasde seus povos e culturas de diferentes épocas, incluindo a contemporaneidade. Por conta disso, a Escola Municipal Ambientalista Chico Mendes acha importante que todas as séries do ensino fundamental trabalhem a arte ao longo de todo o ano letivo, sempre com o objetivo de ampliar a sensibilidade, a percepção, a reflexão e a imaginação do educando, mostrando a importância dessa área do conhecimento em sua vida cotidiana. A Escola Municipal Ambientalista Chico Mendes irá desenvolver o trabalho de artes desenvolvendo atividades de: artes visuais, dança, dramatização e música, sendo que o enfoque de uma não exclui a outra, uma vez que o trabalho de artes acontece numa crescente de conhecimentos e habilidades. Ensino Religioso O Ensino Religioso na Escola Municipal Ambientalista Chico Mendes, segue as orientações da Proposta Pedagógica da Secretaria a qual se baseia na LDB n° 9.394/96. Desta forma, não deve ser entendido como ensino de uma religião ou das religiões na escola, mas como uma disciplina que dará ênfase às diferenças e variações, bem como pontos comuns existentes na diversidade religiosa, pois valoriza o pluralismo e a diversidade cultural existente na sociedade brasileira, facilitando a compreensão das diferentes formas do homem relacionar-se com o Transcendente, procurando superar seus limites e sua finitude. Desse modo, é essencial a definição clara e precisa do objetivo do Ensino Fundamental, em função da diversidade de credos e da complexidade cultural das pessoas que intervêm e das pessoas que são atingidas por essa disciplina. Além disso, é necessário que os objetivos, os conteúdos e as atividades desenvolvidas na área do ensino religioso devam considerar os valores, a forma própria de cada aluno ser, ver e fazer o mundo, contribuindo assim, positivamente, na efetivação de seus atos e atitudes, em enfrentar a vida, em ser pessoa, em respeitar a diversidade religiosa. Avaliação Este é um aspecto normativo do sistema de ensino e diz respeito a função social da escola que é de promover o ensino e a aprendizagem de conteúdos, contribuindo de maneira efetiva na formação de cidadãos. “A avaliação da aprendizagem, nessa acepção, não pode ocorrer somente após ter-se concluído um período letivo (bimestre, semestre etc), mas é processo, sem o qual compromete-se, irremediavelmente, a qualidade do ensino” (SOUZA, 2005). Na Escola Municipal Ambientalista Chico Mendes em relação aos instrumentos de avaliação segundo nos diz as diretrizes do PCN (2001), os professores poderão construir inúmeros instrumentos para cada conteúdo e objetivo específicos, como as propostas abaixo: · Observação sistemática do desempenho do aluno tanto na questão cognitiva quanto nos aspectos de dimensões conceituais, atitudinais e procedimentais por meio de fichas de acompanhamento do desenvolvimento pessoal do discente; · Analise das produções escritas pelos alunos (relatórios, exercícios, entrevistas, resumos, etc.,); · Dinâmicas de criação de jogos, produção e transmissão para outros grupos; · Relatórios para avaliação das etapas em trabalhos sobre projetos; · Clareza e coesão nas exposições orais; · Fichas de auto avaliação mapeando o interesse sobre os diversos conteúdos, propiciando uma reflexão sobre interesse e participação. Deste modo, a avaliação da aprendizagem deve constituir-se em instrumento por meio do qual o professor possa ter condições de saber se houve, e em que medida houve, a apropriação do conhecimento de forma significativa por parte do aluno. Deve permitir, ainda, ao professor, reconhecer se houve adequação em termos de suas opções metodológicas, bem como evidenciar em que medida as relações pedagógicas estabelecidas contribuíram para o processo de ensino e aprendizagem. Torna-se, assim, elemento ímpar para o planejamento das ações docentes (SOUZA, 2005). A nota mínima estabelecida para aprovação dos alunos será de cinco (5,0) pontos, tendo como cálculo a soma de vários trabalhos, exercícios, testes, apresentações e etc., que deverá constar do conteúdo do bimestre, com conteúdo cumulativo. As demais formas de avaliação poderão ser cumulativas para favorecer o aluno na obtenção de média superior a alcançada sempre levando em consideração os aspectos qualitativos e quantitativos com prevalência do primeiro. Avaliar a aprendizagem implica em avaliar o ensino oferecido. Quando não há a aprendizagem esperada significa que o ensino não cumpriu com sua finalidade: a de fazer aprender. Portanto a recuperação deverá acontecer paralelamente ao período escolar em andamento, ou seja, no decorrer dos bimestres. Na medida em que o aluno não consegue alcançar a nota mínima ou que o professor observa dificuldades cognitivas de compreensão do conteúdo, ele, professor deverá atuar como facilitador dessas dificuldades, oferecendo atendimento individual, pesquisa ou lançando mão de outros recursos, para que o aluno seja capaz de assimilar e reter tal aprendizagem e supere assim, a deficiência de compreensão apresentada. Se ainda assim o aluno não conseguiu obter aprovação ao final do ano letivo ainda é oferecido a ele a possibilidade de recuperar a nota mínima exigida (5,0), através da recuperação final, que é oferecida na última semana do ano letivo onde o professor vai buscar o sucesso, com uma nova metodologia, porém com o mesmo conteúdo em que o aluno não assimilou, para que o aluno consiga obter a aprendizagem desejada. São aplicadas novas avaliações, que perfazem a ideia de aprendizagem significativa e contínua. Para efeito de cálculo, a Escola Municipal Ambientalista Chico Mendes tem como base o que diz o Regimento Geral das Unidades de Ensino da Rede Pública Municipal: Art. 224 Para efeito de cálculo das médias bimestrais e finais, os estabelecimentos de ensino poderão obedecer as seguintes fórmulas: a) MB = 1ª av + 2ª av + 3ª av = 15 / 3 = 5,0 b) MF 1 = 1º Bi + 2º Bi + 3º Bi + 