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<p>EMEIF ALMIRANTE BARROSO</p><p>PPP – 2023</p><p>MOCAJUBA/PA</p><p>ANO 2023</p><p>Sumário</p><p>1.	DADOS DE IDENTIFICAÇÃO	2</p><p>2.	APRESENTAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DA ESCOLA	2</p><p>3.	DIAGNÓSTICO DA REALIDADE	3</p><p>4.	VISÃO DE EDUCAÇÃO, ESCOLA E SOCIEDADE	3</p><p>4.1	VISÃO DE EDUCAÇÃO	3</p><p>4.2. VISÃO DE ESCOLA	4</p><p>4.3.	VISÃO DE SOCIEDADE	4</p><p>5.	FILOSOFIA DA ESCOLA	4</p><p>5.1.	OBJETIVOS	4</p><p>5.1.1.	Geral	4</p><p>5.1.2.	Específicos do Ensino Fundamental	4</p><p>5.1.3.	Específicos da Educação de Jovens e Adultos	5</p><p>6.	PERFIL DO EDUCANDO QUE SE PRETENDE FORMAR POR ETAPA E MODALIDADE	5</p><p>6.1.	NUCLEAÇÃO – MATERNAL I 1º AO 5º ANO	6</p><p>6.2.	PROPOSTAS QUE A ENTIDADE PROPÕE	6</p><p>6.3.	PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DAS ESCOLAS ANEXAS DO PROCESSO DA NUCLEAÇÃO	8</p><p>6.4.	EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS – EJA	9</p><p>6.5.	PERFIL DE ALUNOS 6º AO 9º ANO	10</p><p>6.6.	PERFIL DE ALUNOS EDUCAÇÃO ESPECIAL	10</p><p>7.	DA ORGANIZAÇÃO CURRICULAR	12</p><p>7.1.	DA ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DE ACORDO COM A BNCC	13</p><p>7.1.1.	COMPETÊNCIAS GERAIS	13</p><p>7.2.	DOCUMENTO CURRICULAR DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA)	.................................................................................................................................... 14</p><p>8.	PROPOSTA METODOLÓGICA	18</p><p>9.	AÇÕES E PROJETO	19</p><p>9.1.	PROPOSTAS DE PROJETOS PARA O ANO 2023	20</p><p>10.	ORGANIZAÇÃO PEDAGÓGICA	21</p><p>10.1.	DIAGNÓSTICO	21</p><p>10.2.	AVALIAÇÃO	22</p><p>11.	CONCLUSÃO	23</p><p>ANEXOS:	25</p><p>2</p><p>PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO</p><p>ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO INFANTIL E FUNDAMENTAL ALMIRANTE BARROSO</p><p>1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO</p><p>1.1 Escola Municipal de Ensino Infantil e Fundamental Almirante Barroso;</p><p>1.2 Entidade Mantenedora: Secretaria Municipal de Educação, Esporte e Cultura (SEMEC);</p><p>1.3 Etapa de Ensino: Ensino fundamental anos finais 6º ao 9º e EJA - 1ª,2ª(Nucleação), 3ª e 4ª Etapas;</p><p>1.4 Endereço: Travessa Lauro Sodré nº 58, Bairro Centro;</p><p>1.5 Município: Mocajuba/PA;</p><p>2. APRESENTAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DA ESCOLA</p><p>A Escola Municipal de Ensino Fundamental Almirante Barroso iniciou suas atividades a partir de 28 de maio de mil novecentos e quarenta e oito (28/05/1948). Esta instituição recebeu este nome em homenagem a um grande personagem das forças armadas, que dedicou a sua vida na defesa da população e do Estado maior brasileiro. Seu perfil socioeconômico é diversificado, todavia a maior parte dos nossos alunos encontra-se situada na renda mínima e são oriundos de regiões diferentes do município. As famílias em sua maioria, sobrevivem da agricultura, pesca, atividades empresariais, benefícios.</p><p>A Escola Municipal Almirante Barroso tem como finalidade promover o desenvolvimento integral de seus educandos, prepará-los para o exercício da cidadania e qualificação para o mundo do trabalho, direcionada de acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). Logo, buscando sempre respeitar e promover a diversidade, equidade, os valores e os conhecimentos do discente, do mundo físico, econômico, político, social e cultural.</p><p>3. DIAGNÓSTICO DA REALIDADE</p><p>Mediante observação e comprovação da realidade de nossa Escola, percebe-se que há:</p><p>· Presença da família na Escola;</p><p>· Deficiência na leitura, interpretação e produção textual, principalmente alunos dos 6º e 7º Ano.</p><p>· Deficiência de cálculos matemáticos básicos (quatro operações), nas turmas dos 6º e 7º Ano.</p><p>· Interdisciplinaridade entre as áreas do conhecimento;</p><p>· Conselho de classe; Líder e Vice-líder de turma.</p><p>· 27 Turmas; sendo 24 Regulares e 3 EJA.</p><p>· Presença de equipe técnica pedagógica nos 3 turnos;</p><p>· Apoio técnico administrativo;</p><p>· Material pedagógico para Educação Física;</p><p>· Espaço Físico adequado (Salas de aula, banheiros, auditório, quadra esportiva (ginásio poliesportivo Irmã Vieira);</p><p>· Ausência de Refeitório (O lanche é servido em Sala de Aula);</p><p>· Necessidade de melhorar a disciplina dos funcionários e discentes;</p><p>· Evasão escolar Educação de Jovens e Adultos (EJA);</p><p>· Falta de Grêmio Estudantil;</p><p>· Planejamento pedagógico no início de cada Ano;</p><p>· Necessidade de capacitar servidores de apoio e administrativo;</p><p>4. VISÃO DE EDUCAÇÃO, ESCOLA E SOCIEDADE</p><p>4.1 VISÃO DE EDUCAÇÃO</p><p>Educação é um dos processos de formação do indivíduo. Por meio do qual o sujeito constrói conhecimento, habilidade e contribui significativamente para ajudar a transformar a sociedade em que vive. Nesse contexto, a Escola Almirante Barroso propõe seguir os princípios positivados na (LDB), como: Pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas; Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber; Igualdade de condições para o acesso e permanência na escola; Respeito à liberdade e apreço à tolerância; Valorização da experiência extraescolar; Vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais etc.</p><p>4.2. VISÃO DE ESCOLA</p><p>Ambiente que leva em conta o conjunto das dimensões da formação humana considerando a família como base e a escola como complemento, na qual o conhecimento é compartilhado e sistematizado, tendo a tarefa de formar cidadãos com consciência de seus direitos e deveres.</p><p>4.3. VISÃO DE SOCIEDADE</p><p>Ambiente no qual o indivíduo está integrado, produzindo e reproduzindo relações sociais, problemas e propondo valores, alterando comportamentos, desconstruindo e construindo concepções, costumes e ideias. Onde o interessante seja pensar no bem de todos e não apenas em si mesmo.</p><p>5. FILOSOFIA DA ESCOLA</p><p>“Contribuir para a formação de cidadãos crítico, reflexivo e atuante na sociedade, seguindo sempre os princípios morais, éticos, políticos e religiosos”. Por meio da educação que busca transformar seus alunos, para que possam desenvolver uma sociedade livre, justa e democrática.</p><p>5.1. OBJETIVOS</p><p>5.1.1. Geral</p><p>Promover uma escola com ensino de qualidade e comprometida com as transformações da realidade e respeito às adversidades culturais, étnicos, religiosos, garantindo assim, o pleno exercício da cidadania, possibilitando a formação integral do educando.</p><p>5.1.2. Específicos do Ensino Fundamental</p><p>· Desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo;</p><p>· Compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade;</p><p>· Desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores;</p><p>· Fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de Tolerância recíproca em que se assenta a vida social.</p><p>· Proporcionar atividades pedagógicas que favoreçam a participação dos pais na escola;</p><p>· Proporcionar aos educandos e a comunidade escolar a compreensão de direitos e deveres de cidadania;</p><p>5.1.3. Específicos da Educação de Jovens e Adultos</p><p>· Oportunizar a interação do aluno no ambiente escolar para que ele possa descobrir suas aptidões e tornem-se confiantes em relação a si mesmo e aos outros;</p><p>· Incentivar a permanência do aluno, trabalhando a erradicação da evasão escolar;</p><p>· Buscar roteiros pedagógicos de pesquisa abrangendo as mais diversas áreas do conhecimento;</p><p>· Promover educabilidade e conhecimentos diferenciados;</p><p>· Socializar metodologias e experiências exitosas entre os professores e alunos;</p><p>· Conscientizar os educandos a respeito da conservação do patrimônio público;</p><p>· Proporcionar aos educandos e a comunidade escolar a compreensão de direitos e deveres de cidadania;</p><p>· Proporcionar atividades pedagógicas que favoreçam a participação dos pais na escola;</p><p>6. PERFIL DO EDUCANDO QUE SE PRETENDE FORMAR POR ETAPA E MODALIDADE</p><p>6.1. NUCLEAÇÃO – MATERNAL I 1º AO 5º ANO</p><p>As escolas ou classes isoladas que atendem a um número mínimo de alunos, fazem-se necessário a sua reorganização, seja ela física ou administrativa, de modo a atender os princípios básicos da Educação: a qualidade do ensino e o sucesso do aluno, esta política educacional, entende-se por nucleação a reorganização da rede escolar pública, concentrando várias escolas ou salas de aula isoladas sob a coordenação unificada de uma escola credenciada para a oferta de um ou mais níveis e modalidades da educação básica. As</p><p>uso incontrolável da floresta, dos rios, o que vem causando sérios transtornos a toda humanidade.</p><p>Estudar uma disciplina que trata diretamente da complexa situação que vive toda região amazônica é fundamental para que se crie mentalidade crítica, pois nossos educandos precisam participar desta luta, que é de todos. E o nosso educador precisa criar oportunidades para que seja dado ao aluno conteúdo significativo no qual o entendimento seja marcado pelo uso adequado dos gráficos, nos quais se leva o aluno a fazer a diferença na economia, população nível de desenvolvimento, devastação do meio ambiente enfim, que a partir desta nova perspectiva de ensino se possa perceber uma mudança de postura no aluno, onde ele possa fazer produção textual acerca do que compreendeu e não o levar a decorar.</p><p>Para a escola que sonhamos o ideal seria o aluno conviver concretamente com todas as situações propostas no planejamento, pois esses assuntos são habitualmente apresentados na escola, somente de forma descritiva por conta da carência dos recursos didáticos e de apoio, porém nada impede que o educador faça uso de suas habilidades no trato com este assunto e parta para uma mudança na qual o aluno seja alvo principal, abordando aspectos sociais, culturais, ambientais, bem como o mercado de trabalho, tecnologia, informação, comunicação, transporte, modos de vida. É assim que se espera que a escola contribua para a formação dos cidadãos do futuro.</p><p>ARTES</p><p>As aulas de Arte têm como objetivo despertar o talento e a sensibilidade do educando. Desta forma o educador deve criar situações que estimulem a criatividade do aluno, a fim de que este descubra e aprimore suas habilidades, tornando-o sensível para criar ou mesmo ser um admirador da arte produzida por outros.</p><p>O que a escola propõe é que este momento proporcione ao educando um estímulo para criar com prazer e alegria.</p><p>É importante a criação de oficinas que explorem a capacidade artística sem, contudo, cobrar uma produção primorosa que esta culmine numa mostra dos trabalhos criados pelos alunos.</p><p>É fundamental que o educador de arte perceba a importância da interação entre o aprendiz e a arte, utilizando o lúdico e o brincar poético par tornar suas aulas não somente úteis como também agradáveis.</p><p>LÍNGUA ESTRANGEIRA (INGLÊS)</p><p>Ninguém esquece sua língua materna quando aparece uma língua estrangeira. O que acontece é bem o contrário: quanto mais o aluno utiliza o conhecimento que adquiriu em sua vivência e sobre o próprio idioma, melhor entende uma segunda língua. Por exemplo: certa vez uma empresa lançou uma campanha publicitária com um Slogan Put a Tiger in your tant, “Para entender a mensagem, não basta saber o significado de cada palavra é preciso conhecer uma série de elementos prévios. O que o exemplo nos mostra é que, ao ensinar a língua estrangeira, deve-se lançar mão em recursos didáticos concretos, fazendo sempre a comparação. Isso ajuda a não somente estabelecer o comparativo, como também se torna significativo para aluno”.