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CAPÍTULO 1 
1 
 
 
CAPÍTULO 1 
2 
 
Folha do Oeste à Folha do Povo: jornalismo e vigilância política em Itaúna 
O jornal Folha do Oeste em Itaúna/MG, fundado em fevereiro de 1944 por Sebastião Nogueira 
Gomide, conhecido como “Piu”, ocupa um lugar de destaque na trajetória, história e memória da 
imprensa local e regional. Surgido em pleno contexto de transformações sociais e políticas no Brasil, 
ainda sob o Estado Novo, o periódico representou desde cedo a tentativa de consolidar uma imprensa 
mais estruturada no interior de Minas Gerais, tendo o mérito de ser considerado um jornal de Itaúna 
com registro profissional e circulação regular. 
Sua fundação não foi apenas um marco de comunicação, mas também um instrumento de 
afirmação da cidade como polo em expansão econômica e cultural, dando voz às demandas de uma 
população que buscava maior visibilidade frente aos acontecimentos do cenário estadual e nacional. 
Nos primeiros anos de circulação, ainda sob o nome Folha do Oeste, o jornal manteve forte 
vínculo com seu fundador, Sebastião Nogueira Gomide, que foi seu proprietário e diretor até o 
falecimento em 26 de novembro de 1980. Gomide, figura reconhecida no meio jornalístico e cultural 
de Itaúna, imprimiu ao periódico um caráter combativo, comunitário e de valorização da vida local, 
transformando-o em referência da imprensa interiorana mineira durante décadas. Após o falecimento 
de seu fundador, o jornal passou por um processo de reorganização administrativa e editorial. 
Apesar das pressões e transformações, o jornal manteve-se ativo, adaptando-se às novas 
conjunturas políticas e sociais. Entre os nomes que marcaram sua condução ao longo dos anos estão 
Célio Silva, José Waldemar Teixeira de Mello, Anis José Leão, Juarez Heleno Campos e Sérgio Cunha, 
que imprimiram diferentes estilos e enfoques, mas sempre preservaram o caráter local e participativo 
da publicação. 
Entre os arquivos consultados sobre a trajetória da imprensa itaunense, emergem também 
documentos oficiais que evidenciam o ambiente de controle e vigilância política característico do final 
da década de 1970. Um exemplo é o ofício nº 1427-SA/79, datado de 25 de outubro de 1979, expedido 
pelo Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais e assinado por Anis José Leão, então diretor da 
Secretaria de Coordenação Eleitoral. Classificado como “confidencial”, o documento responde a uma 
solicitação do Departamento de Polícia Federal, remetendo dados cadastrais de um eleitor. 
Embora de aparência meramente burocrática, a correspondência revela as conexões entre 
diferentes órgãos do Estado, Justiça Eleitoral e Polícia Federal, em uma rede de vigilância que 
ultrapassava o campo estritamente administrativo. Esse tipo de prática era frequente no período e tinha 
por finalidade monitorar cidadãos e servidores públicos, especialmente aqueles que, de alguma forma, 
exerciam atividades de influência social, jornalística ou política. 
CAPÍTULO 1 
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A presença de Anís José Leão nesses trâmites institucionais, o mesmo que mais tarde teria ligação 
com o contexto jornalístico da cidade, citado em registros associados à Folha do Oeste, sugere que seu 
trabalho também esteve sob o olhar atento das estruturas de controle da época. Esses ofícios, lacrados 
com o selo de confidencialidade e trocados entre repartições, são testemunhos eloquentes de um tempo 
em que até mesmo comunicações administrativas podiam adquirir um caráter político, refletindo o 
clima de desconfiança e vigilância generalizada que marcou o fim do regime autoritário no Brasil. 