4º Bi = 20 / 4 = 5,0 c) MF 2 = 1º Bi + 2º Bi + 3º Bi + 4º Bi + Rec = 25 / 5 = 5,0 MB – Média Bimestral AV – Avaliação MF – Média Final Bi – Bimestre REC – Recuperação A reprovação acontecerá quando, mesmo depois das etapas acima descritas, o aluno não conseguir obter a média mínima exigida. No Bloco Pedagógico a análise deve ser feita levando-se em consideração o cômputo das médias dos anos anteriores para efeito de aprovação ou não. Pais e escola deverão estar integrados, para juntos acompanhar o desenvolvimento do aluno. As reuniões com pais deverão acontecer bimestralmente ou mensalmente dependendo da necessidade. Nestas oportunidades a Escola Municipal Ambientalista Chico Mendes deverá entregar o boletim e discutir o desenvolvimento dos alunos com seus responsáveis. Calendário Nossa sistemática de ensino segue as Diretrizes da SEMED e prevê quatro bimestres no decorrer do ano letivo, tendo cada bimestre cinquenta (50) dias letivos. Em todos os bimestres os conteúdos estudados serão mensurados e qualificados, entre outras formas de avaliação, principalmente, através apresentações, testes e exercícios. No mês de julho é reservado um período de recesso escolar, e no mês de dezembro, três (03) dias estão reservados para recuperação final. Serão obedecidos os feriados oficiais. Fazendo parte do calendário PEDAGÓGICO DA ESCOLA, também, estão algumas festas comemorativas tais como: aniversário da escola, dia das mães, festa junina, DIA DO FOLCLORE, comemoração do dia da pátria. 3.3.2 Dimensão Administrativa O eixo administrativo refere-se à organização da escola como um todo. A estrutura da escola que desejamos deve proporcionar espaços e equipamentos para que o trabalho administrativo funcione de maneira satisfatória tanto para o público interno (alunos, professores) quanto para o externo (comunidade). Nesse sentido, a gestão da escola e equipe técnica devem procurar meios de suprir tais necessidades na medidade sua demanda. Os documentos de secretaria como: processos de alunos (organizados por ano e série), formulários de professores, arquivo morto e ativo, expedição de documentos, memorandos, ofícios, devem ser organizados de forma que, quando solicitados sejam de fácil procura e controlados através de protocolo de entrada e saída. A higiene no ambiente escolar deve ser uma preocupação constante assim como outros aspectos como o senso do desperdício: de comida, papel, água e energia devem ser trabalhados junto à comunidade escolar para um melhor aproveitamento destes recursos no âmbito da escola. A escola Municipal Ambientalista Chico Mendes atualmente conta com 6 funcionários administrativos que cuidam da limpeza, merenda e serviços de secretaria sendo que todos os funcionários devem participar democraticamente das decisões da escola dando opiniões no sentido de melhorar o funcionamento da escola assim como na aplicação dos recursos financeiros. 3.3.3 Dimensão Financeira Conselho Escolar A função consultiva adquire o caráter de assessoramento e é exercida por meio de pareceres, aprovados pelo colegiado, objetiva responder e prestar esclarecimentos respondendo a consultas da comunidade escolar e extraescolar, interpretando a legislação ou propondo ações para as problemáticas identificadas. Outra importante função é a fiscal que ocorre quando o conselho é revestido de competência legal para fiscalizar o cumprimento de normas e a legalidade ou legitimidade de ações, aprová-las ou determinar providências para sua alteração. Para o alcance da função fiscal é necessário que o conselho assuma poder deliberativo. Isto ganha destaque quando se trata de analisar e acompanhar o uso e aplicação de recursos públicos financeiros e da aprovação da prestação de contas nas instituições escolares. Assim, no ano de 2015 a Escola Ambientalista Chico Mendes, por meio do seu Conselho Escolar geriu os seguintes valores dos Programas Federais: PDDE – Programa Dinheiro Direto na Escola = Valor: R$ 3.902,35. Programa Mais Educação R$ 17.353,73. 3.3.4 Dimensão Comunitária Numa escola democrática os relacionamentos devem ser horizontais, ou seja, todos sem distinção podem sugerir, opinar, participar. Partindo desse princípio, os relacionamentos na Escola Municipal Ambientalista Chico Mendes devem ser harmoniosos elegendo a amizade, a solidariedade, o amor, a ética, o respeito como elos entre os diversos segmentos da escola: professor/aluno; professor/pais; família/escola; escola/comunidade. A participação dos alunos nas rotinas da escola deve ser através de pesquisa, conversas que podem ser tanto nas salas de aula quanto fora delas através de representatividade ou não. As atividades esportivas e culturais devem ter sempre um cunho pedagógico que podem ser campeonatos ou gincanas. 4. OBJETIVOS 4.1 GERAL · Proporcionar um ambiente de bem-estar entre o corpo docente, discente e administrativo visando à melhoria do processo ensino aprendizagem refletindo sua práxis em prol da qualidade na educação. Viabilizando instrumentos que levem a uma prática na perspectiva humanística do aluno sujeito, participativo do processo de elaboração do conhecimento, competente, crítico sendo capaz de acompanhar as mudanças do mundo globalizado. 4.2 ESPECÍFICOS · Promover atividades no sentido de permitir uma maior integração entre família-escola e comunidade; · Estabelecer estratégias que facilitem o aprendizado do aluno através de alternativas pedagógicas; · Estimular os bons hábitos e atitudes criando condições para o educando viver em uma sociedade em constante mudança; · Estimular no educando o espirito crítico oferecendo condições para exercer seus direitos e deveres como indivíduo participativo respeitando regras e normas na sociedade com responsabilidade; · Proporcionar situações interdisciplinares no sentido de vivenciar diferentes atividades, relacionadas à ampliação da leitura e escrita. · Demonstrar em forma de gráficos e tabelas os resultados educacionais como forma de visualizar o desempenho da escola. · Estimular o docente a participar de cursos de formação para a melhoria de sua prática. 