</p><p>Para tornar o ensino interessante é importante usar os gêneros textuais e buscar atividades lúdicas, contextualizando-os. Daí pode-se exercitar as palavras, os joguinhos. Para que o aluno crie interesse pela disciplina, o uso de filmes se torna importantíssimo, porém tem que ser feito um trabalho de sensibilização deixando claro que de lá se espera um retorno.</p><p>Outro recurso também é trabalhar as músicas, que auxiliam na oralidade e aproxima os alunos da cultura da língua espanhola.</p><p>PROJETOS</p><p>ATIVIDADES</p><p>OBJETIVO GERAL</p><p>· PROJETO DE LEITURA (REDIGIR-AÇÃO)</p><p>· Trabalhar no espaço da Sala de Aula Leitura e Escrita com os alunos que após a Avaliação Diagnóstica apresentarem deficiência de Letramento e cada aluno confeccionará 1 Redação bimestral, por disciplina, totalizando 10 Redações por bimestre e 40 por ano.</p><p>· PROJETO HORTA NA ESCOLA</p><p>· (Organizar junto aos alunos e com os professores de ciências e o Coordenador do projeto de “Educação Ambiental” a Construção da Horta na área livre atrás da Escola).</p><p>· PROJETO VÍDEO/ESCOLA</p><p>· Através de filmes educativos proporcionar Incentivos a Leitura e a Escrita, bem como a produção de vídeos pesquisados pelos Alunos.</p><p>· PROJETO ALUNO NOTA 10</p><p>· Nesse projeto serão premiados os alunos com maior número de notas 10(dez) e os disciplinados.</p><p>· PROJETO BRASIL NA ESCOLA – PORTUGUÊS E MATEMÁTICA</p><p>· Esse projeto visa a recuperação da aprendizagem pós-pandemia. Serão contratados professores monitores para trabalharem a leitura, escrita e a matemática.</p><p>2</p><p>QUADRO DAS AÇÕES</p><p>METAS</p><p>AÇÃO</p><p>ESTRATÉGIAS</p><p>RESPONSÁVEIS</p><p>I- Incentivo à Leitura, à Escrita e ao Cálculo.</p><p>.</p><p>I- Através de incentivo todos os educadores das diversas áreas do conhecimento, comprometendo-se em um esforço conjunto em propor e adotar diferentes metodologias para amenizar tais dificuldades.</p><p>II- Utilizar o espaço multidisciplinar (Biblioteca) para que os instrumentos de trabalho sejam diversificados para atender as atividades propostas pelo educador: jornais, revistas, livros didáticos, obras de arte, filmes, data show, televisão, DVD e internet.</p><p>III- Aulas de reforço da aprendizagem nas diversas disciplinas de língua portuguesa e matemática com alunos do 6º ao 9º Anos, com o objetivo de diversificar o aprendizado realizado em sala de aula, refazendo o que não foi assimilado e superando as dificuldades.</p><p>IV- Fazer das reuniões pedagógicas e por áreas um momento oportuno para socializar os avanços e entraves que surgirem durante o ano letivo, com o propósito de avaliar periodicamente antes das avaliações, as situações observadas e propor alternativas para superá-las.</p><p>V- Resgatar as atividades práticas mensalmente através dos laços culturais como: poesia oral e escrita, pinturas, dança, música, teatro e outras manifestações para incentivar os alunos.</p><p>VI- Informar os pais ou responsáveis as dificuldades observadas nos alunos para que eles possam acompanhá-los nas atividades extraclasses sugeridos pelo educador.</p><p>VII- trabalhar a produção textual (redação) em todas as disciplinas a fim de incentivar a leitura e a escrita dos alunos.</p><p>I- Educadores, direção e coordenação pedagógica.</p><p>II-Direção, coordenadores monitores, professores, pais.</p><p>III- Educador e educando.</p><p>IV- Direção, educadores e coordenação pedagógica.</p><p>V- Educadores de língua portuguesa, artes, educação física, direção e apoio.</p><p>VI- Pais, educadores, direção, alunos e comunidade escolar.</p><p>VII direção, secretaria, educadores e funcionários de apoio.</p><p>II- Processo permanente de acompanhamento</p><p>.</p><p>I- Fazer o monitoramento bimestral permanente, de acompanhamento recíproco entre as disciplinas.</p><p>II- Utilizar o planejamento didático-pedagógico como ponto de partida para elaborar os critérios de análise do ensino e da aprendizagem da escola.</p><p>III- Ao final de cada bimestre, a equipe de educadores, direção e a coordenação pedagógica se reúnem por série, depois por áreas de estudo, para realizar uma atualização estatística, bem como avaliar o nível de aprendizagem dos alunos, como o aproveitamento no rendimento escolar, além de apontarem hipóteses sobre as causas de eventuais dificuldades, revelando interesse e melhorar continuamente os resultados avaliados.</p><p>IV- Fazer a integração entre a família e escola, um dos processos reais de acompanhamento do rendimento escolar.</p><p>I – Educadores e Coordenadora Pedagógica</p><p>II- Educadores, direção e coordenação pedagógica</p><p>III- Educadores, direção e coordenação pedagógica.</p><p>IV- Educadores, direção e pais.</p><p>III- Atuação e desempenho do Conselho escolar no contexto da escola</p><p>I- Envolver o Conselho Escolar no desenvolvimento da prática educativa, fazendo do processo ensino-aprendizagem um de seu foco principal.</p><p>II- O Conselho Escolar acompanhará e avaliará o desenvolvimento das ações da escola, com a finalidade de construir uma educação democrática e emancipatória.</p><p>III- O Conselho Escolar atuará como colaborador e fiscalizador dentro do contexto escolar.</p><p>IV- Direcionar</p><p>junto aos gestores os recursos destinados a instituição</p><p>V- Prestar conta junto a comunidade escolar do uso dos recursos repassados a escola com a devida transparência.</p><p>I- Conselho escolar e direção da escola</p><p>IV-Direcionar o trabalho pedagógico através de parceria, envolvendo toda a comunidade escolar no processo ensino-aprendizagem.</p><p>I- Devemos dispor de flexibilidade e integridade, onde passaremos a favorecer a parceria entre escola e comunidade.</p><p>II- Refletir sobre a necessidade o trabalho coletivo, para consolidar a função social da escola.</p><p>III- Fortalecer a responsabilidade da escola, da família e outros parceiros que atuam em ações coletivas para garantir o direito constitucional estabelecido também na LDB atual, ou seja, a democracia social do saber.</p><p>IV- Realizar ações internas para que a comunidade participe efetivamente no fazer da escola.</p><p>V- As decisões que forem tomadas na escola sejam feitas de forma conjunta.</p><p>I- Comunidade escolar</p><p>II- Comunidade escolar</p><p>III- Comunidade escolar e outros parceiros.</p><p>IV- Direção, educadores, conselho escolar, coordenação pedagógica, apoio</p><p>V- Comunidade escolar</p><p>V - Realização da feira pedagógica</p><p>I- Definição da data da feira interna;</p><p>II- Definição do tema da feira;</p><p>III- Comprometimento de toda comunidade escolar com a elaboração e execução da feira;</p><p>IV- Buscar parcerias com a Secretaria de Educação em relação à estrutura do evento;</p><p>V- Divulgar o evento através dos mais variados meios de comunicação;</p><p>I, II e III- comunidade escolar</p><p>IV e V- Direção da escola</p><p>VI - Datas comemorativas e confraternização</p><p>I – Enfeitar a escola para o carnaval;</p><p>II – Texto reflexivo a respeito do dia internacional da mulher dia 08 de março;</p><p>III – Enfeitar a escola para a Páscoa;</p><p>IV - Festa em comemoração ao Dia das Mães e o aniversário da escola;</p><p>V – Enfeitar a escola para a realização da festa junina;</p><p>VI – Comemoração do Dia do Estudante em agosto, com uma manhã de lazer;</p><p>VII – Comemoração dos dias dos pais e do folclore no dia 22 de agosto, através de uma peça teatral e manifestações culturais;</p><p>VIII – Comemoração do dia 7 de setembro, com a realização dos jogos internos da escola e desfile patriótico;</p><p>IX – Comemoração ao Dia da Árvore, com palestra sobre a preservação ambiental, no dia 21 de setembro;</p><p>X - Manifestação ecumênica em comemoração ao Dia da Bíblia no dia 30 de setembro;</p><p>XI – Comemoração do Dia dos Professores, no dia 15 de outubro, com a realização de uma celebração ecumênica e com a realização de um coquetel;</p><p>XII – Comemoração do Dia do Funcionário Público, no dia 28 de outubro;</p><p>XIII – Realização da Feira Pedagógica interna da escola, em novembro (decidir com todos os funcionários)</p><p>XIV - Realização da Feira Pedagógica Municipal;</p><p>XV – Confraternização do Natal em dezembro com os funcionários (decidir no grupo);</p><p>XVI – Festa de Conclusão dos alunos do 9º Ano e 4ª Etapas do ano de 2023.</p><p>I – Comunidade escolar</p><p>ESTRUTURAS FUNCIONAIS DA ESCOLA</p><p>RECURSOS HUMANOS ADMINISTRATIVO</p><p>EDUCADOR/FUNÇÃO</p><p>NOME</p><p>ESCOLARIDADE</p><p>01</p><p>DIRETOR</p><p>JOSÉ ANTONIO FARIAS DIAS</p><p>LIC. PEDAGOGIA</p><p>02</p><p>VICE-DIRETOR</p><p>VÂNIA MARIA DO SOCORRO RODRIGUES BARROS</p><p>LIC. CIÊNCIAS BIOLÓGICAS</p><p>03</p><p>SECRETÁRIA</p><p>JUCICLÉIA DA SILVA LOPES</p><p>LIC. PEDAGOGIA</p><p>04</p><p>COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA</p><p>MARIA OSCARINA MOREIRA DE OLIVEIRA</p><p>LIC. PEDAGOGIA</p><p>04</p><p>COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA</p><p>SIMONE LISBOA LOPES (TEMPORÁRIA)</p><p>LIC. PEDAGOGIA</p><p>05</p><p>COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA</p><p>SIMONE CRISTINA QUEIROZ CAMPOS</p><p>LIC. PEDAGOGIA</p><p>RECURSOS HUMANOS – DOCENTES</p><p>EDUCADOR</p><p>NOME</p><p>ESCOLARIDADE</p><p>01</p><p>EDUCADOR</p><p>ALACID CARVALHO DE OLIVEIRA</p><p>LIC. LETRAS</p><p>02</p><p>EDUCADOR</p><p>DÉBORA CRISTINA VALES CORRÊA MALATO</p><p>LIC. LETRAS</p><p>03</p><p>EDUCADOR</p><p>EDER LUÍS CUNHA DE MELO</p><p>LIC. CIÊNCIAS</p><p>04</p><p>EDUCADOR</p><p>ELIZENE DOS SANTOS COSTA</p><p>LIC. ED. FÍSICA</p><p>05</p><p>EDUCADOR</p><p>ERIVALDO LOPES BARROS</p><p>LIC. LETRAS</p><p>06</p><p>EDUCADOR</p><p>JONILSON LOPES COELHO</p><p>LIC. HISTÓRIA</p><p>07</p><p>EDUCADOR</p><p>JORGE EDSON OLIVEIRA AMARAL</p><p>LIC. GEOGRAFIA</p><p>08</p><p>EDUCADOR</p><p>LEONILDO DOS SANTOS LISBOA</p><p>LIC. HISTÓRIA</p><p>09</p><p>EDUCADOR</p><p>LINALDO DA COSTA BAIA</p><p>LIC. LETRAS</p><p>010</p><p>EDUCADOR</p><p>LUZIA NELY VIEIRA COELHO</p><p>LIC. MATEMÁTICA</p><p>011</p><p>EDUCADOR</p><p>MARIA DA CONCEIÇÃO PEREIRA CALDAS</p><p>LIC. EDUC. FÍSICA</p><p>012</p><p>EDUCADOR</p><p>MARIA JOSÉ BAIA PINTO AMÉRICO</p><p>LIC. GEOGRAFIA</p><p>013</p><p>EDUCADOR</p><p>NICINÉIA DA SILVA GOMES</p><p>LIC. MATEMÁTICA</p><p>014</p><p>EDUCADOR</p><p>PAULO JORGE LOPES FERREIRA</p><p>LIC. PEDAGOGIA</p><p>015</p><p>EDUCADOR</p><p>RAINARA MARLEN ESTUMANO (TEMPORÁRIA)</p><p>LIC. LETRAS (INGLÊS)</p><p>016</p><p>EDUCADOR</p><p>ROSIBERTO LOPES DIAS</p><p>LIC. MATEMÁTICA</p><p>017</p><p>EDUCADOR</p><p>SABRINA BARREIROS DE SOUZA (TEMPORÁRIA)</p><p>LIC. CIÊNCIAS</p><p>018</p><p>EDUCADOR</p><p>SÔNIA MARIA MEIRELES DE SOUZA</p><p>LIC. HISTÓRIA</p><p>019</p><p>EDUCADOR</p><p>WALDIRENE PRAZERES SACRAMENTO</p><p>LIC. LETRAS</p><p>QUADRO DEMONSTRATIVO – PESSOAL DE APOIO</p><p>NOME</p><p>FUNÇÃO</p><p>01</p><p>ANA MARILDA LEITE</p><p>AUX. DE SERVIÇOS GERAIS</p><p>02</p><p>BENEDITO MAURINO QUEIROZ</p><p>AGENTE DE PORTARIA</p><p>03</p><p>CAMILA MORAES FERREIRA</p><p>(TEMPORÁRIO)</p><p>SERVENTE</p><p>04</p><p>DAILSON FERNANDES DE ALMEIDA</p><p>AUX. DE SERVIÇOS GERAIS</p><p>05</p><p>DIANA RITA PINTO</p><p>SERVENTE</p><p>06</p><p>DOMINGOS DIAS CUNHA</p><p>TÉCNICO EM