Em continuidade às práticas de controle e mapeamento da imprensa, um documento oficial do 
Serviço Nacional de Informações (SNI), datado de 23 de julho de 1981 e classificado como 
“Confidencial”, confirma que o jornal Folha do Oeste, de Itaúna/MG, foi incluído em um levantamento 
nacional de dados sobre jornais do interior. O relatório, identificado como Informação nº 
C262/19/AC/81, integra uma série de anexos elaborados pela Agência Central do SNI, com o objetivo 
de compilar informações sobre veículos de comunicação em diversos estados — entre eles Minas 
Gerais, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e São Paulo. 
Na listagem referente ao Estado de Minas Gerais (Anexo “C”), o nome Folha do Oeste – 
Itaúna/MG aparece ao lado de periódicos regionais como o Agora (Divinópolis), Paraminense (Pará 
de Minas), Diário da Tarde (Juiz de Fora), Folha de Itabira (Itabira), entre outros, demonstrando que 
o jornal itaunense figurava entre os veículos monitorados pelo sistema de inteligência federal. O 
objetivo desse levantamento, conforme indicado no próprio documento, era manter atualizados os 
cadastros sobre a estrutura, a circulação e o perfil editorial dos jornais do interior, compondo um 
panorama de vigilância sistemática da imprensa brasileira. 
A inclusão da Folha do Oeste nesse relatório de 1981 confirma que a vigilância sobre o jornal 
não se limitou ao período de transição democrática dos anos 1980, mas se estendeu de forma articulada 
aos órgãos centrais do regime. Esse material reforça a percepção de que, mesmo em pequenas cidades, 
a imprensa local era considerada um espaço estratégico de formação de opinião, e portanto, alvo do 
olhar atento do Estado autoritário. 
Em 1983, o jornalista José Waldemar Teixeira de Mello aparece documentado em relatórios da 
Agência Belo Horizonte do Serviço Nacional de Informações (SNI), atuando como 1º Tesoureiro da 
recém-criada Associação dos Jornais do Interior de Minas Gerais (ADJORI-MG). A participação de 
José Waldemar na fundação da associação demonstra sua relevância não apenas para a imprensa 
itaunense, mas também para o fortalecimento dos veículos regionais de comunicação em todo o estado. 
A ADJORI-MG nasceu como uma rede de cooperação entre jornais do interior, em um contexto de 
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concentração midiática e dificuldades financeiras, buscando promover a troca de informações, recursos 
e estratégias de sobrevivência editorial. 
O papel de José Waldemar foi essencial na estruturação financeira e institucional dessa entidade, 
garantindo sustentabilidade às pequenas redações e consolidando a voz do interior mineiro diante dos 
grandes centros. Seu envolvimento reflete um compromisso de longa data com a profissionalização do 
jornalismo e com a defesa da liberdade de imprensa, valores que também marcaram sua passagem pela 
direção da Folha do Oeste em Itaúna. 
Em 1987, registros oficiais apontam uma nova direção, agora sob responsabilidade de Sérgio 
Fernandes da Cunha e Renato Geraldo Soares. À época, o jornal, ainda denominado Folha do Oeste, 
possuía sede em Itaúna, e mantinha uma tiragem de 4.500 exemplares, circulando também nos 
municípios de Mateus Leme e Itatiaiuçu. Seu quadro societário e equipe editorial incluíam jornalistas, 
colunistas, colaboradores e representantes regionais. Com declaração de utilidade pública pela Lei 
Municipal nº 697, o jornal chegou a atuar como órgão de publicação dos atos oficiais da Comarca de 
Itaúna. 
A relevância institucional e o alcance do jornal chamaram a atenção das autoridades da época. 
Documentos confidenciais da Agência de Belo Horizonte (ABH), datados de 1987–1988, provenientes 
do Arquivo Cronológico de Entrada (ACE) e do Serviço Nacional de Informações (SNI), revelam que 
o jornal Folha do Oeste foi monitorado pela polícia política, constando em um cadastro de veículos de 
comunicação que reunia informações detalhadas sobre sua estrutura, propriedade, circulação e equipe. 