5 JUSTIFICATIVA A sociedade contemporânea exige de todas as instituições, públicas ou não, agilidade, criatividade, parcerias, produção e qualidade naquilo que lhe é de sua competência, com vistas às demandas sociais vigentes. Neste sentido, a Escola Municipal Ambientalista Chico Mendes tem como objetivo promover uma educação de qualidade e humanista. Essa educação exige na sua práxis a produção de conhecimentos, profissionais competentes, ativos, críticos, participativos, responsáveis e comprometidos com a aprendizagem. Nessa perspectiva, a escola adotará práticas pedagógicas contextualizadas, críticas, estimuladoras da criatividade e promotoras da cidadania e da ética, que considerem o ser humano um ser global, social e histórico. Levando-se em consideração estes aspectos, e também o que rege o Art. 12 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação – LDBEN 9.394/96 onde diz que “Os estabelecimentos de ensino, respeitadas as normas comuns e as do seu sistema de ensino, terão a incumbência de: I - elaborar e executar sua proposta pedagógica; Em que pese esta Lei, a construção deste Projeto Político Pedagógico se caracteriza por uma necessidade de renovação, exigindo mudança de mentalidade em direção à autonomia e participação de todos os segmentos, voltados para uma gestão democrática e eficiente. 6 DIAGNÓSTICO O diagnóstico consiste em conhecer a realidade presente da instituição para depois inferir julgamento em função do referencial assumido pela comunidade escolar, é o confronto entre os nossos desejos explanados no Marco Operativo com aquilo estamos sendo e fazendo. Deste julgamento é que surgirão as nossas necessidades. 6.1 GESTÃO PEDAGÓGICA Em relação à gestão pedagógica da escola Municipal Ambientalista Chico Mendes o currículo é organizado na maioria das vezes no sentido de promover o ensino de maneira sistemática, mas estamos começando ainda a fazer uma articulação com os conteúdos. A escola possui e utiliza parâmetros curriculares com base na proposta curricular sendo este documento que orienta o processo de ensino e aprendizagem dos docentes e discentes assim como definem as metas e os objetivos, para cada série e disciplina, de acordo com os parâmetros curriculares adotados, no entanto, é incipiente as definições sobre a metodologia de ensino a ser seguida na escola entre os professores, a gestora e o coordenador pedagógico. Os conteúdos para cada disciplina e para cada série são organizados de forma sequencial assim como os professores sabem qual o conteúdo a ser trabalhado em cada série e em cada disciplina, pois se baseiam pela Proposta Curricular, todavia quase nada sabem sobre qual o conteúdo trabalhado no ano anterior por outro professor, se soubessem, isso poderia ajudá-los com alunos com dificuldades de aprendizagem. As etapas e níveis de aprendizado a serem alcançados pelos alunos estão claramente definidos e os objetivos de aprendizagem na maioria das vezes estão de acordo com as avaliações propostas, mas é preciso mais reuniões para revisar o currículo a partir da avaliação, do monitoramento e da prática de cada professor, isso ainda está muito fraco na escola. Os eventos escolares e os assuntos administrativos são organizados e tratados com um mínimo de interrupção das aulas. O tempo previsto para cada disciplina é claramente definido pela coordenação pedagógica com base na estrutura curricular em horários afixados nas salas de aula, mas somente as vezes é seguido pelos professores, isso se dá em função da demora de alguns alunos em terminar a atividade, mas há pontualidade no início e termino das aulas. A interrupção de aula devido à ausência de professores, reuniões, recessos, etc, ainda é um problema, todavia a escola só tem autonomia para lançar faltas. Os professores dispõem de um plano de aula pronto quando os alunos entram na sala de aula, as vezes a transição entre atividades desenvolvidasem sala de aula é rápida, para compensar isso a maior parte do tempo dos alunos na escola é dedicada a atividades de aprendizagem e os professores durante o tempo dedicado às aulas se concentram nas atividades de ensino. Nas práticas efetivas dentro da sala de aula os professores procuram constantemente propor atividades que propiciem à prática de valores e atitudes através de projetos educativos dando ênfase as características individuais para que as crianças avancem no processo ensino aprendizagem. Dentro desta prática inclui-se a avaliação contínua através da observação e da participação dos alunos nas atividades propostas. Com relação aos objetivos das lições e da disciplina as vezes os professores explicam numa linguagem simples e clara aos alunos, o que poderia facilitar o ensino de alguns temas. Os problemas de disciplina são resolvidos na maioria das vezes na sala de aula, evitando de encaminhar os alunos à direção. Os professores na maioria das vezes usam e articulam técnicas variadas de ensino, incluindo tarefas e deveres individuais, discussão em sala, trabalho em grupo, exercícios e monitorias, é regular o engajamento dos alunos nas atividades de sala de aula, um dos motivos pode ser a não utilização pelos professores de material de uso social nas práticas pedagógicas, estimulando os alunos a perceberem o vínculo entre as atividades escolares e extraescolares, não há aproveitamento pelos professores dos espaços externos para realizar atividades cotidianas como ler, contar, histórias, fazer desenhos, ou de pesquisa, isso ainda é muito fraco na escola. Os professores até propiciam atividades pedagógicas fora da escola como passeios, excursões, etc. mas depois não aproveitam esse momento para reforçar algum conteúdo. Na maioria das vezes os