COMPUTAÇÃO</p><p>07</p><p>DONATO PONTES ALMEIDA</p><p>VIGIA</p><p>08</p><p>EDENILSON GONÇALVES CARVALHO (TEMPORÁRIO)</p><p>VIGIA</p><p>09</p><p>EDILENE CABRAL DE CARVALHO</p><p>SERVENTE</p><p>010</p><p>ELIAS DUTRA CAMARGO (TEMPORÁRIO)</p><p>PORTEIRO</p><p>011</p><p>ELISETE RODRIGUES DA CRUZ BARROS</p><p>AUXILIAR ADMINISTRATIVO</p><p>012</p><p>FRANCINETE PORTILHO PINHEIRO</p><p>MERENDEIRA</p><p>013</p><p>FRAZIEL DOS SANTOS</p><p>VIGIA / AG. DE PORTARIA</p><p>014</p><p>JOEL CABRAL DA CRUZ</p><p>VIGIA</p><p>015</p><p>JORGE ALEXANDRE BENDELAQUE SERRÃO</p><p>AGENTE DE PORTARIA</p><p>016</p><p>JOSIETE ALMEIDA CARVALHO (TEMPORÁRIA)</p><p>AUXILIAR ADMINISTRATIVO</p><p>017</p><p>JOZIETE ALMEIDA CARVALHO</p><p>(TEMPORÁRIO)</p><p>AUXILIAR ADMINISTRATIVO</p><p>018</p><p>JUVENAL VIEIRA ESTUMANO</p><p>SERVENTE</p><p>019</p><p>LEANDRO ANTONIO DA SILVA LIMA</p><p>DIGITADOR</p><p>020</p><p>LEIDIANE LEÃO SIQUEIRA</p><p>SERVENTE</p><p>021</p><p>LINDALVA DO CARMO DIAS</p><p>AUXILIAR ADMINISTRATIVO</p><p>022</p><p>LUIS VANDERLEI BARROS NASCIMENTO</p><p>AUXILIAR ADMINISTRATIVO</p><p>023</p><p>MARCELA ALMEIDA DE SOUZA</p><p>AGENTE DE PORTARIA</p><p>024</p><p>MARIA DE FÁTIMA DOS SANTOS BARROS</p><p>PROFESSORA-ARQUIVISTA</p><p>025</p><p>MARIA HELENA MAGALHÃES PORTILHO</p><p>AUX. DE SERVIÇOS GERAIS</p><p>026</p><p>RAFAEL CALDAS PONTES</p><p>AUX. DE SERVIÇOS GERAIS</p><p>027</p><p>RAIMUNDA ROSIVALDA G. FIGUEIREDO</p><p>SERVENTE</p><p>028</p><p>RAIMUNDO MÁRCIO FARIAS MARÇAL</p><p>AUX. DE SERVIÇOS GERAIS</p><p>029</p><p>RISELDA FERREIRA GONÇALVES PAES</p><p>SERVENTE</p><p>030</p><p>RUI COÊLHO PAES</p><p>VIGIA</p><p>031</p><p>RUI LOPES FERREIRA</p><p>VIGIA</p><p>032</p><p>SILVANE MARQUES FREITAS</p><p>SERVENTE</p><p>033</p><p>SILVIA ANDRÉA BARROSO DA CRUZ</p><p>AUX. DE SERVIÇOS GERAIS</p><p>034</p><p>SÔNIA MARIA MOTA PAES</p><p>AUXILIAR ADMINISTRATIVO</p><p>035</p><p>TEREZA VIANA PANTOJA</p><p>MERENDEIRA</p><p>036</p><p>ZIVANILDE CLARA MIRANDA LEITE DA SILVA</p><p>TÉCNICO EM COMPUTAÇÃO</p><p>LEMBRETE:</p><p>ANEXAR OS PROJETOS 2023</p><p>· PROJETO BRASIL NA ESCOLA</p><p>PORTUGUÊS E MATEMÁTICA</p><p>· PROJETO DE LEITURA (REDIGIR-AÇÃO)</p><p>· PROJETO ALUNO NOTA 10</p><p>image4.png</p><p>image2.jpeg</p><p>image3.jpeg</p><p>escolas ou salas de aulas isoladas, objeto do sistema de nucleação, recebem a qualificação de escola Anexas e a unidade escolar que centraliza e coordena as demais é denominada escola MATRIZ, a autorização se dar através do CMEM, a lotação dos servidores fica na responsabilidade da SEMEC e o acervo documental das escolas nucleadas, assim como a expedição de documentos escolar de alunos ficará sob a responsabilidade da escola Matriz.</p><p>6.2. PROPOSTAS QUE A ENTIDADE PROPÕE</p><p>A EMEIF Almirante Barroso é uma escola da zona urbana que atende hoje cerca de 820 alunos, do 6° ao 9° anos e 1ª, 2ª, 3ª e 4ª etapa da educação de jovens e adultos (EJA) nos três turnos. Tem um espaço físico com doze salas de aula, auditório, três banheiros, duas salas de projetos, e uma copa/cozinha, ela não possui refeitório e nem área de recreação, os alunos praticam aula de educação física no ginásio Irmã Vieira, anexo à escola.</p><p>A referida escola possui como materiais pedagógicos: uma TV, três computadores, duas impressoras, dois projetores, um notebook, além de materiais para educação física como bolas e rede vôlei.</p><p>A educação infantil atende em CRECHES bebê (de um ano e sete meses), crianças bem pequenas (de um ano e sete meses a três anos e onze meses) em pré-escola atende crianças pequenas (de 4 a 5 anos e 11 meses). No entanto a EMEIF Almirante Barroso através de nucleação irá assinar com o respaldo do CMEM (Conselho Municipal de Educação de Mocajuba) as documentações das 13 escolas da zona rural selecionadas pelo CMEM. As escolas e suas respectivas localidades são: devidos elas estarem em processo de autorização.</p><p>Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente – Eca, são direitos fundamentais da criança no espaço das instituições de educação Infantil de Mocajuba; O direito a igualdade; direito a proteção, cuidado e carinho; alimentação e saúde; direito à educação e a cuidados especiais físicos e mentais; amor e compreensão, direito a brincar em ambiente seguro e aconchegante, Contato com a natureza e o desenvolvimento de identidade.</p><p>É importante ressaltar que a EMEIF Almirante Barroso não possui estrutura adequada para a oferta e funcionamento da Educação infantil. Nesse sentido, ao corpo administrativo cabe apenas a responsabilidade referente a assinatura de documentos provenientes das treze escolas, amparadas pelo Decreto Municipal, no Art. 3º, nº 050/2022, de 10 de agosto de 2022; que dispõe sobre a Nucleação das Escolas Municipais de educação Infantil e Ensino Fundamental Multisseriadas de Educação do Campo (escolas das Águas, Florestas e Quilombolas) do sistema Municipal de ensino de Mocajuba, Estado do Pará.</p><p>Pode-se utilizar o espaço de Instituições de Educação Infantil para atender as crianças do Ensino Fundamental em Nove anos, porém, não é recomendável que se utilizem instalações de Instituições de Educação Infantil para o atendimento do Ensino Fundamental sem a devida adaptação, que deve ser orientada pelos órgãos competentes.</p><p>A proposta pedagógica da Instituição de educação infantil deve ter como objetivo garantir à criança acesso a processos de apropriação, renovação e articulação de conhecimentos e aprendizagens de diferentes linguagens, assim como o direito à proteção, à saúde, à liberdade, à confiança, ao respeito, à dignidade, respeitando os seguintes princípios:</p><p>1º. ÉTICOS: Da autonomia, da responsabilidade, da solidariedade e do respeito ao bem comum, ao meio ambiente e as diferentes culturas, identidade e singularidade;</p><p>2º. POLÍTICOS: Dos direitos de cidadania, do exercício à ordem democrática;</p><p>3º. ESTÉTICOS: Da Sensibilidade, da criatividade, da ludicidade e da liberdade de expressão nas diferentes manifestações artísticas e culturais.</p><p>As Escolas Anexas à EMEIF Almirante Barroso através da Nucleação e suas respectivas localidades:</p><p>· EMEIF Belmira Afonso Nunes – Costa da Santana (escola das águas);</p><p>· EMEIF Campo Alegre (anexo) – Cairari (escola das florestas);</p><p>· EMEIF Cecília Bacha (anexo) – Igarapé Grande, ramal Cabano (escola das florestas);</p><p>· EMEIF Jacarécainha – Jacarécainha (escola das águas;)</p><p>· EMEIF João da Silva Pinto – Vila Pinto, Tambaí-açú (escola das florestas);</p><p>· EMEIF Quilombola José Leite da Cruz – Uxizal (escola das florestas com acesso pelas águas);</p><p>· EMEIF Quilombola Mojutapera – Mojutapera (escola das águas);</p><p>· EMEIF Santa Luzia do Siloé – Siloé (escola das florestas);</p><p>· EMEIF São Pedro – Igarapé Barata (escola das florestas);</p><p>· EMEIF São Tomé II (anexo) – Laguinho, Feijão-queimado, Cairari (escola das florestas);</p><p>· EMEIF Quilombola Artur Igreja – Icatu (escola das florestas);</p><p>· EMEIF Quilombola Euclides moreira pontes – São Benedito do Vizeu (escola das águas);</p><p>· EMEIF São Tomé I – Braçinho do Icatú (escola das florestas);</p><p>6.3. PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DAS ESCOLAS ANEXAS DO PROCESSO DA NUCLEAÇÃO</p><p>O transporte escolar é utilizado por apenas três escolas (EMEIF Belmira Afonso Nunes – Costa da Santana (escola das águas; EMEIF Jacarécainha – Jacarecainha (escola das águas) e EMEIF Quilombola Euclides Moreira Pontes – São Benedito do Vizeu (escola das águas); e os tipos de transporte são ônibus ou lancha). Das treze escolas, quatro são das águas e nove são das florestas.</p><p>Essas escolas possuem no total 399 alunos devidamente matriculados no SIGE (Sistema Integrado de Gestão Escolar), no ano letivo de 2023, conforme lista em anexo, do dia 24 de março de 2023. A maioria das escolas que fazem parte da nucleação atendem do maternal I ao 5º ano, num regime multisseriado.</p><p>O currículo escolar está em processo de construção, no entanto, utilizam o currículo da rede. O conteúdo é o mesmo da rede municipal de ensino, porém são adaptados e contextualizados de acordo com a realidade e a necessidade local dos alunos.</p><p>É importante ressaltar que as escolas que têm Educação Infantil e AEE (Atendimento de Educação Especializado) tem auxiliar de alunos, além do professor titular.</p><p>As escolas quilombolas valorizam a cultura local e a garantia dos direitos deles. Vivem e trabalham em comunidades.</p><p>6.4. EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS – EJA</p><p>A Educação de Jovens e Adultos, na escola Almirante Barroso vem se tornando uma prática inclusiva no qual o educando é sujeito de sua história, que pensa a sua realidade, que tem direito de ser trabalhado de acordo com a sua vivência. Esse sujeito precisa ser integrado a um saber sistematizado que se ajuste ao seu conhecimento, para não ser por ele dominado. Para tanto ele precisa ter conhecimento da Arte, da Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, enfim, de toda a cultura da humanidade para que ele possa afirmar-se e assumir-se enquanto sujeito que também merece fazer uma história.</p><p>Dentro da nova visão, a Educação de Jovens e Adultos assume no seu conjunto, um caráter interdisciplinar e contextualizado e rompe com aquela visão entre o discurso teórico e a prática real, entre o saber sistematizado e o saber do senso comum. Parte para a educação que realmente provoca a inclusão dos jovens e adultos no mercado do trabalho e na vida. Para tanto este programa deverá atender as especialidades da clientela, nunca se comparando com o ensino regular.</p><p>O currículo para ser usado no EJA, não poderá estar pronto como habitualmente se vê no ensino fundamental, deve ser adotado de acordo com a lei 9.394/96 – LDB artigo 38, a proposta curricular a ser desenvolvida na I, II, III e IV etapa, compreenderá a base comum nacional, constituída nas áreas de conhecimento.</p><p>6.5. PERFIL DE ALUNOS 6º AO 9º ANO</p><p>Atualmente, nesta etapa de ensino temos alunos com diferentes graus de conhecimentos e habilidades, geralmente a idade série são compatíveis descrito pelo normativos educativos de 11 anos até 14 anos de idade. Contudo, há um quantitativo expressivo de educandos em distorção de idade e série e desistentes. Essas peculiaridades podem estar relacionadas a diferentes fatores como: econômico, social, emocional etc. Diante disso, a instituição busca medidas para atenuá-las e garantir os objetivos positivados pela (LDB), ao ensino fundamental com:</p><p>I - O desenvolvimento da capacidade de aprender,</p><p>tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo;</p><p>II - A compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade;</p><p>II - O desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores;</p><p>IV - O fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social.</p><p>6.6. PERFIL DE ALUNOS EDUCAÇÃO ESPECIAL</p><p>A escola Almirante Barroso não possui uma clientela expressiva de alunos da modalidade de ensino da educação especial como: Deficientes, transtorno global de desenvolvimento, altas habilidades ou surpedotação. Além de o serviço de atendimento educacional especializado (AEE), não é ofertado neste estabelecimento de ensino, e sim, no Instituto Nossas Senhora das Graças, logo não disponibilizamos de profissionais com habilidade a esse público e proposta pedagógica com finalidade de atendê-los. No entanto, orientamos os docentes no trabalho na sala regular de ensino, a fim de alcançarmos a educabilidade, equidade, igualdade etc. Assim como assegura a LDB. É importante ressaltar que a escola conta hoje com 2 alunos, do 6º ano E, turno da tarde, sendo acompanhado por uma professora assistente.