A ficha, classificada na categoria “Z7-A”, apresentava um retrato minucioso do jornal, incluindo 
nomes, números de identidade, dados financeiros e de tiragem, o que demonstra a preocupação estatal 
em manter vigilância sobre a imprensa regional. 
Esse registro de monitoramento, feito em plena transição democrática brasileira, ilustra um 
momento de tensão entre a liberdaderecém-reconquistada e os mecanismos de controle herdados do 
regime militar. Mesmo após a revogação formal dos Atos Institucionais e a promulgação da nova 
Constituição de 1988, diversos órgãos de segurança civil e militar continuavam a operar estruturas de 
observação e fichamento de entidades civis, entre elas, jornais, sindicatos, partidos, clubes e igrejas. O 
caso da Folha do Oeste insere-se nesse contexto de vigilância residual, em que o Estado, ainda 
temeroso do papel político da palavra impressa, mapeava e classificava periódicos locais para avaliar 
seu potencial de influência ou crítica. 
O nível de detalhamento da ficha é revelador: ela registra, por exemplo, o endereço exato da 
redação, os nomes e cargos de todos os colaboradores, o número de páginas, a tiragem, a área de 
CAPÍTULO 1 
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circulação e até a condição financeira do jornal. Isso indica que tais dados extrapolavam a função 
burocrática, configurando um mecanismo de vigilância política sistemática, num contexto em que o 
Estado brasileiro ainda preservava práticas de controle oriundas do regime autoritário. 
 Embora o país já estivesse sob o governo civil e o processo de redemocratização avançasse, os 
órgãos de informação e segurança, entre eles o antigo Serviço Nacional de Informações (SNI) e as 
agências estaduais de inteligência, continuavam a monitorar a atuação da imprensa, especialmente nos 
municípios do interior, onde a comunicação local exercia papel decisivo na formação da opinião 
pública. 
Esse tipo de monitoramento se insere em uma estratégia mais ampla de controle da informação, 
muito comum nas décadas de 1970 e 1980. O Estado, temeroso da imprensa como espaço de crítica e 
resistência, buscava mapear os meios de comunicação, seus responsáveis e suas redes de influência. O 
objetivo era prevenir que jornais regionais, frequentemente mais livres e próximos da população, se 
tornassem veículos de oposição ou espaços de contestação política. Assim, o cadastro da Folha do 
Oeste não deve ser entendido apenas como um registro administrativo, mas como parte de uma 
estrutura de vigilância ideológica voltada para o controle do discurso público. 
A existência de uma ficha tão completa indica também o reconhecimento, por parte das 
autoridades, da relevância e alcance do jornal. A Folha do Oeste era lida por milhares de pessoas, 
dialogava com comerciantes, trabalhadores, agentes políticos e religiosos, e registrava os 
acontecimentos que moldavam o cotidiano de Itaúna e região. 
Nesse sentido, o monitoramento, paradoxalmente, reforça a importância histórica do jornal como 
instrumento de informação e poder simbólico no interior mineiro. Mesmo sob observação, o periódico 
manteve sua circulação e sua função comunitária, o que demonstra sua resiliência diante do controle 
estatal e o compromisso de seus dirigentes com a continuidade do projeto jornalístico iniciado por 
Sebastião Nogueira Gomide em 1944. 
Na década de 1990, sob nova orientação editorial, o periódico consolidou o nome Folha do Povo, 
reafirmando sua identidade e proximidade com a comunidade itaunense. Desde 1996, a direção está 
sob a responsabilidade do jornalista e diretor Renilton Gonçalves Pacheco, que não apenas deu 
continuidade à tradição do jornal, mas também o transformou em um verdadeiro laboratório de 
memória e consciência cidadã. 
Seu primeiro contato com a redação remonta a 1973, quando, ainda menino de 13 anos, adentrou 
a antiga sede da Folha do Oeste, no número 11 da Rua Antônio de Matos, esquina com a Praça da 
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Matriz, em Itaúna. O ambiente efervescente, dominado por discussões políticas, notícias policiais e 
temas sociais, o marcou profundamente. 