professores passam dever de casa sempre que necessário, sendo adequados à idade, mas as vezes não são adequados ao ambiente familiar, pois alguns pais são analfabetos ou ausentes o que pode ser a causa dessa atividade ser apenas regular do ponto de vista pedagógico, todavia, o professor na maioria das vezes faz algum comentário com os alunos sobre os deveres de casa realizados ou não. Os professores e alunos dispõem de materiais pedagógicos e didáticos adequados, que permitem atividades diversificadas dentro de sala de aula e os professores sabem onde estão guardados, e as vezes fazem uso deles quando necessário. As crianças as vezes podem identificar seus livros-texto e descrever seu conteúdo assim como outros materiais de leitura, com relação a caderno, papel, lápis, borracha, etc; a escola até o momento ainda não os recebeu. Os professores na maioria das vezes fazem uma avaliação diagnóstica no início de cada etapa de ensino, para que possam pôr em prática seu planejamento de forma adequada às características dos alunos e fazem o monitoramento contínuo do progresso dos alunos e sabem quantos e quais alunos estão em dificuldades em cada disciplina/conteúdo. A avaliação do desempenho dos alunos em todos os níveis as vezes está adequada aos objetivos de ensino isso, ainda está no começo, do mesmo modo estão os resultados de testes e relatórios de avaliação para localizar problemas potenciais e propor soluções, a equipe escolar pouco utiliza. Ainda é fraca a utilização pela equipe escolar dessas informações para fazer revisões da forma como o currículo está organizado, articulado e é trabalhado na escola, é preciso mais discussão e reuniões. É considerado bom pelos professores os momentos determinados a auto avaliação pelos alunos. Os instrumentos de avaliação na maioria das vezes são aplicados de maneiras variadas proporcionando assim várias situações de aprendizagem para possibilitar o desenvolvimento das capacidades dos alunos de integrar os conteúdos curriculares, contrastar os dados obtidos e observar a transferência das aprendizagens em contextos diferentes. 6.2 GESTÃO PARTICIPATIVA Realizar uma gestão participativa na escola não é uma tarefa fácil, exige do gestor atitudes compromissadas de fazer, de construir e atuar buscando a mobilização, a organização e a articulação das condições materiais e humanas capazes de garantir o avanço e o sucesso dos processos sócio educacionais priorizando a construção do conhecimento e as relações internas e externas da escola. Nessa perspectiva o trabalho escolar sempre é uma ação coletiva na escola, realizada através da participação conjunta e integrada de todos que fazem parte da comunidade escolar, aqui entendida como professores, pais, alunos, diretores, demais funcionários e comunidade em geral. A participação acontece sempre quando as pessoas se unem e se organizam para partilhar, decidir e refletir suas práticas, intervindo na realidade em prol de melhorias para todos os envolvidos no processo dando-lhes a oportunidade de monitorar e controlar seu trabalho tornando-as responsáveis pelos seus resultados construindo assim sua autonomia. Visando promover educação de qualidade, a escola busca manter um ambiente agradável onde possamos desenvolver as funções cabíveis aos membros da comunidade escolar, bem como alcançar as metas e expectativas propostas. A união da família, da escola e da comunidade permite um diálogo que possibilita a democratização da escola, articulando propostas capazes de fortalecer a práxis educacional. A escola dispõe de um Conselho Escolar com funções e atribuições bem definidas, é boa a forma como funciona o Conselho, ou seja, de maneira permanente. Na maioria das vezes o Conselho realiza reuniões sistemáticas conforme a necessidade, as reuniões do Conselho são sempre marcadas com antecedência, em horário que todos possam participar, no entanto, não fazemos a divulgação prévia da pauta, com relação a participação efetiva dos segmentos representantes da comunidade interna é sempre positiva, todavia, a comunidade externa à escola têm participação fraca, ainda estamos trabalhando formas de melhorar esta questão, os processos de ensino, aprendizagem e gestão participativa da escola atendem de maneira positiva ao que foi definido e validado pelo Conselho. Sempre a direção é capaz de demonstrar que os insumos escolares adquiridos com os recursos provindos do governo, da comunidade e dos pais são alocados de acordo com as necessidades detectadas pela escola, assim como tem objetivos claros para a aplicação dos recursos financeiros disponíveis, efetuando os gastos sempre de acordo com os procedimentos legais. A direção sempre submete o planejamento para a aplicação dos recursos financeiros ao Conselho Escolar, bem como a prestação de contas dos gastos efetuados, sendo um processo transparente e acessível a todos. A direção sempre controla e registra de forma apropriada os gastos efetuados pela escola em livro de ata. Na maioria das vezes, a escola define conjuntamente seus objetivos, metas e estratégias e os planos de ação para alcançá-los, da mesma forma, a gestora e os professores tomam decisões conjuntas relativas ao horário escolar, aos livros-texto e demais recursos utilizados pela escola. Na maioria das vezes os objetivos da escola são claramente definidos e aceitos pela comunidade escolar. Sobre horários escolares, metodologias adotadas, equipamentos e materiais necessários, a escola sempre tem autonomia para decidir, no entanto, a escola ainda não estabeleceu metas de excelência, isso ainda é fraco, mas os problemas que surgem na escola são sempre comunicados à direção da escola. 