</p><p>O educando deve ser capaz de:</p><p>· Trabalhar em grupo;</p><p>·  Demonstrar criatividade;</p><p>·  Demonstrar sensibilidade ecológica;</p><p>· Planejar atividades e dividir tarefas, tendo disciplina no trabalho e no estudo;</p><p>· Dividir conhecimento, ser multiplicador, solidário;</p><p>·  Ter iniciativa e administrar sua própria vida;</p><p>· Dialogar em situações diversas;</p><p>· Demonstrar amor e respeito ao próximo;</p><p>· Ter liberdade de expressão;</p><p>· Respeitar as diversidades culturais étnicas e religiosas;</p><p>A escola Almirante conta com um corpo decente qualificado, com conhecimento significativo, satisfatório e sólido, para ajudar na formação de competências e habilidades nos estudantes. Entretanto, os desafios na contemporaneidade são antagônicos, os quais exigem práticas diferenciadas e integradas, para o desenvolvimento da sociedade tecnológica, cultural, cientifica etc. Essas demandas obrigam o educador a buscar formação continuada e constante. Contudo, ainda temos dificuldades de aceitação por parte de alguns deles em relação aos novos paradigmas sociais, todavia, avançamos muito nos últimos anos, principalmente, diante da pandemia de COVID-19, que obrigou a construção de novos aprendizados a toda comunidade escola, mundial.</p><p>Para garantir a prática do projeto político pedagógico da escola almirante barroso, espera-se que o educador deva agir com critérios:</p><p>I – De trabalho em equipe – que possa despertar entre os colegas e alunos a convivência, amigável as relações humanas para a construção do bem comum.</p><p>II – De valorização do ser humano – Respeitar o ser humano dentro de suas individualidades, na sua dignidade e integridade física, moral religiosa e política.</p><p>III – De compromisso com as manifestações culturais – Que haja voluntariado nos eventos festivos e que seja obrigado dizer qual a função de cada um.</p><p>IV – De compromisso com o social – Sensível e solidário com os mais necessitados tanto economicamente quanto afetivos, comprometendo-se com a realidade tendo em vista sua transformação, formação para a cidadania e para a sociedade.</p><p>V – De qualidade profissional – Buscando atualizações permanentes, qualificação profissional conhecimentos científicos, tecnológicos e do senso comum (popular).</p><p>VI – De criatividade – usar toda a sua criatividade e a do aluno em benefício do bem comum, sua flexibilidade, sua metodologia participativa e construtiva segundo as orientações recebidas e socializadas nos grupos por disciplina.</p><p>7. DA ORGANIZAÇÃO CURRICULAR</p><p>Para uma escola que acredita que a construção e o desenvolvimento do nosso município se dão pela qualidade de educação que estamos oferecendo, é que a Escola Almirante Barroso intensifica a discussão e a reflexão, acerca de um currículo mais amplo, para referirem-se à vida e a todo o programa da escola, inclusive as atividades extraclasses, que são muito importantes para a formação da personalidade, para enriquecer o plano escolar, além de se constituir numa importante fonte de motivação.</p><p>O educador pertence a um mundo e a uma cultura anterior à escola. Seus traços e raízes culturais devem ser respeitados. Dão a adequação do currículo ao saber popular, identificando-o assim à comunidade a que pertence. É preciso que o currículo seja desafiante, fazendo que o educador cada vez mais, sinta-se motivado a descobrir o seu mundo e para sua formação como cidadão.</p><p>O ajuste do currículo ao dia a dia é fundamental para aprendizagem do nosso educando, é por isso que ele deve possibilitar:</p><p>· A compreensão do mundo que vive;</p><p>· A conquista da autonomia, o desenvolvimento da autoestima e do equilíbrio pessoal;</p><p>· A criação de vínculos para uma interação social;</p><p>· O reconhecimento do outro respeitando a diversidade cultural, ética, religiosa, sexual, social, recusando consequentemente qualquer forma de discriminação ou preconceitos;</p><p>· O acesso ao saber historicamente construído pela humanidade;</p><p>· A ampliação do conhecimento;</p><p>· A aquisição de competências e habilidades específicas.</p><p>A escola de Ensino Infantil e Fundamental Almirante Barroso, além de desenvolver o currículo explícito, referente à transmissão do saber ao aluno, desenvolve ao mesmo tempo o currículo oculto, aquele referente à transmissão de valores, normas e comportamentos, levados aos alunos desde o momento que chegam à escola, na forma de palestrantes. O currículo inclui mais do que conteúdo a ser aprendido. As relações humanas no ambiente escolar, os métodos de ensino e o processo de avaliação são partes tão importantes do currículo como o conteúdo a ser aprendido.</p><p>É partindo desse princípio de que a referida escola atualizou o seu planejamento curricular com a participação de todos aqueles que direta ou indiretamente estão ligados à dinâmica do processo educativo, definindo seus objetivos finais, o conteúdo básico, os métodos e as estratégias de ensino e as formas de avaliação.</p><p>7.1. DA ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DE ACORDO COM A BNCC</p><p>7.1.1. COMPETÊNCIAS GERAIS</p><p>No texto da BNCC, a definição de competência aparece como “a mobilização de conceitos (conceitos e procedimentos), habilidades (práticas cognitivas e Socioemocionais), atitudes e valores para resolver demandas complexas da vida cotidiana, do pleno exercício da cidadania e do mundo do trabalho”. É, portanto, a capacidade de mobilizar recursos, conhecimentos ou vivências para resolver questões da vida real, como pensamento crítico e empatia.</p><p>O desenvolvimento de competências passa pela articulação de várias habilidades, que são organizadas na BNCC de maneira progressiva, ou seja, da mais simples para mais complexas. “As competências só serão alcançadas plenamente se as habilidades forem sendo desenvolvidas em todos os anos, por todos os componentes curriculares. Vale dizer que muitas habilidades demoram muito tempo para serem adquirida”, já as habilidades indicam o que aprendemos a fazer e são sempre associadas a verbos de ação, como identificar, classificar, descrever e planejar. No contexto escolar, ler e interpretar um texto, apresentar um trabalho para os colegas e realizar operações matemáticas são exemplos de habilidades que os estudantes desenvolvem ao longo da evolução escolar</p><p>7.2. DOCUMENTO CURRICULAR DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA)</p><p>O Documento Curricular da Educação de Jovens e Adultos de Mocajuba/PA possui um grande referencial para a modalidade de ensino, como forma de orientar as práticas pedagógicas, proporcionando um ambiente acolhedor, atento as diversidades e com trocas de conhecimentos, com foco na realidade social e na heterogeneidade dos educandos.</p><p>Paulo Freire elaborou, ao final da década de 1950, um conjunto de procedimentos pedagógicos que ficou conhecido como método Paulo Freire; uma proposta de Alfabetização de Adultos</p><p>conscientizadora, cujo princípio básico era: “A leitura do Mundo precede a leitura da palavra”. Esse conceito ainda é muito presente nos procedimentos educacionais da EJA nos dias de hoje.</p><p>Além disso, principalmente a partir do 6º Ano, existe uma preocupação em trazer para a sala de aula conteúdos socialmente relevantes, e que permitam a construção e a coordenação do raciocínio, o desenvolvimento da criatividade, da intuição, da capacidade de análise e de crítica, e constituem esquemas lógicas de referências para interpretar fatos e fenômenos.</p><p>Assim temos o que chamamos de conteúdos de natureza conceitual, que envolve a abordagem de conceitos, fatos e princípios, referem-se à construção ativa das capacidades intelectuais para operar símbolos, signos, ideias e imagens capazes de representar a realidade; conteúdos de Natureza procedimental, que expressam um saber fazer, o que envolve tomar decisões e realizar uma série de Ações, de forma ordenada e não – aleatória, para atingir uma meta; e conteúdo de natureza Atitudinal, que inclui normas , valores e atitudes, permeiam todo o conhecimento escolar. A escola é um contexto Socializador, gerador de Atitudes relativas ao conhecimento, ao professor, aos colegas, às disciplinas às tarefas e à Sociedade.</p><p>O Documento Curricular da Educação de Jovens e Adultos (EJA) tem o intuito de nortear o trabalho docente na presente modalidade de ensino. Este documento foi construído de forma coletiva com a participação de todos os membros da comunidade, ressaltando as vozes dos docentes que transmitiram seus anseios, e elencaram seus objetivos a serem alcançados ao longo do ano letivo.</p><p>Portanto, encontra-se neste documento os eixos temáticos a serem trabalhados, com base nas estratégias para o desenvolvimento do processo de ensino e aprendizagem, como principal vertente de garantir o acesso e a permanência dos alunos da EJA nas escolas, buscando a redução das taxas de evasão escolar.</p><p>Elaborado democraticamente, este documento é flexível e permite aos professores um processo contínuo de reflexão e possíveis modificações, para assim garantir sua participação de forma crítica, promovendo transformações que possam contribuir para o avanço educacional na modalidade da Educação de Jovens e Adultos. “É importante a sensibilidade com os alunos da EJA, levando em consideração o contexto de vida do aluno.”</p><p>(Professor da Educação de Jovens e Adultos – 11/03/2022).</p><p>A modalidade da Educação de Jovens e Adultos (EJA) possui suas particularidades, em virtude da realidade social que o público-alvo se encontra, que ao logo do contexto histórico avançou na formação humana e na educação, dessa forma se faz necessário um olhar diferenciado para com os educandos.</p><p>Todos os movimentos da educação inspirados na Educação de Jovens e Adultos devem estar incorporados na política da EJA, portanto para que os avanços pedagógicos aconteçam é fundamental a liberdade para criar, renovar as práticas pedagógicas, educar para além dos muros escolares, superar as clássicas modalidades de ensino e orientar a partir de matrizes pedagógicas fora e dentro dos sistemas, com foco para a pluralidade de vivências humanas, com ênfase na defesa dos saberes e da cultura popular (ARROYO, 2008).</p><p>No que tange ao currículo da Educação de Jovens e Adultos, entende-se que não deve ser elaborado na perspectiva tecnicista e imparcial, logo, se busca uma educação que apresente posicionamentos diante das desigualdades sociais, através do reconhecimento dos saberes produzidos em seus territórios (SOUSA et al., 2021).</p><p>No que se refere a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, dispõe no Art. 4º sobre a oferta de educação na escola regular para a EJA, com atenção para as necessidades e disponibilidades adequadas que possa garantir o acesso e permanência nas escolas, para os estudantes trabalhadores também (BRASIL, 2020).