Renilton relembra que foi ali, entre o barulho das velhas impressoras e o cheiro de tinta, que 
conheceu o fundador Sebastião Nogueira Gomide (o “Piu”), “um senhor polêmico e inteligente, que 
cobrava e exigia dos governantes postura em relação às coisas do município”. Acompanhando de perto 
as críticas e os editoriais contundentes de Gomide, muitos ainda sobre temas que persistem até hoje, 
como a Casa de Caridade Manoel Gonçalves, o jovem aprendiz absorveu o sentido do jornalismo como 
instrumento de transformação. Outro nome marcante foi Célio Silva, o primeiro chefe de redação, que 
conduzia a oficina gráfica e introduziu Renilton à prática diária da produção jornalística. 
Ao longo dos anos seguintes, Renilton formou-se na escola viva do jornalismo local, aprendendo 
com nomes como José Waldemar Teixeira de Mello, ex-redator do Estado de Minas, e Anis José Leão, 
professor de Ética na Faculdade de Jornalismo da UFMG. De ambos herdou a noção de rigor, ética e 
compromisso público — valores que norteariam a condução futura da Folha do Povo. 
Hoje, com mais de 30 anos à frente do jornal, Renilton reafirma a crença de que o jornalismo é 
uma forma de agir sobre a realidade, e não apenas de noticiá-la. Em suas palavras, o papel do jornalista 
não se limita a “dar a notícia”, mas a construí-la com responsabilidade, checagem e clareza, 
combatendo a pressa e a superficialidade impostas pelas mídias digitais. 
A Folha do Povo, sob sua direção, continua a exercer esse jornalismo atento à cidade e 
comprometido com a verdade, cobrando obras, fiscalizando o poder público e preservando a memória 
coletiva de Itaúna. A expansão para Itatiaiuçu, com edição semanal aos sábados, ampliou ainda mais 
sua influência regional. 
Assim, a trajetória da Folha do Povo, desde sua origem como Folha do Oeste com Sebastião 
Nogueira Gomide, passando pela vigilância policial da década de 1980 e pela consolidação moderna 
sob Renilton Gonçalves Pacheco, espelha a própria história de Itaúna: um percurso de resistência, 
adaptação e continuidade. O jornal atravessou regimes políticos distintos, enfrentou períodos de 
censura e monitoramento, testemunhou crises e transformações urbanas, mantendo-se como símbolo 
de liberdade de expressão, memória e identidade local. Mais do que narrador, tornou-se protagonista 
da história itaunense. 
 
REFERÊNCIAS: 
AQUINO, Charles Galvão de Organização, arte e pesquisa. Historiador. Registro nº 343/MG. 
CAPÍTULO 1 
7 
 
BRASIL. Arquivo Nacional. Sistema de Informações do Arquivo Nacional (SIAN). 
Fundo: Divisão de Inteligência do Departamento de Polícia Federal (BR DFANBSB ZD). 
Código de referência: BR DFANBSB ZD 0 0 0022C 0005 D0004. Disponível em: 
https://imagem.sian.an.gov.br/acervo/derivadas/br_dfanbsb_zd/br_dfanbsb_zd_0/br_dfanbsb_zd_0_0
/br_dfanbsb_zd_0_0_0022c/br_dfanbsb_zd_0_0_0022c_0005/br_dfanbsb_zd_0_0_0022c_0005_d00
04.pdf. Acesso em: 04 abr. 2026. 
BRASIL. Arquivo Nacional. Sistema de Informações do Arquivo Nacional (SIAN). 
Fundo: Serviço Nacional de Informações (BR DFANBSB V8). 
Série: MIC/GNC/AAA. Dossiê: 81019370. Título: Levantamento de dados de jornais. 