6.3 GESTÃO DE PESSOAS A comunicação regular entre a equipe escolar é boa assim como com os pais e a comunidade em geral. A gestora tem presença efetiva no ambiente escolar acompanhando todas as atividades. O ambiente escolar é bem organizado, limpo e agradável, bem como atrativo em função de ser uma escola nova, ampla e possuir ambientes climatizados. Em relação aos funcionários, a escola possui 19 funcionários conforme quadro: QUADRO DE FUNCIONÁRIOS Cargo/ Função Quant. Ensino Fundamental Ensino Médio Ensino Superior Habilitação Magistério Outra Habilitação Com LicenciaturaSem Licenciatura Completo Incompleto Completa Incompleta Completa Incompleta Gestor (a) 1 - - - - - 1 - - Secretário (a) 1 - - - - 1 - - - Pedagogo 1 - - - - - 1 - - Professores Ed. Física 1 - - - - - 1 - - Ens. Fund. 1º ao 5º 7 - - - - - 7 - 1 Auxiliar Operacional 1 1 - - - - - - ASG 3 - 3 - - - - - - MANIP. DE ALIM. 2 2 - - - - - - - Total 17 2 4 - - 1 10 - 1 A escola possui normas e regulamentos escolares, mas ainda não foram criados momentos para estudo. A comunicação é frequente entre corpo docente e pais, todavia é preciso mais envolvimento dos pais na aprendizagem de seus filhos, isso poderia diminuir os índices de evasão, reprovação e repetência. A participação da comunidade na gestão da escola ainda é fraca. As expectativas em relação à aprendizagem dos alunos estão contextualizadas na valorização dos mesmos, na busca da construção do conhecimento, excluindo toda e qualquer forma de preconceito de raça, classe social ou outras características pessoais que possam prejudicar a criança em seu desenvolvimento cognitivo, afetivo e motor. 6.4 GESTÃO DE RESULTADOS EDUCACIONAIS Todos os resultados educacionais estão atrelados aos processos de construção do conhecimento das crianças como seres humanos concretos e reais, pertencentes a diferentes contextos sociais, onde o núcleo da ação pedagógica abrange os diferentes âmbitos. Os resultados educacionais estão demonstrados em forma de quadros e gráficos, conforme se pode visualizar abaixo. IDEB – Ensino Fundamental IDEB OBSERVADO IDEB METAS PROJETADAS 2009 2011 2013 2015 2011 2013 2015 2017 2019 2021 2,9 4.3 4.8 4.6 3,2 3,5 3,8 4,1 4,4 4.7 Fonte: MEC – Ministério da Educação e Cultura. Obs: Escala de 0 a 10 Disciplinas críticas (com baixo desempenho) no ensino fundamental, por série, turno e turma 2015. DISCIPLINA SÉRIE/ANO TURMA TURNO %REPROVAÇÃO Língua Portuguesa 3° ANO A MATUTINO 25,7 Matemática 3° ANO B VESPERTINO 21,2 Língua Portuguesa 4° ANO A MATUTINO 25,7 Matemática 4° ANO B VESPERTINO 21,6 Fonte: Ata Final 2015. Desempenho geral da escola em 2015. INDICADORES SÉRIE / ANO 1° ANO 2° ANO 3° ANO 4° ANO 5° ANO GERAL Índice de Aprovação % 100 100 75,0 76,4 95,4 86,5 Índice de Reprovação % 0 0 25,0 23,6 4,6 10,7 Índice de Abandono % 3,2 4,4 1,5 0 3,03 2,8 Fonte: Ata Final 2015. Distorção idade-série – 1º ao 5º ano. Turno: matutino Ano: 2015. Série Matrícula Final (A) Até 7 anos Até 8 anos Até 9 anos Até 10 anos Até 11 anos Até 12 anos + de 12 anos Total de alunos com idade superior ao ano respectivo(B) Taxa de Distorção (B/A) x 100 1º 31 21 3 2 5 16,13% 2º 34 10 23 1 -- 1 - - 2 5,9% 3º 35 - 6 25 1 1 1 - 3 8,6% 4º 37 - - - 23 6 1 1 8 21,62% 5º 34 - - - - 12 5 4 9 26,5% TOTAL 171 27 15,8% Multisseriado Até 7 anos Até 8 anos Até 9 anos Até 10 anos Até 11 anos Até 12 anos + de 12 anos Fonte: Processos dos alunos. Distorção idade-série – 1º a 5º ano. Turno: vespertino Ano: 2012. Série Matrícula Final (A) Até 7 anos Até 8 anos Até 9 anos Até 10 anos Até 11 anos Até 12 anos + de 12 anos Total de alunos com idade superior ao ano respectivo(B) Taxa de Distorção (B/A) x 100 1º 33 24 1 1 - 2 6,6% 2º 35 9 24 - 2 - - - 2 5,71% 3º 34 3 18 9 3 1 14 41,9% 4º 35 7 12 7 5 4 16 45,7% 5º 33 3 15 6 8 14 42,4% TOTAL 170 48 28,2% Multisseriado Até 7 anos Até 8 anos Até 9 anos Até 10 anos Até 11 anos Até 12 anos + de 12 anos Total Fonte: Processos dos alunos. Gráfico de rendimento escolar 2013, 2014 e 2015 – Turno Matutino. Fonte: Rendimento final 2013/2014/2015. Gráfico de rendimento escolar final anos: 2013, 2014 e 2015. Fonte: Atas finais 2013/2014/2015. 6.5 GESTÃO DE SERVIÇOS E RECURSOS Estrutura física A estrutura física da Escola Municipal Ambientalista Chico Mendes é construída em alvenaria. As dependências estão pintadas nas cores azul e branco (cores padrão da Secretaria). O terreno onde está construída a escola é todo murado e ainda conta com o sistema COSE de segurança. É, portanto, uma escola que proporciona segurança aos funcionários e alunos e possui dependências adequadas para o desenvolvimento administrativo e pedagógico conforme o quadro a seguir. ESTRUTURA FÍSICA DA ESCOLA Dependências Quantidade Condições de utilização O que está inadequado? Adequada Inadequada Diretoria 1 X Secretaria 1 X Sala do técnico 1 X Salas de aula 6 X Depósito material limpeza 1 X Despensa 1 X Refeitório 1 X Recreio coberto Não possui. Circulações internas 1 X Cozinha 1 X Área de serviço 1 X Pequena Banheiros dos funcionários 2 X Banheiros dos alunos 3 X 7 PROGRAMAÇÃO 2016 1. Linha de Ação: Gestão Pedagógica METAS: 1. Aumentar o índice geral de aprovação dos alunos de 86,5% em 2015 para 95% no ano letivo de 2016 2. Aumentar o índice do IDEB de 4,6 para 5,9. METAS OBJETIVOS POLITICAS E ESTRATÉGIAS ATIVIDADES PERMANENTES DETERMINAÇÕES GERAIS LOCAL PERÍODO RESPONSÁVEL 1 · Melhorar a aprendizagem dos alunos de 1º ao 5º ano para elevar o índice de aprovação. · Implementando atividades que despertem o prazer da leitura e para o lógico matemático com os alunos do 1º ao 5º ano. · Efetivando o Projeto político Pedagógico da escola. · Desenvolvendo a atividade de leitura fazendo o registro das histórias lidas; · Realizando visita a biblioteca. · Realizar ações diversificadas, dinâmicas e lúdicas para fortalecer as atividades dedicadas à leitura e a escrita. · Fazer ao final de cada bimestre a análise do rendimento bimestral com os professores e pedagogo. · Atividades de reforço utilizando software no Telecentro. · Fazer o diagnóstico das turmas quanto à aprendizagem no início do ano letivo; · Ler os gráficos de rendimentos: · Promover ações que melhorem a aprendizagem Escola Fevereiro à novembro de 2016. Professores e Pedagogo. 