</p><p>Com um olhar especial sobre o educando, a EJA se trata de uma modalidade protegida por lei, como nos Art. 37 e 38 da LDB com todas suas particularidades como educação:</p><p>§ 1°- Os sistemas de ensino assegurarão gratuitamente aos jovens e aos adultos, que não puderam efetuar os estudos na idade regular, oportunidades educacionais apropriadas, consideradas as características do alunado, seus interesses, condições de vida e de trabalho, mediante cursos e exames (BRASIL, 2020).</p><p>De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica, a Educação de Jovens e Adultos está pautada na inclusão e qualidade social, com uma política para garantir a formação integral, da alfabetização e as demais etapas, e deve ser oferecida em todos os turnos.</p><p>Ao longo do ano letivo as metas para a EJA serão: (1) Identificar todas as dificuldades relacionadas ao processo educativo escolar. Levando em consideração a realidade social dos alunos da EJA, em cada instituição de ensino; (2) Construir o Plano de atividades, de acordo com as especificidades da modalidade, de forma integrada. Proporcionar ao longo do ano letivo formações continuadas para os professores da EJA; (3) Formações Bimestrais. EJA no Ensino Fundamental, na Educação Escolar Quilombola e na Educação no Campo; (4) Acompanhar o rendimento escolar, através de uma avaliação processual e contínua, tendo em vista, as particularidades da EJA.</p><p>De acordo com as seguintes ações: (1) Realização de uma visita as turmas da EJA, para a obtenção de dados, através de avaliações diagnósticas. Organização dos materiais a serem trabalhados a partir dos resultados das avaliações. Com o intuito de garantir o acesso e permanência dos alunos na escola. Destacando a inclusão social e a diversidade cultural; (2) Construção de ações planejadas para EJA, em conjunto com a equipe pedagógica para serem desenvolvidas ao longo do ano letivo. Discussão das dificuldades e elaboração de estratégias para garantir a permanência dos alunos da EJA para concluir o ano letivo. Realização das análises e revisão dos conteúdos do currículo contínuo da EJA; (3) Execução de formações continuadas ao longo do ano letivo para os professores que ministram aulas na EJA. Com o objetivo de aperfeiçoar as técnicas pedagógicas, metodologias e estratégias que busque garantir a permanência do aluno e reduzir a evasão escolar; (4) Avaliação na EJA, deve acontecer através de uma análise investigativa, com o aproveitamento de toda aprendizagem adquirida pelo aluno. Nesse sentido, a avaliação passa também a ser um instrumento para averiguar a didática utilizada pelo professor nesta modalidade de ensino. Portanto, trata-se de uma avaliação pedagógica contínua.</p><p>O presente currículo está sendo apresentado com o intuito de nortear os caminhos das práticas metodológicas, se tornando um espaço de criação, levando em consideração as propostas curriculares da EJA, suas especificidades e a realidade escolar, de modo, a alinhar a elaboração do currículo as experiências vividas por cada aluno, valores, crenças, ou seja, valorizando a cultura local.</p><p>São diversas as dificuldades enfrentadas pelo docente na Educação de Jovens e Adultos, como exemplos, a ausência de materiais específicos, livros didáticos, a evasão escolar, a baixa autoestima, a heterogeneidade da turma e outras. Desta forma, se faz necessário buscar estratégias diferentes que supram essas necessidades e permitam a permanência dos alunos da EJA para que possam concluir a modalidade. A Educação de Jovens e Adultos exige do profissional uma demanda com um olhar mais atento e específico para com seus educandos.</p><p>8. PROPOSTA METODOLÓGICA</p><p>Pretende-se que o indivíduo possa agir como sujeito do processo educativo e conhecedor do seu direito e dever. Não somente aprender a ler e escrever, mas também confrontar, dialogar, debater, sentir, analisar, relacionar, celebrar, saber articular o pensamento e o seu próprio sentimento, sintonizados, com a sua história de luta, ou seja, cidadãos conscientes e capazes de interagir na sociedade.</p><p>A proposta de educação de nossa escola tem ênfase em três aspectos importantes na questão da metodologia de ensino: a prática contextualizada,</p><p>projetos e participação coletiva.</p><p>É importante ressaltar que o estudo a partir do conhecimento prévio parte da realidade concreta, tendo como ponto de partida do ensino a superação de limites e de dificuldades através de uma abordagem contextualizada do ensino/aprendizagem a fim de que se torne mais atraente e significativo para os educandos.</p><p>Em linhas gerais criam-se projetos com assuntos extraídos da necessidade do educando. Em torno de tais questões são desenvolvidas ações práticas na escola que visam auxiliar o ensino aprendizagem deles. Quanto aos projetos a serem desenvolvidos na escola supracitada podemos destacar os seguintes: Projeto Gincana de Língua Portuguesa, projeto Redigir-Ação, projeto Brasil na escola, projeto aluno Nota 10, Projeto Gincana de Matemática, Projeto Jornal Escolar, Projeto Festa Junina 2023, Projeto 7 de setembro 2023, Jogos Internos 2023, Projeto higiene na escola, entre outros que ainda se encontram em fase de elaboração.</p><p>A educação não é obra apenas da inteligência, do pensamento, é também da afetividade, do sentimento. E é esta combinação que precisa estar tanto no ato de educar, como de ser educado e deve ser o pilar da relação educador- educando, sustentado pelo companheirismo e pelo respeito no sentido literal e libertador da palavra.</p><p>9. AÇÕES E PROJETO</p><p>· A forma de avaliação do rendimento escolar será apresentada aos alunos da Escola Almirante Barroso no início de cada ano letivo;</p><p>· Promover reuniões por áreas de conhecimento. As quais acontecerão por bimestre, após cada Avaliação de acordo com o calendário da escola, para que sejam discutidos o Planejamento e as dificuldades que surgirem no decorrer do ano letivo em curso;</p><p>· Desenvolver reuniões subsequentes com os responsáveis ou pais de alunos e professores. Elas ocorrerão em horários e dias diferentes da anterior, inclusive aos sábados letivos conforme calendário Escolar vigente.</p><p>· Realização de festas comemorativas (Dia da mulher, Páscoa, Dia das Mães, Dia do estudante, Dia dos pais, Dia do Funcionário); as mesmas acontecerão nos sábados letivos.</p><p>· Confecção de um Mural com os nomes dos funcionários aniversariantes do mês;</p><p>· Realização de projetos educativos por área do conhecimento;</p><p>· Promover o uso do uniforme escolar para a Direção, coordenação, Corpo docente e apoio;</p><p>· Promover o uso obrigatório de Uniforme escolar para os Discentes, sem outro tipo de camisa/blusa por baixo; bonés e sem pichação.</p><p>· Incentivar e priorizar a leitura, escrita e cálculo, como forma de amenizar as dificuldades de determinados alunos pós-pandemia;</p><p>· Realização de reuniões bimestrais de pais e mestres antes das avaliações, por turno com a presença dos Professores de Forma Escalonada;</p><p>· Assinatura de boletins bimestral, com tolerância de 5 (cinco) dias úteis, após a reunião de pais e mestres;</p><p>· Conscientizar os pais ou responsáveis da importância da frequência nas reuniões bimestrais.</p><p>· Realização de reuniões periódicas entre funcionários por categoria.</p><p>· Realização de reuniões ordinárias e extraordinárias, se necessário.</p><p>· Realização da Feira Cultural Interna da Escola (decidir c/todos os funcionários);</p><p>· Realização de momentos de lazer e descontração como passeios e festas de confraternização.</p><p>· Realização da Festa de conclusão de turma do 9º ano e 4ª etapa (Formatura).</p><p>9.1. PROPOSTAS DE PROJETOS PARA O ANO 2023</p><p>· Trabalhar na geografia o mapa: (Brasil, Estado e município). Expositivo.</p><p>· Trabalhar na História: A história do Município de Mocajuba etc.</p><p>· Trabalhar na Ciência: A saúde com prevenção.</p><p>· Trabalhar na Religião: A solidariedade, respeito, amor, deveres cívicos e sociais etc.</p><p>· Trabalhar na Arte: Teatro, danças, ações produtivas, festanças sociais etc.</p><p>· Trabalhar na Ed. Física: O esporte em geral (torneio).</p><p>· Trabalhar em Est. Amazônicos: A Amazônia, Pará e Mocajuba etc.</p><p>· Trabalhar em inglês: Textos, músicas, ações usando a língua diferenciada (Português e Inglês).</p><p>· Trabalhar em português: A leitura, a escrita, a interpretação, etc.</p><p>· Trabalhar em Matemática: campeonato de xadrez, dama, dominó, tabuada, jogos etc.</p><p>· No geral a preservação do meio ambiente como um todo. (Palestras, caminhadas etc.). Ex: começar na escola exemplo.</p><p>· Trabalhar as datas comemorativas.</p><p>· Trabalhar as festas da escola, formaturas do 9º ano e 4ª etapa e confraternizar com aniversariantes por bimestres.</p><p>· Na Biblioteca como: leitura e tecnologia;</p><p>· Matemática e Ciências: Usar o material interno e externo com ações novas experimental.</p><p>· Leitura: trabalhar o novo.</p><p>· Arte e Cultura: trabalhar a pura arte (dança, canto, interpretação no palco)</p><p>· No Projeto Redigir- Ação o aluno fará 10 Redações por bimestre, ou seja, uma de cada disciplina.</p><p>10. ORGANIZAÇÃO PEDAGÓGICA</p><p>10.1. DIAGNÓSTICO</p><p>“Uma escola deve ensinar que é preciso aprender sempre”</p><p>(Francisco Tomaz Parente)</p><p>A escola, campo específico de educação, onde se estabelecem crenças, ideias e valores, considera a pluralidade e diversidade das forças que formam o movimento social. Torna-se o lugar privilegiado na formação do profissional, com efeitos claros e rápidos sobre sua prática pedagógica ao valorizar peculiaridades e demandas, limites e facilidades da rotina escolar. Como espaço de ações pedagógicas a escola permite ao educador sistematizar e refletir sobre sua prática, valorizando o saber que produz no cotidiano.</p><p>Assim, a prática pedagógica é a prática social específica, de caráter histórico e cultural, que vai além da prática docente, das atividades em sala de aula, abrangendo os diferentes aspectos do projeto pedagógico da escola e suas relações com a comunidade.</p><p>No processo ensino-aprendizagem, o educador deve refletir sobre sua prática, orientado pelo conhecimento científico-pedagógico, com a intenção de reformular com mais segurança sua atuação docente.</p><p>Temos consciência que existe vontade muito considerável de mudança em todo o corpo docente. No entanto, é urgente fortalecermos ainda mais nosso vínculo com as famílias, aumentar o companheirismo entre os colegas e conhecer melhor a realidade de nossos educandos. Para que tudo isso se torne palpável precisamos fazer uso do PPP.</p><p>É consenso que a leitura, a escrita e os cálculos ainda se constitui uma grande dificuldade para boa parte de nossa clientela, o que vem acarretando um índice grande de repetência ou o mais grave, a evasão escolar.</p><p>Contudo nossa escola sente-se fortalecida e inovada ao iniciarmos este ano letivo de 2023, temos certeza de que com nossa dedicação e companheirismo poderemos superar e muito todas essas dificuldades.</p><p>10.2. AVALIAÇÃO</p><p>A avaliação do PPP será feita no início e no final de cada bimestre, com toda a comunidade escolar com o intuito de verificar se as metas e ações foram alcançadas; A avaliação na Escola Almirante Barroso, é um processo de construção e reconstrução que visa orientar a aprendizagem do educando. Deve ser também levada a efeito após um período de ensino com finalidade de constatar o que foi efetivamente realizado, o que o educando realmente aprendeu e apreendeu, e o que deixou de ser aprendido, se os objetivos do ensino foram alcançados ou até que pontos o foram.