Código de referência: BR DFANBSB V8.MIC.GNC.AAA.81019370. Disponível em: 
https://imagem.sian.an.gov.br/acervo/derivadas/br_dfanbsb_v8/mic/gnc/aaa/81019370/br_dfanbsb_v
8_mic_gnc_aaa_81019370_d0001de0002.pdf. Acesso em: 04 abr. 2026. 
BRASIL. Arquivo Nacional. Sistema de Informações do Arquivo Nacional (SIAN). 
Fundo: Serviço Nacional de Informações (BR DFANBSB V8). Série: MIC/GNC/OOO. 
Dossiê: 83008307. Título: Funcionamento do sistema de comunicação social do Poder Executivo. 
Código de referência: BR DFANBSB V8.MIC.GNC.OOO.83008307. 
Disponível em: 
https://imagem.sian.an.gov.br/acervo/derivadas/br_dfanbsb_v8/mic/gnc/ooo/83008307/br_dfanbsb_v
8_mic_gnc_ooo_83008307_d0001de0001.pdf . Acesso em: 04 abr. 2026. 
BRASIL. Arquivo Nacional. Sistema de Informações do Arquivo Nacional (SIAN). 
Fundo: Serviço Nacional de Informações (BR DFANBSB V8). Série: MIC/GNC/OOO. 
Dossiê: 89014611. Título: Cadastro de veículos de comunicação. 
Código de referência: BR DFANBSB V8.MIC.GNC.OOO.89014611. 
Disponível em: 
http://imagem.sian.an.gov.br/acervo/derivadas/br_dfanbsb_v8/mic/gnc/ooo/89014611/br_dfanbsb_v8_mic_gnc_ooo_89014611_d0001de0003.pdf . Acesso em: 04 abr. 2026. 
BRASIL. Arquivo Nacional. Sistema de Informações do Arquivo Nacional (SIAN). 
Fundo: Serviço Nacional de Informações (BR DFANBSB V8). Série: MIC/GNC/OOO. 
Dossiê: 88013583. Título: Cadastro de veículos de comunicação. Código de referência: BR 
DFANBSB V8.MIC.GNC.OOO.88013583. Disponível em: 
http://imagem.sian.an.gov.br/acervo/derivadas/br_dfanbsb_v8/mic/gnc/ooo/88013583/br_dfanbsb_v
8_mic_gnc_ooo_88013583_d0001de0003.pdf . Acesso em: 04 abr. 2026. 
 
JORNAL FOLHA DO POVO. Folha do Povo (Itaúna/MG). Sobre nós. Disponível em: 
https://www.folhapovoitauna.com.br/sobre-nos .Acesso em: 04 abr. 2026. 
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https://imagem.sian.an.gov.br/acervo/derivadas/br_dfanbsb_v8/mic/gnc/aaa/81019370/br_dfanbsb_v8_mic_gnc_aaa_81019370_d0001de0002.pdf
https://imagem.sian.an.gov.br/acervo/derivadas/br_dfanbsb_v8/mic/gnc/ooo/83008307/br_dfanbsb_v8_mic_gnc_ooo_83008307_d0001de0001.pdf
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http://imagem.sian.an.gov.br/acervo/derivadas/br_dfanbsb_v8/mic/gnc/ooo/89014611/br_dfanbsb_v8_mic_gnc_ooo_89014611_d0001de0003.pdf
http://imagem.sian.an.gov.br/acervo/derivadas/br_dfanbsb_v8/mic/gnc/ooo/89014611/br_dfanbsb_v8_mic_gnc_ooo_89014611_d0001de0003.pdf
http://imagem.sian.an.gov.br/acervo/derivadas/br_dfanbsb_v8/mic/gnc/ooo/88013583/br_dfanbsb_v8_mic_gnc_ooo_88013583_d0001de0003.pdf
http://imagem.sian.an.gov.br/acervo/derivadas/br_dfanbsb_v8/mic/gnc/ooo/88013583/br_dfanbsb_v8_mic_gnc_ooo_88013583_d0001de0003.pdf
https://www.folhapovoitauna.com.br/sobre-nos

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