2 · Atingir a meta do IDEB para o ano de 2017. · Fazendo a leitura dos rendimentos junto com os professores; · Analisando e discutindo as problemáticas em relação aos baixos rendimentos. Colocar em prática as ações do PPP para melhor desempenho das ações administrativas e pedagógicas. Realizar simulados da Prova Brasil para diagnóstico. Escola Março à outubro de 2017. Professores e Pedagogo. 2. Linha de Ação: Gestão Participativa META: 1. Estreitar a relação com a comunidade e a família visando aumentar de 80% para 90% a participação dos pais nas reuniões. METAS OBJETIVOS POLITICAS E ESTRATÉGIAS ATIVIDADES PERMANENTES DETERMINAÇÕES GERAIS LOCAL PERÍODO RESPONSÁVEL 1 · Elevar a participação da comunidade nas reuniões da escola. · Realizando reuniões sistemáticas pré agendadas com a comunidade. · Realizar a cada 2 meses reunião informativa. · Apresentação de relatórios à comunidade. Escola Março à novembro de 2016. Diretora 3. Linha de Ação: Gestão de Pessoas META: 1. Levar ao conhecimento de 100% da comunidade escolar o Projeto Político Pedagógico visando o envolvimento dos profissionais da educação, pais e alunos no processo ensino-aprendizagem. METAS OBJETIVOS POLITICAS E ESTRATÉGIAS ATIVIDADES PERMANENTES DETERMINAÇÕES GERAIS LOCAL PERÍODO RESPONSÁVEL 1 · Levar ao conhecimento da comunidade escolar o Projeto Político Pedagógico. · Realizando reuniões e criando momentos para que a toda a comunidade possa conhecer o PPP. · Realizar a cada 4 meses reuniões e momentos para conhecimento do PPP. · Apresentar o PPP à comunidade escolar. Escola Fevereiro à novembro de 2016. Diretora, Pedagogo e Professores. 4. Linha de Ação:Gestão de Resultados Educacionais 1. META: Diminuir a taxa de reprovação de 26% para 10% dos alunos do 3º ano nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática. METAS OBJETIVOS POLITICAS E ESTRATÉGIAS ATIVIDADES PERMANENTES DETERMINAÇÕES GERAIS LOCAL PERÍODO RESPONSÁVEL 1 · Diminuir a taxa de reprovação de 26% para 10% nas disciplinas críticas. - Elaborando Plano de intervenção para os alunos com baixo rendimento. - Melhorando o processo avaliativo dos alunos. · Reunir a cada 2 meses para analisar e discutir as problemáticas em relação aos baixos rendimentos dos alunos. · Acompanhar o processo de avaliação, os instrumentos de registro, a definição dos critérios e a recuperação paralela; · Apresentar relatório do rendimento dos alunos. Sala de aula. Fevereiro à novembro de 2016. Pedagogo e Professores. 5. Linha de Ação: Gestão de Serviços e Recursos. 1. META: Aumentar o nível de satisfação em relação aos serviços oferecidos pela escola à comunidade de 70% para 100%. METAS OBJETIVOS POLITICAS E ESTRATÉGIAS ATIVIDADES PERMANENTES DETERMINAÇÕES GERAIS LOCAL PERÍODO RESPONSÁVEL 1 · Ampliar os serviços oferecidos pela escola à comunidade escolar. *Ampliando a estrutura física da escola, com uma biblioteca e quadra poliesportiva; · Verificar a cada 2 meses o andamento dos memorandos enviados. · Enviar memorando solicitando a construção de uma biblioteca e quadra esportiva. Escola Fevereiro à novembro de 2016. DDZ Rural MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola Municipal Ambientalista Chico Mendes será avaliado ao final de cada ano letivo por meio de reuniões da Comissão Escolar do Projeto Político Pedagógico, com a promoção de discussões que favoreçam ao bom desenvolvimento das atividades previstas no referido documento. Em tais reuniões deverão ser avaliadas as metas propostas, os problemas encontrados, possíveis falhas nas soluções dos problemas, etc. conforme quadro modelo abaixo. O acompanhamento e a reorganização do Projeto Político Pedagógico serão feitos a partir da execução e avaliação das metas e ações previstas. Para que os objetivos e metas sejam alcançados é necessário o envolvimento de todos na busca do diálogo, de discussões e debates visando o consenso para uma escola que valoriza a democracia, a participação e o respeito as diferenças. Instrumento de Avaliação do Projeto Político Pedagógico Escola Municipal Ambientalista Chico Mendes Meta: Linha de Ação: Responsável: Planejado Executado Resultados Pontos Problemáticos Ações necessárias/responsável/prazo O que se pretendeu fazer. (as ações programadas) O que foi feito. Mostrar nas formas: descritiva e quantitativa os resultados alcançados. Motivos que impossibilitaram a realização da ação. O que deve ser feito sobre o que não foi alcançado. CARACTERIZAÇÃO DO PROFESSOR OBSERVADO O presente estágio foi realizado na turma EJA (Educação de Jovens e Adultos), na terceira fase, com a supervisão do professor regente Mario Vander Duque dos Santos, portador do RG 16170946, CPF 68542526287, contato (92) 99286 7917, casado. Sabemos que a formação de um docente deve ser comprovada, aproveitada e satisfatória, o professor Mário Vander concluiu sua graduação em 2007, pela Universidade Unilton Lins, realizou sua especialização em Metodologia do Ensino Superior, atua como professor há 5 (cinco) anos na SEMED (Secretaria Municipal de Educação), no inicio de 2019 começou seu trabalho na E. M. Ambientalista Chico Mendes. A Modalidade EJA, as atividades desenvolvidas ao longo do percurso deve ser voltada para essa faixa etária de idade, CARACTERIZAÇÃO DA TURMA ONDE SE REALIZOU A REGÊNCIA . A Modalidade EJA é o ensino de adultos, por isso as atividades desenvolvidas ao longo do percurso deve ser voltada para essa faixa etária de idade, a turma observada nesse estagio possui a 20 (vinte alunos) matriculados, por ser localizada em uma zona rural, a Prefeitura disponibiliza transporte para esses alunos, as rotas fazem o trajeto de trazê-los ate a escola, e deixamos próximo de suas residências, o que torna um diferencial. A educação é primordial e gratuita, oferecendo