</p><p>Sabemos que a avaliação da aprendizagem, fornece ao educador dados imprescindíveis para saber se deve prosseguir na execução de um planejamento de ensino, ou se reformula, com relação ao objetivo, conteúdo e plano de ação didático pedagógico, mesmo porque o educador quando avalia seu aluno, está se avaliando e avaliando a escola onde está inserido. Por isso temos como linha de ação, autores como Teyler, Taba, Ragan, Fleming Bloon, Alsubel. Hofman e Vasconcelos, que consideram a avaliação Institucional Escolar como foco de atenção dos envolvidos na tarefa de avaliar tornando como processo de:</p><p>I- Diagnose, o professor neste processo realizada um diagnóstico prévio, concernente ao conhecimento do aluno trazido da sua experiência cotidiana familiar. No início do período letivo, ou no início de uma unidade que tem como finalidade verificar:</p><p>· O conhecimento</p><p>que o aluno tem;</p><p>· Pré-requisitos que o aluno apresenta;</p><p>· Particularidade dos alunos.</p><p>II- Contínua, Visa recolher periodicamente dados a respeito do aluno, está amparado no contrato didático assinado pelo aluno da escola atentando para a necessidade de a avaliação ser um procedimento desde o início até o final do trabalho, atendendo em cada fase as diferentes funções, lembrando que estes são apenas uns dos recursos de um programa de avaliação.</p><p>III- Formativa, Visa à atitude docente, no sentido de ensinar, verificando, avaliando, construindo e retificando imediatamente o processo de ensino-aprendizagem, com intenção de diminuir a evasão, repetência e a dependência dos alunos. Nesse sentido tem-se a avaliação formativa como um procedimento que deve ser sempre presente na atividade docente.</p><p>IV- Somativa, que tem como finalidade o controle de aprendizagem, para a construção do que foi aprendido, após a realização de uma tarefa, de uma aula, do estudo de uma unidade ou um programa.</p><p>V- Sistemática, é compreendida como uma ação que ocorre sistematicamente durante todo processo ensino-aprendizagem, contribuindo para o sucesso da tarefa educativa. Nessa ação avaliativa, destaca-se o registro da importância da comunidade de cada educando e da utilização de diferentes instrumentos que possibilitam a reflexão sobre os resultados, incluindo a participação não só dos educadores, mas de alunos, pais, comunidade e outros profissionais, (contrato didático), proporcionando à comunidade educativa uma análise dos avanços e das dificuldades.</p><p>PARÁGRAFO ÚNICO: As provas bimestrais terão peso de 6,0 (seis) pontos, os pontos restantes serão atribuídos nas demais atividades desenvolvidas pelo educador, sendo que a redação será um complemento obrigatório nas disciplinas, e o peso da recuperação será 10 (dez).</p><p>11. CONCLUSÃO</p><p>Estamos convencidos que valorizar os conhecimentos históricos, social e afetivo trazidos pelo aluno é fundamental para seu desenvolvimento, a sua formação e a sua vida escolar. Apesar de haver essa consciência, sabemos das inúmeras dificuldades enfrentadas pela escola em ofertar uma educação que atenda aos anseios dos estudantes que dela possam fazer uso proveitoso no âmbito pessoal, profissional e social.</p><p>Nossa proposta pedagógica concebe a formação da consciência crítica de nossos educandos, onde projetar o mundo é atribuir um sentido aos conhecimentos do dia a dia, de modo que o esforço seja capaz de encaminhá-lo numa determinada direção. Projetar o mundo é romper com o imediatismo, esse insaciável devorador de horizontes.</p><p>Sem um sentido de direção e de significado das ações realizadas para alcançar um resultado almejado, o trabalho educacional perde-se em uma ação ineficaz, pela falta de uma compreensão clara, compartilhada por todos da escola, sobre sua natureza, importância e objetivos do trabalho educacional que realizam, assim como o seu significado na vida dos alunos. Nesse contexto, todos os educadores estão engajados nesse processo conjunto de esforços para superarmos possíveis entraves que estão atrapalhando o ensino-aprendizagem em nossa escola.</p><p>Nesse sentido, a escola atuará de forma intensiva no que diz respeito à leitura, a escrita, ao cálculo e a avaliação escolar, visando um ensino de qualidade. Para isso, a escola está se propondo em ofertar diversos projetos para resgatar a leitura, a escrita, os cálculos e a autoestima, assegurando dessa forma a permanência e o sucesso do aluno no processo ensino-aprendizagem.</p><p>Portanto, para nós educadores da escola Almirante Barroso é um dever concebermos o homem como um ser capaz de assumir-se como sujeito de sua história e agente de transformação de si e do mundo, fonte de iniciativas, liberdade e compromisso no plano pessoal e social.</p><p>ANEXOS:</p><p>REGIMENTO INTERNO</p><p>Título I – Da caracterização da natureza dos fins, dos objetivos e da organização didática.</p><p>Capítulo I – Da criação e identificação</p><p>Art. 1º- A Escola Municipal de Ensino Fundamental Almirante Barroso, localizada no Município de Mocajuba, Estado do Pará, será administrada tendo por base este regimento, e nos termos da legislação Federal, Estadual e Municipal em vigor.</p><p>I- Estrutura administrativa e gestão da Escola Almirante Barroso.</p><p>A escola conta com a seguinte organização.</p><p>· Direção</p><p>· Corpo docente</p><p>· Corpo discente</p><p>· Equipe de apoio à ação educativa</p><p>DIREÇÃO</p><p>Art. 23 – Segundo a Constituição Federal a direção da escola é o núcleo executivo que organiza, controla e supervisiona todas as atividades desenvolvidas no âmbito da unidade escola.</p><p>Parágrafo Único – A direção da escola será exercida por um Educador com formação de nível superior habilitado nos termos da legislação vigente, segundo a LDB.</p><p>· Competências, atribuições e deveres.</p><p>Art. 24 – São competências, atribuições e deveres dos diretores.</p><p>1.1- Dirigir a escola, pedagógica e administrativamente, cumprindo e fazendo cumprir as leis, regulamentos, calendário escolar e as determinações dos organismos superiores;</p><p>1.2- Coordenar os trabalhos da Escola, no sentido de levá-la a atingir os objetivos propostos.</p><p>1.3- Representar a Escola junto à comunidade, criando condições para maior integração Escola - Comunidade.</p><p>1.4- Convocar e participar das reuniões com os docentes;</p><p>1.5- Coordenar a orientação do Projeto Político e Pedagógico da Escola, inclusive no planejamento anual, bem como proporcionar condições para a sua avaliação no transcorrer do ano letivo;</p><p>1.6- Receber, informar, despachar e assinar documentos encaminhando-os às autoridades competentes;</p><p>1.7- Cumprir e fazer cumprir as normas didáticas pedagógicas e administrativas da Escola bem como o disposto no presente regimento;</p><p>1.8- Representar a escola em juízo e perante as autoridades federais, estaduais e municipais, inclusive nas solenidades;</p><p>1.9- Presidir as reuniões festivas promovidas pela Escola ou delegar competência para esse fim;</p><p>1.10- Abrir, rubricar e encerrar os livros em uso pela Escola;</p><p>1.11- Manter atualizada a documentação da Escola;</p><p>1.12- Promover o contínuo aperfeiçoamento dos recursos físicos, materiais e humanos da Escola;</p><p>1.13- Encaminhar propostas de admissão e demissão do pessoal competente da equipe à entidade mantenedora, inclusive encaminhamentos de aposentadoria, nos termos da legislação vigente;</p><p>1.14- Aplicar as penalidades previstas pela Legislação específica, consolidação da lei do trabalho C. L. T.</p><p>1.15- Comunicar as autoridades competentes de doenças infectocontagiosas na escola;</p><p>1.16- Tomar medidas de emergência em situações não previstas;</p><p>1.17- Dar soluções ou encaminhamentos aos casos omissos e aqui não previstos a quem de competência técnica, administrativa ou institucional;</p><p>1.18- Gozar de boa reputação diante da sociedade em que vive, dando exemplo de vida com sua própria vida;</p><p>I- São direitos do diretor – Art. 25</p><p>2.1 – Exercer profissionalmente suas atividades, tendo como parâmetro as normas didáticas e pedagógicas gerais.</p><p>2.2 – Usufruir o disposto na legislação trabalhista vigente CLT.</p><p>2.3 - O art. 26 – Diz que o diretor contará para auxiliá-lo em seu trabalho com vice-diretores, cujas atribuições e competências serão definidas por este regimento.</p><p>- Parágrafo único – O vice-diretor substituirá o diretor em sua ausência.</p><p>CORPO DOCENTE</p><p>Art. 27 – A docência deve ser entendida como processo planejado de intervenções diretas e contínuas entre a experiência vivenciada do educando e o saber sistematizado, tendo em vista a apropriação e recriação de conhecimentos pelo educando e o compromisso assumido com o conjunto da escola, através da participação em ações coletivamente planejadas e avaliadas de acordo com a legislação vigente.</p><p>Art. 28 – Fazem parte do corpo docente professores com regência de classe, professores substitutos e professores de atividades específicas.</p><p>I– São direitos do Corpo docente:</p><p>2.1 – Participar da Elaboração do Projeto Político Pedagógico da escola;</p><p>2. 2 – Opinar sobre programas Escolares;</p><p>2.3 – Utilização dos recursos pedagógicos existentes na Escola;</p><p>2.4 – Requisitar materiais e recursos necessários às suas atividades.</p><p>II- São deveres do Corpo Docente:</p><p>3.1 – Respeitar deveres oriundos do regimento Escolar.</p><p>3.2 – Planejar e executar adequadamente suas atividades juntos aos alunos a que se refere a objeto, conteúdo, técnicas, linha pedagógica e proposta pedagógica.</p><p>3.3_ Lançar as notas do SIGE (Sistema Integrado de Gestão Escolar) no prazo determinado.</p><p>3.4 – Zelar pelo bom nome da Escola dentro e fora dela e ser pontual no cumprimento do horário Escolar.</p><p>3.5 – Manter permanente contato com o pai de aluno, mostrando-se sempre educado quando for procurado.</p><p>3.6 – Participar ativamente das atividades cívicas, culturais, religiosas, educativas da comunidade.</p><p>3.7 – Participar da elaboração do PPP (Projeto Político Pedagógico).</p><p>3.8 – Participar das reuniões pedagógicas.</p><p>3.9 – Conhecer e respeitar as leis constitucionais e as normas da Escola.</p><p>3.10 – Manter em dia a escrituração da escola nos diários de classe, retratando fielmente as ocorrências, pois este é o documento que respalda a sua vivência no dia a dia da Escola.</p><p>3.11 – Avisar com antecedência e quando for possível mandar substituto quando não poder comparecer à Escola.</p><p>3.12 – Evitar atrasos, caso isto aconteça por mais de 15 minutos, o professor sofrerá o desconto da respectiva hora-aula, e se ocorrer de o professor sair antes de cumprir todo o seu horário, haverá punição de acordo com que a direção e o colegiado decidir.</p><p>3.13 – Apresentar conveniente trajado, com uniforme escolhido democraticamente com o colegiado.</p><p>3.14 – Preocupar-se em ensinar não só conteúdos pertinentes à sua disciplina, mas fundamentalmente com a formação do aluno como um verdadeiro cidadão.</p><p>Art. 31 – É vedado ao professor</p><p>I - Fazer qualquer tipo de campanha com a finalidade de arrecadar donativos ou contribuição sem o conhecimento da direção.</p><p>II – Atender, durante as aulas pessoas estranhas bem como telefonemas, salvo em caso de extrema necessidade.</p><p>III – Usar nota, falta ou avaliação como medida punitiva.