oportunidades para jovens, pai e mães de família, oque notamos é que muitos desses indivíduos abandonaram para se dedicar á família e do seu lar, atualmente o aluno EJA busca a recuperação desse tempo, muitos incentivamos pela própria família retomam seus sonhos, objetivos e metas e seguem em busca oportunidade melhor no mercado e satisfação na vida. No primeiro dia em que estivemos na escola conhecemos um pouco da estrutura, os responsáveis nos passaram a as informações com relação ao horário, frequência e conduta dos estagiários dentro da instituição. No segundo dia o trio se reuniu com o professor responsável pela disciplina da modalidade EJA e nos acompanhou durante o Estagio Supervisionado para alguns esclarecimentos sobre os planejamentos das aulas, no qual nós falamos do projeto em si, que precisávamos realizar se possível nesse período de estágio. Sendo assim, demos início ao momento do projeto, observamos a aula que foi iniciada com a fala do professor Mário em Língua Portuguesa em seguida apresentamos uma dinâmica com os alunos do texto: “O garotinho chamado Amor”. Dividimos a turma em dupla e para 5 (cinco) palavras ditas do texto que uma das estagiárias leu, um gesto as duplas teriam que fazer. Exemplo: - PAZ Aperto de mão com a sua dupla, AMOR, deem um abraço na sua dupla, GARRA, troquem de lugar, SORRISO, deem uma gargalhada e BEM-VINDOS, palmas.- Vamos começar? Disse a estagiária. Era uma vez um garotinho chamado AMOR. O AMOR sonhava com a PAZ. Certo dia descobriu que a vida só teria sentido quando ele descobrisse a PAZ e foi justamente nesse dia que o AMOR saiu a procura da PAZ. Chegando ao colégio onde ele estudava, encontrou os seus amigos que tinham um SORRISO nos lábios e foi nesse momento que o AMOR passou a perceber que o SORRISO dos amigos, transmitia a PAZ. Pois percebeu que a PAZ existe no interior de cada um de nós, e para isso basta dar um SORRISO. E nesse instante, interferindo os pensamentos do garotinho AMOR, a turma gritou bem forte: - AMOR, AMOR, você encontrou a PAZ que procurava? O AMOR respondeu com muita garra: sim! Sim! Encontrei. Vocês querem saber? Traga a PAZ, um SORRISO bem bonito e sejam BEM – VINDOS a nossa aula! O professor pediu que nos apresentássemos a turma, e deu inicio ao conteúdo do projeto, ele aplicou um exercício de português que consistia em completar o texto com as palavras ditadas pela professor no singular e escritas pelos alunos no plural. O professor corrigiu a atividade escrevendo na lousa as palavras corretas. Após a correção e releitura do texto, propôs uma reflexão com os alunos sobre a mensagem contida no texto, o que rendeu inúmeras colocações. A prática pedagógica do educador não é separada de uma dimensão política. O que isso quer dizer? Não significa transformar os professores em frequentadores de palanques ou tribunas de políticas institucionais e/ou partidárias, mas sim considerar, em suas práticas pedagógicas, os códigos culturais e as necessidades específicas dos alunos jovens e adultos (ROMÃO, 2005). Sendo posto ao Professor docente um olhar analítico de todo envolvimento situacional e seguir em frente com os conteúdos, a vivencia foi um período de muita observação onde analisamos as questões criticas positivas e negativas, deduzimos a tal realidade, estamos lidando com pessoas de diferentes culturas, religiões, costumes e etc. O horário de entrada é 18h00min horas a saída as22h00min horas, o lanche é fornecido pela Instituição de Ensino, a partir de 20h00min às 20h15min a experiência de vivenciar juntamente com o corpo institucional é observar e buscar entender tantas diferenças . Esse planejamento diz respeito também ao papel social que a escola exerce sobre a sua finalidade social que é ensinar o saber sistematizado.Ensinar um saber que no futuro colocará o indivíduo dentro de um contexto social atualizado e que o prepare para exercer diferentes papéis de modo a transformar a sua realidade, atendendo às demandas sociais. Organizado de maneira concreta conforme o calendário da escola, onde todos do corpo profissional, professores e pedagogos, coordenadores e gestor escolar, pra criar novas ideias e aprimorar aquilo já posto no ambiente escolar. de seu valor enquanto espaço de emancipação humana. Nesse sentido, a Pedagogia precisa ser percebida como campo do conhecimento que ao identificar os processos de dominação e reprodução que envolvem as práticas pedagógicas os denunciem produzindo um novo conceito de qualidade que permitirá o reconhecimento social do curso e o resgate da valorização do professor. Esse processo de redefinição do saber pedagógico deverá orientar para a construção de uma identidade emancipadora e de projetos em que o professor seja o sujeito de sua ação e de seu saber fazer. Ficou evidente neste estudo o valor dado pelo professor aos seus saberes experienciais como aqueles construídos a partir do seu contato com a realidade e construído todos os dias na ação educativa. Entretanto, os sujeitos investigados também reconhecem o valor dos saberem disciplinares e das teorias historicamente construídas e transmitidas pela universidade. No entanto, ficou marcadamente caracterizado o distanciamento entre esses dois mundos que na verdade deveriam representar o mesmo significado: espaço de construção de saber. Pode-se considerar que as formas como o processo de formação do professor tem sido proposto e sua organização curricular pode ser um dos motivos desse distanciamento e isso também pode ser percebido no campo do conhecimento que esta tem por dever desenvolver e transmitir, apresentado de forma fragmentada e descontextualizadas das reais necessidades impostas pela realidade. Percebe-se que, apesar das discussões teóricas, debates e produção de diversos estudos sobre o tema, os cursos de formação, relatados por esses entrevistados ainda apresentam um estágio curricular caracterizado por ser o momento de observação e aplicação permanecendo sua concepção tecnicista do ensino e da educação, mesmo sendo a maioria desses entrevistados oriundos de cursos que se realizam a partir das novas propostas de formação da LDB 9394/96 ou mesmo que estes estagiários tenham uma orientação para a ação, encontram professores cooperantes que concebem o estágio dentre desta perspectiva dificultando a mudança desse paradigma. Essa concepção também é provocada por uma fragilidade teórico-conceitual sobre o verdadeiro sentido da prática e da sua relação com a teoria. O que pode ser constatado a partir do significado dados a esses conceitos pelos sujeitos investigados. O fato desses dois conceitos estarem sempre propondo a ideia de contraposição (aqui na escola a teoria não funciona), ou sobreposição (aprende-se a teoria para resolver os problemas da prática) não permite que a articulação entre teoria e prática ocorra e a articulação entre os diverso. AULAS E ASSUNTOS TRABALHADOS: Português: Gêneros literários: poemas, lendas fábulas, contos e crônicas. Nesses dias levamos vários modelos de textos para que eles pudessem relacionar e compreende-los e associa- los. Matemática: Gráficos e tabelas, trabalhando a interpretação de gráficos a partir das tabelas. Ciências: Estados físicos da agua, solido, liquido e gasoso. Geografia: Indústrias, contribuição da tecnologia para a produção industrial. ] CONSIDERAÇÕES FINAIS Para a realização desta pesquisa um mergulho no campo do conhecimento foi fundamental para que fosse possível o distanciamento necessário, o estranhamento pudesse ocorrer e concepções e significados primeiro construídos por esta pesquisadora pudessem dar lugar àqueles que representam o propósito maior desta empreitada, ou seja, refletir a partir dos significados que os professores que atuam em uma Educação para adultos e os discentes do Curso de Pedagogia, atribuem ao estágio realizado em seu processo de formação inicial e qual sua contribuição para a atuação profissional. O processo de desconstrução de pré-conceitos foi um exercício necessário e importante nesse exercício de busca de conhecimento e seria inconsequente negar o esforço realizado por outros que me permitiram, a partir de um referencial teórico responsável, compreender os significados que se propôs investigar. É importante ressaltar a contribuição dada pelos professores e discentes que participaram deste movimento de aproximação de novas descobertas sem a qual todo o meu esforço seria inútil e infrutífero. Foi na articulação desses diversos saberes teóricos e práticos que pode-se implementar um exercício de reflexão que permitiu traçar algumas considerações sobre o papel do estágio curricular na construção de uma atuação profissional criativa e transformadora. Pode-se inferir a partir deste estudo que a formação do Pedagogo, docente, gestor ou pesquisador mesmo passando por um momento longo de redefinição ou mesmo indefinição de sua identidade profissional ou de suas múltiplas identidades precisa que todos os professores formadores se empenhem na luta por um reconhecimento da educação. (Imagem 1°: Sala de aula Escola Ambientalista Chico mendes 2019) (Imagem 2°, Diretoria, E.M.Ambientalista Chico Mendes 2019) (Imagem 3°, Secretaria da E.M. Ambientalista Chico mendes 2019) (Imagem 4°, Telecentro da E.M Ambientalista Chico Mendes 2019) (Imagem 5°, Área Verde da E.M Ambientalista Chico Mendes 2019) REFERÊNCIAS ARROYO, Miguel Gonzalez. Secretaria de Educação Básica (Org.). Os educandos, seus Direitos e o Currículo: Documento em versão preliminar. 2006a. BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Os Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília,1998. CONSTITUIÇÃO FEDERAL DO BRASIL, atualizada 2008, até a Emenda Constitucional nº 56, de dezembro de 2007. DALMÁS, Ângelo. Planejamento Participativo na Escola: elaboração, acompanhamento e avaliação. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008. DIAS, Andrea Cristina Felix. Territórios da personalidade ética: ações morais, valores e virtudes na escola. Tese apresentada ao Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo. São Paulo: 2013. ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE: (Lei nº 8.069, de 13-7-1990). Obra coletiva de autoria da Editora Saraiva com a colaboração de Antonio Luiz de Toledo Pinto, Márcia Cristina Vaz dos Santos. 15. Ed. atual. e aum-São Paulo: Saraiva, 2007. (Coleção saraiva de legislação). GADOTTI, Moacir. Autonomia da escola: princípios e propostas – uma escola, muitas culturas. 2. ed. São Paulo: Cortez, 1997. GONÇALVES, Tânia. Autoridade docente: pensamento, responsabilidade e reconhecimento. Tese apresentada à Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo. 2012. LUCK, Heloisa. Gestão educacional: uma questão paradigmática - Petrópolis, RJ: Vozes, 2006.Serie:Cadernos de Gestão. MEC/SEF/DPE/COED, doc. “Política nacional de educação Infantil”. Dez/1994. MENEGOLLA, Maximiliano e SANT’ANNA, Ilza Martins. Por que planejar? Como planejar? São Paulo: Vozes, 2001. PILETTI, Cláudio. Didática geral. 23. ed. São Paulo: Ática, 2001. REGO, Tereza Cristina. Vygotsky: Uma perspectiva histórico-cultural da educação.12ª Ed.Vozes,2001. SACRISTÁN, J. Gimeno e Gómez, A. I. Perez. 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DISTRIBUIÇÃO DOS ALUNOS POR LOCAL DE RESIDÊNCIA Distribuição dos alunos por local de residência Comunidade 23 de setembro Lago Azul Ismail Aziz União da Vitória Viver Melhor Residencial Verona Comunidade São joão Granja 165 90 48 15 54 10 14 1 RENDIMENTO TURNO MATUTINO % APROVAÇÃO 2013 2014 2015 94.6 94.9 89.4 REPROVAÇÃO 2013 2014 2015 5.4 5.0999999999999996 10.6 ABANDONO 2013 2014 2015 4.4000000000000004 1.7 2.9 RENDIMENTO ESCOLAR ANO DE 2013, 2014 e 2015 APROVAÇÃO 2013 2014 2015 94.6 85 86.5 REPROVAÇÃO 2013 2014 2015 5.4 14 10.7 ABANDONO 2013 2014 2015 3.4 1 2.8