</p><p>REGIMENTO</p><p>Direitos dos Alunos</p><p>a) – Ser tratado com respeito e compreensão, em ambiente acolhedor, ser orientado em suas dificuldades.</p><p>b) – Receber educação integral, por meio de processos atualizados e de boa qualidade.</p><p>c) – Participar de todas as ações propostas à turma da qual faz parte.</p><p>d) – Participar ativamente da vida escolar, gozando dos benefícios por ele oferecidos.</p><p>e) – Apresentar sugestões que tragam melhoramentos ao processo de ensino e aprendizagem.</p><p>f) – Requerer através de seu responsável por documento prova de segunda chamada, justificando sua falta, no prazo de 48 horas.</p><p>DEVERES DOS ALUNOS</p><p>a) – Tratar com respeito e considerações os diretores, professores, funcionários e todas as autoridades que compõe a Escola, pois eles trabalham para o seu crescimento.</p><p>b) – Ser assíduo e pontual às aulas, festividades, comemorações e atividades escolares.</p><p>c) – Respeitar a pessoa humana em todos os sentidos, principalmente mostrando-se educado.</p><p>d) Prestar conta dos trabalhos nos prazos determinados.</p><p>e) Acolher os colegas com cortesia e respeito às suas diferenças, favorecendo clima de bem-estar, dentro das normas de convivência.</p><p>f) Colaborar com os colegas, representantes da turma e chefes de equipe, pois eles crescem com você e merecem confiança e respeito.</p><p>g) Ser pontual na Escola, e participar das falas que acontecem na hora da entrada.</p><p>h) Obedecer ao horário da entrada haverá tolerância até 10 minutos de atraso, e o aluno não poderá permanecer na sala de aula antes ou após elas.</p><p>i) Evitar ausentar-se de sua aula em momento de aula. Em caso de extrema necessidade, vá ao professor e exponha seu problema.</p><p>j) Zelar pela conservação das instalações como: móveis, materiais e equipamentos coletivos e individuais.</p><p>k) Cooperar para a manutenção da ordem e da disciplina no estabelecimento, comparecendo sempre uniformizado e limpo.</p><p>EQUIPE DE APOIO</p><p>Art. 36 – São deveres da equipe de apoio, de auxiliares de ensino, Porteiros e Inspetores:</p><p>1 – Acompanhar os alunos na entrada e saída das classes e outras dependências da escola, bem como em suas imediações, aconselhando e orientando os que estiverem transgredindo o Regimento Escolar.</p><p>2 – Manter em ordem os alunos nas salas de aula e outros locais na ausência do professor, bem como percorrer corredores e entorno da escola para dar amparo moral aos professores e a escola.</p><p>3 – Encaminhar ao diretor caso de indisciplinas que não foi possível ser resolvido, encaminhar alunos que adoeçam ou sofram acidentes e atender aos professores caso sejam solicitados.</p><p>4 – Proceder a entrega de correspondência, com muita responsabilidade para que nada extraviado.</p><p>5 – Colaborar na organização de solenidades ou festas escolares, acompanhando os alunos para manter a ordem no local, observando se não estão depredando salas ou sujando.</p><p>6 – Atender aos alunos com cortesia, aos funcionários, pais ou qualquer visitante, pois a escola é lugar de pessoas educadas.</p><p>7 – Auxiliar nas atividades de pátio, na entrada dos alunos, evitando qualquer tipo de desordem.</p><p>8 – Em caso de acidentes ou briga, tomar conhecimento do motivo ou local, para que a escola comunique aos pais.</p><p>9 – Motivar o aluno para que tome sua merenda e não estrague, nem a sua nem dos colegas.</p><p>10 – Ter atitude brincalhona com os alunos, porém nunca tomar liberdades que provoquem comentários, pois se ficar provado que houve atitudes imorais, haverá medidas punitivas de até transferência.</p><p>11 – Anotar todos os recados de Pais ou Responsáveis passando-os aos destinatários.</p><p>12 – Nunca dirigir palavras grossas aos alunos, sempre explicar o motivo quando tiver que chamar atenção.</p><p>SECRETARIA E PESSOAL ADMINISTRATIVO</p><p>Art. 38 – Caberá ao secretário da Escola a consecução de atividades e tarefas relativas ao expediente escolar, atividades de secretaria em geral, controle de histórico escolar, documentação de alunos, controle de horário de entrada e saída de pessoal, atendimento de Pais e Responsáveis, de avisos á Professores e Alunos em sala de aula enfim, comparecer para receber orientação na SEMEC ou outros órgãos quando for solicitada.</p><p>Parágrafo único – O secretário da escola será auxiliado em suas atividades pelos auxiliares administrativos cabendo a estes a consecução das tarefas que lhe forem atribuídas.</p><p>PESSOAL DE LIMPEZA E MANUTENÇÃO</p><p>Art. 39 – São direitos do Pessoal da Limpeza e manutenção (Serventes e Merendeiras) aqueles dispostos na legislação trabalhistas CLT.</p><p>Art. 40 – São deveres do pessoal da limpeza e Manutenção (Serventes e Merendeiras)</p><p>1 – Acompanhar e auxiliar na entrada e saída de educadores, na hora da merenda e quando for solicitado.</p><p>2 – Auxiliar na preparação dos ambientes para os eventos.</p><p>3 – Manter a limpeza e a ordem nas dependências da escola, inclusive nas áreas externas.</p><p>4 – Cuidado ao executar tarefas para não danificar materiais didáticos como carteiras, quadros e demais recursos físicos, higiene e limpeza nos locais inclusive se acontecer de sujar algum local, não espere ser mandado a limpar, sua atenção para a resolução de problemas ou imprevistos que surgem no dia a dia.</p><p>5 – Executar com eficiência os trabalhos de limpeza e arrumação das dependências que lhe forem atribuídas levando ao conhecimento da direção qualquer irregularidade.</p><p>6 – Zelar pelo uso dos materiais de limpeza para que não sejam desviados, caso você perceba isso acontecer, leve ao conhecimento da direção, bem como, materiais de expedientes: lixos e merenda.</p><p>7 – Estar atento para executar trabalhos designados pela direção, servindo sempre com cortesia.</p><p>ORGANIZAÇÃO PEDAGÓGICA</p><p>PRINCÍPIOS NORTEADORES</p><p>Considera-se que cada escola tem uma história e cultura própria que a diferencia das demais, mesmo pertencendo a um único sistema de ensino (SEMEC). Este Projeto Político Pedagógico contemplará as necessidades gerais que nortearão a caminhada de uma Escola Pública Democrática e de qualidade que possa contribuir com a transformação social.</p><p>Um Projeto Político Pedagógico comprometido garante novas instâncias de gestão como o Conselho Escolar, Grêmio Livre e Associação de Pais e Mestres, que irão fortalecer o espaço de discussão</p><p>e organização da política educacional que devem ser as jornadas pedagógicas, como: fórum de educação, as conferências e o respeito às organizações de educadores e estudantes e a maior articulação com comunidade.</p><p>A escola de qualidade tem obrigação de evitar possíveis repetências, evasões e dependências. Tem que garantir a meta qualitativa e o desempenho satisfatório de todos. Qualidade para todos, portanto, vai além da meta qualitativa de acesso global, no sentido de que os jovens em idade escolar entrem na escola. É preciso garantir igualdade de condições para o acesso e a permanência dos que nela interagem. Igualdade de oportunidade requer, portanto, mais que a expansão qualitativa de ofertas: requer ampliação do entendimento com simultânea manutenção de qualidade. A qualidade social implica na preocupação que a escola deve ter em proporcionar a todos uma educação com padrão de Excelência e adequação aos interesses da maioria da população. Ao pensar e formular o conhecimento a ser socializado, valores fundamentais como: solidariedade, justiça, honestidade, união, respeito, sinceridade, autonomia, liberdade, ética e cidadania devem estar postas no sentido de contribuir com a formação de homens e mulheres, capazes de problematizar e intervir na realidade para transformá-la.</p><p>A qualidade de ensino ministrado na escola e seu processo na tarefa de formar cidadãos capazes de participar na vida socioeconômica, política e cultural do país e do município relacionam-se estreitamente à formação inicial e continuada dos educadores que atuam no cotidiano escolar, com as condições de trabalhos que lhe são oferecidas.</p><p>· Recursos didáticos, físico e mental;</p><p>· Números de alunos em sala de aula;</p><p>· Ambiente compatível com o clima atmosférico;</p><p>· Iluminação adequada;</p><p>· Horário garantido na jornada de trabalho para planejamento;</p><p>· Reflexão e reorientação da prática pedagógica;</p><p>· Lutas pela remuneração condigna, que são elementos fundamentais à valorização profissional;</p><p>· Respeito à organização e autonomia dos trabalhadores de educação.</p><p>A melhoria da qualidade da formação e valorização do trabalho pedagógico requer a articulação entre instituição formadora, no caso as instituições de ensino superior, a escola e a rede de ensino (SEMEC). A formação profissional implica também a indissociabilidade entre a formação inicial e a formação continuada.</p><p>O reforço à valorização dos profissionais da educação, garantindo-lhes o direito ao aperfeiçoamento profissional permanente, significa “valorizar a experiência e o conhecimento que os educadores têm a partir de sua prática pedagógica”.</p><p>A qualidade social da educação ofertada e do ensino ministrado, bem como o sucesso na tarefa de formar cidadãos críticos, unilaterais tem relação direta com a formação. Cabe ao Projeto Político Pedagógico contemplar o eixo da valorização do magistério, buscando definir o espaço/tempo e na relação com o executivo como o sistema e com o sindicato, estratégias que a promovam e garantam os princípios educacionais.</p><p>Pensar e lutar por uma escola democrática onde o diálogo e os interesses não só dos alunos, bem como da comunidade possam evidenciar um projeto construído por todos aqueles envolvidos no fazer pedagógico: diretor, corpo docente, discente, pessoal de apoio, corpo técnico etc. Que a escola fundamentada em valores como respeito e justiça social, honre com o compromisso de “Educar para vencer e formar cidadãos críticos e formadores de opiniões.”</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>Desde o lançamento dos PCNs, ouvimos falar de reestruturação do ensino desta disciplina, pois segundo alguns especialistas, ela é uma das principais responsáveis pelas repetências e dependências relacionadas às dificuldades em fazer uso da língua padrão. Esse problema é detectado principalmente nos 1º e 6º anos do ensino fundamental. Naquela pelo fato de educando não ter ainda amadurecido o uso da linguagem formal; nesta, pelo fato de se exigir o uso efetivo da língua padrão.</p><p>A escola aponta que o ensino da língua é vítima de dois mitos: o primeiro é que existe uma única forma certa de falar, a que parece com a escrita; e o segundo, que a escrita é o espelho da fala. Em consequência, procura-se consertar a fala do aluno para evitar que escreva errado.</p><p>Na realidade falar bem é ser entendido. Para isso, a forma deve ajustar-se ao contexto em que é usada. À escola cabe ensinar essas falas adequando-as a diferentes situações, sem desrespeitar as formas de expressão oral trazida pelo aluno.</p><p>Segundo experiências vividas e relatadas pelos vencedores do Prêmio Victor Civita “A Idea de levar o aluno a perceber as possibilidades da língua sem ter de decorar regras”, destaca mais uma estratégia, a da contextualização entre teoria – prática quando se referem a questões da Língua Portuguesa; e particularmente à leitura, pois se o educador for também bom leitor ele certamente despertará no aluno este gosto, sobretudo para o aluno cujo ambiente costumeiro é pouco letrado.</p><p>MATEMÁTICA</p><p>A matemática comporta um amplo campo de relações, regularidades e coerências que despertam a curiosidade e instigam a capacidade de generalizar, projetar, prever e abstrair, favorecendo a estruturação do pensamento e o desenvolvimento do raciocínio lógico. Faz parte da vida de todas as pessoas nas experiências mais simples como um cálculo matemático, relativos a salários, pagamento e consumo, na organização de atividades como agricultura e pesca, a matemática se apresenta como um conhecimento de muita aplicabilidade.</p><p>A matemática tem um papel importante na formação básica do cidadão, na compreensão e tomada de decisão diante de questões políticas e sociais também dependem da leitura e interpretação de informações complexas, muitas vezes contraditórias que incluem dados estatísticos e índices divulgados pelos meios de comunicação. Ou seja, para exercer a cidadania, e necessário saber calcular, medir, raciocinar, argumentar, tratar informações estaticamente etc.</p><p>Para tanto, o ensino da matemática prestará sua contribuição à medida que forem exploradas metodologias que priorizem a criação de estratégias, a comprovação, justificativa, a argumentação, o espírito criativo, o trabalho coletivo, a iniciativa pessoal e a autonomia advinda do desenvolvimento da confiança na própria capacidade de conhecer e enfrentar desafios.</p><p>Para que se concretize uma aprendizagem e um ensino com qualidade, deve-se lançar mão de todos os recursos possíveis, como: o conhecimento empírico, jogos, livros pesquisa fora da escola, calculadoras, cartazes e principalmente a interdisciplinaridade, atendendo sempre para o uso de conteúdo que possa ficar bem esclarecido para o aluno, pois o melhor caminho para atingir o aprendizado da turma é relacionar os conteúdos matemáticos e mostrar como eles se completam.</p><p>CIÊNCIAS DA NATUREZA</p><p>Durante o último século o homem foi considerado o centro do universo. O homem acreditou que a natureza está à sua disposição. Apropriou-se dos seus processos, alterou seus ciclos, redefiniu seus espaços. Hoje quando se depara com a crise ambiental que coloca em risco a vida do planeta, inclusive a humana, o ensino de ciências pode contribuir para uma reconstrução da relação homem-natureza em outros termos.</p><p>No ensino das ciências propomos trabalhar na compreensão da natureza como um todo dinâmico, sendo o ser humano parte integrante e agente de transformação do mundo em que vive. Na execução de projetos que sensibilizem os habitantes locais dos males que causam à natureza devido o uso exacerbado dos recursos naturais e dos despejos do lixo no meio ambiente. Aos moradores da cidade, do bairro da escola, usando panfletagens, cartazes, num dia de campo, em aula passeio, montar objetivos para despertar o lado investigativo do aluno, pois sem reflexão e investigação a ciência não progride, levando-os a experimentos sobre germinação, as diferentes reações, os tipos de animais e seu papel importante no equilíbrio da natureza, etc. valorizando trabalhos expositivos em grupos, com álbuns, recortes e colagens, compreendendo a</p><p>higiene e a saúde como um bem individual comum que deve ser promovida pela ação coletiva. Compreendendo a tecnologia como um bem para suprir a necessidade humana, distinguindo seu uso correto e necessário daqueles prejudiciais à natureza e ao homem.</p><p>O educador precisa mostrar que muitos conceitos hoje aceitos são passíveis de mudanças, pois a ciência é dinâmica.</p><p>EDUCAÇÃO FÍSICA</p><p>A educação física trabalhará na participação de atividades corporais, na produção textual e discussões sobre ética, cidadania, meio ambiente, respeito às diferenças sociais e cooperação. Valorizando, respeitando e desfrutando da pluralidade de manifestações da cultura corporal do Brasil e do mundo, percebendo-as como recursos valiosos para integração entre diferentes grupos sociais e entre pessoas. É de suma importância reconhecer-se como elemento integrante do ambiente, adotando hábitos saudáveis de higiene, alimentação e atividades corporais, relacionando-se com os efeitos sobre a própria saúde e interferir no espaço de forma autônoma, bem como reivindicar locais adequados para promover atividades corporais de lazer, reconhecendo-as como uma atividade básica do ser humano e um direito do cidadão</p><p>É importante trabalhar com o aluno questões de cooperação no sentido lúdico, e para isso os jogos cooperativos são essenciais, pois valorizam elementos como aceitação, envolvimento, colaboração e diversão, neste caso são importantes ressaltar que, joga-se com o outro e não contra o outro e para se alcançar objetivos é preciso esforço e dedicação.</p><p>ENSINO RELIGIOSO</p><p>Considerando-se os princípios da lei 9.394/96, que estabelece as diretrizes e bases da Educação Nacional, em especiais contidas no artigo 33 e os compromissos de desenvolver uma prática voltada para a cidadania, os parâmetros curriculares nacionais incorporam como temas transversais, assuntos que possibilitam tratar sobre a educação, saúde, ética, meio ambiente, família, sexualidade, juventude, entre outros.</p><p>A educação religiosa na escola visa despertar no educando seu lado humano, mostrando-lhe valores, hoje tão desgastados, que são os morais sociais, e os religiosos. Despertar na pessoa humana a solidariedade, o amor e respeito à vida. Um ser agente de sua própria história e nas relações com o outro, identificando-se como pessoa livre, única e autêntica, com potencialidade e em constante crescimento nas relações com a natureza, em uma atividade de respeito. Recriando seu universo e transformando-o para o bem-estar e benefício da humanidade. Educado para a convivência, o diálogo e o exercício da cidadania.</p><p>AREA DE CONHECIMENTO CIÊNCIAS HUMANAS</p><p>HISTÓRIA</p><p>A história apresenta uma nova percepção que pretende ajudar o aluno a ver com outros olhos	a realidade na qual vive. Essa nova percepção e o ponto de partida para a formação de uma identidade que lhe permita exercer plenamente a cidadania, com o desenvolvimento de atitudes positivas em relação às diversidades humanas.</p><p>As referências fundamentais a serem trabalhadas com os alunos são o ambiente e o seu cotidiano – Não a “grande história” feita de nomes, datas e outras abstrações que desestimulam a curiosidade e transmite uma noção desconhecida do que seja conhecimento histórico. Essa mudança de enfoque não pode ser subestimada. Ela é uma amostra muito importante do esforço e da reconstrução da educação básica no País, para que o ensino se ajuste às possibilidades de aprendizagem – não o contrário.</p><p>Começando pelo presente, o aluno aprenderá a lidar com as noções essenciais da história: O particular e o geral. O local, o nacional e o internacional. As semelhanças e as diferenças. A continuidade e as transformações (as heranças de outros modos de vida, de costumes que mudaram). O tempo e o conceito-chave para que tais noções façam sentidos, considerando o tempo de longa, curta e média duração.</p><p>Nossa escola tem como meta preparar alunos para entender a história, não como algo congelado, mas como um permanente movimento e que o poder de transformar as coisas e de cada qual construir seu destino é o núcleo da condição humana.</p><p>Essa aprendizagem é incomparavelmente mais desejável do que mera repetição de informações sobre essa ou aquela cadeia de eventos (...)</p><p>Dentro desta nova perspectiva, o estudo da história não deve retroceder à origem dos fatos, nem fazer crer que a passagem do passado ao presente tenha sido uma trajetória homogênea, nem organizar os acontecimentos como etapas inevitáveis de uma suposta evolução. O trabalho parte da realidade local, ganha perspectiva histórica e volta a essa mesma realidade para a compreensão mais rica de suas características.</p><p>O educador deve atentar par o fato de que as crianças têm hoje acesso a muitas informações e tendem a torná-las como verdades absolutas. É, portanto, recomendável criar situações de interesse para que os alunos comparem informações de diferentes fontes, manifestem suas opiniões e admitam outras possibilidades de explicar os acontecimentos. Eles devem entender ainda que fatos e documentos não falem por si mesmo. É preciso sempre trazer perguntas, separar assuntos, relacioná-los a outras informações e realidade</p><p>GEOGRAFIA</p><p>Existem fortes razões pra se reformar de alto a baixo o ensino da geografia. Tradicionalmente, baseia-se em aulas expositivas ou na leitura de textos do livro didático. A memorização é o exercício fundamental. O que se avalia é se o aluno releve ou não o que foi dito em aula – e não se ele compreendeu o sentido dos fatos e conceitos ensinados.</p><p>Aqui, na escola Almirante Barroso já se defende um trabalho educativo, descrever, registrar, explicar, comparar e representar as características do lugar onde vive e de diferentes paisagens e espaços geográficos. Observar, por sinal, não é apenas olhar um pouco mais detidamente. É olhar com a intenção de buscar o que se pretende encontrar. Este conjunto de atividades compõe uma forma específica de saber. O conhecimento geográfico.</p><p>O estudo do espaço dá aos alunos as possibilidades de compreender sua própria posição naquele conjunto de relações da sociedade com a natureza. Isto é, como e porque seus atos, individuais ou coletivos, produzem efeitos nesse relacionamento. Desse modo o ensino da geografia, deve mostrar ao aluno que a cidadania é também o sentimento de pertencer a uma realidade na qual estão integradas sociedade e natureza e que ela precisa ser conhecida para que suas ações sejam responsáveis e consequentes – em face do meio ambiente, por exemplo. Os PCNS. afirmam que educadores e alunos precisam entender que a sociedade e a natureza, em conjunto, constituem a base material do espaço geográfico. O objetivo do estudo.</p><p>Pede-se ao educador, que procure identificar o que os alunos sabem a respeito do lugar em que vivem. Sobre outros lugares e o que ele tem a ver entre si. Pois o espaço vivido pelo aluno, não é apenas a realidade imediata. Engloba também, e às vezes predominantemente, as imagens trazidas pela TV e cinema. O fato de os alunos não terem tido contato como o conhecimento geográfico antes da escola, não quer dizer que eles não disponham de muitas informações e ideias sobre o seu meio e o mundo em geral. O ensino da geografia ou qualquer outra disciplina deve começar pelo que o aluno já sabe. Por esta razão não pode ser decorada, e dentro desta nova perspectiva pede-se aos educadores que faça a conscientização nos pais, deste novo modelo de se conceber o ensino e a aprendizagem, para que não esperem, pois, o educando já não mais terá questionários como revisão antes das avaliações, e sim, terá a compreensão do espaço onde vivem através de mapas, paisagens, e gráfico para descrevê-los.</p><p>ESTUDOS AMAZÔNICOS</p><p>Os PCNS sugerem uma abordagem mais específica relacionada à região na qual o educando encontra-se inserido, dessa forma é que os estudos amazônicos vêm contemplar esta necessidade, mostrando aspectos econômicos, sociais e geográficos e a forma como o homem vem fazendo uso incorreto dos recursos naturais desta região, provocando prejuízos incalculáveis ao ecossistema, fazendo</p>

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